Detalhes
Confesso não entender as pessoas os tais seres humanos, parece não se atentar pros detalhes de está sempre levando porrada e se quer revogam seus pensamentos arbitrários em que torna-se um vitimado mas recusa-se evoluir,
" ... O que fica para trás de nós e o que está
à nossa frente são detalhes minúsculos comparados com o que está dentro de nós...!"
Os acontecimentos,visto de fora , não nos dá detalhes suficiente para entender uma historia,logo, também não nos da o direito de fazer julgamentos. ....
Frequentemente, julgamos e somos julgados por atitudes que tomamos, sofrendo olhares de censura e comentários reprovadores de quem não sabe o que passamos até o momento de ter tomado uma decisão no apse de uma situação em que não havia saída,viramos alvo do veneno de pessoas que nem de longe tinha a intenção de ajudar e ainda complica mais espalhando o que não viu,o que não conheceu.Como podemos emitir juízos de valor baseados somente no conhecimento superficial, sem ter vivido de perto nenhuma das histórias que não são nossas?
Vivemos com a bagagem que a vida vai nos dando de acordo com os carmas de cada um. Ninguém sente a mesma instensidade de dor ou prazer,por mais que estes sentimentos sejam parecidos.É semelhante a o tamanho da roupa,um calçado...nem tudo serve para todos. Por isso precisamos definitivamente parar de querer que o outro aja como achamos que deveria ajir ou que seja como nós somos. "Se eu fosse você eu faria isso".Não faria não,se fossemos o outro teriamos a mesma essencia e fariamos a mesma coisa que ele fez!.
As atitudes extremas quase nunca são tomadas por quem está bem e tranquilo, mas sim por pessoas em meio à dor e ao desespero. Se queremos ajudar ,precisamos criar o habito de nos colocar no lugar do outro para sentir o que ele sente e fazer a ele exatamento como gostariamos que nos fosse feito. E o dialogo em uma conversa serena sem julgamento se faz nescessario para juntos encontrarmos a melhor solução e realmente AJUDAR o irmão..
Precisamos reprender a escutar com paciencia ,sem segunda intenção,sem impor nossa vontade sobre o outro,para trazer a consciência de que, muitas vezes, estamos sendo INJUSTO com quem apenas necessita de APOIO.
🙏💕
Para grandes transformações às vezes pequenos detalhes fazem a diferença.
A palavra CRISE possui apenas a letra S a mais da palavra CRIE
Posso dizer o quão belo é partilhar a leveza da vida em pequenos detalhes, fragmentos de felicidade que recebo diariamente e encontro nos mais inusitados lugares. É como se encontrasse pacotinhos que foram deixados pelo caminho. Seja no brilho de um olhar, no sorriso de canto de boca, no bom dia e no amor partilhado sem nada pedir em troca.
Detalhes da vida é comprar filé mignon e ao comer, ter fiapos entre os dentes, quando na verdade o filé mignon de tão macio, isso não deveria acontecer, ou seja, ser enganado sem perceber, comprar uma falsa ideia mesmo que sejam de detalhes imperceptíveis mas que se pensarmos bem, possamos notar.
Pra mim é simples, o que me conquista são os detalhes.
Uma mensagem de bom dia, um " como foi seu dia?" ao final do dia, um "posso te ajudar?" Um "estou com saudades e estou indo te ver".
É isso que me ganha e a falta disso que me perde pra sempre.
Pode ate ser que algumas pessoas achem bobagem, posso ser uma boba romântica, mas saber que alguém se preocupa com você e está ali do seu lado pra qualquer coisa vale mais que 1 milhão!
Não são os grandes gestos que me encantam. Você tem me ganho nos detalhes e nem desconfia. A forma atenta como me ouve e puxa suavemente minha cabeça para seu ombro, me dizendo: chore, chore. O apoio público e incondicional aos meus projetos mais bobos... e quando curte os importantes também, claro. A forma como me faz sorrir e ficar vermelha quando me apresenta aos seus amigos dizendo: não é uma linda mulher–menina? pena que quer ser só minha amiga... As dúzias de tulipas brancas no meu aniversário ( como sabia que eram minhas flores preferidas?) Ah, e o dom incrível que tem de me fazer sentir especial quando simplesmente “adivinha” o que me é importante. Quando se antecipa aos meus desejos mais simples, e aos complexos também. Como me coloca como sua prioridade, chegando mesmo a ser loucamente inconsequente. Os sms idiotas na madrugada só para me acordar, xingar e fazer sorrir. A totalidade com que abriu as portas de sua vida para que eu fique a vontade pra entrar quando quiser. A entrega da sua amizade, do seu carinho, sem questionamentos, sem restrições, sem poréns.
As gargalhadas que me proporciona, a paz que me traz, o equilíbrio que me põe no caminho, a confiança e o aconchego que oferece.
Sim, meu amigo, você vem me ganhando nos detalhes e ainda não percebeu...
