Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
E como sempre, coloquei energia demais no que era escasso e frágil, foi como uma grande vela em um barco de papel.
Faça um favor a você mesmo, indigne-se, exploda, se expresse, contrarie alguém, ria de algo triste ou sem graça, chore no meio de uma piada, arrisque e se renove, mesmo que seja criticado, só não seja a pessoa que se afoga por nada dizer, por medo de ser ridículo ou incrível.
• ‘Torna-te o que és!’
Se descobriu que você é um segredo na vida de outra pessoa, alerta o teu coração!
Ele tem dificuldades de aprendizado e demora muito para assimilar esse tipo de informação.
Todos nos, como seres humanos viemos a terra, com um propósito.
Desconectar do mundo exterior e conectar com o mundo interior e o caminho mais eficaz para podermos escutar, com clareza, o chamado que ecoa da voz do coração.
Doce Veneno
O amor é como um veneno doce.
Pode até ser agradável ao paladar, mas no final te mata.
E comigo foi assim inúmeras vezes.
Dizem que o amor é uma droga, eu provei dele, me permiti viciar.
É como um alucinógeno, você vê e ouve coisas que não existem.
Prefiro chamar de ilusão, a ilusão é como um óculos de realidade virtual.
Por mais real que possa parecer diante de seus olhos, não existe.
É algo que criamos na nossa cabeça, um alguém completamente oposto daquilo que está diante da nossa realidade.
O amor é como uma canção melancólica, mas com uma bela melodia.
A melodia faz bem aos ouvidos, mas a canção é triste, fala sobre dor, amargura e decepções.
Decepções essas que somos vítimas diariamente.
A decepção é como um dia de inverno, você se cobre com roupas quentes, mas o frio continua presente ao seu redor.
Digamos que a decepção é o frio, e roupas quentes são a ilusão.
Você pode se vestir de ilusão, mas isso não anula o fato de que a decepção esteja ali, ao seu redor. E quando você for tirar as roupas quentes (ilusão), você vai sentir a decepção.
Voltando ao fato de que o amor é como um veneno doce.
Eu me permiti beber, me permiti embriagar.
Por fim, esperei a morte, e inúmeras vezes ela não me ocorreu.
Pois em um momento, eu senti que já estava morta.
Não haviam qualquer sinal de vida.
O amor é como um veneno doce, que te leva a morte do seu eu, antes mesmo de você provar dele.
Pois você se mata, para criar alguém capaz de aceitar a ilusão, a decepção e até mesmo a morte, por algo que diz ser amor...
Alguns sinônimos se diferenciam na abstração, e no concretismo... A grandeza de um homem, é facilmente identificada na língua inglesa! The great, não é o mesmo que the big.
Trabalhar a vida inteira, para ter o necessário do viver, quem sabe um dito-cujo abstrato ao lado, o amor.
Muitos se perdem no caminho de viver a essência vital que precisa ter, se perder é igual o pecado, quem nunca?
Todos já se perderam em algo, feliz é quem decide lutar sem cessar, para encontrar ou ser encontrado na plenitude desconhecida dos tempos, desse tempo!
minha tristeza é me sentir um fracassado aos olhos de quem eu gostaria de ser um vencedor, mas nem tudo na vida é como a gente gostaria.
Colocar uma palavra em um texto sem saber o seu significado é o mesmo que mergulhar em uma piscina profunda sem saber nadar, correndo o sério risco de não ter ninguém para salvar!
Domingo é dia de ficar...
Edificar.
Deus me lembra que em Proverbios 17:12 diz que "Um coração alegre é o melhor remédio".
E opera milagres.
Fica nesse domingo.
Deixo meu beijo.
Os dias são como as pedras preciosas de um colar de diamantes brilhando no peito humano, e poucos, bem poucos mesmo, conhecem o seu verdadeiro valor.
Cada dia porta o seu valor, e todos eles juntos são a vida inteira de um homem.
Flores e suas cores,
um jardim sem dores,
são calmantes sem sabores
e sim com seus deliciosos odores!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
A lua é fascinante,
existe um mistério contagiante.
A noite é encantada com seu luar,
tão distante e tão próxima do olhar.
Com suas fases para admirar,
a cheia é um espetáculo que faz sonhar.
As estrelas fazem parte,
dessa esplêndida obra de arte!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Agosto do desgosto
Um não sei desgosto, de onde?
Um olhar na sorte e não se vê
A perspectiva não se esconde
O amor renasce para quem crê
Conquanto a lenda cisma, por quê?
Se os dias ressurgem no amanhecer
Trazendo luz, início a nossa mercê:
Se lamento, angustia, vem do viver!
Acreditar? se nada muda, aí invente
Que o dia há de boa esperança vinda
Tente! E na dificuldade seja irreverente
E quando chegar, aí a apertura finda
Então, se contagie de fé e alegria
Nos longos caminhos recomece
Tenha o otimismo em leve romaria
Agosto do desgosto, não acontece!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
01/08/2014, 08’05” – Cerrado goiano
O contemplar de um olhar
Esse querer estar
Sem poder ficar
Esse passageiro momento
Buscando o regressar
Contínua procura
De um profundo olhar
Esses olhos cheios de alma
Imensos de si
Na profundidade do aconchego
Que se desejava morar
Longe de um fugaz instante
Perto de uma eternidade
De um profundo olhar
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