Crônicas sobre Escola
Se seus únicos adjetivos foram adquiridos "exteriormente" na escola ou faculdades da vida, infelizmente eles poderão ser limitados, abstratos, frios, neutros e até liberais ou libertinos, mas se forem "interiormente" isso significará que foram forjados por Deus. Pois é melhor ser exaltado por Deus do que humilhado por Ele. Uma vez que o único que é, foi e sempre será é o grande EU SOU!
É certo que a vida é uma escola, na qual aprendemos constantemente. Porém, estes dias tenho aprendido ainda mais. Como águia tenho baixado a cabeça inúmeras vezes. A velha frase "manter-se de cabeça" erguida é linda, mas na prática não é bem assim. Precisamos ter humildade para baixar a cabeça, e até ajoelhar-se perante Deus para entender seus propósitos em nossa vida. É claro que não podemos esquecer de levantar a cabeça e seguir... mais forte e determinado. É para isso que servem estes momentos de resiliência. Para entendermos que somos imperfeitos, e precisamos sempre do outro em algumas situações, especialmente do amor e da misecórdia de Deus.
Temos à plena compreensão de que a rua se faz mais atraente que a escola, isto muitas vezes se deve ao fato de que ainda temos em nosso quadro profissional educadores tradicionais, educadores que não se atualizam e nem fazem muito esforço para isto e são esses educadores que precisam se reciclar para melhorar o ensino em nossas escolas, afinal o educador têm de levar em seu coração a esperança de um futuro melhor e sentir em seu ombro o peso da responsabilidade de sua profissão.
....''certa vez levei uma pistola de metal, muito semelhante como uma original, ao chegar na escola minha sábia professora logo viu e pediu para ficar com o brinquedo, dei para ela na maior inocência. Ela nunca me devolveu, no começo fiquei uma fera. Porém hoje lembro da minha professora Vera, tomou um brinquedo maldoso, tornou meu futuro mais bondoso"....
Na escola da vida a sabedoria se faz matéria principal como requisito para as palavras de ordens: respeito, fé e liberdade. O que faz a gente virar páginas de dores e folhear apenas amor. Diante todo o aprendizado eu quero a paz dos dias tranquilos, que abranda seu coração, que conota sua gargalhada, que não te faça ter medo, que seja sempre cumplice de nossa espontaneidade e sinceridade.
Na escola da vida são vários tipos de coragem que podemos desenvolver, mas a principal delas é a coragem de ser você mesmo, de ir atrás dos seus sonhos, de fazer algo único, porque apesar de nós sermos todos um, ninguém é igual a ninguém. Podemos até ser parecidos, fazer coisas semelhantes, mas VOCÊ é VOCÊ.
A escola sempre será a segunda casa para os pequenos de todos os cantinhos do nosso mundo... E para alguns ou até muitos, o primeiro lar, mas o mais importante disso é que fiquem bem, que desenvolvam; sejam cuidados e recebidos com zelo e dedicação profissional, para que estes ambientes tornem lugares de muito amor à uma vidinha, que necessita tanto do nosso afeto, atenção e empenho.
Todos os alunos deveriam saber os objetivos específicos de qualquer escola: formarem cidadãos disciplinados pela educação, ordem, progresso, cidadania, liberdade e livre expressão de comunicação e trabalho, além de promoverem o desenvolvimento de suas competências e habilidades necessárias para prestar serviços honrados e dignos ao próximo, à familia, à sociedade e à nação, com vistas ao fortalecimento, desenvolvimento e enriquecimento de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, na qual todos podem viver, trabalhar e lutar por uma cidadania abençoada, bem-sucedida e feliz.
Participe de uma Escola Dominical: se você for ouvido, após levantar a mão, é sinal que o professor é humilde, moderado e paciente e que ainda tem muito o que aprender com suas experiências ou sanar suas dúvidas, a fim de que todos sejam instruídos e edificados pela sabedoria das Escrituras.
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar — sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
Quando a escola incorporou a ideologia neoliberal, que transformou as instituições da sociedade em empresa, ela passou a agir com tal, logo o desenvolvimento pleno do aluno deixou de ser seu objetivo, passando a focar na obtenção de resultados positivos em avaliações externas, como parâmetro de eficiência da sua ação.
