Dias da Semana
O bom dessas semanas recheadas de sexta-feira, é o Maravilhoso risco que corremos em Aprender e Gostar de ser Feliz todo dia.
A felicidade nunca foi essa coisa toda que muitos esperam encontrar na sexta-feira. Mas sempre foi aquilo tudo que poucos encontram nos outros dias.
Sexta-feira Santa nos lembra o maior gesto de amor: Jesus entregou sua vida por nós. Na cruz, Ele transformou dor em esperança e sacrifício em redenção. Que hoje nosso coração se encha de fé, gratidão e do amor que nunca nos abandona.
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
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A Sexta-feira Santa é um dia importante para os cristãos, um momento de reflexão e reconciliação com Deus, lembrando o sacrifício de Jesus Cristo. É um dia de oração, jejum e reflexão sobre a fé e a espiritualidade.
A SEXTA-FEIRA É SANTA!
Hoje é Sexta-feira Santa. Uma data que, independente de crença, carrega um peso simbólico que ninguém nega. Um dia de pausa, de reflexão, de olhar para dentro e para o que realmente importa.
É com esse espírito que escrevo.
De todos os grupos que participo no WhatsApp, o grupo do PT de Olinda é onde me sinto mais em casa, entre companheiros e companheiras. É o primeiro lugar que venho buscar informação para compartilhar conteúdo do meu território. Às vezes encontro. Mas raramente o suficiente.
Vivemos conquistas que merecem ser celebradas. Temos uma sede — um sonho realizado, fruto de muita construção coletiva. Temos conteúdo de qualidade nas redes, algo que quem trabalhou anos de forma artesanal reconhece com admiração genuína. Temos a trajetória inspiradora da senadora Teresa Leitão, que tantos de nós contribuímos a construir e que segue sendo referência.
É justamente por esse sentimento de pertencimento que deixo uma reflexão sincera.
Este espaço poderia ser ainda mais cuidado como canal de convivência e orientação militante. A informação decisória — aquela que não está no Instagram nem no Facebook, aquela que nasce do processo interno do partido — muitas vezes não chega até aqui. E quando não chega, fica uma lacuna difícil de preencher pelas redes.
Não trago isso como crítica, mas como desejo. O desejo de quem acredita que o processo coletivo se fortalece quando todos estão dentro, não à margem. Em um ano como 2026, com tantos espaços de formação política já em andamento, como a Nova Primavera, este grupo poderia ser mais um canal de conexão com essas iniciativas — um espaço de construção e educação política para a militância de Olinda.
Quando nos aproximamos entre nós, ficamos mais fortes. Quando nos afastamos, quem ganha é a extrema direita.
O Partido dos Trabalhadores é maior do que qualquer momento ou gestão. Todos nós somos passageiros, mas o partido permanece. Nosso papel é construir e deixar legado.
Que essa Sexta-feira Santa nos convide a cuidar melhor do que é nosso. Com afeto, com responsabilidade e com a disposição de seguir juntos.
03 de abril de 2026 — 11h29
"Hoje acordei, e o sol brilhou
Lorando do seu abraço, meu coração se aqueceu
Nessa sexta-feira de paixão, meu amor
Você é o motivo que faz meu coração pulsar com fervor
Seu carinho é meu refúgio, meu lar
Me faz sentir completa, sem precisar buscar
Nesse dia de amor e devoção
Meu coração lateja só de pensar em você, meu amor.
Você é a minha paixão, meu amor verdadeiro
A razão pela qual meu coração bate com fervor
Quero passar o resto da vida ao seu lado
Te amando, te abraçando, sem nunca me cansar."
Amigos e amigas de Facebook!
Hoje, dia 12 de Outubro de 2012, Sexta-feira, vamos comemorar duas datas muito importantes para todos nós brasileiros, quais sejam, o Dia das Crianças e o Dia de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Nosso Querido Brasil! Peçamos todos numa só voz e de uma só vez:
"Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha, Padroeira do Nosso Brasil, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e também Nossa Mãe, rogai a Deus por nós pecadores, pelas nossas crianças, seus pais e mães, pelos nossos governantes, e também, por aqueles que não acreditam em Vós, Ó Doce e Benigna Mãe Querida. Amém."
Abraços fraternos.
Sexta feira, promotora do milagre do bom humor e da felicidade que dura desde sua chegada até a manhã de domingo. Ela nos causa nostalgia quando escutamos a voz do Faustão e a musiquinha do Fantástico. A coitada da Segunda feira "paga o pato" sendo o dia mundial do mau humor da maioria.
