Crueldade
Eu poderia estar roubando, matando, estuprando ou cometendo qualquer tipo de crime ou crueldade, mas só estou amando outro homem e sou julgado como se isso fosse algo indecente.
"Aceitemos a crueldade da natureza, pois isso não vai mudar. Porém, não deixemos nunca de lutar para amenizar o sofrimento ao que ela nos aflige."
Vez ou outra, o destino -com sua crueldade arrogante- me bombardeia com antigas fraquezas. Talvez pra testar minhas mudanças, ou simplesmente pra brincar comigo mais uma vez. E esse jogo sem escrúpulos vai esfolando meu coração, vai me jogando no gélido chão das profundezas de minha alma sombria, atormentada por sentimentos carrascos, que me perseguem sem piedade.
Queria eu que a crueldade humana fosse tão grande quanto a sua vergonha; pois, assim sendo não teríamos violência no mundo.
Chega de miséria, ódio e crueldade.
Mais do que apenas tecnologia, precisamos mesmo é de humanidade.
Mais do que inteligência, necessitamos de bondade e gentilezas.
Chega de discursos e vamos agir para mudar o mundo.
Ratito.
Um bichinho fadado a crueldade de sua própria natureza. Nem mesmo assim a beleza da natureza lhe rouba a graciosidade!
“Pessoas de má índole são propensas a atos de crueldade. Sem remorso ou empatia, só reconhecem a vantagem ou o prazer.”
'PERCURSO...'
Ele sempre caminhava pelas ruas observando a crueldade.
Numa de suas andanças,
percebeu uma pobre criança,
a pedir comida a um senhor que o rejeitou.
Mas à frente,
um vetusto de idade,
já sem conhecer a cidade,
tentando atravessar a rua sem que ninguém o ajudasse.
Mas à frente,
observou um nasocômio,
Ali presenciou pessoas enfermas!
Outras truculentas.
Pessoas sofrendo nas filas ali formadas.
Olhares abatidos,
desesperadas...
Voando pelos lados,
viu pessoas jogadas ao chão.
Cheiro de fome e frio,
sem brio perdidas no vício.
Amotinação de carne humana,
sem ação.
Céleres andando de um lugar para o outro,
andar sem direção.
Caminhando em volta da pequena praça,
ninhos de celeiros à céu aberto...
Cidade metropolitana com seus metropolitanos fantasmas.
Passou na igreja e presenciou uma porção de tristezas espalhadas.
Refúgio de ludibriados,
pensando ser desanuviados.
E a nuvem de truculências e idolatrias estavam seguidas juntas.
A partir de então,
o homem resolveu ser triste por excelência.
Um mundo triste,
cheio de pessoas tristes.
Tristeza refletindo adolescentes contemporâneos.
As tantas guerras entre si,
sementes cultivadas pelo esboço humano...
O homem triste sempre chora ao perceber que os milagres não mais existem.
E que as enfermidades escurecem o amanhecer.
Toda sua tristeza percorre-lhe novamente à alma como um menino nascendo.
E lembra do pequeno parto que é a vida,
dos pequenos verbetes que lhe atingem a alma olhando fotografias antigas.
Pequenas descobertas parecem tão reais,
triviais,
fortalecendo o percurso.
Ele toma seu café da manhã como se fosse o primeiro,
talvez o último.
Cheiro de 'novo'.
Mas novamente faz o mesmo decurso,
cheio de atalhos,
sem pássaros para mostrar-lhe as melodias.
Percursos que ainda podem reviram um coração cheio de dor...
Não havia comida em casa, não havia água em casa, que crueldade, mas havia fogo que ardia que queimava-nos por dentro, paixão e amor, esgotamos-nos por fora mas por dentro uma vós arrogante dizia-nos para continuarmos " amor, quero mais, amor quero mais, não fraquejar, esgote-se até me saciar e extinguir a chama", sentimos-nos nobremente abraçados por uma força que alimenta a vida, o amor.
Não a diversidades na maldade, simbolizando a crueldade ferindo e escravisando seu próprio ser, se alimentando dos fracassos que supõe ser sua notório as conquista, se arremessa entre o seu lado escuro banhando sua própria alma, restando assim seu único objetivo, o próprio sofrer
