Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Ser assim como eu sou é bom. E sei que é bom porque sei quem eu sou. É bom saber quem eu sou...É muito bom ser eu.
Se Pelé fez mais de mil gols e Romário também; eu que sou maior que estes zé's Ninguém, fiz milhares de Poesias que atravessaram corações e terminaram na cama, de parto.
POETA NILO DEYSON MONTEIRO
Me desculpe se não fui assim.
Me desculpe se não sou assim.
Me desculpe se não vou ser assim.
Apenas me desculpe!!
Eu tenho me disfarçado
Você ainda não me conhece bem
As pessoas podem achar que eu sou boa
Mas elas não sabem quem eu realmente sou
Eu sou uma selvagem
Vou te quebrar em pedaços
Sou uma selvagem
Vou acabar com você
Sou apenas uma jovem em busca do apreço em estranhos, pois desaprendi a amar a beleza que uma flor poderia possuir, mesmo que suas pétalas estivessem secas ou murchas. Eu envelheci o coração ardente em meu peito, eu esfriei o meu bem querer por outros, e percebi, este lugar não é meu lar. Estou fadado ao mundo vagar, sem ao menos saber onde irei me encontrar. Tudo o que encontro são meras soluções passageiras, fadadas e enlaçadas apenas ao momento. O que realmente posso chamar de lar? Uma casa onde moro, ou um lugar onde vivo eternamente? Isto é algo que nunca saberei, ao apenas não estou preparada para saber.
Não sou mais o que fui ontem, com certeza não serei amanhã o que sou hoje. A vida e minhas muitas facetas! Permita-me apresentar quem sou: me chamo, tempo!
Sou feliz de mais no meu mundo, faço as coisas sem pensar, assumo todos meus B.O, não ligo para o que pensam de mim, meus Sentimentos são frios, tenho dificuldade em expressar minhas emoções, vivo me fazendo de bobo e idiota. Meus problemas encaro sorrindo talvez seja por isso que eu seja tão feliz.
O que me define?
Sou sim, sou não?
Sou fantasia , sou surpresa?
Sou mistério, sou tempestade?
Sou calmaria, sou vendaval?
Sou alegria, sou tristeza?
Sou coragem, sou medo?
Sou amiga, sou irmã?
Sou desejo, sou avesso?
Sou tudo, sou nada?
Sou a incerteza de uma descoberta
Outra Mulher
Eu sou a outra mulher
Todo dia quando chego em casa
lamento por não te ter
Eu sou a outra mulher
Eu conheço todos os seus pequenos detalhes
e você nem sequer sabe a cor dos meus olhos
Eu sou a outra mulher
Só sinto desejo e inveja
e tenho ódio por ter alguém te esperando em casa
Eu sou a outra mulher
Eu nunca vou ser especial o suficiente pra te pertencer
Torrente
Entrando em regato sou imparcialmente acompanhado:
Por reis e seus doentes, por deuses e semideuses, por virtude e pecado...
Onde uma coisa leva a outra coisa
Numa lenta e cautelosa correnteza
E há todos, fazem de tudo para mostrar de toda sua beleza
Ah, como aqueles miosótis que sempre ali estiveram na encosta, há muito desapareceram
Oh, a alva Ora-pro-nobis, que ali em preces, me lançava a âncora
O solitário ouro, que reluz no arenoso limo, se mostrara sem trabalho e fiel a si mesmo. Como bramai as bocas de bronze...
Qual sentido é este, que tenho falta, que aos poucos minha alma cora ?
Quanto tempo vou titubear nesta barca donde há claro às cortinas mascaram ?
Não vejo meus pés, não vejo o pouco da linhas do trajeto, que obrigar-se-ia decorar
E num açodar caudaloso e convulso, jogar-se-á para o lado rochoso, para além das várzeas e em cascatas. Meu decoro é inútil e vulgar.
Agora seguido, ou atraído pelos vagos pescadores que em mitos me nomeiam.
Pelas senhoras que só molham até os pés, julgam-se de tudo muito frio.
Pelos compositores que decompõe a si mesmos, porque não a lira em meio a afronesia das águas...
As cores, seus animais, sua dose dulcícola.
E assim encontro-me e logo me divirto em
meandros.
Sou tão adepto as suas mudanças, para que quando aportar serei inteiramente outro, se não apenas sórdido de minha última remada...
Kenngy
A poesia é a minha lingua diplomática
Meu jeito de falar ao mundo
De gritar quem sou
De ser compreendida
Amada
Querida por mim.
Nildinha Freitas
Fui tão reprimido, que hoje, mesmo livre, estou acanhado.
Se perguntarem quem sou, em que acredito, ou o que penso sobre algo, eu não serei capaz de responder...
De volta ao resgate!
Tenho fé
Nada além da emoção
Sou o verso que fala
Ouço a voz do coração
No paraíso da imaginação
Deixo freses jogadas
Pelas esquinas da solidão
Tem de tudo um pouco
Entre eu e a ilusão
Escrevo no que me conforta
Fecho janelas e abro portas
Lembro de tudo passou
Porque me esqueço fácil do hoje
Ainda que me dói
Nada me corrói
Sou vento impetuoso
Tenho fé, vida essa, puro colosso
Ricardo Melo
Você foi além da gota
Me perguntastes quem sou.
Educadamente, comecei a te responder.
Quando notastes que vivo e trabalho com a ilusão, me deixastes falando sozinho ao relento.
Nervosa!
O ódio foi tomando conta de ti.
Exaltada, furiosa, começou gritar como louca e tudo foi se exemplando o tipo de personalidade que tens..
Determinado, levantei o meu voo e da sua vida para sempre me ausentei..
Eu não sei que pecado eu cometi para eu ser quem sou.
E,
e parece que isso te incomoda muito.
Quantas tempestades você criou em cima de mim com uma única gota...? Quantas?
Foram muitas!
Dessa vez, você foi além da gota..
Por eu ser um cavalheiro, peço-te desculpas por eu ser um inspirador...
Na tua vida, já não mais existe, esse poeta, Voador...
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
A indiferença dela é tamanha que, às vezes, eu me pergunto: - Será que ela acha que sou aquele professor que lhe dava notas baixas?
🗝️ Entendo que o resto é apenas humanidade, e eu sou apenas eu. Nessas escolhas há uma devoção ainda maior, pois, permite-me aprender a nunca fazer parte dela...
In, santuário das verdades, 1905
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