Dias da Semana
Sexta-feira
Mais uma semana vencida e ainda estou de pé, não importa como será a próxima, nada irá me tirar do rumo, pois, Jesus é meu escudo e minha direção, tudo posso naquele que me fortalece 🙏🏻❤️
Abençoada sexta-feira 🙏🏻 ❤️
E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.
*O Céu e o Inferno Funcionam em Horário Comercial* - Naquela sexta-feira o bar estava cheio, como quase toda sexta-feira em que as pessoas precisam esquecer que passaram mais cinco dias fingindo que gostam da própria vida. Música baixa demais para ser ouvida e alta demais para permitir uma conversa decente. Um cantor sozinho, no fundo, brigava com o violão e com alguma música antiga que ninguém mais lembrava direito. Fumaça de cigarro subia entre as lâmpadas amareladas. Copos vazios ocupavam as mesas como pequenas provas de fracasso.
Eu estava no meu canto habitual do balcão. O lugar onde ninguém pergunta muita coisa e o barman já sabe que não precisa conversar comigo.
Foi então que dois casais se aproximaram. Sentaram perto demais. Não porque quisessem minha companhia. Apenas porque o bar estava cheio.
E quando quatro pessoas bebem juntas, em algum momento alguém decide que a verdade precisa ser dita.
Começaram falando de amor. Não sei por quê. Talvez fosse o álcool. Talvez fosse sexta-feira. Talvez as pessoas só consigam falar de amor quando já estão cansadas de praticá-lo.
A mulher dizia que no começo era diferente. Havia mensagens de madrugada. Promessas. Planos. Juras de que nunca deixariam a rotina destruir aquilo que tinham encontrado.
O homem riu.
Não foi uma risada engraçada. Foi aquela risada curta de quem já decidiu que o outro está exagerando.
Ela continuou.
Disse que no começo ele queria saber onde ela estava. Perguntava como tinha sido o dia. Queria ouvir seus problemas. Fazia planos para o fim de semana. Dizia que ela era diferente das outras.
Depois vieram as contas.
O trabalho.
O cansaço.
A televisão.
O celular.
A cama.
A obrigação de acordar cedo.
A vida.
Aquela velha assassina silenciosa.
Ela disse que o amor tinha desaparecido dentro da rotina.
Ele respondeu que aquilo era frescura.
Mimimi.
Romantismo hipócrita.
Disse que ninguém consegue viver de declaração de amor. Que a vida real era outra coisa. Que depois de alguns anos ninguém fica perguntando como foi seu dia.
Ela olhou para ele como se tivesse acabado de descobrir que dormia com um desconhecido.
Talvez tivesse.
O outro casal tentou amenizar.
Não funcionou.
A conversa ficou mais quente. Vieram acusações antigas. Coisas guardadas durante anos, esperando uma sexta-feira, quatro cervejas e um bar lotado para sair pela boca.
Eu continuei bebendo.
Não porque não tivesse opinião.
Eu tinha.
Tenho opiniões demais.
Esse é um dos meus problemas.
Fiquei pensando naquela história de amor que começou com promessas e terminou em planilhas, horários, boletos e silêncio.
Talvez o homem tivesse razão.
Talvez a mulher tivesse razão.
Talvez os dois estivessem errados.
O problema é que o amor costuma morrer muito antes de alguém perceber que ele morreu.
Não há funeral.
Não há certidão.
Ninguém aparece para dizer que acabou.
Ele simplesmente começa a ser substituído por pequenas coisas.
Uma resposta que não vem.
Um abraço que fica para depois.
Uma conversa que nunca acontece porque há alguma coisa mais importante na televisão.
Um beijo mecânico.
Um jantar em silêncio.
Uma cama dividida por dois corpos que já vivem em países diferentes.
E então alguém percebe.
Tarde demais.
Foi ali, ouvindo aquela mulher reclamar e aquele homem chamar tudo de frescura, que pensei em uma coisa bastante simples.
Nós passamos a vida procurando o Céu e tentando escapar do Inferno.
Como se houvesse uma porta em algum lugar.
Como se depois da morte alguém fosse entregar uma senha.
Como se Deus fosse um funcionário público sentado atrás de uma mesa cósmica conferindo documentos.
Talvez seja tudo muito mais simples.
Talvez o Céu e o Inferno não estejam esperando por nós.
Talvez já estejam aqui.
O Céu aparece quando conseguimos amar alguém sem transformar o amor em contrato.
