Depoimento para meu Filho de 18 anos
Linda flor
Tu és a minha flor,
Sempre fostes fundamental,
O meu lindo e venerado amor,
Tu és princesa, doce e especial.
És a flor do meu universo,
Tão essencial como o ar,
O meu mais lindo verso,
A mulher que escolhi amar.
Deusa grega e princesa,
À carregarei dentro do meu coração,
Amarte-ei com toda certeza,
Encheste o meu mundo de paixão.
Paixão que não se mede,
Paixão que me engrandece,
Paixão que não compete,
Paixão que não se evaidece.
Tal amor, é bom sentir,
Pois nele impera a maturidade,
A implícita sabedoria e o único elixir,
Que liberta a alma de todas às vaidades.
Eu escolhi te amar,
Apenas isso escolhi,
Sem o tempo para voltar,
E voltar, é o mesmo que mentir.
Mentir para o próprio eu,
Sobre uma verdade absoluta,
O sentimento é sempre meu,
Pous emite um som que o coração escuta.
Lourival Alves
"O meu mudo é a mudança que ninguém ouve, pois sempre mudo em silêncio. A minha mudança muda é o meu mudo infrassom."
Esta é minha vida, meu espaço.
Quero ouvir meus pensamentos...
Não quero que me encontrem,
Não quero ser encontrado.
Não quero transformar meu dia num reality show,
como fantoche de um big brother.
Não quero seguir nem ter seguidores...
Não quero memes, figurinhas, emojis...
msm, email ou sapps.
Não quero meu traseiro nas redes sociais.
Quero silêncio... silêncio digital.
Descobri a minha estrela. Ela é bela e graciosa. Elegante e divina. O meu riso no inverno. Ela é corajosa e forte. Arrojada e tentadora. Diferente de qualquer outra no universo e não posso tocar-lhe. Nem me atrevo a tentar.
Eu não mudo simplesmente porque perdi alguém ou alguma coisa, porque o meu carácter não depende de nada nem de ninguém, senão apenas de mim mesmo.
ADVERSO DUM VERSO
Essa sensação de face cansada
Que vês no meu poetar azedo
De trova tremente e mirrada
É falta que lamenta no enredo
O versejar pouco camarada
Da satisfação já em degredo
De rima velha e desgraçada
Em que não se profere ledo
Ontem, de viço e alegria
Hoje, o choro e sofrência
Um fado. Na vã poesia
Nesta dura sina em riste
Do canto em decadência
Verseja um poeta triste!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/08/2020, 16’45” – Triângulo Mineiro
Um aniversário em meio a pandemia!
Vim aqui agradecer a todos pela lembrança do meu aniversário, pois sei que mesmo com a pandemia e longe de alguma forma tentamos ficar perto, sinto saudade do parabéns oficial e a presença de todos no dia-a-dia.
Amanhã completamos 150 dias de quarentena em casa oficial, não sei vocês, mas eu estou 100% reclusa em casa saindo só para o básico, não foi um aniversário muito festivo, mas com toda certeza essa lembrança ajudou muito o dia 12/08 ser mais alegre sabendo que cada um de certa forma lembrou de mim!
Espero que em breve nos encontremos, e digo de coração que quando tudo isso passar vamos olhar pra trás e dar risada do que vivemos, mas não a risada de deboche e sim sorrir de alegria que superamos tudo isso e que temos forças para prosseguirmos firmes e fortes em nossas jornadas.
Não sei também se acreditam em Deus, mas creio que ele nos abençoou de alguma forma, pois chegamos até aqui.
E quando tudo passar iremos refletir mais sobre o quão as pessoas são importantes nas nossas vidas além da nossa família.
Pois... Foi sempre a resiliência que salvou os sonhos da tentação de desistir!
De menino virou pescador.
Por amor a mãe
Nunca chorou.
Transformado homem forte
Sem temor.
Meu pai foi guerreiro
Construiu a vida com fervor.
Escondia o que sentia
Só cuidava e passava
E a vida no fim lhe foi tirada
Com angústia de quem o amava
E a lembrança de quem ficava
Mas até o fim foi diferente
Mesmo com olhar ausente
A vida lhe deu de presente
Amor as plantas, aos livros e a passarada.
O que eu tenho a dizer sobre o metal?
