Delírio
Podem chamar de delírio
Pois não ligo, e assumo:
A espera de quem se prepara
Para você e o nosso amor.
A eloquência é a hipnose dos seres; quando mal-intencionada, provoca neurose obsessiva em delírio constante; mas, quando bem-intencionada, alimenta e liberta mentes na abstinência do tirocínio.
Parte da minha natureza é tua:
Sou estranho delírio de amor,
Que se declara, e se insinua
No meio de um banho de chuva.
Gotas de chuva deslizam em mim:
Sou brasa declarada que queima,
Que na tua pele insiste - teima
Em cair em completa perdição
Cresci, e o meu nome é paixão.
Porque de tanto lhe desejar,
Respiro de tanto lhe querer,
Escrevo um tanto por nós,
Resolvi te desvendar...
Gotas de chuva amainam em mim:
Sou letra que não se sonega - teima,
Que quando se perde, se encontra
Vira e se desvira - solicita
Reza, espera, confia e vira poesia.
O delírio me carrega,
É certeiro e atrevido,
É quase um asilo,
Que me refugio.
A férvida tentação,
Não desmantela,
É flutuante paixão,
A domar a pantera.
Gostaria de saber
- escrever
Do jeito que sei
- atentar
Para você me amar.
Além das linhas,
Sou um tesão,
Além do corpo,
Sou o teu coração.
É o delírio que me leva,
Seduz e cativa,
E sempre te abriga
Em cada linha escrita.
Ei...você!
Que despertou a menina flor e a perdeu;
antes que ela desabrochasse para o delírio
do primeiro amor.
Que bobo você foi!
☆Haredita Angel
Bota fantasia nisso,
Ou melhor, delírio...
Realmente um bem
Grande, um sonho...
Ela aquecia como
Star o céu da boca!
PASSAMENTO
Dentro do meu silêncio
Existe sempre um intento
Que ninguém escutará
Tampouco sequer tocar
Pois se o silêncio há
Sofre em mim um sentimento.
Talvez eu sofra de amar
De sonho ou de pesar
Ou sofra de pensamento.
E já que eu sofro por dentro
Bem melhor é o passamento
Do que essa dor suportar.
Sei, não haverá lamento
Sequer pedirei alento
Minha morte irei honrar
Pois melhor morto é estar
Do que eu viver a penar
De tudo que é sofrimento.
Mas sempre irei lembrar
De como foi bom te beijar
E ter o meu peito tremendo.
E se foi intenso o momento
(O do nosso juramento)
Pra sempre o amor viverá.
Diego Muniz
14/01/2019
facebook.com/diegomunizpoesia
@diego2muniz (instagram e twitter)
Somente quando tu puderes dar sentido às coisas pequenas é que poderás sentir as coisas grandes. Estar invisível aos olhos não pode significar estar morto ao coração.
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@diego2muniz
Pelo que entendo da religião cristã, ela foi, e é, uma revelação.
Mas como foi possível que milhões de fábulas, histórias, lendas tenham se misturado tanto a revelação judaica quanto cristã e as transformado na religião mais sangrenta que já existiu?
Eu estava perseguindo aquele peixe mas ele foi embora, e quando vi já estava fora de mim, acho que acabei me perdendo de novo no coração de desejo.
Queria saber cantar,
queria saber dançar,
mas como saberia-as,
que isso foi um sonho,
que isso foi um delírio,
profundo e nulo,
será que sou o que pensou,
será que sou uma ilusão,
criada para se encaixar,
criada para se abraçar.
Teu jeitinho
Mergulho em tua inocência
Inocência que tanto cativo,
Tão fascinante o teu jeitinho
Jeitinho de menininha.
Te colocaria em um potinho
Para te ter pertinho de mim
Parece uma criança
Com esse teu rostinho
Com esse teu jeitinho
Jeitinho que tanto cativo
Oque tu tens que me
Deixas tão fascinado por ti?
Tu tens um belo olhar
Olhar que tanto cativo
Tu eres dona de um lindo sorriso
Sorriso esse que tanto cativo
Oque tu tens que me
Deixas tão fascinado por ti?
Tu tem brilho, um grande brilho
Brilho é tão tamanho
Que eu me fascino,
Que me delírio em seu jeitinho
Oque faço pra te ter em um potinho?
Malícia é ter a sensibilidade para identificar o mal, porém ver maldade em tudo é outra coisa, a psiquiatria chama isso de delírio persecutório.
Da série: O início da fase de regeneração Planetária
Ao longo dos tempos toda cultura vai vivendo e vai se repensando. Quando chegamos ao ponto em que nos encontramos, onde a Humanidade está sendo ameaçada pelos próprios dirigentes, precisamos parar e refletir. Somos constantemente ameaçados através da opressão, da ameaça nuclear, da destruição da Mãe Terra, da alimentação tóxica, da poluição de todas as formas, da indústria que cria doenças físicas e emocionais. Dos pensamentos que emanamos ao que libertamos no meio ambiente. Quando chegamos nesse ponto o que devemos fazer? De nada adianta clamarmos por ajuda do Espaço. Dezenas de outras civilizações já foram aniquiladas por não se alinharem ao caminho do Grande Espírito. A história tende a se repetir. Não se pode mais construir a Paz com a Guerra. Precisamos de atitudes positivas no Planeta Terra. Precisamos da mudança de paradigmas. Precisamos evoluir. Precisamos nos unir. Basta. Do primeiro minuto que iniciamos a escrever esse pensamento até agora, pelo menos duas mulheres já foram violentadas. Estamos cansados desse delírio histórico milenar. Pelo respeito em todas as relações. #intervençãoalienígena
O ânimo das pessoas, pelo menos em minha geração, está sempre oscilando entre extensa melancolia e falso otimismo. Vivemos em uma sociedade doente; dada ao delírio e com ínfima consciência de si.
Sol e Sonho
Solto meus bichos e extravaso o meu desejo
Preciso ser uma anciã feliz ainda que solitária.
Redimir das, e dirimir minhas inquietações
De querer saber o que vim fazer aqui.
Solta e só como um pião sem prumo.
Sem rumo
Então, onde o entra o Sol neste poema?
Dilema.
Não sei. Talvez eu o insira no meu olhar
Só pra morrer de delírio e nada mais.
E os Sonhos?
Ah! Sonhar é bom. Sonho que sou uma
Fada e transito na estrada que passa
Ao lado da avenida onde brilhas.
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