Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Sou como o vento, livre e sereno, Espalhando amor por onde me movo. Minhas rimas são doces, como um beijo, E o vento as leva, como um desejo.
Assim como a lua conheço meu rumo,
não desvio e vou em frente,
sou luz, às vezes sou um vazio,
mas também sou crescente
Sigo a amplidão e espio
a paisagem toda, quase morta
em calor ou em arrepio
e isso quase nem importa
Como sentinela obedeço
os passos em uma missão
à qual sempre agradeço
e faço tudo com bom coração
Uma noite , talvez lua minguante,
só um pouco de mim restará,
estarei no céu, bem distante,
mas um pouco de minha luz ainda verá
Sou sua tentação, irresistível e sedutora, Aquele que te leva a um mundo de pura emoção. Em cada toque, em cada momento, Eu te faço sentir um amor intenso.
Quem sou eu? Sou um estranho na vida das pessoas. Para muitos eu sou invisível, tratado como marginal, um lixo pra sociedade. Quem eu sou de verdade? O catador de reciclagem.
Trabei batalhas com o amor armado com a razão. Permiti calor e frio, agora sou mais um a preencher o vazio.
Sou bonita e gentil, mas veja como eu me transformo em um monstro.
Do pó ao pó!
Diante do infinito celeste, sou tomado por um sentimento profundo de insignificância. Olho para o céu noturno e sei que aquilo que vejo é apenas uma pequena parte do espetáculo cósmico completo. Poeira de estrelas, um borrão tênue de partículas minúsculas, é o material de construção de galáxias e sistemas solares inteiros. Embora eu não possa enxergá-la, sei que está lá, desencadeando a criação silenciosa de novos mundos.
Tratar com indiferença as indiferenças
Pois todos são mais interessantes
E eu sou apenas um qualquer
Classificado pela classe social
De quem julga por ela
Pois antes de ser visto
Foi apenas uma sombra
Sem rosto e sem cores
Mas estava ali
Na mesma rua
Nas mesmas águas
Depois ele surgiu
Em uma nova aldeia
Sem ninguém o conhecer
Com vestes e pinturas
Em alguns instantes o classificaram
Como um grande guerreiro atraente
Agora era notado
Agora era interessante
Aos olhos de quem julgava pela sociedade
Aos olhos de quem só via
Aos interesseiros desinteressantes
Aos corações de pedra
Que se acham diamantes.
Sou um pedaço de mim e uma parte de você
Sou os seus passos assim
Vielas sujos becos ruas sem fim
Amor retorcido permitido distorcido
Camas remexidas corpos dourados
Cheiro que chama amor de chama
Promessas repetidas, esquecidas
Fé no abraço quando se ama.
Eu Sou o Obstáculo
Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio -, a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar. Mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar – quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra. (...) Esse é o ponto onde nós estamos – juntos da água, quase mortos de sede. Mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é? É uma espécie de medo. Porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. (...) O medo sempre diz: “agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido”. (...)
E as nossas misérias são habituais. (...) Nós vivemos com elas por tanto tempo e nos agarramos a elas como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que não podemos renunciar às nossas misérias? Já não vivemos o bastante com elas? Será que já não nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando? (...)
Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como uma semente e nós como uma flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo. Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter autopiedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos.
Não sou menininha, só porque sou baixinha.
Ser baixinha muitas vezes pode ser um desafio. As pessoas costumam associar a altura de uma pessoa com a sua capacidade e força, como se uma pessoa alta fosse automaticamente mais forte e mais capaz do que uma pessoa baixa. Mas a verdade é que a altura não define uma pessoa, e ser baixinha não significa que uma pessoa seja fraca ou incapaz.
Eu não sou menininha, só porque sou baixinha. Eu posso ser pequena, mas tenho uma força interior imensa. Eu posso não alcançar as coisas mais altas do armário, mas eu posso alcançar as estrelas com minha formação e coragem.
Eu posso não ser a mais alta do grupo, mas eu sou a mais resiliente. Eu enfrentei muitos desafios na vida, e nunca deixei minha altura me impedir de alcançar meus objetivos. Eu sou forte, destemida e sempre disposta a enfrentar o que vier pela frente.
Ser baixinha pode até ter suas vantagens. Eu sou ágil e rápido, e muitas vezes consigo me esquivar de obstáculos que pessoas mais altas não conseguem. Eu sou flexível e posso me adaptar facilmente a diferentes situações.
Então, não me subestime só porque sou baixinha. Eu sou muito mais do que minha altura, e sou capaz de fazer coisas incríveis. Eu posso ser pequena, mas sou poderosa. Eu não sou menininha, só porque sou baixinha.
Não sou apaixonado por cargos ou funções; estes são temporários; a maior riqueza de um homem é sua eterna sabedoria voltada para suas raízes humildes e para seus valores inegociáveis
Não tenho um corpo sexy, nem mesmo sou considerado atraente, não tenho uma voz charmosa ou um olhar ardente, Mas também não sou um homem comum.
Não sou um segredo, nem indiscreto, mas visto pelos olhos incomum dos incomuns, assim como uma estrela cadente aos atentos.
Eu sou assim, um sonho para mim, na solidão, encontro paz sem fim na imensidão da minha mente inquieta, agitada, cheia de ideias;
Minha melhor companhia sou eu, no meu riso, a felicidade vem renascendo. Persisto no meu sonho com firmeza e, assim, levo uma vida leve, onde a esperança dança na brisa do amanhã;
Quando faço o que amo, floresce o viver adormecido, multiplicando o saber, encontro meu ser;
Nas trilhas da vida, sigo a sonhar com foco em idealizar, eu sou meu próprio lar, onde quero e preciso estar.
Eu sou um cara foda e não dependo de ninguém, eu conquisto minhas coisas sem precisar de ninguém.
Eu não tenho ego e não preciso humilhar as pessoas pra ter confiança, eu construí minha confiança com dedicação sem arrogância.
Cada objetivo de vida eu tô me aproximando, enquanto uns falam ser impossível eu tô na minha só conquistando.
O que os outros vão pensar de mim, não me interessa mais, até porque encontrei minha felicidade, enquanto muitos brigam pela paz.
Eu sou um deus do meu universo imaginário, sigo a vida adiante com uma mente revolucionário...
Meu corpo é um gabinete de um computador, e a minha mente é as peças todas com um baita processador...
Em meu ser habitam borboletas; sou um esqueleto onde a carne se agarra teimosamente. O espelho, meu adversário inclemente, reflete os vestígios do que penso ser tristeza, expelidos em náusea. Transformo-me em um abismo de desejos, mergulhando no turbilhão de culpa, onde o que entra, borboletas querem expelir.
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