Quando não fazemos carinho esperando receber carinho de volta.
Quando ajudamos sem guardar recibo.
Quando ouvimos sem preparar uma resposta.
Quando permanecemos ao lado de alguém não porque temos medo de ficar sozinhos, mas porque queremos estar ali.
Isso parece pouco.
Não é.
O mundo inteiro está cheio de gente fazendo negócios em nome do amor.
Eu te dou isso se você me der aquilo.
Eu faço isso por você, portanto você me deve aquilo.
Eu fui fiel, então você precisa ser fiel.
Eu trabalhei o dia inteiro, então você deve entender meu silêncio.
Eu pago as contas, portanto tenho direito a não prestar atenção em você.
Eu sou seu marido.
Eu sou sua mulher.
Eu sou sua família.
Eu sou seu.
É aí que começa a desgraça.
Porque amar alguém não deveria significar possuir alguém.
Mas nós gostamos de possuir.
Casas.
Carros.
Pessoas.
Opiniões.
Memórias.
Até os mortos nós queremos possuir.
Dizemos que alguém é nosso.
E depois reclamamos quando essa pessoa começa a respirar longe de nós.
O homem do bar dizia que aquilo era romantismo hipócrita.
Talvez fosse.
Mas existe uma hipocrisia ainda maior: fingir que uma relação continua viva apenas porque duas pessoas ainda dividem o mesmo endereço.
Há casamentos que são funerais com financiamento imobiliário.
Há relacionamentos que continuam apenas porque ninguém quer explicar aos outros que acabou.
Há pessoas que dormem juntas durante vinte anos e nunca mais se encontram.
E há outras que se encontram por uma hora e conseguem lembrar uma à outra que ainda estão vivas.
O Inferno talvez seja isso.
Não o fogo.
Não o demônio.
Não as correntes.
É olhar para alguém que um dia foi importante e perceber que você construiu uma muralha entre vocês, tijolo por tijolo, usando orgulho, ressentimento, silêncio e pequenas crueldades.
Depois sentar diante da muralha e perguntar por que ninguém mais consegue chegar até você.
O ódio também funciona assim.
Ele começa pequeno.
Uma mágoa.
Uma injustiça.
Uma palavra.
Depois cresce.
Você começa a dividir o mundo.
Os bons e os maus.
Os que merecem.
Os que não merecem.
Os que são como você.
Os outros.
E quando percebe, seu coração virou uma repartição pública.
Entrada proibida.
Documentação obrigatória.
Atendimento mediante agendamento.
O curioso é que quase ninguém percebe quando entra no Inferno.
As pessoas continuam trabalhando.
Pagando contas.
Postando fotografias felizes.
Comemorando aniversários.
Trocando presentes.
Dizendo “eu te amo”.
Tudo perfeitamente normal.
É por isso que o Inferno funciona tão bem.
Ele não precisa parecer Inferno.
Basta parecer rotina.
Olhei para o casal outra vez.
Ela estava chorando agora.
Ele olhava para o celular.
Aquilo me pareceu mais cruel que qualquer grito.
Porque existem momentos em que o desprezo é mais violento que a raiva.
A raiva ainda reconhece a existência do outro.
O desprezo simplesmente desliga a luz.
O cantor no fundo começou outra música.
Ninguém prestou atenção.
O barman recolheu alguns copos.
A fumaça continuava subindo.
A sexta-feira continuava funcionando.
O mundo não tinha parado para assistir ao fim daquele pequeno amor.
Nunca para.
É uma das coisas mais humilhantes sobre estar vivo.
Você pode estar destruindo alguém por dentro e, do lado de fora, o garçom continua servindo cerveja.
Talvez seja por isso que eu não acredito muito nessa conversa de esperar o Céu.
Se existe algum lugar melhor, talvez ele comece quando aprendemos a não transformar a vida dos outros em nosso campo de batalha.
Talvez comece quando paramos de cobrar amor como quem cobra uma dívida.
Talvez comece quando conseguimos dizer “eu errei” sem acrescentar um “mas você também”.
Talvez comece quando percebemos que algumas pessoas não precisam de uma solução.
Precisam apenas que alguém fique.
E talvez o Inferno já esteja funcionando quando transformamos toda relação em uma disputa para descobrir quem sofreu mais.
No fim, ninguém vence.
Só sobra alguém com razão e outro sozinho.
Terminei minha bebida.
Levantei.
