Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Pensar , pensar , pensar
A vida é assim
Pensamos muito mas fazemos pouco
O que adianta o tanto pensa e o nada fazer .
O que tenho a oferecer é pouco, e se torna muito quando você é capaz de doar suas verdades e queimar os seus erros para que não se torne real como no passado.
Temos dois grandes mestres: o tempo e a natureza. A vida é uma grande universidade, mas pouco ensina a quem não sabe ser aluno.
livro "Pense nisso 1"
Sinto os primórdios do adeus.
No riso solto e contagiante,
No amor dispensado de formas pouco convencionais.
Sinto que estás nos doando as últimas lembranças.
Aviso de antemão, escrevo com demasiada saudade do porvir.
Escrevo banhado por lágrimas e tinta.
Deito no papel todos os sentimentos que a distância desperta impiedosamente.
Difícil é, descrever a euforia que o encontro gera.
Se me axego a ti em julho, já sorrio desde março.
Guardo um abraço teu na mala, e um beijo que acaricia a alma.
Sendo humano, ganancioso, peço por mais tempo, por mais momentos de puro contentamento e gozo.
Peço por mais, pois há tanto a se aprender.
Peço, esvaecidamente, por mais, pois ainda não me estou pronto para o até logo, quiçá o adeus.
“Ainda há pouco estavas aqui
Tua voz cantava nos sonhos da vida
Teus passos faziam nossos caminhos...
E agora, onde andarás?
Onde brilhas a tua estrela?
Onde derramas o teu amor?”
O mundo não me entende, porque nem eu me entendo. Eu quero tudo, e tudo se torna pouco, eu quero amor e o meu amor não é compreendido porque machuca o prazer da desilusão, viver é uma arte abstrata.
momento obscuro
detalhes das sombras
deixados em alguns momentos,
despedida pouco a pouco,
desdenho um sonho que terminou
pura morte que te amo de verdade,
ser eterno pura morte,
no veneno a perfeição,
no instante que a encontrei
desejo único transcende
a eternidade me espera,
num sono profundo e tardio
suas lagrimas derrama sangue,
entre esses instante tentei chora
tudo secou como um deserto.
Eu, Rodolpho, estava aqui pensando que... sobrevivemos com tão pouco outrora...
Lembro da minha juventude. Não queríamos saber de dinheiro. No máximo tocávamos nele para comprar pão, doces, algum brinquedo ou gastar com algumas fichas em lan houses e fliperamas.
Tudo sempre foi muito simples! Lembro do meu primeiro celular. Internet? Nem sonhava com isso. As coisas demoravam a chegar na gente, como músicas e etc, mas chegavam.
Lembro que a memória do meu primeiro celular, que eu nem ligava tanto assim, era de 12 MB. As músicas vinham em KB. O som era "ótimo". Mais arranhado que cigarra. Mas como não tínhamos parâmetros para nada, era ótimo sim!
A gente passa músicas um para o outro pelo bluetooth (podia ficar com o cel nas mãos, mas não muito longe) ou infravermelho (Por favor, não tire o seu celular do lado do meu, rs).
Éramos mais felizes, de fato, sem toda essa tecnologia. Mas não estou reclamando deste avanço inevitável. Não, jamais!
Acredito que existam pessoas que pensem como eu. Que é possível controlar tudo isso. Que não é a tecnologia quem dá as cartas, somos nós.
Quem se deixa levar por ela hoje, ama menos, sai menos, conversa pessoalmente menos, quase tudo diminui para um certo tipo de vício ou dependência daquilo, aumentar.
Um tempo atrás encontrei um cara que estava numa trilha e ele foi sem o celular. Como ele não estava filmando, fazendo os próprios status e etc, falou que era como se ele não tivesse ido lá. Que a sensação era essa!
É muito estranho o jeito que as coisas estão andando. Por vezes, eu mesmo me pego num vício deste sistema que entra em nós bem devagar. Por diversas vezes na semana, eu tiro um dia pra mexer muito menos no celular como de costume. Obtenho ótimos resultados com coisas diárias.
Fiz uma auto reflexão para utilizar a internet para discutir menos, tentar alegrar ainda mais eu ou alguém, ver vídeos que me façam rir e aprender algo. Como por exemplo, aprendi a mexer na geladeira. Aprendi o nome e para o que servem umas peças. Olha que legal! Rs.
Quando saí deste sistema louco da internet, voltei a enxergar melhor. Quando estava mexendo muito, alguns ônibus um tanto distantes, eu já não conseguia ler como antes.
Passei a dormir e acordar mais cedo. Comecei a observar que as pessoas estavam fazendo igual eu, aí puxava um assunto. A partir dali, notei que a conserva ainda cativa.
Estamos nos transformando ainda mais em pessoas carentes de atenção. Hoje, quem pratica o dom de ouvir, sai muito mais na frente do que quem fala. Hoje, ninguém quer ouvir, daí as pessoas *escrevem* ou enviam áudios para outras pessoas.
Muito das vezes pensam que estão sozinhas no universo. Começam a buscar coisas na internet. Aí vem ansiedades e etc. Coisas que vão nos minando aos poucos. Quando aparece um(a) salvador(a) de relacionamentos, a pessoa entra de cabeça achando o seu problema era ficar solteira. Achando que aquilo vai perfazer o que lhe faltava.
Eu gosto muito de tudo isso (avanços tecnológicos). Sou um ótimo aproveitador da tecnologia, de toda essa novidade, inclusive. Contudo, isso não é perfeição. A perfeição já existe há séculos. A vida e tudo o que nela há.
Sem questões políticas ou religiosas. São apenas palavras de alguém que fez uma observação e que está passando despercebida.
Só devemos prestar mais atenção como estamos usando tudo isso, para não sermos usados. A conversa ainda é um ótimo meio de ajeitar tudo.
Abandonado e incompreendido
Muito pouco para ser notado
Motivos não faltam
Pra ninguém estar do meu lado
Até quando uma fagulha surgiu
Me trouxe calor e depois sumiu
Aniquilando por completo
A esperança de algo concreto
Exaustivamente confessados, os sentimentos e sonhos tornam-se pouco a pouco voláteis e sem sentido.
A humanidade fez das palavras a certeza das intenções quando, na verdade, são as atitudes que definem e mostram o que cada um é, ou o que será.
Se acredita, se tem um objetivo, se ama, se projeta, tem que agir! Ou virá uma ventania, ou mesmo um sopro e levará embora todas as suas chances de alcançar o que deseja.
Com efeito, a morte é muito mais dolorosa para aqueles que ficam, e certamente pouco sombria aos falecidos.
Tira essa tua armadura dourada
A tua pele exposta é pouco, é quase nada
Deixa eu entrar na trincheira
Do que adianta tantas bombas armadas?
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