Da Solidao Cecilia Meirele
Porque vives na solidão
Dueto: Cidinha e José adão Ribeiro
Trineto: Cidinha , José adão ribeiro e zabelê
Cidinha
Porque vives na solidão,
Sabes que por ti tenho paixão,
Será que não me quer
Ou tem medo da paixão?
José adão
Viver na solidão
É compreender mais o amor
Par quando ele surgir
Não haver nenhuma dor
A paixão é imprevisível
Querer amar é direito
Antes da paixão vem sempre o respeito
Cidinha
A solidão
Às vezes ajuda,
Assim podemos pensar
Não entregar
O coração
E por tempo não se machucar.
José adão
Tudo contribui
Até mesmo a solidão
Sentimos o que for possível
De como será a paixão
A entrega tem que ser
Sem medo de sofrer
Mas com a presença
De cada conhecer
Cidinha
Mas ela não será eterna,
Pois quero me apaixonar,
E bom viver um amor
Mesmo que me cause dor
José adão
Sendo ou não eterna
Apaixonar sempre é possível
Se viverem com verdade
Sonhando em algum paraíso
Zabelê
Entre a solidão
E machucar-se
É preferível machucar-se.
Pra tudo dá-se um jeito.
José adão
Solidão jamais machuca
E sim é o tempo
De saber o que deseja
É sim preferível a solidão
Do que mentir o que se almeja
Trineto: Cidinha , José adão ribeiro e zabelê
http://www.recantodasletras.com.br/duetos/5502146
SENTIMENTOS
No silêncio da noite,
A solidão vem de açoite,
E num amanhecer gelado,
Assento-me calado,
E fico a observar a correria,
De uma vida que está vazia,
E virá outra manhã cinzenta,
Trazendo dor no peito,
Dor que me atormenta,
De dia e no meu leito.
E um dia novo virá,
Outra noite aparecerá,
E outras lutas,
Outras disputas,
E atrás daqueles montes,
Outros horizontes,
Novos mares,
E outros ares,
Novos ventos,
Novos sentimentos.
Autor: Agnaldo Borges
16/09/2014 – 01:35
Solidão no sertão!!!
No canto a velha sanfona
as esporas e o gibão
a seca é mesmo a dona
dessas terras do sertão
se o governo me abandona
a esperança diz que não!!!
Não sei se sei,se não..
.
Tenho sofrido,
Quer solidão e leveza
Quer de vazios,
Dizer o que sei,
Eu não sinto,
Nem vontade
E contar cura
Não.Tenho sofrido
Independente
Da razão e do
Sítio que liga,
O estômago à mão
que escreve,
Dependendo
Do coração um terço
Que solto,
Solto, faz tempo
Não ....
Tenho sofrido
De esquecimentos,
Mas o que sinto
É que não sou eu
Que esqueço
Onde estou,
Mas tantos outros,
Que me não acham,
No incerto caminho
D'onde venho,
Perguntam à névoa,
Que foi do tolo
Que se perdeu
E esta responde:
-Quem por aqui passa
Com coração à solta
Não precisa guia
Cão, nem tem medo...
Venho sofrendo
De infinitos dispersos
Por tudo quanto vejo,
Unidade na alma,
Esta não vejo,
Estilhaços de azul e céu,
Que agarrei para um uso
Que não sei, se sei,
Se não...
Jorge Santos (06/2016)
http://namastibetpoems.blogspot.com
São tantos... Os dias de solidão!
Busco-te no Mundo... Acho-te em mim...
Ah meu amor!
A tua essência extasia-me... Mas fere... E dói...
Meus sussurros... Cortam a noite...
Tem vezes que penso coisas tão vazias do sentir...
Mas é preciso despertar o silêncio... Tantas desesperanças
Tantas dores dentro do coração...
Não sei se o anoitecer é a melancolia das tardes que morrem...
Aprisiono o vento...
Desejo guardar pedaços do céu de uma primavera que vivemos juntos...
Venturosos momentos!
Quero ficar aqui em frente ao mar... Serena...
Vigiando o verde que emprestou ao meu olhar...
Esperando a noite companheira de minha solidão!
solidão... isolada... realidade sombria...
muitas vezes perguntas e ideais...
pensar e pensar mera existência.
Cada ilusão é única na candura de quem sonha.
É aldeia, porto e estação da solidão.
Em muitos sonhos dormem os vulcões em erupção que minam e sublimam vez ou outra pelo esconderijo inseguro da inquietação.
Não se concebe a fraqueza pela incerteza que trás um coração, nem um ato é pensado quando há o mover de uma paixão.
Nenhum amor é seguro, nem é tecido de certezas é escravo das lonjuras, das inconstâncias que o permeiam.
É a ausência que sonha, é a falta que inspira, é a tragédia grega do amor que norteia a vida!
E dessa forma te encontrei. Apesar de aceitar a solidão, preferi encontrar no amor a razão.
Único forma de viver, apesar de.
"NOITES EM DIA"
Noite perdida, esquecida
Cai a solidão sobre a minha cama
Neste quarto vazio, vazio de nada
O tempo sufoca-me, tempo perdido
Nasce, morre, renasce comigo
Não sei se ele cura, não sei se nos ama
Parece um anjo, mas é solidão
Cai a noite sobre a minha cama
Sombria, escura, com asas sentidas
Deste poema adormecido desta noite
Que se transforma em dia.
Que solidão em espécie de saudade é essa que transborda e inunda, afogando-me os sentimentos de um dia tão sujeito e dispendioso ao teu ser foste; quão estou em extasiada fase eloquente de morte encontrei-me, referido.
Eremitando
Na solidão me entrego,
entre olhares perdidos,
Erguidos em escapismo.
Lirismo encoberto.
No horizonte me enterro,
neste luto eterno,
entre meu mundo interno,
e a realidade que impera.
Quisera eu poder inventar
minha quimera,
e dela fazer minha existência,
substância, essência.
Ao ver algum sorriso de alguém para você, é hora de dizer adeus à solidão. O sorriso é a chave que abre até as portas de toda escuridão.