Antes de sair, olhei mais uma vez para os quatro.
A discussão continuava.
Talvez continuasse até o fechamento.
Talvez até a manhã seguinte.
Talvez por mais vinte anos.
Não sei.
O que sei é que todos nós temos uma escolha pequena e diária.
Podemos amar.
Ou podemos negociar.
Podemos perdoar.
Ou podemos colecionar dívidas emocionais.
Podemos abrir a porta.
Ou construir outra parede.
O Céu não parece exigir muita coisa.
O Inferno também não.
Ambos são baratos.
Funcionam vinte e quatro horas.
E não precisam de religião, sacerdote ou julgamento final.
Basta olhar para a pessoa ao nosso lado.
Se ainda conseguimos amá-la sem exigir pagamento, talvez por alguns minutos estejamos no Céu.
Se precisamos odiá-la para justificar nossa própria existência, provavelmente já chegamos ao outro lugar.
E o pior é que ninguém precisa morrer para descobrir.
Basta continuar vivendo exatamente como está.
Isso costuma ser suficiente.
A estrela solitária possui 5 títulos e busca a sexta conquista! O craque da seleção é tri, ostenta o 13 da sorte e quer o tetra!
Trump diz que o Estreito de Ormuz será totalmente reaberto na sexta-feira! Só não mencionou de qual mês e ano!
06:41 am - sexta-feira 21 de janeiro
Estou aqui sentada no batente do meu banheiro, após escrever sobre um sonho bem tenso!
Mas, nesse momento estou a escrever outro, antes que eu me esqueça dos detalhes.
Acordei em meio a um súbito, nessa manhã...
Os galos estavam cantando e eu estava com a cabeça toda enfiada no lençol, por causa de tantos pernilongos.
Eu estava com os olhos fechados e ouvia os sinos da igreja tocar e pensei ter ouvido 3 batidas.
Ou seja, 3 horas da manhã.
Mas, logo abri os olhos e descobri que já era dia, pelas frestas das telhas no teto.
Eu fiquei até surpresa por ter me enganado com o horário! Rsrrs
Mas, deve ser porque acordei nas últimas 3 badaladas do sino.
Bom, no sonho eu estava com meu marido descendo uma ladeira bem conhecida aqui da cidade, e era noite.
Eu estava com o meu celular e lembro também da roupa que eu estava!
Tênis preto com cadarço branco, short curto e uma blusinha simples.
Estava eu bem bonita, parece que a gente estava voltando de alguma festa, porque meu cabelo estava arrumado.
A gente dava gargalhadas e foi quando uma moto com dois garotos se aproximou e eles ficaram a nos olhar.
Vimos que eles estavam indo em direção oposta, mas quando nos observaram deram meia volta e retornaram rumo á nossa direção.
Os sujeitos eram bem estranhos...
Magros e usavam short jeans e camisas folgadas, meio desbotadas e estavam de chinelos havaianas.
A moto era uma biz preta.
Percebi que eles estavam querendo nos assaltar, porque estávamos bem trajados á vista deles.
Logo pensei no meu celular, o único que eu tinha, com todos os aplicativos nele de suma importância para mim.
Peguei ele rapidamente e coloquei dentro da minha blusa, porém ficou totalmente visível!
Mas, era torcer para que eles não percebessem, até porque minha blusa era bem fina, além de ser uma regatinha.
"Os caras" retornaram e pararam bem á nossa frente.
O de trás nos observava com aquele olhar de "bandidão" com braços cruzados e com a expressão de muita maldade.
Eu e meu marido disfarçamos!
Começamos a falar alto e dar muitas gargalhadas, de algum assunto inventado na hora.
Só para convencer eles, que aparentemente não tínhamos nada para que roubassem e ainda por cima parecíamos que estávamos totalmente bêbados.
Atuamos direitinho! Hehehe 😅
Tanto que os indivíduos logo aceleraram a moto e partiram na mesma direção.
Ficamos aliviados!
Mesmo assim, a rua estava bastante escura e resolvi não arriscar.
Peguei meu celular da blusa e enfiei dentro da calcinha, na parte da frente!
E não gostei da idéia, mas por precaução era melhor fazer isso ou corria o risco de novamente aparecer aquele tipo de indivíduos.
Afinal, estávamos um pouco distante de casa e teríamos que caminhar um bom pedaço!
Enfim, deu tudo certo e eu acordei com o canto dos galos e as badaladas da igreja, pelas quais achei ser 3 da manhã!
