Depoimento para meu Filho de 18 anos
se as rosas falassem
conversaria com elas
por horas
dias
meses
anos
décadas
a fio
eu as entenderia
e espero que elas também
fizessem o mesmo comigo
elas não precisam dizer nada
só de contemplá-las
eu posso imaginar
a nossa conversa
que de tão intensa
posso sentir o perfume exalado
admirar sua beleza
olhar para as cores vivas
que de tão vivas
estarão em minh'alma
para sempre
e eu emudecida
silenciada
só recolhendo as pétalas
para serem guardadas
junto com outros tesouros
do meu coracao!!!
A educação certamente transforma a vida. Não basta somente as pessoas passarem anos e anos estudando, na busca de adquirir mais conhecimento, e essa mesma pessoa não praticar o conhecimento que foi aprendido. Colocar o conhecimento em prática, transformar a sua vida, a vidas das pessoas ao seu redor, enfim, fazer valer a pena os estudos, as madrugadas perdidas. O mundo precisa disso, uma sociedade melhor, com igualdade de oportunidades. Conhecimento é como a fé, não basta saber, crer, é necessário ações, fazer acontecer.
e de repente...
...já se foram 30, 40, 50 anos...
...já se foram os 5 minutos que pedimos a mais de sono...
...já perdemos com minutos de bobeira...
...já perdemos o vigor, o rubor, a vergonha...
...já perdemos a infância e a juventude...
...já saímos da escola e da faculdade...
...já somos adultos ou idosos...
...já perdemos nossas faculdades mentais...
...já amadurecemos e outros já até apodreceram...
...já crescemos em muitos aspectos...
...já decaímos em outros tantos...
...já perdemos coisas e pessoas...
...já passamos por vários carnavais e primaveras...
...já perdemos a noção do tempo...
...já nos perdemos pelo caminho...
...já não queremos mais aquilo que sonhamos quando criança...
...já esquecemos o que viemos fazer aqui...
a vida é repentina
passa por cima da cabeça
e quando percebemos
lá vamos nós outra vez
partindo sem chance
de ficar apenas
mais um pouquinho talvez!!!
Quando estamos inativos temos a sensação de que as horas passam lentamente e os anos voam. Quando estamos ativos, sentimos as horas passarem ligeiras e os anos lentamente.
Ficar um pouco na janela no final da noite faz parte de um hábito que tenho ao longo de anos.
Talvez eu seja o homem na janela.
Um dos poucos do planeta, conscientes deste hábito, e parte de milhões de pessoas que fazem isso, de forma inconsciente, às vezes.
SIM! Às vezes a gente vai para a janela de forma inconsciente e não programada, algumas vezes ao telefone, outras vezes enquanto mastiga algo ou para observar um barulho, apenas.
Da janela à noite, gosto de observas as luzes dos prédios e dos carros que passam. Vejo as folhas que balançam com o vento e quando chove, um novo campo de observação se abre, os pingos da chuva, a água que escorre pelas beiradas das calçadas fazendo rastros.
Da janela eu posso imaginar o que as pessoas estão fazendo em seus infinitos particulares e a minha imaginação flui.
Penso nas pessoas que estão comemorando algo ou simplesmente cumprindo a sua rotina.
A janela, muitas vezes, me tira de pensamentos de problemas reais que estejam perturbando o presente.
Salve as janelas!
Mais de 2500 anos se passaram desde que Sócrates sentenciou: "Conhece-te a ti mesmo" e o homem ainda não conseguiu. Alguns pensam que sim.
Os anos se passam
A vida segue
A tanta coisa para aprender
Que não cabe em um caderno
Amores que vem e vão
Saudades que mobiliza a vida
Retratos fixados no criado mudo
Os filhos que crescem
Aos 40 anos uma mulher é capaz
De olhar o passado
Ver que passou por uma batalha de vida!
Que no final tudo se ajeitou!
Do seu jeito próprio!
A vida fez a caminhada ser prologada.
De pequenas vitórias
Que constituiu um diário de vida!
É dessa vida cada segundo.
Tem um valor insubstituível.
Queria voltar no tempo.
Começar de novo toda essa jornada.
O primeiro aprendizado é o que tempo.
Não volta!
Que preciso apreciar cada instante!
Para construir uma carreira, você precisa de muitos anos de trabalho árduo, mas hoje, para destruí-la, bastam alguns segundos de uma fake news.
