Despedida do meu Pai que Ja Morreu
Confissão...
Amo e escrevo com faíscas, quais ao meu coração estão à gritar...
Refletidas nas horas que estou mergulhada, em um vasto oceano.
Das tristezas à me cutucar, em muitos segundos seguidos...
Se explodem brutalmente aos picos, de infinitas alegrias e tristezas.
Um medo vazio, tão oco, cruel e fantasioso, és apenas a metade...
De tudo tão somente breve na visão dos pólos opostos e irônicos.
Ao meu transpirar, me surgem os desejos d'alma e da carne...
A insana fome de conflitos mútuos, briga com a emoção e o autocontrole.
Sentimentos ou estragos do vento à twist, por solo seco e sem vida...
Estão sempre perdidos, nas confusas teóricas soluções da torta escolha.
D'entre às muitas entrelinhas do horizonte eu vejo sempre à me convidar...
Um sorriso pintado em vertical da diagonal, na horizontal e transversal.
Confuso como a cabeça humana, mas é tão somente o tal gostar...
Aquilo que eles obtém em todos os muitos, quais já não conhecem.
Somente uma ilusão, porque ela clama e não desiste da sua luta.
Tão intrínseca e valente, ela carrega uma pesada armadura.
Colocando uma espada na mão e um escudo adentrando o braço...
Ergue então, o seu nariz arrebitado e atravessa às luzes.
Ela surge em seu dourado buscar, por um sentimento...
Minh'alma buscas você, chamado o amor e nada mais.
(Labirinto de Escolhas - Erika Gasbarro)
Você invadiu a minha alma e meu coração, porque eu teria medo, você é felicidade, encanto e o sonho mais lindo.
O meu ser está repleto de sonhos que eu sei que consigo tornar realidade. E ainda bem que eu não conheço o significado de impossibilidade.
Seu término em nossos laços me deixastes as heranças de bons e ruins momentos, que rebateu no meu coração assistindo o fim do nosso falso verdadeiro amor nos cacos que me sobraram pelo chão...
É madrugada profunda
o vento das relvas bafeja
como se chamasse pelos guardiões da noite.
Meu peito é tácito e meus pulsos trepidam
Meus olhos são vaga-lumes encandecidos pelos faróis dos portos
Nenhuma luz trasmontana
Nenhuma estrela fugaz
Tudo é silêncio, escuridão e vazio.
Acenderei mil velas e farei penitências
Queimarei meus lábios com vinagre e abrirei meu peito
com mil navalhas.
Meus olhos arrancarei e atirarei aos corvos.
Eloi! Eloi! Derramei uma lágrima de meu sangue impuro sobre o pó da estrada.
Eloi! Não vejo tua face.
Cuspirei no chão, farei lodo e cobrirei minhas chagas.
Eloi! Meu peito inflama e minha alma abrasa.
Eloí, Eloí, lemá sabaktani?
Baby só quero que você sinta meu cheiro, se delicie com meus lábios e acaricie meu cabelo, enquanto eu faço o mesmo em você. Estamos ali naquele doce luar, nos entreolhando e então, nada mais importa
MEU CÃOZINHO COR DE FUMAÇA
CRÔNICA
Desde cedo tomei gosto pelas cassadas, naquela época não era proibido isso; em São Raimundo do Doca Bezerra Jesiel,meu irmão mais velho, me levou para “faxear” pela primeira vez; – uma estratégia que consiste em se fazer uma picada na floresta, removendo-se as folhagens usando para isso os ramos das árvores; e, à noite, munido com uma lanterna emparelhada à perna, piscando-a, alternadamente,faz-se muitas idas e vindas - num sentido e noutro do trilho. Até se deparar com animais silvestres tentando atravessar o caminho.
Onde são interceptados e abatidos com tiros de espingardas de variados calibres. Onde meu irmão colocava o pé eu também fazia o mesmo – a lanterna era uma só, para nós dois;se acabasse a carga teríamos de fazermos uma fogueira e esperar o dia raiar. Naquela noite não tivemos sucesso e não levamos o pretendido alimento - a caça - para casa.