Cotrinar: ato impulsivo de perguntar sem pausas detalhes ínfimos sobre assunto falado, qualquer que o seja. Verbo criado em homenagem ao Cotrinismo
Não sou diferente de ninguém, o que muda são os detalhes, e com certeza existem detalhes que fazem a diferença...!
"Eu me magoo com pequenas coisas,detalhes...Mas se somam
e quando vejo já me feriu bastante...
Coisas pequenas sim,mas que eu não faria nenhuma delas com você..."
Em meados dos anos 50, em uma cidadezinha pequena, em algum lugar do Brasil, onde os detalhes não importam e as pequenas coisas prevalecem. Encontrava-se Antônio, mais um trabalhador árduo desde jovem, sempre trabalhou na roça, em condições humildes. Ele nunca se importou com as coisas de maior valor, assim como muitos que vem de cidade pequena. A família nunca se importou com ele. Não sabia ao certo o que significava família, nem de longe. E Judith, uma jovem da cidade, que assim como Antônio, trabalhava desde cedo. E que vivia por conta própria. Todos nós estamos cansados de ouvir essas histórias de nossos pais ou avós. De como antigamente trabalhavam desde pequenos e tinham que ter independência. Não era diferente com eles. E inevitavelmente, eles se conheceram. Antônio encontrou a parte que lhe faltava em Judith. E Judith encontrou a paz que lhe faltava em Antônio. Essas coisas de sempre. Vem à amizade, a paixão e o amor. Ambos não sabiam o que era ter alguém ao seu lado, não sabiam o que era ter alguém para contar, para conversar, para cuidar. E foi exatamente por isso que eles se deram tão bem. Trabalhavam cada vez mais, e também se apaixonavam cada vez mais. Antônio fazia questão de todos os dias, levar uma rosa que roubava de um dos vizinhos da região para ela. Era algo errado, pelos motivos certos. Em certo dia, ele comprou um radio, e eles passavam as noites ouvindo musicas do Elvis Presley, cantando e dançando. Judith nunca se importou que ele não soubesse dançar. E Antônio nunca se importou que ela não soubesse cantar. Mas eram as noites mais felizes e bonitas de ambos. Em uma dessas noites, Antônio havia esperado Judith, como fazia todos os dias, e lhe disse que tinha uma surpresa. Levou até um dos lagos da cidade, entregou a rosa do dia, mas com uma diferença, um bilhetinho pequeno, escrito com a sua letra, um garrancho, melhor dizendo. E nele estava escrito “Sei que não um cara charmoso, rico ou maravilhoso, mas deixa eu te mostrar que posso te fazer feliz? Eu não vou precisar de nada disso para isso. Foge comigo e vamos construir a nossa família? Deixa eu te cuidar? Se você quiser, se meu amor bastar.”. Judith, sem palavras, olha fixamente para frente, quando vê Antônio dizer — Aceita casar comigo? — Ela, quase que imediatamente, responde — Eu aceito. Algumas semanas depois, estavam os dois, juntando suas malas, e o pouco de dinheiro que tinham, e indo embora para a cidade grande. Eles mal sabiam por onde começar. Foram para a igreja, e mesmo que sem familiares, trataram de logo casar. Assim que o padre terminou a pequena cerimônia, ele chegou à parte “Judith, você aceita Antônio em casamento, prometendo amá-lo, respeitá-lo e ser fiel, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?”. — Eu aceito — Repetiu o processo com Antônio, terminando com ele respondendo — Eu aceito. E o padre terminou dizendo “Eu vos declaro, marido e mulher, pode beijar a noiva.”,. Antônio beija Judith intensamente, ela olha para ele e diz — Até que a morte nos separe Antônio. Eu te amo. E Antônio, sem pensar duas vezes, diz — Até que a morte nos separe Judith. Eu também te amo. Aos poucos, eles foram se acertando, passaram por grandes dificuldades, é verdade. Mas o amor forte e intenso que sentiam um pelo o outro, parecia superar qualquer barreira e dificuldade que fosse. Logo Antônio conseguiu um bom emprego, trabalhando em uma fábrica famosa de carros, e em pouco tempo, já estava comprando um terreno e construindo a casa que tanto sonhara ter com Judith. Assim que terminaram a construção da casa, venho o primeiro bebê. Eles nunca tinham ficado tão felizes. Ele cuidava melhor do que nunca de Judith e do bebê, comprava tudo que ela tivesse vontade, e se dedicava cada vez mais no trabalho. Com o nascimento e a alegria que o bebê trouxe, eles olharam para si mesmos, e descobriram, finalmente, o que era realmente uma família. Um encontrou no outro a resposta para o que ambos haviam buscado. Família era ter os seus sonhos, medos, desesperos e dificuldades compartilhados e, acima de tudo, ter um ao outro. Mesmo que tudo lhes faltassem, o importante eram eles se completarem. Dois anos depois, o segundo