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Ditos Populares Mês de Setembro

Cerca de 971 frases e pensamentos: Ditos Populares Mês de Setembro

FELIZ ANIVERSÁRIO!
29 de setembro é um dia especial para você, 29 de setembro um dia especial para mim. simplesmente porque ele passou a fazer parte da minha vida. louvável esta data em que você completa mais uma primavera, posso dizer que é digno de aplausos ver o seu sorriso estampado em um rosto angelical . Me orgulho não é porque você fez parte da minha vida, me orgulho é pelo o que você representa para mim. Busco nas palavras para descrever o caráter, a personalidade e a habilidade que você tem para conquistar a afeição das pessoas que estão em sua volta. Faço poemas lindos não é porque sou inteligente ou uma pessoa diferenciada, são lindos os poemas, porque você própria é o poema que escreve a minha historia de vida. Historia esta que começou em um momento em que eu próprio me perdi nos encantos da serenidade da sua alma. Enfim quero terminar esta escrita te dizendo "PARABÉNS LINDA" por me fazer feliz! Sabe qual foi o dia mais marcante da minha vida ,foi o dia em que você leu aquela carta e eu e você já sabia que a distancia não era nenhuma desculpa para você falar que vai me esquecer...ambos estavam de acordo no mesmo contexto, e de fato a distancia nos mantem distantes mas jamais poderá apagar o que foi gravado na memoria de quem teve o privilegio de conhecer a pessoa mais linda do universo, posso esta exagerando mas a sua alma transpira beleza e amor ao próximo, Deus não te fez enfermeira por acaso, ele simplesmente falou criei tantos anjos e vou fazer a mais bela obra prima para servir um povo que é descriminado pela sociedade os enfermos de um leito de hospitais. Passei a amar os médicos, as enfermeiras e os profissionais da área da saúde, me apaixonei ate pela psicologia, lembra quando você me falou: que quando eu me formasse você se consultaria comigo e eu falei não vou poder te atender uma conhecida, fico imaginando você se consultando comigo, juro que eu não conseguiria ver as suas lagrimas rolar pela a tua face, eu a colheria e a guardaria no oceano das minhas lagrimas ,para que a mais bela de todas as enfermeiras não chorasse na minha frente. Mas eu não preciso fazer isto, sabe porque". 06 de outubro de 2014. Deus não esta morto! e por ele não esta morto ele enxugara todas as suas lagrimas. Me despeço com saudades! Feliz aniversário! LINDA TAMER!

Inserida por auloscarvalho

⁠Bem vindo Setembro
Que venha para nos surpreender
Que venha para nos realizar
Que venha para nos impactar
Teremos 30 novas chances para vencer!

Inserida por RaquelSutel

"Que setembro sorria um sorriso de primavera!"

Inserida por reconceituando

⁠Que setembro nos sorria um sorriso de primavera!

Inserida por reconceituando

⁠Setembro é o mês da felicidade e da expectativa para outubro, que vai colorir minha vida!
Setembro que me trouxe uma ligação linda, da pessoa linda, para escutar coisas lindas e me encher de ternura.

Inserida por DaiseAzevedo

Setembro!
Mês das flores, mês que traz a estação mais colorida e perfumada do ano
Aproveita é hora de florescer

Inserida por elizetemacedo

Amarilis-do-Cerrado resnasceu das cinzas, em fins de setembro, após intensos incêndios. O nome deveria ser "Esperança". O homem, por cega ganância, tem destruído o bem maior dado por Deus, a natureza. Então, apesar do chão sofrido e destruído pelo calor, a vida renasce! Podemos ir, mas a natureza vai continuar.
#bysissym

Inserida por BySissym

21 de setembro de 2024. 05:26

São cinco e vinte da manhã de um sábado, e a memória de você vem forte como o vento frio que me toca nessa manhã, o seu rosto se rapaz no interior da minha mente, e junto com a música que toca nesse carro me recordo de tudo que vivemos juntos, me lembro o quanto foi bom te ter ao meu lado, o nós já passou, não existe mas, mas nossas memórias ainda são vivas na minha mente, lembro de como você me olhava, da sua mão quente passando pelo o meu corpo. Nosso ciclo encerrou, e mesmo com tudo, ainda sua falta. Não é falta de você exatamente, e sim do que vivemos, pois você eu nem conheço mais. Você perdeu sua essência, seu brilho, você passou a ser só mais um, passou a ser igual a todos os outros.