Mas as caçadas com os cães,eram mais interessantes e divertidas. E, numa destas, capturamos um filhote de cachorro-do-mato,segundo os colegas mais experientes. Não os deixei matá-lo: levamos para criá-lo em casa. Cor de cinza, ele; o bichinho era uma fofura só! Um xodó da gente.Tinha uma energia!....uma vontade de viver!....e, crescia que era uma beleza. A princípio só tomava leite na mamadeira, mas com o tempo começou a comer de tudo. Era vivedor. Até seu reinado desmoronar de vez; já grandinho ‘mostrou as unhas’ e a que veio: as galinhas começaram a sumir do terreiro e ele fora flagrado matando e entrando em casa com uma delas na boca. Aí o mundo desabou por cima dele e de mim: papai com um porrete na mão e sem um ‘pingo’ sequer de misericórdia, o seguiu; verbalizando: “Nunca criei uma raposa na minha vida e não será esta que vou criar-la no meu barraco”. Fiquei a chorar pelos cantos inconsolavelmente!...com o encantamento daquela pobre alma. Mas ele tinha toda a razão, em termos do bichinho ser mesmo uma raposa. Era a própria!
(14.02.18)
Desvio meu olhar para o céu enquanto ofereço a Deus minhas preces.
Mirando detalhadamente todas as cartas, uma a uma.
Suas figuras me observam enquanto adentram-se em meus pensamentos.
Sondo-as.
O calor invade meu corpo e sinto um liquido ácido escorrer na minha pele.
Os devaneios invadem todos os meus sentidos.
Oh...Alma! delata-me as cartas...
Meu ser esta nu, meu coração sorri.
Um emaranhado de lagrimas se forma em minha face.
Cansaço!
Meus olhos se fecham...
Sonho!
Na escuridão da noite a vejo.
Está linda!
Olha fixamente nos meus olhos.
Toca minha face, sorri abertamente.
Foi-se!
"""""""
Jamais te sintas sozinha
Se flores a ti faltarem,
Meu coração, serás sempre teu
Se a caso a ti deixarem
Que falem de mil amores
Se a muitos então tiveres,
Sou teu...minha querida,
És minha...se me quiseres.
Preciso do teu amor,
Agora, se me aceitas,
Humilho-me ao teu querer,
Amor, tu que me rejeitas.
Não deixes de me querer
Se por ti respirarei...
Na falta do teu amor,
Querida, Eu morrerei !
"PROMESSAS"
Não prometo te dar o mundo, mas prometo te fazer o meu mundo.
Não prometo que nunca iremos brigar, mas prometo que depois de cada briga eu vou te abraçar e dizer o quanto eu te amo.
Não prometo que tudo irá ser perfeito, mas prometo fazer de tudo para te fazer feliz.
Não prometo que nunca irei te fazer chorar, mas prometo que sempre estarei ao seu lado, para cada lágrima enxugar.
Não prometo que momentos difíceis não iremos passar, mas prometo que com o nosso amor sempre vamos superar.
Entre essas promessas, a maior certeza é que para sempre vou te amar.
"Solitário em meu quarto, deitado em minha cama, em meio à escuridão da noite, olho pela janela e nada vejo, além do tempo passando diante dos meus olhos, sem que eu nada possa fazer."
Eu fico à escultar alguns apontar o dedo e dizer aquele moço tem o DOM de DEUS,
oxente meu jovem você tbm tem nós tbm temos, uns até canta, dança, nada igual a peixe, outros corre, pula é dai que você vai trabalhar e vai conseguir ver seu DOM de DEUS.
Minha visão de felicidade seria: Meu marido chegar do nada, e dizer -Amor, te trouxe um presentinho, transferi 100mil pra sua conta pra você gastar um pouquinho...
É logico que isso nunca vai acontecer, mais a gente pode fantasiar abeça...
No meu barco de sonhos... Sigo navegando com sede de novas poesias em meio à imensidão de belos versos!
Pensar de verdade de quem está ao meu lado, posso ficar descrente e desanimado. O mesmo podem pensar de mim.
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