Crônicas Engraçadas de Comunicação

Cerca de 561 cronicas Crônicas Engraçadas de Comunicação

“Nós nos comunicarmos com eles, eles nos verem, eles nos escutarem, eles poderem rogar a Deus por nós e Deus nos atender, sim. Isso é provado e comprovado com muitos milagres. Agora, nós evocarmos, fazer com que os mortos venham até aqui para se comunicar, a chamada mediunidade, toda a ciência é contra. Nunca, jamais houve um fato no nosso mundo que superasse as forças da natureza. Nunca. Pessoas dizem que reconhecem a voz e até mesmo a roupa de quem já morreu. Eu digo que quanto mais se parece mais prova que não é verdade. Algo completamente falso.”

Inserida por TURATTI

⁠“Repetindo: comunicarmo-nos com os mortos, invocando-os para que eles intercedam a Deus, sim. Isso é possível. Evocar, fazer com que eles venham a uma sessão de espiritismo, comunicar alguma coisa, nunca. Mais ainda, o espiritismo não tem base nenhuma. Não existem espíritos de mortos. Existem homens vivos e homens ressuscitados. Corpo e alma neste mundo e corpo glorioso e espiritualizado no além.”

Inserida por TURATTI

“Monteiro Lobato deixou em envelope lacrado e sem comunicar a ninguém, uma ‘senha’ com o Dr. Godofredo Rangel (diretor dos jornais ‘O Dia’ e ‘A Noite’, do Rio de Janeiro), e mais uma ‘senha’ com Dona Ruth Fontoura, de São Paulo (Biotônico Fontoura): ‘Se eu puder me comunicar, colocarei a senha; se ela não aparecer, é falsidade do médium’. Chico Xavier (e outros médiuns) psicografou como se fosse Monteiro Lobato, mas não apareceu nenhuma das duas senhas...”⁠

Inserida por TURATTI

Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloe que há contendas entre vós. Quero dizer, com isso, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo? Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro. Porque Cristo enviou-me não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.

Bíblia Sagrada
1 Coríntios 1:11-17.
Inserida por Helder-DUARTE

⁠Hoje em dia a tecnologia facilita a comunicação entre as pessoas independente da distância em que estejam uns dos outros. Por outro lado, diferente das cartas usadas no passado, o remetente pode desistir de enviar o seu recado e assim deixar alguém pensativo como resultado. Queria ter o poder de descobrir o que foi ocultado, aposto que ficaria feliz em ler o que foi apagado.

Inserida por tom_nascimento

⁠Tenho absoluta certeza dos benefícios que a comunicação pode realizar, mas também sei que o uso de smartphones, ou outros equipamentos com acesso à internet, trazem outras coisas além do comunicar-se. Essas outras coisas não é que são prejudiciais a qualquer um ou todas têm em sua essência o viés de prejudicar, mas cada uma necessita de um saber para o seu uso, além de hora e local para serem utilizadas. Mais que proibir, é necessário sabermos corretamente informar sobre o certo e o errado, pois, nem tudo que é errado é errado o tempo todo, ou simplesmente não deve-se existir.

Inserida por FranciscoFontes

⁠É importante que as pessoas prestem atenção naquelas figuras ou órgãos de comunicação que tentam justificar e até impedir a luz que revela a podridão há muito escondida em nossa sociedade. Devemos orar para que essa luz não cesse enquanto toda essa podridão oculta encare a reta justiça.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O Espiritismo vem abrir para a arte novas perspectivas, horizontes sem limites. A comunicação que ele estabelece entre os mundos visível e invisível, as indicações fornecidas sobre as condições da vida no Além, a revelação que ele nos traz das leis de harmonia e de beleza que regem o Universo vêm oferecer aos nossos pensadores, aos nossos artistas, motivos inesgotáveis de inspiração.

Léon Denis
O Espiritismo na arte. Rio de Janeiro: CELD, 2016.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Contemplanto o mundo bidimensional projetado por uma tela autoluminescente, enquanto Édipo e Electra retardam o amadurecimento de crianças, os meios de comunicação nos isolam em nossos habitáculos, nossos conflitos internos conduzem à Narciso, mas como admirar um reflexo turvo de um mecanismo que nos torna deuses ao acompanhar o mundo na palma de nossas mãos? Isolamento compartilhado, discursões escritas, mas sem literatura. Em uma divindade prevista por Michelangelo, nascia Adão, ao toque do indicador. Não vejo os meus, apenas aos meus, os observo por uma janela de projeção da realidade na pseudo segurança de meu habitat, opino, esbravejo, elogio e condecoro mas não as vivo plenamente. Palavras caladas pela racionalidade são agora resumidas em uma fria mistura de cimento e pedra.

