53 frases de cura para amenizar suas aflições
Passar pela vida como uma sombra escura
Não é grata missão nem bondosa elegia
Mas a minha batalha segue pelo dia
Nos versos de dor que encontra a cura.
Sei que poderei apenas relembrar
a pele cor pêssego maduro,
mas neste caminho perduro
onde pude no gozo de outrora beijar.
Mas sei que serei chamado num raio de luar
Para o umbral das nuvens e do céu, partir
E certamente há um momento sublime por vir
Onde até Sócrates e Galileu vou encontrar.
E meu semblante não estará mais pálido e branco
Pois sabia que pelo menos no céu poderia
Novamente ter quem eu tanto queria.
Com o coração vencer qualquer pranto.
Patologia
risco de mim a paixão
um peso extra ao coração
vivo uma contradição
que por zelo ouço a razão
a paixão se esvai rápido
um mal necessário?
prefiro a cumplicidade meu caro
que com calma constrói o duradouro
a pressa da paixão deixo ao tolo
21/04/2019
Quero viver, quero mudar, um motivo não há
E lá fora, o mundo volta a girar
Se é só o tempo, então releva
Já não há nada que possa irritar
Essa cura
Sabe todo esse desconforto que está sentindo. Sabe toda essa tontura. Sabe toda essa dor no estômago. Sabe esse cansaço físico e emocional que tens passado. Sabe essa angústia, essa ansiedade, essa impaciência e essa inquietação? É Deus te preparado, te refazendo, te curando, te fortalecendo e te capacitando para receber uma sucessão de coisas boas.
Hoje eu sonhei com você.
Era dia e estávamos na garagem de uma casa, como já ficamos antes, na mesma velha cidade.
Não que eu não tivesse sonhado antes, mas hoje foi diferente.
Não teve dor, raiva, nem saudade e amor. Teve cura!
É como se, depois de muito tempo, a dose de um remédio viesse em forma de fantasia.
Empatia foi o que aconteceu.
Um encontro de almas subconscientes, ajudando uma a outra.
No sonho éramos grandes amigos que não se contemplavam há muito tempo.
Falamos sobre a vida, sobre esse tempo que se passou e não nos vimos ou falamos.
Falamos sobre conquistas e vitórias, mas também sobre fracassos e desilusões.
Falamos sobre família e sobre relações malucas que não deram certo.
Falamos sobre vida e saúde, sobre esta eu tinha muito o que falar, mas não te aborreci.
Não falamos sobre nós, nem sobre nada o que aconteceu.
Mas uma coisa era certa: parecíamos satisfeitos.
Satisfeitos em finalmente, depois de muito tempo, poder falar com alguém que nos entendesse e nos ouvisse.
Satisfeitos em descarregar, satisfeitos em apoiar.
Em sorrir das desgraças alheias, assim como das nossas.
E, com um abraço e os olhos cheios, percebemos a importância de ser.
E sentir a completude de ser e ter alguém como a gente.
E que, até mesmo em sonho, possamos ainda nos apoiar, um no outro.
E que, se não for em sonho, que seja num café noutro dia desses.
Escolhas seletivas
Escolhas suscetivas
de erros sem consertos
Que fazem do meu eu
Um ser incompleto
Triste canto o cântico melindroso
Vivendo a base de água e soro
Adoecido permanece a minh' alma
Sem cura faz-se o cântico inescrupuloso
Permaneço enaltecido sem mais encanto
No inerente sorriso aparente
Efêmera é a alegria no entanto
De um ser enlouquecido e inconsequente
Grande é o que carrego em fardo
choro lamentável
Desespero pela morte fato entorpecido
Sonho e aspiração ludibriável
Sabíamos que não seríamos libertadas. Sonhar levava à decepção, e a decepção a um tipo de depressão que não era fácil de curar. Melhor ficar na penumbra do que ser devorado pela escuridão.
Cuidar é oferecer o coração para repartir as dores do outro e trazer, assim, no próprio peito, a consciência do que dói e a vontade de ser cura, procurando cobrir-lhe o mundo com palavras e gestos de gentileza e bem-estar.
Uma lepra na sociedade: como curar? Pela tua palavra, Senhor.
Para ensinar. Ensinarão.