filho chegou. E dois anos mais tarde, o terceiro. Eles eram uma família humilde, porém de um caráter admirável. Criaram os filhos de uma forma justa e correta. Embora tivessem passado por coisas difíceis, os filhos cresciam felizes e sempre sorrindo, todos eles. Cada filho foi crescendo, se tornando homem ou mulher, e aos poucos, foram atrás de fazer o próprio futuro. Antônio e Judith haviam criados filhos maravilhosos e se orgulhavam todos os dias por isso. Eles também, de certa forma, criaram os netos que viriam a seguir. Porque muitos passavam mais tempo na casa dos avós do que em suas próprias casas. O que era natural, vendo que os dois tinham jeito para isso. Antônio sempre soube que Judith era o amor de sua vida e era algo encantador de se ver. Mas assim como o tempo passa, a velhice chega. E é claro, com ela vêm os problemas de saúde. Judith sentiu isso na pele. Vítima de um AVC, mais conhecido como derrame, que normalmente, deixa sequelas em quem as têm. E não foi diferente com Judith, que havia perdido os movimentos do braço direito e da perna direita. Ela, que sempre ousou de cuidar de sua casa sozinha, lavar as roupas, fazer comida, uma mulher incrivelmente independente. Agora, se via tendo que depender de outras pessoas para arrumar a casa, cozinhar e lavar roupa. Até para andar precisava de ajuda. Antônio sofreu junto com ela, cada dificuldade e problema que ela passava. Ele chorou junto, cada lágrima que ela derramava. Ele esteve com ela todo o tempo. Levando-a para a fisioterapia, todas as tardes, mesmo que estivesse cansado para muitas coisas, ele sempre estava disposto para ela no momento em que necessitasse. E aos poucos, ela foi melhorando, e quem pensa que ela desistiu de cuidar de seus afazeres? Pouco a pouco, ela foi voltando às rotinas de sua casa, da sua maneira, mas ela limpava, cozinhava e lavava. Usando apenas um dos braços e uma das pernas. Com alguma ajuda de vez em quando e para algumas coisas. Ela era um exemplo. Que mesmo depois de passar por tempos difíceis, ainda assim, lutava para não perder a capacidade de ser independente, para não se sentir inútil. E com certeza, isso ela não era, nunca foi. E assim foram nos últimos dez anos. Antônio levava Judith para a fisioterapia, para o médico ou simplesmente media sua pressão. Ele estava lá. Pronto para socorrer a qualquer momento. E nunca deixaram de estar juntos, nunca deixaram de se amar e se respeitar. Até que em um certo dia, ela foi hospitalizada, mais uma vez, com um segundo derrame. E o estado dela foi se tornando cada vez mais grave. Antônio tornou a levar uma rosa para Judith todos os dias em que passara no hospital, assim como fazia quando roubava uma rosa do vizinho, mas dessa vez, ele apenas fazia algo certo por motivos mais certos ainda. Aos poucos a situação de Judith foi piorando, e em uma das noites em que estava no hospital com Antônio, ela disse que não aguentava mais, mas tinha medo de deixar ele sozinho, porque ela sempre havia se preocupado mais com ele do que consigo mesma. Antônio disse para que não se preocupasse, mas sim, que se fosse chegado a hora dela, apenas vá em paz. Ele mesmo, não aguentava mais ver a esposa sofrer todos os dias. Ela olhou para ele, apesar do olhar enrugado e mais velho, ainda assim, o mesmo olhar apaixonado de quando se conheceram e disse — Eu te amo Antônio, sempre amei e sempre vou amar. — Ele segurou em suas mãos, beijou a sua testa e disse — Eu te amo Judith, sempre amei e sempre vou amar. Para todo o sempre. — Minutos depois ela sorriu, e adormeceu. No dia seguinte, chegava à notícia que Judith havia falecido. Junto venho o velório e o sepultamento. E enquanto Judith era enterrada, Antônio se aproximou do caixão e disse alto, acreditando que de alguma forma, ela o escutaria — Você foi a melhor companheira que eu poderia ter, durante mais de cinquenta anos. Você foi tudo para mim e sempre vai ser. Uma parte de mim está indo embora com você, a melhor parte. Nada do que eu tenha feito por ti, foi o bastante. Eu te amo, Judith. — Naquela mesma noite, Antônio estava em sua varanda, em meio a um céu estrelado. Ele se lembrou da frase do dia de seu casamento “Até que a morte nos separe.”. E ela havia separado. Pelo menos durante a vida, pelo menos por algum tempo. Mas a mesma morte que um dia os separou, seria quem um dia os faria se reencontrar. O amor momentâneo viverá por certo tempo, mas o amor verdadeiro viverá para sempre. Ele tinha certeza que ainda não era o fim. E quase sem pensar, olhou para o céu, com os olhos cheios de lágrimas, e disse — Até que a morte nos reencontre, meu amor.