Inserida por AlonsoTavares

11 de setembro de 2024.
10:50 da manhã.

era quarta-feira as 09:54 da manhã
meu coração batia forte, acelerado
meus olhos brilhavam e meu peito florescia, e foi ali naquele instante que percebi que estava apaixonado por você

o vento frio da manhã que batia na minha pele, trazia uma lembrança boa de você dos momentos que tivemos juntos, o calor do sol me lembrava o calor dos seus lábios

o brilho do sol, juntamente com o brilho dos meus olhos lembravam os seus, naquele domingo, onde o meu olhar cruzava com o seu e me trazia um sentimento de paz

uma paz que era e é surreal, uma paz que eu já não sentia há um bom tempo, e mesmo com a rotina corrida e cansada
eu só penso em você, e em quando eu vou poder te ter em meus braços de novo.


com você a vida se torna leve
as horas parecem cessar
a vida se torna colorida
e tudo se torna mais divertido
acho que isso é paixão
a paixão que arde no peito
o sentimento de amor que vem
nascendo a cada momento compartilhado contigo

ouvir teu coração batendo naquela noite
me fez te ver além do corpo
não foi apenas um acaso
não foi apenas um encontro
foi conexão, foi encontro de almas
eu senti que te conhecia antes mesmo te conhecer.

Inserida por AlonsoTavares

⁠SETEMBRO

Se o amor chegar agora,
tem uma primavera brotando
em mim.
Se é com a seca que o ipê floresce;
É com a dor que a gente cresce.
Para que chorar se existe amor.
A questão é só de dar.
A questão é só de dor.

Inserida por olhos_tristes

SETEMBRO

⁠⁠Já chegou setembro
e eu continuo em agosto
a vida parou, tudo fugiu
do horizonte azul
um dia sonhado.

⁠Já chegou setembro
e eu continuo em agosto
sem brisa e mar
sem prima-vera
hoje é quimera
tudo que sonhei.

⁠Já chegou setembro
e eu continuo em agosto
e o desespero me assegura
que não há paz e nem fartura
no amanhã de desventura
que semeamos com amargura

⁠Já chegou setembro
e eu continuo em agosto
sem poesia, sem esperança
fiquei azedo com o desprezo
e a intolerância.

Inserida por EvandoCarmo

⁠A cada 7 de setembro, o grito de liberdade ecoa, inspirando-nos a construir um Brasil mais justo e igualitário para todos.

