Devorar
NOSSA FINITUDE
O mundo já não basta em si, ele quer me devorar.
Ele, o mundo, comporta-se como um bicho feroz,
Sedento e faminto...
Eu já não basto em mim e tento devorá-lo, também.
Mas sou tragado, como a parreira lambida pelo fogo.
Assim, deixo-me ser consumido, pois não há porque lutar,
Pois tudo, é o que é! Já percebeu que a força
Do destino que pensamos estar em nossas mãos
É um pêndulo, como uma mão que balança o berço?
Já percebeu que precisamos de fatores externos
Para cumprirmos algo, e que existe em nós
Uma força interna e o desejo de cumprir algo?
Já parou para pensar por que as coisas acontecem?
E como surgem as boas e más ideias e as situações?
De certa forma, muitos pensam que dominam a própria vida,
Sendo que há fatores que sempre nos desapontam
Em todo momento e que somos devorados
Todos os dias por uma grande força motriz
Invisível, sem nos darmos conta da finitude
Que existe de tudo que pensamos entender...
Em algum lugar no espaço-tempo, onde o tempo se dobra,
Na sua infinitude, pode ser que exista
Um eu, um você, tentando alinhar a cronologia do tempo,
Para que as coisas por aqui progridam da melhor maneira possível,
E que o destino realmente faça jus ao seu ofício
E que tenhamos a benção dos deuses como sorte...
Um paradoxo íntimo: querer devorar a vida e, ao mesmo tempo, aprender a degustá-la. Entender depressa só gera tensão. Olhar com calma revela profundidade. No intervalo entre um impulso e outro, entre o desejo de saber e a paciência de sentir, é onde tudo acontece. É ali que a vida realmente se mostra, silenciosa, intensa, inteira — mesmo quando nos obriga a frear.
O destino não te joga aos lobos para te devorar; ele te joga para que você aprenda a liderar a alcateia. A crise é o seu campo de treinamento, não o seu cemitério.
Ao devorar o mundo, com todos os seus tons sutis e amargos,
o vazio permanecia teimoso
no coração daquele que jamais soube beber a vida
como se fosse um vinho quente e doce que alegrara a alma...
A VIDA E O TEMPO
A vontade de devorar a vida tem que ser insaciável.
Se for para viver tudo em um único dia, aproveite!
Se for para viver um dia de cada vez, vá em frente, mas sem ansiedade!
Se for para ter boas lembranças, valorize seu agora!
Saia de casa sem pretensão – sem objetivos, sem meta, sem missão!
Mantenha a mente em sintonia com o universo. (use a intuição, não tem erro!)
Você nunca sabe quem vai encontrar pela frente, esteja sempre pronto(a), cheiroso(a) e aberto(a) para novidades.
No final, se tudo parecer óbvio...
Recomece, faça tudo diferente! mas lembre-se que a vida e o tempo andam de mãos dadas.
O que me negas
Isso que está me queimando.
Quer me devorar.
E me sinto pequeno a cada dia.
Me sinto menor, só em existir.
Isso que me negas, é o que brota em mim prazer de ser eu mesmo.
Me rouba o oxigênio.
Me tira da base.
Me esconde o chão.
Meu cérebro, tão como meu coração, se fez dependente de sua presença.
Refém de o seu jeito.
Desorientado e sem recurso, meu corpo tenta resistir a um de javi.
Me privar de lhe amar não adianta, pois mesmo eu já me privei, e só fez aumentar o que eu sinto.
O que me negas, é amor.
“Existem dois tipos de Pessoas. As que te
fazem se sentir Vivo e as que querem te
Devorar”
(André Ribeiro)
Olhe-me desse seu jeito como quem quer me devorar discretamente.
Jeito de quem entra na alma pra despir o corpo.
Só to correndo da responda de enfrentar meus medos
sinto que eles iram me devorar
coloco um gorro, escondo a face e os meus segredos
ainda prefiro me afastar.
Tenha horas sinto vontade de devorar você,
sua foto despertou a vontade de provar sua carne,
temperar com carinho depois bater para amaciar...
te deixando dourar no sol depois provar um pedacinho,
colocar marinando num banho quente...
vou deixar ver um pouco de terror pois isso uma delicia sentir medo...
vejo a vida caindo por la
adianta tentar mudar?
selva de pedras vem devorar
toda leveza que o mundo nos dá
quando sento na varanda
e o vento vem visitar
lembro que o mal repele
a paciência que eu devia andar
mas tudo calmo então fica claro
a mansidão dentro do olhar
fugir pra alcançar
parar para continuar
veja dentro de si
o paradoxo transversal
a juventude transviada
no eterno singular
o mundo só precisa se respeitar
não censure a vida alheia
ferir seu semelhante
não vai adiantar
2x
no mundo há tanta fome
para se matar
então por que julgar o homem
sendo tu também errante
qual é o teu lugar
dentro do singular?
fugir pra alcançar
parar para continuar
veja dentro de si
o paradoxo transversal
a juventude transviada
no eterno singular
o mundo precisa se respeitar
não censure a vida alheia
ferir seu semelhante
não vai adiantar
2x
no mundo há tanta fome
para se matar
então por que julgar o homem
sendo tu também errante
qual é o teu lugar
dentro do singular?
Am Dm G ( C G/B )
Am Dm G
Am Dm
Expande a tua mente ao infinito
que não temerás o impossível
Deixe tua razão devorar tuas crenças
Liberte-se das amarras da fé
e serás fiel à ti mesmo
Amor próprio não sobrevive
de opiniões alheias!
Coragem é uma ferramenta
muito pesada, mas quando
se consegue usá-lá,
se desmonta qualquer
fronteira
Eu quero te devorar
Você é tão perfeita
Sua boca , seu sorriso
Não poderia somente observar
Eu queria poder te tocar como uma música
No silêncio do meu quarto
Ouvindo seu gemido
Beijando seu pescoço e descendo minha mão pelo seu corpo
Abrir suas pernas e tirando sua calcinha
minha boca na sua boca
minha língua inquieta
Que percorrer os caminhos mais perigosos
Estou te descobrindo
Não poderia somente tocar lá
Queria mesmo poder te tomar
Sentir o pulsar do desejo
Como eu quero morder seus lábios
E tocar-los com os dedos molhados
Eu quero te devorar
Por quê Minha fome e insana
E ela só pode ser contentada com seus beijos
Às vezes me sinto tão forte, capaz de devorar o mundo. Às vezes me fragilizo com coisas mais tolas...
Me sinto tão completa e tão insegura ao mesmo tempo.
Sofro de carência e me esbaldo com tanto afeto.
Meu corpo anda cansado de tanto trabalho. E na minha cabeça passa mil pensamentos ao mesmo tempo...Porém minha alma continua serena e em paz!
Vou mostrar meu extinto, vou devorar minha vitima.
Sou maltratado agora, mas tenho sede de vingança.
Carrascos me machucam, mas finjo o Maximo que sou seus escravos.
“Você pode ser poeta ou escritor, ter cultura, muito talento, devorar enciclopédias, transpirar conhecimento; mas se a alma for pequena... Só lamento!”
