Diretor
Minha vida é uma peça,onde eu sou o diretor ,as pessoas que me amam fazem o papel principal.
Quem me odeia fica nos fundos assistindo escondido meu sucesso e no final me aplaudirão.
O segredo de uma vida bem sucedida estar em dar o papel principal ás pessoas q nos amam,porque ,são elas que garantem nosso sucesso pessoal.
Prefiro sofrer por amor ,do que sofrer por não conseguir amar.
Não sei ser ator, só sei ser diretor da minha vida, aprender sempre, mas tomando as minhas decisões certas ou erradas, dono do meu nariz, assim é a minha caminhada neste mundo.
NOSSO AMOR
Não precisamos de roteiro,
de diretor,
o nosso amor a gente inventa,
não sou nenhum fingidor!
Assim é nosso amor,
sem regra,
sem tempo,
como disse,
não sou nenhum fingidor.
Fingir pra que?
Fingir é dor,
não queremos dor,
temos nosso amor.
Um mentiroso é como um diretor de cinema que faz alterações no roteiro sem consentimento do roteirista do filme.
Manifesto para o diretor da FUNAI
“Senhor, peço sua licença para levantar a minha voz pela vida. O infanticídio de crianças indígenas é vergonhoso e revoltante.
Tenho lido que alguns antropólogos não são favoráveis ao diálogo entre as culturas e a qualquer tipo de interferência.
No entanto, deixar essas pequenas criaturas serem sacrificadas porque nasceram diferentes é fechar os olhos para o desumano.
É repetir ou permitir que repitam o espetáculo sangrento e grotesco das câmaras de gás de Adolf Hitler que o mundo tanto condena.
Deixar que crianças indígenas brasileiras sejam assassinadas porque existe essa cultura de morte em seu povo, é o mesmo que abrir-lhe a sepultura com as próprias mãos. Eu salvei Endi, e outros quem os salvarão?
Esses povos precisam ser chamados ao diálogo franco e sereno. “Alguém precisa tocar-lhes o coração e mostrar-lhes que uma mudança na cultura, não irá apagar sua história, pelo contrário, a valorizará, pois tudo é dinâmico e o mundo está em constante evolução.”
Do livro: As Filhas de Geruza
“Nesta nossa existência somos apenas coadjuvantes onde o Diretor desta dramaturgia da vida, é quem avalia nossa importância pelo grau de nosso aperfeiçoamento. Entre o começo e o final desta universidade, somente Ele tem todas as respostas, porém, para qualquer resposta nossa, obtida em pensamentos palavras e obras, haverá um grau a ser por Ele considerado. Deveremos porém, nos conscientizar da maior de todas as certezas: Qualquer resultado obtido será por determinação Dele, e isto será sempre a favor de nossa emancipação espiritual, quer entendamos ou não.”
(Teorilang)
"Ser o diretor do filme que passa na sua cabeça
Roteirizado por você vá em frente
Consciente do seu papel."
''O mundo é uma peça teatral sem fim, repleto de personagens principais e secundários onde o diretor é Deus e o roteirista é o Diabo''
Nós fazemos o roteiro das nossas vidas assim como um roteirista entrega suas ideias ao diretor. Problema que roteirista e diretor somos nós mesmos e às vezes as ideias são tão confusas que não tem como montar um filme adequado. O roteiro confuso poderá fazer um filme confuso que será entendido por pessoas - lei da atração - igualmente confusas. Queremos isso para nossas vidas? Acredito que não. Sempre há hora para tudo, inclusive parar, pensar e reescrever certas partes.
As paginas da sua história real, você é apenas o diretor surreal, não da inicio a vida e nem escreve o final.!
AVENTUREIROS DE PRIMEIRA VIAGEM
Jean, Diretor Financeiro na empresa onde eu trabalho, que também é um aventureiro nato, tem como passa tempo preferido observar e fotografar insetos, mas só aqueles que possuem antenas na extremidade da cabeça.
Quando dispõe de tempo livre, ele aproveita para viajar pelo mundo, acampando em florestas ele vai ampliando sua coleção.
Até aí, tudo bem, mas durante algum tempo ele “cismou” que seria interessante que a equipe da Área Financeira da empresa participasse com ele de uma destas expedições.
Até aí, tudo bem também, acontece que eu fazia parte desta equipe, junto com o Luis e o Chico.
Não demorou muito e nós acabamos aceitando sua proposta, afinal seria uma ótima oportunidade para demonstrar que somos aptos a aceitar desafios, sem contar que seria bom para sairmos da rotina daquela vida de escritório, transito, enfim...
O local escolhido para a aventura foi a Cidade onde eu resido, chamada de Embu-Guaçu, situada no interior de São Paulo, que em Tupi Guarani, significa cobra grande, por causa do rio que corta sinuosamente a Cidade.
Trata-se de uma cidade pequena,com aproximadamente 63 mil habitantes e tem 100% do seu território inserido em Área de Proteção de Mananciais.
Voltando á nossa aventura, nos preparamos, na medida do possível, para passar uma noite na Mata Atlântica.
A proposta era caminhar aproximadamente 5 horas, até atingir o topo mais alto da floresta, montar acampamento e torcer para tudo dar certo.
