Cuidado com as Armadilhas do Destino
Passamos parte do nosso tempo nos organizando, organizamos nosso alimento; nossa roupa; nossa casa; nossos filhos; e por aí se vai.
Mais nossa organização interna?
Devemos nos organizar internamente para lidar com nossa vida e planos.
Bons frutos
Um céu mortiço... mergulhado em trevas e fumaça.
O que pensas?
Talvez seja melhor deixar ficar no pensar.
Mente clara...
ou meio nublada...
mas não de tudo a mais destacada.
Muita coisa... o melhor a fazer é deixar bem guardada.
Semente...
Germina com calma e completamente.
Espere a água...
aguar e aguar...
Não vá até o rio.
Um solo fértil...
Raios de Sol
também são feitos para por eles aguardar.
Germinar e germinar...
O resto é puro vazio.
Impeça-se de se destacar.
Faça com cuidado a sua parte
Vá com atenção por toda parte.
Frutos bons, sim, sempre dar.
O resto?
O resto... deixa a vida levar.
Ajude sempre, porém tome cuidado para não acabar carregando fardo alheio. Os fardos se encaixam melhor na bagagem dos seus donos.
Ter cuidado não é um alerta;
é uma delicadeza, um zelo.
Como afago, afeto, atenção,
esmero, estima, desvelo,
mimo, carinho, dedicação...
Todas as coisas que existem,
mesmo as tidas como eternas,
mais dia, menos dia, passarão...
Contudo, as que forem ternas,
muito mais tempo ficarão!
A vida é como um momento de despressorização de cabine eterno. A primeira pessoa que você deve por a máscara de oxigênio é você. Cuide-se!
Deixe florescer o que há de melhor dentro do teu coração, saiba reconhecer as ervas daninhas a serem retiras e também as belas rosas que merecem ser regadas! Neste jardim que fique apenas aquilo que é verdadeiro e nos faz bem, pois quando aprendemos a ser jardineiros, o cuidado que a gente tem, vai simplesmente muito além do algo ou alguém!
Quando estava tão cansada
Você me viu e me abraçou
Me senti querida, iluminada
Cuidou de mim, me abençoou
Me acolheu em seus braços,
Me protegeu como tanto amor
Guia sempre os meus passos
Você é meu benfeitor
Tu me ensinas como um pai
E como uma filha, eu aprendo
Ao seu lado eu sinto paz
Se me chamar, eu vou correndo
Em sua capa estou segura
Arrancou a dor que consome
No seu olhar tem doçura
Tranca Ruas é seu nome!
Se achar alguém que aceita suas mentiras, sua falta de educação, sua arrogância, sua prepotência, seu descaso, e sua ausência. Cuidado! Provavelmente esse alguém é pior que você.
Li um texto esses dias que falava sobre essa música do peninha, e refleti bastante a respeito.
Chego à conclusão que de muitas definições que o amor possui, cuidado é, uma das mais evidentes.
Dia desses eu fiquei chateada com um amigo muito próximo, porque eu contei pra ele que meu pai estava no hospital e que eu estava preocupada. Ele, por sua vez, depois de dias ao longo das nossas conversas não me questionou em momento nenhum como estava a situação, se as coisas haviam se resolvido ou não.
Ah! Talvez pareça bobagem pra alguns. Mas é que pelo amor que declaramos um para o outro frequentemente, eu no lugar dele, certamente estaria extremamente preocupada. Porque a dor dele é minha também, assim como as conquistas e alegrias.
Se importar com o bem-estar do outro, e aqui falo sobre sentimento genuíno, seja de relações conjugais ou não, é uma das demonstrações de afeto mais sinceras.
Quando a gente gosta, não tem jeito. Pode até ser que não declaremos o sentimento com palavras (algumas pessoas tem realmente essa dificuldade), mas são nas atitudes, no cuidado com o outro que nos damos conta do quão importante somos.
Quando a gente gosta, a gente se importa. Se importa com a temperatura que diminuiu, o tempo fechou, e será que para o trabalho o agasalho ele levou?
A gente se importa com o resfriado, com o pulmão congestionado. Será que ele tem se alimentado?
Quando a gente gosta a gente que saber como as coisas estão, a gente pergunta como vão os estudos, o trabalho e os planos para o futuro.
Quando a gente gosta desejamos coisas boas. Uma mensagem de bom dia, um abraço carinhoso. A gente ouve sobre os problemas, os medos e as alegrias. A gente escuta o desabafo, seca as lágrimas e permanece ali, fisicamente ou não. As vezes só com um olhar acolhedor, um abraço silencioso, mas permanecemos ali. E vibramos com o outro por cada um desses detalhes.
Quando a gente gosta, não há distância, nem rotina cansativa ou falta de tempo. O Afeto sempre gera cuidado!
Podem haver mil impeditivos, mas é simples assim: quando a gente gosta é claro que a gente cuida.
Se você sabe que esta pessoa que está contigo não é pra você, cuidado - você pode estar casando com o esposo de alguém
Quanto mais estamos cuidando de outras pessoas, menos pessoas estão cuidando da gente.
Estamos ficando velhos!
E quem nasceu entre o final dos anos 70 e o final dos anos 80 sabe do que estou falando.
Já faz algum tempo que estamos adultos.
Já faz algum tempo que não temos mais o título de “o mais novo” em algum local.
A cada dia, conhecemos mais e mais pessoas mais novas que a gente.
Escutamos com frequência (ou o tempo todo) expressões do tipo “obrigado senhor(a)”, “pois não senhor(a)”, “o senhor (a) gostaria que...”
No trabalho, estão começando a nos respeitar não só pela nossa competência, mas também pela nossa idade.
Já faz um tempo que não podemos mais nos dar ao luxo de cometer erros banais ou de tomar atitudes irresponsáveis… temos filhos, temos família, temos pessoas dependendo de nós e aos poucos estamos entrando em um processo de nos tornarmos pais dos nossos pais.
Se fazer de vítima não adianta mais, chorar já não traz a mesma atenção de antigamente. Estamos ficando cada vez mais “sós”, não uma solidão de companhia, mas uma solidão de alento. A cada dia, menos pessoas nos dizem o que fazer e mais pessoas precisam dos nossos conselhos.
Estamos ficando velhos, mas não somos velhos.
Não podemos nos dar ao luxo de cansar e de parar. Temos muito ainda para conquistar e muitas pessoas para ajudar. Esse é o nosso momento, essa é a nossa geração. Somos as crianças que passavam muito tempo brincando na rua e pouco tempo assistindo televisão e que agora cresceram em meio a uma revolução tecnológica que aproxima quem está longe e afasta quem está perto, mas não podemos entrar em “crises existenciais” sobre isso, não podemos nos sentir diferentes em mundo tão diferente do qual fomos criados. Viramos senhores e senhoras e percebemos que quanto mais estamos cuidando de outras pessoas, menos pessoas estão cuidando da gente.
