Dedicatórias para Engenheiros
ENGENHARIA
Nunca foi perda de tempo
Melhor conselheiro o exemplo
Engenheiro do teu templo
Só palavras não aguento.
Não é sobre se formar Engenheiro Agrícola e Ambiental, é sobre se tornar Engenheiro Agrícola e Ambiental.
Ser um médico, engenheiro, advogado, juiz, administrador, nunca deveriam ser tratados como um milagre e sim cidadania. Quando na mente de um cidadão objetivos como estes são milagres, o Governo com certeza é corrupto.
Somos todos dependentes uns dos outros. O que seria do engenheiro civil sem o auxiliar de serviços gerais? Cada qual na sua função somando para o bem de todos. Quando a arrogância fala mais alto, a dignidade da pessoa humana cai em desgraça, e não tem graça nenhuma se sentir melhor do que o semelhante, porque todos inseridos numa sociedade tem a sua precípua importância em prol da coletividade.
Muitos engenheiros produzem coisas inúteis, úteis apenas para tomar dinheiro rápido dos seus usuários; mas, quando eles usam a inteligência em prol da necessidade e dos benefícos dos seus consumidores, outros lançamentos e testemunhos acabam enriquecendo a sua engenharia, oferecendo cada vez mais maior qualidade e garantia de suas produções.
Um escritor nasce, escrevendo; um engenheiro surge, calculando; um pecador morre, pecando e um cristão vive, andando no Espírito.
Somos engenheiros da vida, trazemos na essência as ferramentas que fundamentam o processo evolutivo, apenas para atos laureados de paz.
TRÊS DIAS
Um dia eu morri por três dias
E no paraíso minha tia Zilda ainda falava
De Engenheiro Pedreira como se fosse uma
Daquelas longínquas cidade do faroeste americano
Imaginei que tudo fosse um engano
E no meu sonho vi no jardim do paraíso
Jésse e seu irmão Frank James
Pensei: -que que esses salteadores fazem aqui?
Vi José "Malamuerte" Almada,
Caçador de recompensa
Que apavorava no Novo México;
E um punhado de ladrões de gado
Que sitiavam Tombstone, no Arizona
"O que esses bandidos fazem aqui no céu?
Parecia meio cruel mas ali mesmo no Guandu
No leito caudaloso do rio, os presuntos boiavam
Levando o terror causando calafrio
Era a faxina que o esquadrão da morte
Executava nas cercanias
Muita gente morreu para essa limpeza,
Talvez mais do que devia,
Mas ninguém nada via, ninguém nada sabia...
E pela manhã a sabiá cantava,
As flores floresciam
E tia Zilda aguava as trepadeiras,
As samambaias e as flores do jardim
Cantava uma canção antiga
Como se fosse eterna a vida, e a vida era assim...
O que é ser engenheiro dentro de um mundo competitivo onde se juntam informações, técnicas, utilidades e se aplicam perfeições.
“Um médico contradizer a opinião de outro médico: profissional.
Um engenheiro confirmar a análise profunda de outro: técnico.
Um advogado confrontar as provas da tese de uma acusação: defesa do direito.
Já o político ser julgado pelas vozes de milhares: temor!”
"PODEMOS EVITAR ACIDENTES; O Engenheiro Murphy, diz que devemos tomar cuidado, porque se houver a possibilidade de ocorrer um acidente ele pode ocorrer:
Estive em um hospital particular e uma senhora chegou na emergência deste hospital, com muita dor pedindo pra morrer. Indaguei o filho sobre o que havia acontecido e fui informada que a senhora havia subido na cadeira para trocar a lâmpada. Ao invés de utilizar a escada própria pra isto. A cadeira virou e ela caiu no chão. Fraturou diversos ossos.
Serve como alerta, para evitar acidade é necessário ser prudente"
Azamigas:
Ah, minha filha é médica!
Ah, a minha é advogada!
A minha é engenheira!
Eu meio cabreira...
Falo com a mesma animação delas;
Pois a minha filha é Jiujiteira....!
Fazer o que né?
Haredita Angel
05.11.17
Datilografia
Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano,
Formo o projeto, aqui isolado,
Remoto até de quem eu sou.
Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro,
O tic-tac estalado das máquinas de escrever.
Que náusea da vida!
Que abjeção esta regularidade!
Que sono este ser assim!
Outrora, quando fui outro, eram castelos e cavalarias
(Ilustrações, talvez, de qualquer livro de infância),
Outrora, quando fui verdadeiro ao meu sonho,
Eram grandes passagens do Norte, explícitas de neve,
Eram grandes palmares do sul, opulentos de verdes.
Outrora...
Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro,
O tic-tac estalado das máquinas de escrever.
Temos todos duas vidas:
A verdadeira, que é a que sonhamos na infância,
E que continuamos sonhando, adultos, num substrato de névoa;
A falsa, que é a que vivemos em convivência com outros,
Que é a prática, a útil,
Aquela em que acabam por nos meter num caixão.
Na outra não há caixões, nem mortes.
Há só ilustrações de infância:
Grandes livros coloridos, para ver mas não ler;
Grandes páginas de cores para recordar mais tarde.
Na outra somos nós,
Na outra não vivemos;
Nesta morremos, que é o que viver quer dizer.
Neste momento, pela náusea, vivo só na outra...
Mas ao lado, acompanhamento banalmente sinístro,
Se, desmeditando, escuto,
Ergue a voz o tic-tac estalado das máquinas de escrever.
