Devaneio
Não sei o quê
Olhai seu devaneio as tuas estreitas, as tuas voltas.
Observando-ei suas controvérsias e suas demagogias impróprias.
O real não se observa no escuro porque é chegada a hora de abrir as vistas da real ilusão, apagada quando não condiz com o que queremos. Acende um não sei, abre-se um quê.
Positivamos desconexões nervosas e desconhecidas pelo fato do segredo, hora guardado no interior individual, do singular do óbvio.
Alinhavado pelo belo, pelo simplório e blindado com fina camada deveras ridiculada e feia, para que, por quê?
Começar num contexto salutar e complexo é propositadamente liberar um vácuo sem término. Assim, sem ater, como pesar o acontecer e completar-se num próximo e exato qualquer?
Incuba-se o sim até a realização dos pensados atos sem moldes na exatidão do existente. O não se evapora numa calda sem nexo, exteriorizando um vão incógnito devaneio a tudo e a todos.
Distorções coadunam num reto ser, na moralidade simples e normal para se ficar assim...
Manuseia-se propriamente dito... não sei o quê!!
f. mauro.
Ainda espero o inesperado, inesperado acaso onde tudo possa acontecer. De repente é só um devaneio, de repente pode ser um furacão.
Para quê se jogar em um leve devaneio
Quando estou aqui o tempo inteiro,
Disposto a não deixar você cair na amargura,
Mas fazê-la provar o melhor de minha loucura?
Era bom que usasse um pouco a cabeça,
Pois tu não és a única princesa
Outra pode ocupar o seu lugar
Enquanto você se prefere enganar.
Meu devaneio
Sonho com um amor
Que não faça mal
Que não possa virar um dia ódio
Que seja bonito e puro
Pode ser apenas delírio
De um coração machucado
De uma alma perdida no mundo
Mas essa amor
Não é utopia
Só é raro
Me nego a crer
No impossível!
O amor...
Perdoa, mas quem ama
Não deveria errar...
E precisar de perdão
Quem ama
Quer estar perto
Quer estar junto
Quer tanto...
Mais ainda quer
Fazer feliz
Quer ser feliz
Quer cuidar...
Quem ama
Admira o outrem
Por quem é
Por quem são
Juntos.
Que meu devaneio
Seja
Por um sonho
E não um pessadelo
Amar,
É desejar o bem,
É gostar
Como gosta-se de si
Se derramar lagrimas
Deveriam ser de alegria
O amor
É tão simples
Se é verdadeiro...
Não deve ser
Compreendido,
Mas sentido.
Não precisa
Ser correspondido
Quem ama
Quer doar-se sem querer
Agradecimento.
O amor...
Não é medo,
amor é coragem
O amor,
É o amor
Depois do desvario veio o devaneio... Cérebro louco aturdido em perguntas, devaneia em sua memória, dolorosos fantasmas do passado tenebroso.
MULTICOLORIDO
O ideal, como bolha de sabão,
Tem de ser antes devaneio;
Senão, provoca-nos reação
E mostra, então, a que veio.
Está na raiz de dita canção
Sustém a junção e o anseio.
Se me perco, desando, vagueio,
Do Destino desmando o Coração.
De bolha de sabão, meu desejo
Torna-se célere em feroz ensejo,
Arco-íris brilhando, multicolor.
Mas, aos olhos cardeais, a dor
De mirar-te fugir ao sol se por
Eterniza-te em mim em um beijo!
Estarei hoje sendo um sujeito simples, sendo
meu substantivo maior, eu mesmo em devaneio
Ocultando alguns sujeitos que não quero ser
Sendo aquele sujeito determinado a querer
ver tudo que há de bom ao meu redor.
Me torno também sujeito composto,
quando me convém, sendo a amizade
um dos maiores bens.
E só pra verbalizar eu vou jurar,
que hoje não deixarei a negatividade
me atrapalhar.
no centeio do devaneio,
noite pura solitude,
variada na tristeza,
a sombra dos pensamentos,
deixado no sentido,
o proposito afio,
delubro,
as tendencias mais profundas,
na madrugada sinto frio na alma,
nada persiste diante do sentimento,
que seria nesse momento,
natural o teorema obtuso,
estático na plataforma como seria...
o sentimento pleno na essência,
intenso no teu coração.