— Lv 14:57 —
(Lv 10:10; Ez 44:23)
(Lv 19:11 —> Ne 8:13; Ml 2:6,7)
O doce amargo sabor da bela adormecida
Era uma vez uma moça, no estilo dos sonhos norte-americanos. Loira, de longos cabelos que criavam cachos nas pontas, de bons modos, nariz fino e ingênua. Cantava de forma lírica e era tão submissa que quase não tinha imaginação ou senso de humor. A princesa unigênita de um rico reino.
Quão doce que era a linda moça!
Inocente, um dia tocou uma agulha envenenada e caiu em sono profundo. Por séculos dormiu e tudo parou. Veio um príncipe e a beijou na esperança da moça acordar e se tornar a princesa dele, mas a moça não acordou. Veio outro príncipe e nada. Mais um. E outro. Vários outros.
Todos saiam desencantados. O que havia de errado com eles?
Nada!
O nome da moça?
O seu!
O nome da agulha?
Clonazepam.
E o nome do príncipe, sabe?
Também é o seu.
Acontece que no mundo real, tudo muda. Aliás, a Física e a Química provam que tudo está em MOVIMENTO. Por isso, permanecer parado para fugir do amanhã é ilusão.
E o sono profundo da doce Bela Adormecida causa uma dor profunda e num processo cíclico, ela em sua agonia, toca novamente na agulha. E ficamos como na música do Chico: “vendo pela janela a banda passar”.
De tão bela, a princesa ficou feia. Até a beleza muda. Porque o senso estético transforma-se.
Um dia ela acordou e viu as mudanças em torno de si. Desiludida, tornou a tocar na agulha. A moça vegeta legalmente aceita pela sociedade. Que condói-se, até taxar a esperança como fracassada.
Esse é o doce amargo da Bela Adormecida. Uma medicação inocente que eu e você deveríamos usar pouco tempo e de vez em quando, com muita precaução recomendada por um médico, de preferência psiquiatra.
Mas o Brasil tem tomado cada vez mais deste veneno.
Seja você o autor da sua história e não a torne uma estória. Se um dia for a Bela, saiba que a dor faz parte do pacote vida.
Torne-se seu príncipe salvador e deixe-se salvar!
Algumas dores só curam quando você esta disposto a encará-la. Tirar um espinho do pé é como tirar uma mágoa do peito, evita futuros sofrimentos.
O salario de Deus nos acompanha por toda a vida,fazendo com que as coisas aconteçam da melhor maneira possível.
Jogo da Vida (5 Marias)
Tão acostumada com as pedradas da vida, que seu apontamento é um bálsamo para as minhas feridas.
Acredito que, quando uma pessoa resolve seguir a carreira de medicina, ela é dotada de belos e iluminados dons. Quais sejam: o dom da partilha de vida, da solidariedade, da caridade, da humildade, da cura e, sobretudo, o dom do amor ao próximo. Quando uma pessoa decide seguir, respeitar e honrar os preceitos da verdadeira medicina, ela deixa de ser ela e passa a ser o outro, por tão grande a sua dedicação em ajudar, cuidar e “salvar” a quem dos seus “dotes” irá precisar. E não é a medicina que faz o médico, mas é o médico que faz a medicina ser o que ela deve ser sempre: o serviço que funciona com o objetivo de curar, de tirar a dor, de aniquilar o sofrimento, de assistir ao cidadão em prol do seu bem-estar físico e emocional. É assim que eu vejo o médico! Poderia nem vê-lo, pois ele se apresenta na sombra das vidas humanas, na lúcida excitação de fazer tudo que lhe for possível, para uma vida saudável, a todos ficar. Parabéns aos médicos que fazem, ou pelo menos tentam fazer, com que este mundo fique mais saudável!
"Lercura"
A leitura salva o homem de sua própria loucura para fazê-lo perder-se na loucura do outro.
Mãe, quantas mães tem-se ao longo da vida... a mãe que dá à luz, a mãe que cria, a mãe que ensina, a mãe que corrige, a mãe que aconselha, a mãe que alimenta, a mãe que trata, a mãe que cura, a mãe adotiva, a mãe dos filhos, a mãe escolhida, a mãe da mãe, a mãe da mãe dos filhos, a mãe do pai... Como viver sem uma mãe?
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