O dia tão esperado finalmente chegou. O Jean, que era praticamente um profissional, apareceu devidamente trajado para uma expedição, dando-nos a impressão que ficaríamos uns dois meses na Mata, isso assustou um pouco, mas preferimos considerar que ele só estava sendo prevenido.
Sua mochila, com a estampa de camuflagem do exército contrastava com a minha, que era preta e tinha uma estampa do desenho animado do Piu-Piu. Foi o que eu consegui improvisar, e olha que deu trabalho para convencer meu filho de 6 anos de que eu traria a mochila de volta sem nenhum arranhão.
Subimos mata adentro, revezando goles de água e Whisky, que de acordo com o Jean, nos manteria aquecidos e hidratados.
Paramos diversas vezes para admirar árvores, pedras, cipós, nascentes de água potável, o que nos animava a manter a caminhada rumo ao nosso destino, digamos, incerto.
Com toda sua experiência, o Jean deixava marcas pelos caminhos por onde passávamos, amarrando fitas nas árvores,isso nos tranquilizou, nosso caminho de volta estava garantido.
Algumas vezes nos assustamos com barulhos de animais ou aves que se também se assustavam conosco, depois do susto reinava a admiração por tão belas criaturas que a natureza gentilmente estava nos oferecendo, tudo ali, ao alcance das nossas vistas, e, espantosamente, de graça.
Tirando o cansaço, que na verdade era apenas os sintomas da nossa vida sedentária, Eu, o Luis e o Chico estávamos apreciando a caminhada e as belezas da natureza.
Depois de muitos escorregões, tombos, e arranhões, chegamos finalmente ao ponto mais alto da Floresta.
O Jean, tirou de sua mochila, alguns apetrechos, que para nós pareciam mais com objetos utilizados por astronautas da NASA, e que foram de grande valia para passarmos a noite.
Cada um montou sua rede nas arvores, e fizemos uma espécie de quadrado, onde todos conseguiam ver todos,isso dava uma certa sensação de segurança, mentira, ficamos com medo do mesmo jeito.
O Jean deu para cada um de nós, um papel alumínio, do tamanho de um lençol e, pasmem, esquentou mais que um edredom.
O Jean também teve a magnífica idéia de esticar uma linha de nylon, com vários sininhos pendurados nela, assim, se algum bicho se aproximasse, ficaríamos alerta.
Achamos uma ótima idéia, até começar a ventar. Já estava escuro, e descobrimos que no meio da Mata fechada não se consegue enxergar a mão diante dos olhos, é um breu.
Com o vento tocando o tempo todo nos sinos, acendíamos nossas lanternas sem parar, parecia mais um grupo de ufologistas tentando se comunicar com OVNI’s.
Felizmente o vento deu uma trégua, e conseguimos dormir, em meio de alguns sons de pernilongos e grilos.
Até que lá pelas tantas da madrugada, o Chico começa a gritar desesperadamente e repetidamente, que estava cego. Quase que instantaneamente nós acendemos nossas lanternas em sua direção,e após alguns segundos, ele se acalmou. Dias depois ficamos sabendo que ele costumava dormir na sua casa, com a luz do abajur acessa.
O dia clareou, e pela primeira vez tivemos um misto de alívio misturado com uma sensação de que o simples fato de acordar com vida, por si só, era um motivo de comemoração.
Descemos a Mata bem animados, curtimos muito mais a floresta, como se fosse um agradecimento pela proteção que a Mãe Natureza havia nos dado durante aquela noite.
Aprendemos que, apesar de assustadora, à primeira vista, o mundo lá fora é bem mais perigoso.
Depois desta aventura, que ficou registrada em nossas memórias e em algumas fotografias, participamos de outras aventuras, só que desta vez, não mais como aventureiros de primeira viagem, mas sim, como apreciadores da natureza.
Meu palco...
O meu palco é onde eu piso sem medo de cair, ali, sou artista, diretor, coreógrafo, sou eu, em frente a um espelho onde nada passa despercebido.
by/erotildes vittoria
Proposital
Me encontro no encalço do delírio. Sou espectador, ator e diretor da minha própria Obra!
E em meio a essa peça teatral, que é este conceito nato de moral, se formam os algozes, em busca da sentença final!
Pobres carrascos… somente subjugam por obrigação. Porém o fazem com afinco, e imponencia...
Mas o real culpado da desgraça e do fim imoral, é quem perpetra o ato inicial!
Aquele que em primeira instância se julga correto afinal… e assim monta sua estratégia modal.
No mais, o fardo da busca interminável se faz essencial! E agora vem a certeza e a convicção do erro! No entanto, o destino já se fez cabal...
E de fundo se ouve o tilintar do ferro no concreto, os algozes se esvaíram… sobraram só os vestígios… do pobre conceito trivial...
Porém agora, o vice-diretor da escola é um elemento surpresa, não precisa ter a mesma envergadura do gestor eleito, basta ter trabalhado arduamente na campanha do candidato a direção: Favores trocados.
O vice-diretor da escola é uma figura versátil, podendo se encaixar em diversas situações, menos na direção geral, pelo menos nunca vi, tenho visto sim, a secretária assumir na falta do gestor.
Não desanime por trás das câmeras existe um grande diretor, ele tem o melhor roteiro da vida e está escrevendo nossa história de amor ! M.M
