Déjà vu
Sensação indescritível (Déjà vu) é estar num ambiente que vibra energia onde pessoas sintonizam numa mesma freqüência em busca de respostas para a sua existência e aprimorar seu lado espiritual em busca de sua evolução moral.
Tive um déjà vu,a impressão, ou será que a esperança?, de que tudo não passou de um pesadelo, que não tinha realmente acontecido,que ele ainda seria meu, não dela, que quando eu o visse ele ainda me faria rir, me tomaria em seus braços e diria o quanto eu era sua. É o que teria acontecido em um livro, seria um pesadelo, um engano, um terrível engano, mas isso aqui é vida real. Tentei conter as lágrimas , mas a dor era tanta que transparecia,irrompia, explodia por mim. Não cabia em mim. Eu era pequena demais para tanta dor.
Vinte e dois de maio de dois mil e quinze.
Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.
Todo dia o mundo muda um pouco e todo dia a gente muda com ele.
Algumas vezes sentimos por uma fração de segundo, momentos de dúvida, de surpresa, de confusão ou de indecisão, algo que parece uma lembrança, uma coisa que já vimos, alguém que a gente já conheceu, um lugar que já estivemos, momentos que já vivemos.
Essa impressão pode vir com algumas sensações.
Pode ser boa, de que já resolvemos um problema ou de preocupação, porque teremos que viver novamente uma experiência ruim.
Tudo,quase sempre com muita ansiedade.
Os franceses têm uma palavra para isso: dèjà vu.
Vinte e três de maio de dois mil e quinze.
Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.
