Descoberta de Si Mesmo
Pregar uma coisa e fazer outra. Levar pessoas a crerem em mecanismos que nunca comprovou por si mesmo. Atuar como Terapeuta sem preparo e sem bons anos de experiência formativa. Perder o emprego e ‘virar’ esotérico para pagar as contas. Ser amador e se fazer de especialista. Inventar lastro em vez de criá-los. Buscar resultados rápidos onde outros levaram anos para os alcançar. Fazer um curso via WhatsApp e achar que tem todo o preparo adequado. Entender tudo de física quântica sem nada entender de fato sobre ela. O obscurantismo tem dessas coisas.
Aprender a si conhecer e a conhecer o mundo que o rodeia o interpreta influi poderosamente em sua vida.
Portanto um conselho se auto conheça se auto defina a vida é uma só portanto viva não sobreviva.
Escritor (a)
Um alguém que escreve,
não só para si, mas para todos.
Cada escrita é filhote, que nasce,
cresce e no momento certo,
se vai em busca de novos horizontes.
Se vai numa breve ou longa viagem,
sempre a espera de mais um leitor,
para acalentar.
Cada poesia, é um passarinho livre,
que sai do próprio ninho
voando baixinho, para se aconchegar
em algum cantinho.
Às vezes voa alto, atravessa montanhas,
mares, abismos profundos, até chegar numa alma, que gritava por socorro.
Mas que, ninguém ouviu, apenas o poeta,
porque fez silêncio.
A poesia lê a alma do outro, mergulha nos silêncios.
Enquanto o leitor a lê, ela o decifra, em cada versos contidos.
Flores na alma, poesia acalma.
Pássaro no ninho, voa sem destino.
Tem mais uma alma alí, clamando por ajuda.
Leve a poesia, que minh'alma desnuda.
Poema autoral de #Andrea_Domingues ©
Minha singela homenagem ao 13 de Outubro dia mundial do escritor
Todos os direitos autorais reservados 13/10/2019 às 21:30 horas
Manter créditos a autora original #Andrea_Domingues
A morte traz com si esse "peso extra";
Pesa o corpo, os olhos, as energias, os pensamentos...
como se o dia a dia já não fosse pesado, ela vem somando,
faz nós pensarmos na nossa própria, que às vezes parece que nunca acontecerá. Nisso, nós humanos, somos apegados (ô).
O CORPO
Não venho dizer como sentir, mas da forma como vemos ela.
Seria lindo se o final de cada ciclo de vida, fosse comemorado pelo que se passou e não o que vai passar (independendo da crença).
E esse desapego só se dá enquanto vivos. Pulando, abraçando, dançando, rindo e fazendo rir, compartilhando amor, comida, música, arte, beijos, sentindo o sol, tendo gratidão!
O sentires não se dosa e nem deve ser comparado, vem de cada um, cada história, os caminhos e as cicatrizes.
É na água quente que o ovo endurece e o aipim amolece. Não são as condições externas por si só que nos transformam, mas conforme o que temos em nossa própria essência real.
Einstein escreveu uma vez que acreditava no Deus de Espinoza que se revela a Si próprio na harmonia daquilo que existe, não num Deus que se preocupa com o destino e as acções dos homens.
Cada um carrega um livro dentro de si, alguns abertos, outros fechados. As lembranças, os segredos do passado, o presente e o futuro que se chocam como pequenas letras de um completo e complexo poema. Uma vida inteira é o conjunto de vários momentos.
Muitas pessoas criticam os políticos, mas por que não criticam os eleitores ou a si mesmos que os tornaram eleitos?
Aprendi que a alegria está no decorrer do caminho, e não no destino em si, então viva um dia após o outro, o destino e certo então desfrute do seu trajeto...
Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
Pois todos os medos são inseguranças pressas em si.
Vivências antigas ruins,
Lembranças das dores.
Supere.
Se afaste dos medos,
Eliminando por completo.
Não bloqueie seu futuro, por medo do passado.
Aqueles que como o Girassol escolhem olhar para Luz com certeza encontrará dentro de si a força e esperança que tanto buscam.
A criatura humana não tem apenas pouca consciência do mundo real em que está inserida, mas de si mesma também.
Alquimia humana
Lapideis em si uma pedra bruta
Recolhe de dentro seu tesouro
Redescobre - te no verde louro
Na alquimia humana da labuta!
Carregue - se d'alguma ousadia;
Aquela de querer balançar a lua
Numa corda de cipó, por garantia
Pra fazer algazarra durante o dia!
A vida não é nada mais que isso:
Uma mistura homogênea de tudo
Uma felicidade incoerente do riso,
Neste tempo humano do absurdo!
Pois, viver é ser não mais que leve
No contínuo fazer do próprio mundo!
Formiga ligeira
A formiga na jura da mudança
Porque tinha em si esperança!
Mas, na via que corre a conversa,
No rumo se segue a controvérsia,
Perdera o rumo da trilha da escolha
Escondida ficou debaixo da folha,
Pois, já desviaram - se do caminho,
O rumo já longe do centro do ninho!
Será que não há mais salvação,
Á qualquer ponto desta trincheira?
Recolheram - se na acomodação,
Perderam - se em meio a barreira
Supostamente na euforia ou ilusão
Ficou a formiga a pensar ligeira!
Minimalize-se
É a mais pura consciência do ser humano em querer apreciar com total inocência a si mesmo e tudo ao seu redor, sem tomar posse daquilo que nunca será de sua propriedade. Uma escolha que poucos fazem, uma forma de viver intensamente tudo o que o mundo tem a oferecer, é a percepção em um nível de consciência onde a reflexão e o desejo se tornam mais intensos e sinceros, em muito damos valor ao que não temos, ao que não precisamos, por vezes adquirimos não para nós mas para o próximo e quando a validade ou a eloquência revogam, o bem é transformado em puro vazio, momento em que nos tornamos fracos e solitários, e como um vírus contagioso acabamos por sofrer da mesma enfermidade que logo retornaremos a propagar, quem me dera se Sievert e Gray pudessem definir isso também, alguns de nós em decaimento emanam as últimas vontades, enquanto outros só saberão o que os esperam, quando o frenesi passar, a
absorção inconsciente tem efeitos tardios, eles chegam ao núcleo por entre nossa formação e informação, contaminam como bactérias no alimento todas as nossas estruturas genéticas, e como uma função de redes neurais, chegamos ao resultado de uma constante social vibrante e artificial, porém subentendida, com ela se viabiliza uma seleção natural de desafetos, que concomitantemente nos deixam presos a um ciclo do princípio de idios viciante. Preenchemos com um breve momento o nosso vazio com a nulidade da vaidade, perdemos nossa saúde e paz com atenções que no fundo são tão levianas quanto nós. Tudo isso se destina a busca por um ponto em comum, o de ser tão único quanto possível, sem saber que o único lucro do vazio de ser esse tipo especial, é ter para onde retornar, mesmo que como um fungo entre as folhas da Oliveira dita, tendo a tranquilidade de poder se renovar.
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