É meu estilo de vida primeiro, ele é a trilha sonora da minha vida.
Gera satisfação musical, intelectual, política, filosófica e existencial.
Só os melhores entendem sua linguagem, que está sempre para além de tudo o que é absurdo, sua logica é incontestável...
É por isso que, quem o escuta é forte, pois, tem um "metal heart"!!!
todas as vezes que eu acordo elevo os meus olhos para o céu e agradeço é de lá que vem o meu socorro
Eu caminho em direção ao mar e deixo a brisa leve tocar meu rosto, sinto paz. A energia positiva me transborda. E não há mal algum que dissipe o brilho que emana meu coração, pois sou guiada pela luz divina. Eu sou o que sinto, sou o que vejo, sou feita do AMOR de Deus.
Estávamos assim, frente a frente,
Eu e o meu eu lírico,
foi um intrigante discussão...
Há tempos que ele me cobra,
me intimida, incomoda.
Sua primeira pergunta...
Que tal transformar a dor em flor?
Eu cego, no meu ego, franzi a testa e respondi...
Não consigo falar, sem a mim observar.
Só sei falar de mim,
da minha própria dor, do meu desamor...
Meu eu lírico, triste, decepcionado,
Colocou-me contra a parede e propôs-me um desafio...
Tente, ao menos tente, seja o que vier na mente.
Aprenda a flutuar, ao escrever sejas tudo. Permita-se.
Antes que eu lhe perguntasse, nem mesmo deixou que eu falasse,
Transportou-me de mim mesma, a ser outras coisas,
a ter outros olhares. Olhe em volta! Veja os versos!
Dos poetas que admiras. Eu, o eu lírico, sempre estou.
Num poema sejas flor, no outro, um gato
ou qualquer outro bicho…
Seja uma dama recatada…
Em outro uma amante debochada…
Fale como se fosses um nobre Cavalheiro,
ou quem sabe sejas, um bêbado na estrada…
Criança, adulto ou idade avançada,
liberte-se e escreva sobre tudo!
Seja o que desejares, o que na escrita te inspirares!
Na natureza sejas tudo!
Fogo, água, ar, tempestade!
Sinta e seja todos os sentimentos,
para uma escrita intensa, fundamentada.
Fale de fé, com cuidado e respeito,
fale do bem e fale do mal.
Eu já sem fôlego, entusiasmada e o eu lírico?
Não parava, pois, era infinito o seu ser,
e queria a minha escrita ampliada!
Enquanto ele falava, eu fechava os olhos
e tudo imaginava.
Desejando que ele nunca mais se calasse.
E segui caminhado na imaginação da minha estrada,
passando por eles, todos os personagens,
que na caminho me esperavam.
À medida que eu andava, percebi,
eu e o eu lírico éramos um,
ele era tudoo que eu internamente desejava.
E todos os meus futuros poemas,
há tempos moravam em mim.
Meu amor de quatro patas, pula, brinca, em plena madrugada.
Enquanto estudo e escrevo, ele arranha a minha cama e eu deixo.
Acostumou-se com a minha insônia. Só dorme lá pras tantas…
O meu doce e marrentinho amor…
Quando triste me observas,se achega e dá calor.
Quatro patas, um focinhoe garrinhas afiadas.
Teu nome tireidas minhas viagens literárias!
Um dos meus mais queridos personagens.
Dom Quixote de La Mancha,do imaginativo Cervantes!
Tens um miado velado, então,se enrosca nos meus calcanhares…
E quando vem manhoso,conheço todos os seus olhares.
Sei exatamente o que é,ração, passeio ou afago.
Sempre sei o que lhe dar!Tens todo o meu cuidado!
Meu amor, nunca se esqueça do que almejo,
estás na minha lista de desejos.
De quem eu gostaria de ter por toda a vida!
Se não, dar-te ao máximo uma bem vivida!
Somos parecidos! Isso enche-mede orgulho e afeto.
És sério, porém, és doce, introspecto.
O meu denguinho, o meu amor.
Meu filho de patas, sim senhor!
Fique
Fique comigo
Fique ao meu lado
Apenas fique...
Eu sinto sua falta
Meu coração dói
E minha alma se entristece
cada vez mais
sem você aqui
Eu te amo
E sempre te amarei
Não importa quanto tempo passe
Você sempre será
o grande amor da minha vida!
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