Quando a escola não cumpre o seu papel no processo de ensino e aprendizagem, depara com uma realidade dentro dela, que não consegue encontrar uma solução e a melhor que encontra é transferir a responsabilidade para a falta de participação da família no processo de ensino e aprendizagem do aluno ou na dificuldade que este tem de aprender.
Quando a escola prioriza o desempenho, ela ignora o seu papel social, fazendo das avaliações externas o norte de suas ações pedagógicas, consequentemente, promove uma formação reducionista, que não forma, apenas condiciona o aluno para apresentar um retorno satisfatório que se traduz na pseudo excelência educacional.
A inclusão na escola é uma tentativa de resposta da sociedade ao grito dos que se sentem excluídos por um modelo educacional que não enxerga as particularidades do aprender que é singular a cada ser, mas ela não se concretiza com eficiência porque esse mesmo modelo não é capaz de atender, com qualidade, nem mesmo os que ficam calados.
Quando crianças passamos a maior parte da nossa infância dentro de uma escola. Adultos aproveitamos essa experiência para sermos bem sucedidos, pois é isso que nossos pais e sociedade nos ensinaram. Maduros casamos, temos filhos e todos os finais de semana juntamos os parentes e amigos para aquele churrasco. É na velhice então que chegamos a conclusão de que tudo foi um desperdício e a verdade foi que esquecemos de aproveitar a própria vida, é isso mesmo? Aí eu pergunto, sobrou muito tempo para aproveitarmos a vida ou teremos que nos contentar com uma nova existência pra ver se aprendemos?
Enquanto o histórico escolar, assiduidade e o bom comportamento na escola desde o ensino fundamental não passarem a valer como critério de aprovação nas melhores universidades do país,nas forças armadas e nas polícias o Brasil continuará a ser um país injusto e desumano com os estudantes.
A escola,faculdade e o trabalho são os melhores lugares para conhecer alguém para se relacionar.A discoteca e o banco são os piores lugares.Na discoteca as pessoas estão todas bêbadas ou drogadas e não vão com o intuito de se casar,mas apenas se divertir.No banco as pessoas estão preocupadas com dinheiro e com o que você possui na conta. Relacionamentos que se baseiam em interesse financeiro são relacionamentos superficiais.Estudar e trabalhar junto por algo em comum gera uma admiração que pode se transformar em um sentimento incondicional e verdadeiro.
Ainda sou da velha escola que acredita que o humor e sátira aparece diante do fato inesperado cotidiano. Assim é com a melhor parte das piadinhas, historinhas e diálogos do anedotário popular brasileiro. Como aquela conversa de uma mulher ao receber um galanteio grosseiro de um homem, por ela estar bebendo cachaça diante do balcão de um botequim, a esta altura os dois visivelmente bêbados e só pensando em bebidas... e a fina dama replicou irritada - eu bebo "Cachaça" sim, você não me "Conhaque", não sabe da onde eu "Vinho", então peço por favor não me "Campari" com qualquer "Rum" e "Gin" de conversa.
A AFBA Associação Fluminense de Belas Artes não possui a outorga de presidente de honra da Escola Fluminense de Belas Artes e muito menos titulo de associado benemérito livre da contribuição obrigatória associativa. A AFBA só permite congraçar medalhas e premiações para os artistas não associados por meios do Salão Fluminense de Belas Artes, nome e marca do tradicional evento artístico e cultural brasileiro que a entidade desenvolve desde o ano de 1940.
A pouco presenciei um garoto chegando em sua escola de inglês. O segurança de lá é muito simpático e recebeu o garoto com atenção e cordialidade. Segui em frente. Na mesma calçada vinha um outro garoto, este correndo em direção à escola: não sei dos seus motivos, mas lembrei de quando eu também, por vezes, precisava correr para chegar na escola. Não porque amava ou acreditava estar lá era a minha única chance, pois não pensava assim. Estudei em algumas escolas para concluir o Ensino Fundamental e desde os 7 anos de idade eu ia a pé, e nunca foi pertinho. Corria porque voltar para casa por atraso seria muito pior que defrontar todos os professores, gestores ou até mesmo toda a escola. Minha mãe era tudo!
