Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
CASA DO SABER
Dentro da cabeça tem um mundo inteiro,
que vai crescendo a cada dia.
Neste mundo não tem porteiro,
que esconda a chave da sabedoria.
As pessoas são como peças de um grande quebra-cabeça chamado vida. Cada peça é diferente e insubstituível, preenchendo um espaço único. Cabe a nós selecionarmos somente as certas.
Em meu medo, há uma cabeça, em minha cabeça há um desatino, preciso me manter em movimento movimento simples medroso engedroso um movimento de si mesmo cheio de tática de álcool de arrependimento e de coisa que vão correr com um rio desgovernando simplesmente passando esperando dar a algum lugar, tremulo e perdido, um fluxo de consciência guardado no fundo um medo, feliz, triste atingido substantivo.
De cabeça erguida sigo em um caminho, onde só Deus sabe onde eu vou parar, não quero opiniões, não quero parar, só quero seguir pra algum lugar
Para se redimir
"Abaixe a cabeça, peça suas sinceras desculpas, admitir um erro será sempre uma boa maneira de deter outro erro"
As vezes tenho vontade de correr e me esconder em um lugar onde ninguém possa me achar. Minha cabeça dói, meu coração pulsa descompassado, meus ombros parecem pesados junto aos meus pensamentos.
Só queria um pouco de sorte, ou quem sabe um pouco de certeza, pq pessoas são incertas e seus sentimentos embaçados. Como entender outro coração se nem ao menos entendo o meu?
Tudo seria mais fácil se a claridade do dia estivesse dentro dos pensamentos obscuros que dominam o mundo.
@textosinsones
A vida é em si um sonho que você teve dentro de um quarto trancado em sua cabeça, um sonho sobre ser uma pessoa.
AS MULHERES TÃO ABNEGADAS, UM DIA LEVANTAM A CABEÇA CHORANDO E PUXAM O VÉU PARA O CANTO DO ROSTO. ENTÃO SÃO CHAMADAS DE TRAIDORAS DE SEUS HOMENS E COSTUMES…
O VÉU DAS MULHERES ESCONDE SUA IRA…E O DESCONFORTO DE NÃO SEREM NADA NA VIDA.
O VÉU DOS HOMENS ESCONDE SUA CAPACIDADE DE ENGANAREM SEM SEREM RECONHECIDOS NO ERRO.
MAS O VÉU POR SI SÓ JÁ INCAPACITA OS DOIS DE CONCORREREM AO CÉU DO AMOR.
Em um degrau debruço minha cabeça e na procura de relembrar momentos em que vivemos. Momentos esses felizes e tristes que soubemos compartilhar incondicionalmente, momentos que por mais obscura que esteja minha mente jamais se apagarão. Mente essa que procura encontrar em palavras jogadas ao vento uma base, uma sustentação para que não se desmorone em idéias banais e melancólicas. Atenho-me a esperança de que na mais improvável das distancias bate no peito um coração que ainda suspirá por mim.
Não tenho medo de amar, de pular de cabeça na emoção de um grande amor, de mergulhar até o fundo sem medo de me afogar. Não tenho medo de morrer de amor todos os dias. Tenho medo de amar quem não merece. Tenho medo da hipocrisia trajando vestes de amor, de palavras de amor sem atitude, tenho medo de amor não correspondido.
A cabeça ferve como um caldeirão. Uma bolha sobe e a outra desce, uma sobe e a outra desce. A alternância e variação conjunta das bolhas com suas peculiaridades em tamanho, forma, profundidade e consistência fazem deste movimento uniforme, garantindo assim, o equilíbrio do líquido da vida em nossa cabeça. Vai da vida que levamos, do que no líquido injetamos torná-lo mais fino ou mais espesso, facilitando ou dificultando seu borbulhar. Até que ele se seque.
Tanta informação faz minha cabeça dar um nó. Eu não consigo te olhar e imaginar o que aconteceria se tudo desse certo e, também, se tudo desse errado. Por isso opto pelo certo. Mas quase sempre dá errado.
Nossa a cabeça dá um nó. Um nó que dá na reticência. É quando queremos que a voz do divino, estrondasse como nos livros sagrados, indicando um caminho seguro, mas apuro o ouvido e o que ouço é um eco de silencio mortal, vozes sufocadas de choro e de indecisão. Uma criança com esperanças planejou um futuro romântico e florido. Encheu o pulmão de perfumes amadeirados, mas o cheiro que vem é o da poeira. Lá fora um mundo, acelerado pessoas pensam que cumprem um destino, quando na verdade seus sonhos são uma realidade que não leva a lugar nenhum. Mas a criança ainda sonha. Apura o ouvido e crê, que depois do silêncio alguém lhe venha indicar o caminho.
Quando criança, havia uma crença que se você olhasse de cabeça pra baixo para um caixão durante um funeral; você veria o defunto sentando em cima do caixão... Aqui! É tudo mentira tá.
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