Inserida por amiltonfarias

⁠DEUS E O DIABO
Era manhã de setembro, o ano, dois mil e dezoito, a cidadezinha Aroeiras, lá no semiárido paraibano aonde o urbano, de maneira ainda tímida e conveniente, se mistura ao rural. No entanto, acolhedora e de clima ameno, com suas casinhas simples e modelo arquitetônico antigo em sua maioria. Permite-nos sentir o frio brando que surge das colinas, e traz consigo o cheiro orvalhado das aroeiras, árvore nativa da região - em situação de quase extinção pela racionalidade desta vida líquida, que insiste mesmo nos mais longínquos rincões, plasmar seus caracteres de modernidade. Subvertendo a solidez de uma vida ingênua e autêntica que nos faz fluir muita saudade.
Portanto, foi neste cenário de auspiciosa beleza que estava ali, eu, naquela manhã de setembro, de fronte à pequenina e graciosa igreja matriz, pintada em cores de azul celeste e decorada com luzes natalinas. Sobre ela, destacava-se um grande relógio frontal em algarismos romano, no qual podia se ver a hora (06h00) e edificada, quiçá, a propósito, sob arquitetura neoclássica do século XIX.
Ao horizonte, contemplavam-se suas lindas colinas emolduradas por frondosos ipês que, por sua vez, entapetavam suas serras deixando-as parecer uma aquarela e, poucas viçosas aroeiras quase extintas pela ação irracional do homem. Seus casebres multicoloridos, ao pé da serra, lembravam com alegria as pinturas de Tarsila do Amaral, ali, permanecia eu à espera da condução. Logo chegara, aos poucos, outros indivíduos entre eles, algumas mulheres, quase todas acompanhadas de crianças de colo, alguns rapazolas, um que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e trazia consigo um cão magro e aparentemente faminto, amarrado ao cós de sua calça e que não fora rechaçada sua entrada naquela condução pelo jovem condutor - como se aquilo fosse uma ordem corriqueira - por fim, dois senhores não bem vestidos, ou em trajes campesino, de idade mais avançada, que como eu também pretendia imprimir viagem a seus respectivos destinos.
E, talvez, por um proposito místico, só ali se encontrava todos os dias apenas àquele horário. Era domingo, manhã de primavera e após alguns minutos dava pra ver a chegada do tão esperado transporte, um ônibus de aparência um pouco antiga, que trazia as cores da bandeira brasileira como pintura e, o sugestivo ou irônico nome de “Novo Horizonte”. Ao adentrar na condução - veículo coletivo de passageiros -, éramos recebidos por um jovem condutor de boas feições e que nos recebe cordialmente nos desejando um bom dia sorridentemente. Ali começo a deixar para trás um quadro de múltipla beleza, que logo se perde ao horizonte e que viajou comigo para a vida.
Todavia, quase que de maneira abrupta, sentam-se nas poltronas à minha esquerda, aqueles dois últimos personagens que viriam marcar presença nesta narrativa que proponho encetar. O primeiro, talvez mais velho, de fala frouxa e carisma aflorado. O segundo, um pouco mais novo, franzino, contido e um pouco recluso, ambos de pele negra. E apresentavam possuir idade bastante avançada, cabelos grisalhos, barba por fazer e olhos embaciados, seus rostos ressequidos, enrugados, talvez nem possuíssem a idade a demostrar.
Se não fosse a paga pela insensatez desta vida líquida na qual vivemos, para citar o sociólogo Zygmunt Bauman. No âmbito da viagem, eu observava ligeiramente que os demais sujeitos no interior daquele ambiente pareciam alheios àquela narrativa que iria se iniciar, porém, mesmo que involuntariamente, eram parte integrante da história, uma vez que se dispunham a dialogar com a bela paisagem que ligeiramente passávamos por ela sem despercebe-la haja vista estarmos em uma manhã de primavera, o que tornava a aridez do lugar mais sútil e deixava aflorar a beleza dos campos e de seus ipês e flamboaiã, que mitigavam o sofrimento daqueles atores. E por ser um bioma propício à criação do gado caprino, meus olhos também brilhavam ao ver os rebanhos que se integravam ao verde dos campos e que fazia o nosso protagonista se orgulhar em mostrar, lhe absolvendo do espectro de sua dolosa infância.
A priori, meu olhar se reporta apenas a observar a presença daqueles sujeitos, que se juntam aos poucos passageiros existentes naquele humilde veículo, que corriqueiramente faz aquele percurso todos os dias, e volto a navegar pela internet como se aqueles atores não estivessem mais ali.
O barulho que se ouvia era apenas do motor. Momento em que é rompido o silêncio para dar início a um diálogo fantástico, homérico. Ao qual nem mesmo a minha atenção à modernidade patente, que consome a humanidade, navegando pela internet, me fez desviar a atenção àqueles dois personagens cativantes que se faziam presentes ali em minha frente.
Doravante, passei a ser mero espectador de um novo cenário. Ou de uma das mais românticas e tênues narrativas de vida de um ser vivente. Aquele que eu entendia naquele momento, ser ele, o principal personagem dessa mágica história, dessa odisseia tupiniquim.
Concomitantemente, inicia-se a narrativa àquela que segundo ele, seria a maior aventura de sua vida. Não obstante, inicia sua fala dizendo que, quando criança, queria ser cangaceiro rompendo o silêncio de seu amigo ao lado que aparentemente atônito, lhe indagou:
- Cangaceiro?!
E com uma larga gargalhada, Biu, que a essa atura já havia propagado sua graça para que todos ouvissem no ambiente, respondeu:
- Cangaceiro sim!
Neste instante dediquei toda minha atenção àquela conversa, embora os demais passageiros apenas imprimissem um brando riso, eu estava encantado porque queria intensamente saber a razão daquela vocação.
