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Crônicas sobre a Morte

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A morte

É tão legal quando se pode falar desse sentimento sem ressentimento, sem medo, sem traumas rsrsrsrs "A morte".
Depois dos quarenta acabei fazendo as pazes com a morte, a cada dia tenho a certeza de que a morte faz parte da sobremesa do almoço chamado vida. Não podemos esquecer o transtorno que ela causa, comprar câmara mortuária, local da sepultura, muitas vezes local onde cremar o corpo "alguns" transtornos materiais e também os morais como desencarne, umbral, tempo de purgação, se foi suicídio dentro da visão kardecista, se foi uma pessoa de bem, um assassino, um invejoso, um político, um pescador, um professor, são inúmeros casos, profissões, situações, colisões, esqueci dos acidentes, assassinatos, roubo, corrupção, pessoas desprovidas de moral, de ética, de ordem, foras da lei, dentro da lei, afogamento, tumores cerebrais, câncer, ataques fulminantes, infartos e etc.
A vida é frágil e viver é um lindo momento quando se sabe amar, isso com certeza é a mais pura verdade então porque não sonharmos, vivermos, dar lugar as nossas tempestades internas para um grande e quente dia de sol.
Amemos!!!

Inserida por EmmersonMorvan

O que é a morte ! Senão uma porta que se fecha para as coisas materiais ; e ao mesmo tempo se abre para a nossa evolução espiritual.Assim sendo na vida nada se perde tudo se transforma.A vida nunca e jamais acaba;apenas muda de posição.A sabedoria do mestre supera tudo e qualquer entendimento.
QUANDO AS MÃO do MESTRE APONTA NA TUA DIREÇÅO,AS CORRENTES SÃO QUEBRADAS,O MAR SE ABRE,O MACHADO FLUTUA e VOCÊ É CARREGADA(O) POR DEUS.

Inserida por JCRodriguespne

As cartas mostraram o futuro
A Justiça
O Diabo
E a Morte
Tive medo, enfrentei
Quem diria? Não é?
Tava mesmo contando com a sorte

As cartas lembraram o passado
Pensei
Vou mesmo mesmo entrar nessa barca?
No caminho gritei
Peraí, mãe Dináh!
Não faltou eu virar uma carta?

As cartas velaram o presente
Ou não!
Uma delas não foi revelada
Fui torcendo
Era o Louco?
Ás de copas? Tomara!
Só não quero outro sete de espadas

As cartas me guiam de novo
Socorro!
Quem mesmo uma nova mudança?
Estou triste
Arrasada
Segura e certa
Não lhe devo a menor confiança

Sumi
Resisti
Desisti
Decidi! Meu futuro sou eu quem sabe
Vou embora
Pra sempre!
Tranca a porta
Adeus!
Mas deixa eu ficar com uma chave?

Inserida por fabriciofigueiredo

A velhice e a morte.
Dia desses escrevi um texto com o título Morte.
Foi um dos textos menos curtidos e como eu já esperava, pouca gente se interessou.
Não desejo a morte.Nem minha nem dos que me cercam, quanto a dos desafetos há que analisar caso a caso.
Escrevo de políticos corruptos e nem por isso sou um deles, sobre periguetes e poucas conheço, sobre vida e felicidade, assuntos dos quais arrisco dizer que entendo um pouco.
Por que não escrever sobre velhice e morte, assuntos que a gente pode até tentar ignorar, mas que chegará um dia para todos nós?
Se você fizer uma pesquisa no Google ver os seguintes resultados, na mesma fração de tempo:
Vida: 923 milhões;
Amor: 367milhões;
Morte:189 milhões;
Felicidade 34 milhões e 600 mil;
Velhice: 1 milhão e 40 mil;
Noves fora nada, isso quer dizer que todo mundo está mais preocupado com a vida e a felicidade, do que com a velhice e com a morte.
A velhice, e a morte estão mais perto de nós do que gostaríamos mas tenho a impressão de quem viveu sempre uma boa vida, em todas as suas fases, encara o assunto com tranquilidade e se prepara, como sempre fez antes, para ter o melhor possível para o que der e vier, seja lá quando vier.

Inserida por marinhoguzman

Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte.
Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rodada.
Há quem lembre mais dos lances de sorte e como eles foram festejados, outros lamentam as muitas perdas e o vazio que fica quando cai a ficha e a má sorte foi lançada.
Todos chegamos com um grande cacife e partiremos sem nada levar, mas quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Inserida por marinhoguzman

A morte também chora comigo.


As lágrimas escorrem sobre a tua face fria e escura, tão sombria.
Posso ver a morte chegar.
Aquele choro doía tudo por dentro e, nos dava uma enorme sensação de tristeza.
Eu, vendo aquele espírito chorando, pedindo por mais uma chance de misericórdia de coração arrependido, posso ver a morte chorar.
A procura de paz no seu peito machucado e ferido.
Não podendo fazer tal coisa, aquele espírito fez com todas as almas que ele mesmo levou para o inferno, se comoveram.
Mas nada podemos fazer o príncipe das trevas, o rei de todas as almas, no mundo dos mortos, também chora.
A morte também chora por sua morte.
Naquele lugar de almas perdidas, a morte também chora de saudades e solidão.
Nós a acompanhamos no ritmo meloso, também choramos por estarmos mortos.
Choramos por estarmos mortos.

Inserida por KinhaGriman

Embraco no trem da meia noite

Embarco no trem da meia noite, no expresso com destino a morte pelo Sistema.
No trem que tem como objetivo levar toda dor.
Eternamente vou viver ao lado da morte com seus beijos gelado e com ela vou me deitar e sentir suas entranhas frias, com ela vou me deliciar em um mundo vasto de trevas e dor, a felicidade não reina nesse lugar e aqui só há tristeza solidão e maldade, a felicidade de alguém proporcionou minha tristeza e conseqüentemente minha morte súbita, mal posso me lembrar dos poucos minutos daquela corda menos de um metro entrelaçada em meu pescoço e eu me debatendo com a asfixia, agora estou aqui.
Estou em um mundo frio e cheio de dor, um mundo diferente deste mundo que vocês vivem um mundo tenebroso cheio de almas vazias, estou em um Enorme mundo vazio.

Inserida por KinhaGriman

FRÁGIL CORPO

Apesar da nossa morte em ruínas
No peito acabou a ilusão na exaltação
Onde o meu frágil corpo ficou vazio
Preciso voltar escrever um poema
Antes que a noite escura chegue
E me faça um relatório de todas
As recordações que guardo na mente
Antes que o sono da morte cale para
Sempre a minha boca e meu meigo olhar
Preciso escrever o poema da minha vida
Antes que seja tarde e que a escuridão chegue
E que a morte venha e o meu corpo fique frio.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

a morte nunca foi um paradigma
de tantos olhares maliciosos...
simplesmente uma outra vida ao seu lado,
neste momento descubro que as maiores conectivas
das minhas profundezas vendo que parte da minha alma
esta perdida pelo fato sermos um único lado
abrasivamente a felicidade é um sonhos de vários termos.
sempre com a mesma ousadia,
pequenos devaneios.

Inserida por celsonadilo

O chamado

Quando a Morte me encarar
Face a face
E sorrindo
Invocar meu nome
E o Destino me disser:
- Eis seu último minuto!
Abrirei meus olhos
Levantarei meu corpo
E, encarando a Morte
E o Destino,
Direi:
Meu último minuto
Pertence ao Senhor;
Quem vem me buscar
Não é a Morte...
Mas a Vida!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


PENEDO OU ESPUMA?

Penedo ou espuma?
Vaporosa formação granítica
Rocha para correntes espumantes
Espuma ao contato das tempestades.

Quem és na essência
Se flutuas como tênues flocos
Se envergas trajes de matéria densa?

Na noite de teus mistérios
Ao esvoaçar de asas
Ensombrece o penhasco
Em enigmático mutismo.

Nos escaninhos de teu ser
Procuro espuma
Encontro penedo
Esculpo rochas
Desfaço espumas.

Que porta se abrirá
Ao chamado da dúvida?

Penedo e espuma
Dois estados do mesmo elemento
Encontro a ambos
No mesmo cenário:
Penedo é coragem
Espuma é indecisão.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


C R I A Ç Ã O

Meus versos, minha poesia
Não me pertencem:
Faço-me instrumento
De vidas alheias
De alheios sentimentos.
Sento-me no Banco da Vida
E transcrevo o grande poema
Dos homens
E dos deuses!
Minhas linhas são minha efígie
No anverso e reverso
Da moeda do tempo;
Crio vidas já nascidas
Sou senhor de alforriados
Pastor sem rebanho.


Meus versos, minha poesia
Não me pertencem:
Sendo a vida luz
Sou iluminado
E ilumino
Por minha vez!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


EM BUSCA DE UM CARNAVAL

Minhas ruas da infância
Estão vazias de sonhos e de confetes.
Os espirradores coloridos se esvaziaram no tempo,
Molhando requebrantes serpentinas.
Os pierrôs se fizeram mais tristes:
Suas colombinas perderam as fantasias
E em mulheres se transformaram;
Meu bloco virou a esquina
E o Bloco da Alegria
Em Bloco da Agonia se tornou;
Os mascarados tiraram as máscaras
E seus rostos outras máscaras se tornaram.

Meu carnaval menino
Em que espelho da vida
Escondeu seus foliões!?

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


CONVITE AOS SONHOS

O sono, traído pela inspiração,
Parte, contrariado,
A cerrar outras pálpebras
Insugestionáveis.

O poeta, atraído pela inspiração
Ressurge, reavivado,
A perder segmentos de sua alma,
Manchando alvos papéis
Com a cor perene
De seus voos de Ícaro!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



INTRINSECAMENTE

Esta é uma noite minha,
Intrinsecamente minha!
A estrela mais brilhante
Reflete em meus olhos;
O vento brando que beijou
As flores noturnas
Minhas narinas entorpecem;
A melodia do universo sussurra
Em meus ouvidos atentos;
Os sonhos contam segredos
Decifrados por mim.

Esta é uma noite minha,
Intrinsecamente minha!
Todo o universo
A mim se ofertou
E igualmente
A mim arrebatou!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


APELO

Quero humanas criaturas a me amar
Além do baço reflexo de minh’alma
De minha fisionomia, que ri e que chora,
Em sentimentos puros ou contrações involuntárias.

Quero humanas criaturas a receber
Meu coração púrpuro
Fresco de sangue,
Que é morte... mas também vida.

Quero humanas criaturas a soprarem
O hálito de sentimentos
Em meu coração pequenino
Querendo crescer, ao sabor da vida.

Quero humanas contradições
Alimentando meu coração
Quase sumindo...
Meu coração quase crescendo
Vertido de uma alma entorpecida
Buscando a humana vida:
Pequenino brilhante imerso
Nos desejos humanos!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


ESPELHO

Quando o tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E o espelho refletir minha imagem
Tão estranha aos ares da mocidade
Que verão meus olhos cansados?
Uma vítrea personagem sem alma
Dublando um resto de vida?
Uma alma esculpida em bronze
Afrontando, sobranceira,
O inevitável Mistério?

As linhas tão profundas
Sulcando minha matéria frágil
Aumentarão a luz
De minha candeia íntima
Transformando minh’alma
Prenhe de liberdade
Num candeeiro sem fim?

Ó Tempo, eterno coletor de débitos!
Que me cobrará teu aguçado desígnio?

Quando o Tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E minha imagem diluída no espelho
Perder o alento de quem se mira
Indagarei aos anos idos:
Que espectro me reveste o presente:
Anjo ou demônio?

Quando o Tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E no espelho não houver imagem
Que me cobrará a Vida?
Com que peso ou leveza
A Pena da Eternidade
Lavrará minha sentença?

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


V a t i c í n i o

Enquanto o belo
For estandarte;
O ideal
Profissão,
O canto do poeta
Será semente
Fecundando
A escuridão!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


Vértice divino

Durante milênios
Sentei-me na relva do mundo
E perscrutei as estrelas
Em busca de outros seres.

Durante milênios
Ao lado de pequenina semente
Reguei minha imaginação
Buscando formas
Procurando respostas.

Durante milênios
As estrelas cintilaram
E a roda do universo girou
Mas meus olhos cegos
Somente viram sombras
Da realidade tão perto.

Durante milênios
Voei o voo raso
Dos desencontros
Sentei-me no topo do mundo
E somente vi desolação.

Durante milênios
O mundo sulcou minh’alma
E descerrou minhas ilusões
E a semente da vida
Agora em botão
Mostrou-me os seres
Que há muito
Davam-me as mãos.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


VOO TRANSCENDENTAL

Sou pássaro encerrado
Nas grades das ilusões
Cantando canções de liberdade.

Minhas asas querem o voo
Das grandes alturas
Alcançar a Fonte
Das águas cristalinas.

Além, onde os pássaros voam livres,
Quero mergulhar no Oceano da Luz
Planar nas correntes da paz
E mitigar a sede
Nas águas do conhecimento.

Inserida por SergioDiniz001

SEMENTE DE LUZ

A morte veio, chegou no dia em que deu à luz
As lágrimas do seu rosto eram o seu único alento
Ela estava mergulhada na terra seca como uma
Difícil semente de um amor tão belo e sensível
Afinal somos feitos para lembrar e sermos lembrados
Para chorarmos, fazer chorar quem mais amamos
Tal como sermos enterrados ou enterrar os mortos
Escondemos a nossa alma queimada de tanta dor
Num jardim de anseio que foi futuro ou passado
Onde temos medo da face da morte que nos rodeia
Dá-me o céu verde das tuas rosas com borboletas
Nesse último dia em que leva o fôlego do seu amor
Um ser pequenino e doce, para o colocar no paraíso
Onde brotou a vida, brota agora a morte neste dia tão Especial, repleto de tanta dor, apenas resta no seu peito
A morte semente de luz eterna na sua alma pequenina.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Pior do que perdeu seu amor a morte
É o seu amor não lhe amar.
E viver aceitando que seu amor não foi capaz de amar-lhe, e se culpar pelo oque poderia ter dito.
Oque poderia ter falado, oque poderia ter feito
Se convencendo que se tivesse feito aquilo.
Talvez ele tenha retribuído o seu amor.
Oque é mera ilusão porque isso não iria acontecer.

Inserida por juliaschramm

Os fortes entenderão....
Há tantas coias que me fazem chorar, uma delas é pensar na morte na Cruz. Ele deu sua própria vida por mim, por você e por toda a nação, não teve medo, largou sua Glória, e pagou um preço alto...
Por mais que seja difícil, eu Irei conseguir, porque Ele já venceu Tudo por mim , Te Amo Jesus...

Inserida por tarcisio29custodio

triste aurora
tristeza e morte,
continuidade de uma vida,
bastaria respirar e até chorar,
por pouco, assim mesmo muitos sentimentos,
pensar escrever, passar o tempo
diante uma maquina ainda amar?
coisa forte independente parece ter vida própria,
depois exclama tudo que já foi visto ou será,
as vezes acho tem alma,
na solidão dos pensamentos me intrigo
como o homem pode fazer tal façanha ainda sim ser usada para bem e mau,
de varias faces jeitos e cores o mundo ficou
pequeno diante a internet,
sejamos velhos ou novos o mundo nunca foi mesmo depois de você.
meu coração papita as vezes com alegria e tristeza pois mundo toma muitos caminhos
vistos por uma tela tão pequena. somos ricos ao mesmo tempo pobres pois o mundo cabe na palma de nossas mãos.

Inserida por celsonadilo

A morte,

Para o religioso, a verdadeira vida,
Para o apaixonado, a espera dolorida,
Para o espírita, o retorno da alma,
Para o crente, a paz eterna,

Para o cientista, o ciclo do carbono,
Para o realista, o caminho inevitável,
Para o pessimista, a dor da escuridão,
Para o sofredor, a salvação.

Inserida por AlineBulla

Já andei entre os vivos,
odiei cada vez que a morte
tocou meu coração,
acordem sinta o momento
venha ao meu encontro,
levantem de um sonho imortal,
bebam e vivam...
pois cantarei para teu coração imortal
dentro do sagrado sangue te amei
agora na minha solidão
pergunta me se ainda a amo,
nas profundezas do teu coração
deixei marcas profundas
nem morte tem o poder...
acorde e veja meu coração bater
em sentimentos que nunca morreram...
dentro do sangue a mais vida que podemos
imaginar, entre as eras vou te amar.

Inserida por celsonadilo

Me visitou.

Novamente a morte me visitou,
A morte fantasiada de sentimento.
Loucura, amor, paixão, clausura.
A morte que sufoca,
faz perder os sentidos.
A morte que embriaga,
consome lentamente e confunde.
Novamente a morte me visitou,
novamente a morte me iludiu,
novamente a morte me transformou.
A morte fantasiada de amor me visitou mais uma vez.
Mais uma vez me deixei levar ao sono profundo,
a tristeza abstrata que interrompe os sentidos,
a falta de ar que alucina.
Mais uma vez a morte me visitou,
mais uma vez fez meu coração parar
mais uma vez me fez sentir
buscando a esperança de amor mortal.
Novamente, mais uma vez, de novo.
O amor novamente me matou.
A morte me visitou mais uma vez,
no dia em que conheci você,
a morte novamente me visitou.

Inserida por CleversonModesto

Eu sempre me perguntava oque seria de mim sem você..
Depois de 4 meses da sua morte estou eu escrevendo para poder aliviar toda essa dor que ainda existe.
Segue enfrente..é oque eu ouço de todos que percebem a falta que você me faz.Mas eu não consigo seguir enfrente,pelo simples motivo de que amigos não deixam amigos pra trás.

Inserida por CarolAlvesOf

O que é vida?
Vida é paz, harmonia, sossego.
O que é morte?
Morte é guerra, desunião, perturbação.
"Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência" (Dt 30:19).

Inserida por MonicaCampelloAutora

( A morte.)
O amor,
Fecundação,
Nascimento,
O choro,
A alegria,
Tristeza,
Erros ,aprendizados,
Ilusão e desilusão,
Doce e amargo,
Felicidade , tristeza,
Saúde e a dor.
Caminhos e descaminhos.
Linhas sublinhadas da vida .
Agora que o fim se aproxima,
Chega a hora da despedida final da nossa história.
A morte !!!
Cléber Novais.

Inserida por CleberNovais