Estou experimentando uma fase semelhante à de Lionel Messi, após anos atingindo altos patamares, agora estou buscando aproveitar as coisas boas dos sonhos que almejo e finalmente encontrar paz e tranquilidade após enfrentar anos de sucesso e pressão na Europa.
Se há cem anos a idolatria do trabalho era indispensável para liberar-nos da miséria, hoje, na maioria dos casos, é apenas uma inútil escravidão psicológica.
Os primeiros habitantes da terra viveram por quase 1000 anos, como deveriam ser dotados de experiência de vida e sabedoria, visto que, o tempo acrescenta esses tesouros.
Hoje nós mal chegamos aos 100 anos e achamos que sabemos de tudo quando, não sabemos de nada!
Queria que tudo fosse fácil na vida,mas nada e fácil sempre vai ser difícil,por anos vou lutar por que eu vou escalar o destino e encontrar o meu lugar no mundo. A musica e minha paixão só que amo escrever,tenho uma direção para seguir,quando for pra mim seguir pro meu futuro,estarei pronta deixarei meus amigos e as pessoas que mais amo na vida,
Por que vou embora e n ao voltarei cedo a minha partida.Deixarei saudades,mas sei o que estou fazendo.Sempre vou manter minha Fé,Por letras vou viver,meu futuro espera por mim;
Meu coração estará aqui onde vou deixar saudades quem não me conhece,não sabe minha História,sempre vou escrever,mas não pra sempre,chega uma hora de parti e tenho medo deixar você,por ser uma pessoa especial pra mim
PERGUNTE AOS VENTOS
O que me chamava a atenção era o fato de que, mesmo vivendo 100 anos, talvez nesse espaço de tempo relativamente longo ele jamais teria noção do quanto era especial para mim. As pessoas são tão mágicas quanto assustadoras, mas ele parecia sempre estar envolto naquela magia em forma de carinho e cuidado. Ele não sabia – provavelmente nunca saberá, mas eis um segredo: ele me fazia bem. Não da forma erroneamente interpretada pelos adultos; troca de interesses, mera companhia para saciar a solidão ou estar com outro na tentativa desesperada de ocultar o vazio e o nada que pairam em seu próprio interior. Ele me fazia bem na pureza do sentimento de crianças; a pureza e aquele sentimento sublime eram a base de tudo. Então, o avistei vindo lá longe, quase sumindo no horizonte. Meu coração entrou em seu corriqueiro descompasso; soltei o cabelo, tirei o óculos e aguardei ansiosamente sua chegada enquanto meu interior parecia ser dilacerado pela ansiedade e pelo som do ponteiro dos segundos que transformava toda aquela cena em uma eternidade. Ao se aproximar, sorriu, exibindo aquele habitual sorriso perfeito o qual eu tanto admirava – ele era o borrão com o sorriso mais lindo que eu jamais imaginaria ter a oportunidade de conhecer.
sessão terror
Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se reuniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou.
Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos.
O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão.
Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.
Não mofes dos meus quinze anos, leitor precoce. Com dezessete, Des Grieux (e mais era Des Grieux) não pensava ainda na diferença dos sexos.
*A idade cronológica, até 12 anos, crianças e exigem cuidado e preocupação, além de investimento, de 13 a 24 adolescentes (estudo mais recentes), damos muito muito trabalho aos nossos pais , de 25 em diante adultos; ganhamos bens, companheiros, dinheiro etc. e finalmente após 60 anos, idosos, só perdemos: os pais, os bens e finalmente NÓS MESMO".
Marca silenciosa
Rodas cintilantes flutuam vigilantes nas marés da vida,
por anos na caverna sem ver além das sombras esculpe o abismo e o moldei como uma estátua de vidro, aprendi a enxergar baseado naquilo que vive no caos,
mergulhado na dor entendi a respeito de várias revelações, saio transformado hoje da caverna para espalhar uma luz jamais vista antes na superfície.
Há aproximadamente 400 mil anos vivemos conectados com a natureza, a mãe terra era (e ainda é) uma parte nossa, onde todos os recursos de nutrição, acolhimento e cura se podem encontrar. Muitos fatores nos distanciaram deste contato o que nos trouxe conseqüências devastadoras. Esse é um convite à conexão e à reconstrução da nossa casa. Ainda há tempo de reconstruir essa grandiosidade.
Soraya Rodrigues de Aragão
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