Sem pestanejar, Biu tira de dentro de uma sacola de pano, que conduzia a tira colo, alguns cordéis alusivos a Lampião e ao cangaço, logo começa a declamar para seu par, por assim dizer. Em dado momento ele começa a ler um folhetim intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, para lembrar o filme de Glauber Rocha, aquilo cada vez mais me desperta curiosidade em saber quem era aquele senhor e aonde ele queria chegar com aquela prosa.
A essa altura a viagem já havia se estendido por quase uma hora, e eu começo a manifestar o medo de não poder assistir ou participar do desfecho daquela imensurável narrativa, uma vez que eu, ou aqueles atores sociais, chegaria a seu destino final e, talvez, nunca mais nos víssemos.
Sem querer me tornar um intruso, ergo a cabeça em sua direção e quebro meu silêncio, com todo cuidado peço licença.
- Seu Biu!
Logo ele refuta:
- Como sabe meu nome? - sorrindo brandamente eu respondo: - Ora, o senhor falou para todo mundo ouvir.
Também com um breve sorriso ele diz:
- Foi mesmo, qual é a vossa graça?
Ele pergunta e lhes digo meu nome.
- E vosmecê quer saber o que?
Neste momento, a prosa deixa a direção do seu amigo ao lado que visivelmente se recolhe à sua timidez, e se direciona a mim que lhe respondo:
- Bom, eu já ouvi o senhor declamar e aclamar Lampião e o cangaço, e mais, falou para seu amigo que queria ser cangaceiro quando era menino. Por quê?
- Ah, meu fie! É cumprida essa história, meu fie! - olha para mim com olhar de desconfiança, quase assustado e diz:
- Vosmecê também gosta dele? E por que quer saber? É da puliça ou da reportage?
- Não senhor, nenhum desses, mas fiquei muito curioso com sua prosa. Não se preocupe eu sou de paz.
- E o que faz aqui por essas bandas e de onde vem? - pergunta ele.
- Sou brejeiro de Esperança e trabalho aqui na cidade!
- Meu rapaz, - em tom mais ameno -, essa história é muito enfadonha e vou ficar logo aí na frente, não vai dá tempo de contar até o final.
Fiquei meio desolado e ele percebeu.
- Mas vamos lá! - disse ele -, desde que eu era pequeno que eu gosto de ler cordel, aprendi quase sozinho, foi minha mãe que ensinou a cartilha, aí eu aprendi o resto sozinho. Eu ia com meu pai para a feira de Arco Verde, no sertão do Moxotó, e via os cantadores declamar a história de Lampião, que ele era justiceiro pela morte da família matada pelos senhores.
Já me sentindo familiarizado pergunto:
- E foi só por isso que você queria ser como ele?
- Não! - e deixou transparecer em seu rosto sofrido um sentimento de muita angustia e revolta -, quando eu era pequenino meu falecido pai...
E um breve silêncio ecoa. Baixa a cabeça e com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, por um instante levanta a cabeça e respira fundo...
- Quando menino morava com meus pais e irmãos, três homens e duas mulheres, papai trabalhava na roça de cana de açúcar no sertão de Pernambuco e nosso patrão era muito ruim, papai trabalhava como um burro e ganhava quase nada, só dava para a gente mal comer, eu era o mais velho dos meus irmãos e ele me explorava como escravo me humilhava muito, só me chamava de caboclo feio, dizia que nós éramos abandonados de Deus porque Deus só existia para ele, que Deus dava riqueza só aos escolhidos, e a nós sobrava apenas serem seus servos. E meu pai, talvez por medo dele, dizia que tudo isso era verdade quando eu lhe perguntava. Teve um tempo, moço, que eu até achei que Deus não era bom como se dizia, só depois que eu fiquei grande é que eu vi que Deus não mandava maltratar a gente, e que tudo aquilo que ele tinha era roubado do meu pai e dos outros trabalhadores que ele explorava. E que o mundo e as coisas boas do mundo, que estavam nas mãos dele não eram dele dada por Deus, e que ele não era escolhido de Deus por que assim Deus não era justo nem piedoso. Foi por isso que eu, ainda criança, comecei a imaginar em ser como Lampião e fazer justiça pela minha família e de todos que eram explorados naquele sertão. Mas eu vou ter que descer aí na frente vou passar o dia no meu pedacinho de terra, onde eu passo o dia todo, toda semana.
- Seu Biu, mas o senhor não falou do senhor, sua família hoje?
Com uma boa gargalhada finalizou me convidando para conhecer seu sítio e prosear melhor. muito da sua prosa! Mas tem muito mais coisas sobre meu sertão, sobre minha vida, meu caminho até aqui, como nós saímos daquele sofrimento para uma vida menos sofrida, mas que eu sei, não é isso o que Deus quer para seus filhos.
E eu, quase em êxtase, por estar fazendo parte daquela narrativa, alimentava o sentimento de que começava ali o caminho para pedras e eu ia ser conhecedor de toda a história daquele Rei, rei do cangaço, rei da resistência contra-hegemônica.
Por fim, grandiosa e cintilante era minha frustração, aqueles atores pedem parada e se embrenham mata adentro e nunca mais os verei para concluir sua saga. Ao voltar nesta busca descobri que Biu havia falecido acometido da Covd-19 em dois mil e vinte, e seu amigo, que fiquei sem saber sua graça, encontra-se em lugar incerto e não sabido. Mesmo assim, não desistirei jamais de procurar por seus filhos que são três, segundo pessoas da comunidade, duas mulheres e um homem, mas que não moram mais no mesmo lugar e que após a morte do Biu de Nicola, como passei a chamá-lo, construíram suas vidas e trilharam caminhos distintos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠De setembro a junho,
a vida nos juntou.
Não foi um escândalo,
foi felicidade.
Não me escondi,
me reservei.
Tudo tem um limite,
e o meu foi você.
O universo enrolou-me,
fiquei como papel
em branco e seca.