Lembro-me como se estivesse acontecido a alguns segundos,em plena uma sexta feira 13 você aparece,e logo o coração aperta em alguns segundos,sem reação fiquei paralisada pensando se me jogaria em seus braços ou se me deitava no asfalto e começava a chorar. Naquele momento,percebi que o tempo passa e que pequenas palavras mudam uma pessoa,percebi que todo aquele conto de fadas não voltaria mais e que não o teria mais em meu lado,dizendo-o que o amo e rindo de nossos “planos” para o futuro.Agora sinto em meu coração,uma dor imensa sem saber explicar como esse amor aumentou e hoje me deixa cada vez mais triste.Espero que exista mesmo vida após a morte e que aquele pequeno te amo se transforme em case-se comigo e que vire um felizes para sempre.
19 anos ele tinha...
Era só mais uma sexta a noite
O computador ligado com o Word aberto, e o cursor que piscava
Uma garrafa de wisk ao lado, e pela janela na rua chovia
Já era tarde, e com a solidão ele bebia, outra dose de saudade, misturada com melancolia
Quase 5 da manha, e na rua... chovia chovia
Uma simples noite chuvosa, uma garrafa de wisk barato, um garoto de 19 anos, sozinho no quarto
Sexta-feira
Ai... o que seria de mim, sem tu, Vênus?
Dama de companhia, sem trabalhos...
... sob um passo para pensamentos insanos
e quilômetros para grandes laços?
O que seria de mim?
A majestosa arte de tua vinda
abrilhanta tanto meu ego,
que não canso de gritar-te: linda!
Seja em latim, mirandês ou galego.
O que seria de mim?
Só de ouvir-te nas bocas do povo
morro de amor por dizerem:
- neste dia eu me renovo!
Viva a venerdi, venerdi, venerdi!
SEXTA 13
Um dia como outro qualquer
Mas há quem diga que não é
O que há de errado com o dia 13 do mês
quando cai no dia da semana 6?
Quem vê como um dia sorte
se mantém forte
E uma outra porcentagem
em que se ausenta a coragem,
tudo parece visagem.
Medo pra quê?
Pra que superstição?
Pois outras sextas como esta virão
Mas se vir um gato preto, mude de direção!
Existem pessoas que sonham em ter carros, que sonham em beber o dia inteiro, e com a Sexta-feira, já eu, sonho em ter você todos os dias de minha vida.
Era uma sexta-feira, não lembro ao certo a data, só lembro que foi uma sexta, uma das sextas mais esperadas do ano, como todas as sextas que eu voltava a Natal junto com a felicidade de vê-lo mais uma vez. Lembro-me que ele estava bem triste, abatido com nossa separação e mesmo separada eu já vinha a preparar uma surpresa. Passei a semana o evitando e friamente o afastava de mim, mal sabia ele o que o aguardava. Então chegou a sexta, e como uma sexta comum se iniciou, trabalho pela manhã, aula na faculdade a tarde e então acaba a primeira aula, já com a "mala nas costas" peguei o moto taxi e me direcionei a rodoviária de Angicos, calada, sem dizer pra onde ia e de onde vinha. Viajei com fome por quatro horas, enquanto me comunicava com ele por sms, sms tristes e amargas tentando disfaçar a felicidade que eu estava sentindo em saber que faltava poucos horas pra vê-lo. Ele me liga e diz que vai sair com um amigo, me desepero em saber que por um minuto todo o meu plano desejado em uma semana poderia ir por água a baixo, peço pra que fique em casa e ele sem entender, permaneceu, pensando que eu estava apenas com mais um dos meus cuidados. Pego um 77 lotado e vou em pé com uma mala pesadona nas costas, mas tava nem ai, o peso daquela mala pouco me interessava perto dos pulos que meu coração dava a cada km de proximidade. Então caminho devagar da parada do ônibus até sua casa e ao soar de leves palmas ele aparece no portão e abre aquele sorriso lindo, o sorriso mais lindo que eu já vi, aquele sorriso branco e calmo... Me deu um abraço tão forte e me beijou ali mesmo no portão, um beijo de mais de minuto. Naquele momento parecia que o mundo tinha parado de girar, que todos tinham se calado e que havia uma trilha sonora tocando " Amor sublime ". Então dos meus olhos começou a descer uma lágrima de felicidade. " Pois é amor, gostou da surpresa?" Ele nem conseguiu responder, me beijou novamente. Se o amor podesse se materializar eu diria que amor era cada lágrima que caia do meu rosto ao beijá-lo.
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