"Esqueça o que lhe machucou no passado, mas nunca se esqueça o que aquilo lhe ensinou. No entanto, se aquilo lhe ensinou a guardar rancores, buscar vingança, não perdoar ou mostrar compaixão, a classificar as pessoas como boas ou más, a desconfiar e ficar na defensiva com seus sentimentos, então você não aprendeu uma coisa. Deus não lhe traz lições para fechar o seu coração. Ele lhe traz lições para abrí-lo, através do desenvolvimento da compaixão, aprendendo a ouvir, buscando compreender em vez de especular, praticar e desenvolver a empatia, a resolução de conflitos através da comunicação. Se Ele lhe trouxesse apenas pessoas perfeitas, como você aprenderia para sempre evoluir espiritualmente? "

A ditadura dos militares acabou? Não! Ela apenas mudou de forma. Se na dos militares foi imposto um AI5 para que as mentes esclarecidas não abrissem os olhos dos cegos concidadãos, na ditadura petista, foi criado um protetor da ignorância dos cidadãos mais carentes que os torna surdos às ideias daqueles que enxergam e desejam que todos vêem. A esse protetor da ignorância dá-se o nome de Bolsa-Família. Dessa forma, o pensamento é livre, mas para o que interessa, não há ouvinte. Talvez haja necessidade de se criar uma forma de comunicação que fale ao estômago e não ao cérebro... Enquanto isso a ditadura continua com escândalos e tudo mais que lhe é inerente.

Se os outros nos contam algo, tiramos conclusões; se não nos contam, também tiramos, para preencher nossa necessidade de saber e suprir a necessidade de comunicação. Mesmo que escutemos alguma coisa e não compreendamos, tiramos conclusões sobre o significado e depois acreditamos nelas.Tiramos todas essas conclusões porque não temos a coragem de fazer perguntas.

⁠O nacionalismo, o tribalismo, o deslocamento, o medo da transformação social e o ódio de estranhos estão aumentando novamente à medida que as pessoas, presas em seus silos partidários e "bolhas" filtradas, estão perdendo o senso da realidade compartilhada e a capacidade de se comunicar através das linhas sociais e sectárias.

Podemos partir do ponto de que escutar o outro é despir-se de nós mesmos, é largar a obsessão com nossa identidade, suspender quem somos e quem é o outro. É claro que quando fazemos isso, podemos escutar desse outro coisas que não admitimos em nós. Ângulos que não conseguimos ver, perspectivas que queremos evitar, lembranças que a fala do outro evocam. Ou seja, para escutar o outro é preciso sair de nós mesmos, sair de "si". Esse "si" é tanto nosso material mais precioso quanto nossas defesas. É tudo aquilo que nos ensurdece.

Dada a ciência natural, onde as coisas são BEM mais definidas no que na realidade, já surgem várias interpretações da mesma palavra ou objeto, imagine nas coisas que dependem diretamente da comunicação do homem com o mundo, é realmente uma porcaria da linguagem, ao meu ver. Mas o homem "não escolheu" isso. Tomara que seja mutável.

⁠Não podemos culpar o diabo pelos nossos problemas, nem atribuir a Deus o mérito das nossas boas escolhas. Deus nos inspira o amor, a força, a justiça e a coragem enquanto o Diabo o desamor, a fraqueza, a injustiça e a covardia. Somos os únicos responsáveis pelos rumos que damos às nossas vidas. Cada escolha é uma oportunidade de crescimento e aprendizado, e cabe a nós assumir a responsabilidade pelos resultados, sejam eles bons ou ruins.

⁠⁠O relações-públicas é um agente de relacionamento que constrói, fortalece e solidifica a relação com o público. Todo planejamento, gestão de imagem, reputação e plano de ação passam, antes de tudo, pelo exercício da empatia. Nunca será sobre a gente, sempre será sobre o que o público quer e espera.

Silêncio é estado de quem se cala ou se abstém de falar, privação, voluntária ou não, de falar, de publicar, de escrever, de pronunciar qualquer palavra ou som, de manifestar os próprios pensamentos. Quem bem me conhece sabe que sempre fui de interagir completamente e tagarela, mas quando algo não me contempla, não assimilo ou não concordo, seja lá qual o motivo, me calo. Tenho encontrado no ato de escrever uma forma de me comunicar, por isso escrevo, me faz bem, mas sem falar ou ministrar as palavras, prefiro não me ater ao convencimento, que por muitas vezes não será aceito. Para que? Fazer confusão sem merecer. Nessas horas, na maioria das vezes o silêncio diz mais, muito mais.

Inserida por cassia_guimaraes

A gestão do cliente, dentro da experiência completa com seu fornecedor, deve ser vista como um amplo processo. Esta parte do primeiro contato estabelecido, do contato do cliente com a marca, com a imagem da empresa através da comunicação até a utilização dos produtos e serviços e as etapas de relacionamento com o cliente, em ações de pós-venda.

Inserida por zuleica_klauck

Você pode até não entender nada sobre o amor, mas o seu coração não precisa saber disso. Na realidade, ele não se interessa por esse tipo de entendimento. Quando se fecha os olhos para explicações, é o momento que o coração mais se comunica com o amor. E posso te garantir: é a partir desse diálogo que surge a mais profunda sabedoria.

Inserida por GilBuena