Inserida por yonnemoreno

Quem está livre no FERIADO de 07 de setembro? Estou organizando um passeio de HELICÓPTERO sobrevoando Tenerife, Islas Canarias. Vamos até Ibiza!!!
Quem quiser ir, fala comigo no privado!
De preferência alguém que tenha helicóptero, pois é só o que está faltando..." Rsrsrs

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

⁠Que tudo seja simples, mas seja verdadeiro; que não seja reto, mas seja certo... Hoje já é Setembro! O mês da alegria; das cores, das flores, dos sabores, dos amores... Que não seja muito, mas seja intenso e de preferência, que seja doce...

Inserida por Kleberabdul

⁠S e t e m b r o

Vem setembro
colorir nossos
caminhos.
Vem setembro
trazendo alegria,
verdade, amizade.
Vem setembro,
vem com calma.
Que tudo o
que nos dá
prazer, seja feito
com alma.
Vem setembro,
que as flores
amenizem
as dores.
Que o amor
floresça, que
tenhamos
certeza, que
a vida é dádiva.
Vale a pena
se encantar, sonhar ,
sorrir, realizar,
amar...
Vem setembro,
nossos caminhos
perfumar.

Inserida por Tati7082

Bem-vindo setembro
Vem flores vem alegria
Regando meus sonhos do dia a dia
Vem alegria trazendo felicidades
Deixando florescer a Fé carregada de boa vontade que seja bem aventurada e cheia de boas novidades♡❀𖠁❃𖠇

Inserida por Starisy2

- Passa agosto... Vem setembro...
Amém!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

"Setembro, eu sou flor!
Faz-me primavera a parir amor...
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel