Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

Cerca de 400606 frases e pensamentos: Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

"Nem permito ir,tão pouco deixar ficar em outro lugar.
O que é bom merece zelar."

Inserida por JoseMarcelino

Não procuro alturas e nem profundezas
Não me atenho ao pouco ou longo espaço
Quero apenas liberdade para os meus passos

Inserida por Heredion

Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.

Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas...não seria no presente?).Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).

Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post.Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!

Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se...?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.

E tem mais!

Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!

Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.

Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi! Eu também perdi o sentimento de perda. Esse - que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia - continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.

Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui...

Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência. As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente...materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!

É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”. É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.

E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.

E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.

Pois é. Eu perdi muito.

Inserida por ligiatosetto

Temos tão pouco tempo por aqui e ficamos nos preocupando com minudências e raivinhas e orgulho besta,turvando e escurecendo o caminhos dos outros e os seus próprios,apenas pelo o simples fato:há fulano,beltrano me fez raiva,raiva é uma coisa que dá e que passa e se ficar nutrindo isso não estará prejudicando a ninguém menos que a si próprio,só por causa do ego e do orgulho,livre-se do orgulho besta.

Inserida por mmarcyo_carreiro

A Realidade pouco percebida muitas vezes no espaço escolar, é de que aquele aluno vai precisar, ser formado para um mercado profissional no mínimo para ser um colaborador de uma empresa a partir de um salário remunerado, isso todos já sabemos, o problema principal é de que toda educação tem a função de auxiliar na vida pratica do aluno, melhorando seu conhecimento de mundo, de relações e de si mesmo, mas quando vemos a realidade de uma escola, sociedade ou família, vemos um modelo de formação de profissionais limitados, e dependentes de um impulsão de força do terceiro, gerando um cenário de improdutividade, o que surge hoje por exemplo no Brasil, há necessidade de profissionais “que pensem fora da caixa”, mas formados em uma escola universidade que os ensinam, a pensar dentro da caixa e apenas dentro de seu espaço de limitações, então há a necessidade de uma produção criativa, dedutiva do próprio profissional, a habilidade de vendas por exemplo é a manifestação da necessidade das empresas apresentar resultados financeiros, afinal as vendas são pilares que dão sustentação a todas as empresas comerciais, seja de produto ou serviço, porem como cobrar resultados diferentes de pessoas que tiveram uma formação baseada em uma linha horizontal com limitações em seus extremos ?
Então a educação ela só tem funcionalidade se atender a demanda que ela se propõe, neste caso a entrega de resultados, faremos isso então a partir de estudos de casos baseados em problemas reais, dando maior flexibilidade nas relações de estudos nas salas de aula, um papel de integração entre todas as matéria e não apenas um processo de secção.

Inserida por ruisdaelmaia

Não existe escuridão que resista ao menor facho de luz. Este é o espírito. Revela muito com pouco. Agora abra a janela e deixe a verdade entrar.

Inserida por marcelobaldi

A vida tem pouco tempo para nossos absurdos, mas em contrapartida, reserva muito tempo para mergulharmos no bem, que habita dentro de nós.

Inserida por izildinha

Tempos de criança
Há quem faça pouco caso dos desejos das crianças, eu não, sempre analiso e procuro entender o porquê de alguns anseios infantis. Dizem os psicólogos e psiquiatras que os acontecimentos repercutem por toda a nossa vida e acaba formando nossa personalidade, um dos motivos de tentar entender o que se passa na cabeça dos pequenos é o fato de eu já ter sido criança (claro), e na minha infância tive inúmeros desejos que jamais foram atendidos. Lembro dos tempos de escola, início das aulas pra ser mais exato, ficávamos eufóricos, loucos pra saber qual seria a novidade no nosso material escolar, o que os adultos não sabiam é que a partir desse aparato escolar, faríamos sucesso ou não na nossa turma, um material legal era imprescindível para ser um aluno descolado, um material ruim acabaria com nossa vida social e consequentemente nossa auto-estima. Lá estava eu aguardando o material chegar, chegou, me dei por satisfeito com o material que me foi dado, mas o que pouco sabem é que o demônio mora na comparação. O primeiro dia de aula é especial, tão especial que eu acho que até tomava banho antes de ir para escola. Ao chegar, todos vindo de férias, tanto tempo sem fazer nada que nos fazia até sentir vontades estranhas, como vontade de estudar, por exemplo, vontade a qual não durava mais de uma semana. A tragédia aconteceu, um colega tira um estojo, estojo que me parece mágico na lembrança, cada botão apertado revelava um aparato; borracha, apontador, régua, tesoura, olhei para o meu, feito de tecido, simples, o fecho era apenas um zíper, senti uma tristeza, já era a vontade de estudar. Chegando em casa pedi para comparem um estojo daquele pra mim, que eu precisava dele, sem ele não poderia estudar, ele era peça essencial para o meu aprendizado. Assim que acharmos o estojo compraremos pra você, eles disseram. Em agosto faço 37 anos, até hoje espero o dia de ganhar meu estojinho...

Inserida por professormariocelio

Tanto faz se é pouco o que tem
o que importa é o muito que traz.

Inserida por Royalle3

Sobre felicidade, pouco se pode dizer,
e mesmo que felizmente sobre felicidade,
é preciso sabe-la viver, com felicidade...
Osculos e amplexos,
Marcial

SOBRE FELICIDADE É BOM QUE SOBRE FELICIDADE
Marcial Salaverry

A grande verdade é que durante toda nossa vida sempre estamos querendo que nos sobre felicidade, e esse é um assunto sobre o qual sempre é bom falar, embora sobre felicidade, pouco há que se dizer, mesmo que sobre felicidade...
A felicidade certamente é um tema já foi cantado em música, em prosa ou em verso. Todos conhecem e sabem dizer como ser felizes, mas poucos conseguem sê-lo, pois na prática a teoria é outra.
Na realidade, o que falta para saber ser feliz, é ter consciência de que a conditio sine qua non para conseguir esse objetivo, é estar em paz consigo mesmo, uma vez que ninguém que se sinta atormentado por algum problema, poderá sentir-se realmente feliz, razão pela qual pode-se argumentar então, que ninguém poderá ser feliz, pois não existe pessoa no mundo que não tenha algum problema, por menor que seja.

Realmente problemas todos tem contudo, o que difere de pessoa para pessoa, é a maneira de encarar esses problemas, pois temos que os procurar resolver, tendo a cabeça fria, mantendo tudo sob controle, sem nos atormentar sobre como obter essa solução, mesmo que a coisa aparente estar feia demais, pois assim, além de facilitar uma possível solução, não estragará nosso dia, mantendo nosso ânimo sob controle.
Não podemos permitir que o problema fique maior do que realmente é, para que não fuja de nossa perspectiva.

Claro que não é fácil chegar a esse ponto de equilíbrio, pois se o fosse, a vida não teria graça, já que todos seriamos felizes, e a busca estaria encerrada, e além disso, nossa vida não teria muita finalidade, pois todos estando felizes e satisfeitos, ninguém precisaria lutar por nada na vida. Daí, pode-se deduzir que a vida no tão decantado Shangri-lá, seria um porre total...

Na realidade, o verdadeiro prazer na vida é essa eterna busca pela felicidade, com cada qual a buscando por seus próprios meios, cada qual seguindo um ideal de vida, cada qual procurando a melhor maneira de viver, ou como se diz no interior, "cada quar com seu saraquar..", e para tanto, o Amigão nos dotou do livre arbítrio.

Alguns mais ambiciosos, tem mais dificuldade em chegar em seus reais objetivos, pois sempre estarão procurando chegar mais alto. Jamais estarão satisfeitos, não se permitindo chegar a essa felicidade, por não conseguirem atingir sua paz interior, sempre atrapalhados pela ambição pessoal, enquanto que outros, desprovidos de ambição, igualmente não se sentem felizes com o que tem, pois em seu íntimo querem mais, apenas lhes falta o espírito de luta, a vontade de partir em busca de seus objetivos. Acomodam-se, mas ficam invejando aqueles que subiram. Também não conseguem sua paz interior, pois se sentem frustrados com o que conseguiram da vida. Esquecem de que não tiveram foi decisão para tentar algo mais.

É preciso entender que o meio termo ideal, é o ponto de equilíbrio entre ambos. É saber dosar suas ambições dentro de suas possibilidades, ou dentro de suas reais necessidades. É traçar objetivos coerentes, e saber desfrutar a vida quando tal objetivo for alcançado, sem aquele desejo de ter sempre mais, a cada degrau subido. É saber aproveitar a vida, procurando então realizar algum sonho que estava lá no fundinho do baú, atingindo assim o ponto de felicidade que lhe permita olhar no espelho, e dizer que ama profundamente quem está diante de si, porque é uma pessoa que conseguiu superar os maiores obstáculos que teve na vida, sem jamais perder o ânimo, que soube passar pela vida sempre tratando as pessoas com consideração e amizade, sem olhar para posição social de quem quer que fosse.
Enfim, alguém que soube viver e que não foi apenas mais um que passou pela vida, mas que saberá deixar marcas de amizade em sua trajetória.

Pode não ser fácil ser feliz, mas fácil será sentir-se feliz, basta que saiba amar-se, que saiba amar a outrem, e, principalmente, que saiba ser amado. Que saiba respeitar e fazer-se respeitar. Que saiba ser amigo, que saiba ter amigos, que mereça receber amizade de alguém. Que não deseje o mal de ninguém, e que não faça ninguém lhe desejar mal. Saber respeitar quem dele não gostar, bem como saber respeitar a quem não gostar. Não se pode querer unanimidade. Saber entender que ninguém é dono da verdade. Na verdade, cada qual tem a sua verdade. São pontos de vista que devemos observar, se quisermos que os nossos também o sejam.

Na verdade, não é fácil, nem é difícil... Basta querer realmente... E um bom início, sempre será tendo UM LINDO DIA, desejando que todos o tenham, e procurar repeti-lo a cada dia que vier...

Inserida por Marcial1Salaverry

A simplicidade sabe onde mora à felicidade...
Precisamos de muito pra ser feliz. Muito pouco !

Inserida por MiroSousa

Nunca fui a pessoa mais popular do colégio, tão pouco a mais bonita, nem a mais inteligente... não sou de chamar a atenção! E por muito tempo sentia que devia mudar, me arrumar, fazer mais e mais amigos, ser uma pessoa diferente!
Aumentei meu número de amigos, mas estes se foram com o tempo e hoje restam poucos, mas são os melhores que eu poderia ter; Comecei a me arrumar mais, não para chamar a atenção dos garotos e sim pra quando me olhar no espelho me sinta linda mesmo que alguém pense o contrário na minha concepção eu sou bonita... me esforço todos os dias pra ser inteligente não só pelas notas mas também por que acho que nós mulheres não devemos nos prender a mesmisse do século passado e sim que devemos buscar superar nossos "limites". É eu mudei mas acho que não me tornei alguém diferente eu apenas desabrochei como uma flor do campo!

Inserida por andressa_silva_5

É muito fogo pra pouco gás!

Inserida por helber_flay

Ninguém é jovem para sempre. Aproveitem, mas não façam pouco caso do futuro. Ele virá, queiram ou não.

Inserida por swamipaatrashankara

Qualquer problema é muito pouco comparado com aquilo tudo de força que fez nos reencontrarmos e decidirmos ficar juntos.
Saiba de uma coisa, uma coisa que em momentos muito difíceis da minha vida já me confortou, e que cedo ou tarde me ajudou a sair do suposto maior problema que vivia:
“Deus nunca coloca um fardo nas nossas costas mais pesado do que conseguimos carregar’’

Eu te amo muito, simplesmente assim.

Inserida por TalinaPassaredo

Aprendi que ninguém pode se prender ao pouco...Caso se prenda..Terás pouco amor...Pouca atenção...Aprendi que migalhas não completa o que falta...Caso a aceite...Tudo que sentires se tornará do tamanhos delas...Aprendi que não adianta se doar se o outro não tem lugar dentro de si pra te guardar...Aprendi que o conteúdo do amor é para todos, e só é encontrado na cartilha de quem não machuca o outro...Aprendi que desapego não é desdém, é uma forma de ser indispensável para pessoas que não gostam do que tem... Aprendi que o não quando é dado ele jamais é perdoado...Aprendi que a vingança mata a luz de toda esperança...Aprendi que o amor e o ódio correm lado a lado em estradas diferente como dois desesperados...Aprendi que amar a si primeiro é uma forma de ter um companheiro e o ver sempre do seu lado...Aprendi que lapidar o viver é melhor do que se perder...Porque na vida todos nós somos réus...Cada ato é julgado...E ninguém quer levar o nome de culpado.

Inserida por eliane_ferreira_1

Às vezes gosto muito, as vezes gosto pouco e às vezes tenho raiva é tudo muito confuso.

Inserida por andreza_paixao

Sabendo que de quase nada sei,e que vivo num universo do saber,vivo a repassar o pouco que ainda me resta aprender.

Inserida por Cacio01

Quem pouco tem, pouco se consome.

Sinceramente, não vale. Esse pouco de sentimento, essa falta de verdade, não vale. Não vale as lágrimas, não vale essa insônia, não vale. Certas coisas não valem a dor de cabeça, o nariz entupido, depois de ter chorado pra tentar tirar o nó da garganta, a gastrite nervosa no começo e no final do dia. Não vale a cara inchada, os olhos que ardem, a ausência do sorriso, o coração apertado. Não vale ter que desacreditar no amor, que é algo tão bonito, só porque alguém, mais outro alguém, não soube do significado e praticá-lo da mesma forma que você, do jeito que você merecia. Por isso que hoje eu tentei e vou continuar tentando ser o mais forte possível. Porque nada disso não vale, meus sinceros sentimentos no século da falta de intensidade.

Inserida por eloisegbs