Parte do que pensava era sonho, devaneio, (e ela sabia) mas ainda assim era forte o bastante para fazê-la seguir adiante.
É, tentei de novo
acreditei,
vi em teus olhos saudades
me enganei.
Foi mais um dos meus devaneios
um sonho a mais errado,
louco, torto...engano !
Na loucura dos meus devaneio vou me perdendo, me esquecendo.
Há tempos que esqueci de mim. Vou adormecendo nos sonhos, desejos...escrevendo contos: o mocinho é você.
Sou a garota adormecida, esperando um beijo...querendo músicas !
Que escreve poesias noite e dia, que te manda emails.
Sou a garota que chora quando não te ver, que sente falta do teu sorriso, do teu olhar, que baba com tua voz. Que implora, mendiga... a garota que venderia a alma, daria uma vida pra te ter, um minuto pra viver !
Devaneio
Agora cai a chuva,
E cala a fala,
E me deixa mudo,
E eu já não escuto,
A voz que preciso ouvir.
Agora molha o chão,
E faz um barulho,
E tira o entulho,
Que impede a alegria,
De meu coração.
E agora ouço a música,
Que traz a lembrança,
Do sonho de criança,
De toda esperança,
Que agora não tenho.
E agora um sorriso,
Que é apenas esboço,
Que se faz sussurro,
Que já espera a hora,
De juntar seus cacos,
E seguir seu rumo,
E agora, eu sumo.
Alma em devaneio
Como o tempo que cavalga
Ou como uma onda que cumpre o seu rito
Assim é a minha alma em devaneio
À procura do enigma do mundo
Vai regendo nela
A solidão dos desencontros
A variação do espaço
A mudança temporal
E nessa jornada ela vai se encontrando
Vai saboreando amores imperfeitos
Que mudam a cada estação
Vivificando uma vida de prazeres
Só que a busca dela
É por plenitude
Cansou-se de aconchegar-se em vazios
Agora arde-se
A esperança de um encontro
Que reconforte as suas desilusões
Que abarque as decepções
A minha alma procura por ti
Como um jovem sedento no deserto
O medo do desencontro perpétuo
Maestrifica o agir da alma
Que violentada pelo enigma da existência
Almeja o conforto de um porto seguro
Brotam-se as dúvidas da vida:
O que procura quando procura?
O quer encontrar?
Para onde irei se eu não te alcançar?
Ò, minha alma, por que se encontra, assim tão perdida?
Para onde vais?
O que deseja conquistar?
Que sede procura suprir?
Venha para meu corpo
Ò, alma arredia!
A tua busca só funciona
Em consonância com o meu ser
Volta alma arredia
Volta alma arredia
Pois a tua ilusão
Prende o meu corpo no vazio
De teus desejos
Volta alma arredia.
16/06/2016
O ciclo da existência não pode centrar-se em um devaneio, pois o sonho só revela o que o outro não é.
De forma sucinta devaneio em seus olhos cor de uísque, quentes como o fogo lambendo a lenha seca, expressivos como uma criança em suas primeiras descobertas. Olhar que me lembra o outono, as folhas secas despencando suavemente e tocando o chão, folhas que morrem embebecidas na mais pura beleza.
Os devaneio da minha mente me deixaram à mercê de tudo que eu acredito e me fazem estar no meu mundo, porque o mundo real esta ai na nossa frente e não é algo bonito.
Só
Devaneio de tristeza solidão contínua,
Não por escolha,mais sim por proeza.
Isolado por não ter, o que de fato não se busca,
Mas sim se constrói de pé,em plena luta.
Tentando assim, um pingo de riso
que não seja só, mas feito
de companhia de um homem só.
Choro sozinho, por estar vazio,
Mas não por escolha, apenas por
momento, todavia isolado.
Como na corda,
em uma ponta um nó”
"" Não sei se o amor é um pouco de loucura, ou se o devaneio faz parte do amor. O fato é que quem ama perde um pouco do juízo e da razão...Fazer o que, quando amamos vivemos a melhor parte da vida...""
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