Devido eu acordar ouvindo às 3 últimas badaladas.
Só depois de um tempinho, alguns minutos depois, levantei para ir ao banheiro e peguei o celular para escrever esse sonho doido e olhei que era 6 horas da manhã.
Agora são exatamente 07:04 da manhã de uma sexta-feira e tenho que acordar meu marido para ir trabalhar.
Ele sai às 8!
13/10/2023 sexta - feira
Sexta 13 de outubro de 2023 "tive outro sonho, com 2 cavaleiros de fogo"
"Sonho com Homens em Chamas"
"Essa noite tive um sonho onde eu via 2 luzes gigantes no céu e elas ficaram próximas de mim, quando observei melhor, havia 2 homens sobre dois cavalos, um atrás, outro na frente quase que ao lado um do outro.
Então, observei que eles eram o próprio fogo, tanto os homens quanto os cavalos, eram como labaredas de fogo ardente e gigante, como se estivessem dentro de uma enorme fogueira, mas eles eram o próprio fogo. Eu não sentia nada, além de apenas uma hesitação, em saber quem eles eram."
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
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Noite de sexta-feira em casa, com uma boa companhia, massagem para relaxar conversa descontraída e um bom vinho...
Sexta-feira, 05/12
Entre despedidas, ensaios natalinos e formaturas, fomos fazer roupinhas para a gata Ângela...
Inclusão
Inclusão não é entrar no mundo dos outros;
é entrar no mundo dela.
É compreender, respeitar seus silêncios,
acolher seus gostos, suas atitudes, seus limites…
É enxergar o seu mundo através dos meus olhos.
E isso vale para todos nós,
independentemente da idade, da cultura, das diferenças.
Porque somos feitos de singularidades,
de mundos internos que só pedem uma coisa:
serem vistos, reconhecidos, abraçados.
Obs.: Comecei escrevendo pensando em uma doce menina (TEA) de 8 anos, do turno da tarde;
mas me lembrei de que terminei o turno da manhã com um menino de 6 anos nos braços,
depois de um surto inexplicável de fúria.
Sem saber o que fazer, como agir, apenas o abracei…
E, para minha surpresa, era tudo o que ele precisava.
Geralmente, quando não sei o que fazer, apenas ouço a mim mesma,
Edineurai SaMarSi,
porque dentro de mim tenho todas as respostas —
Deus está comigo e me guia o tempo todo.
"Tem coisas que a gente não diz, só faz sentir. Que a sua sexta-feira seja intensa, envolvente e cheia de segundas intenções. – Anjinha Sensual." 🖤
27 Outonos
Já são altas horas na madrugada de uma sexta feira fria e silenciosa.
O tempo vai passando e os dias parecem tão curtos,
Porém ao mesmo tempo monótonos.
27 outonos, onde as folhas caem e os dias ficam mais escuros
Avisando que o inverno está para chegar.
A beleza transforma-se em feiura, e a juventude em velhice.
Deixe-me suspirar pela vida
que reflete no meu ser.
Assim, penso nas horas
que não posso mais perder
e nas que eu perdi tentando me encaixar.
Me deixem ficar aqui, sozinha no meu quarto refletindo como é bom agradecer pelo bem que é viver, vivendo.
Obrigada!
Sexta treze
Sálvia e coentro
orégano e manjericão
inox, titânio e ferro
mistura de panelas no fogão
sou bruxa fazendo poção...
SEXTA FEIRA - 14 DE AGOSTO DE 2026
"Eu estou tentando descobrir quem sou depois de tudo o que vivi, o que ainda preciso deixar para trás e para onde devo ir agora."
SEXTA FEIRA - 14 DE AGOSTO DE 2026
"O que em mim está terminando, o que está nascendo e quem eu estou me tornando depois de tudo o que sobrevivi?"
Sexta-feira,
22 de agosto de 2025.
Hoje é o dia perfeito pra sorrir e principalmente agradecer. É dia de nascimento. De amor, paz e união. Esperança e fé.
E muita gratidão.
Hoje é sexta-feira 🌸 Bom dia, com sorriso, abraço de gratidão, um novo dia carregado de novas bênçãos, respira fundo, alivia os pensamentos e aproveita o hoje ☕
🌺 Fé 🕯️
Pré sexta
Fim de semana chegando, cheio de esperança de ser o melhor.
Faça acontecer que a vida fará.
Valer a pena...
