Cristã
Embora a Bíblia possa estar fechada para o mundo, o exemplo de vida cristã a abre para a humanidade.
NOITE FELIZ
Aquela noite, debaixo da estrela guia
Uma noite cristã, o natal do Nazareno
Me faz recordar dos dias de pequeno
Cheios de encantos, cantigas e poesia
Cá nestes versos um versar ingênuo
De sensações entrançadas de magia
Da velha emoção em verde fantasia
E a inspiração em um sonho sereno
Flama no soneto, pisca-pisca multicor
Anunciando a vinda do autentico amor
Alegremo-nos, o menino Deus nasceu!
Ah! os corações se enchem de prosa
Fé, e este ensejo de forma generosa
Traga paz e bem no Natal meu e seu!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 dezembro, 2024, 16’20” - Araguari, MG
A segunda chance é humana, A terceira chance é cristã, dá a quarta éfalta de amor próprio. Perdoar não tem limite, conviver tem!
“A comunhão com Deus e com os irmãos é o alicerce de uma vida cristã plena. É na comunhão que encontramos força, apoio e encorajamento para seguir em frente.”
“Na comunidade cristã, encontramos apoio e encorajamento para vencer o pecado. Juntos, podemos nos fortalecer e caminhar na luz de Deus.”
Na vida de caminhada cristã não devemos perder nosso precioso tempo nos preocupando com que as outras pessoas andam pensando de nós! Precisamos seguir nossa jornada nesta vida em um caminho reto, conforme o agir e a vontade de Deus. Precisamos continuar expressando a nossa fé, a nossa espiritualidade, os nossos sentimentos e permanecer anunciando sempre o evangelho do nosso senhor Jesus Cristo! Precisamos colocar limites, estabelecer regras e de vez em quando, se for necessário dizer um não a qualquer manifestação que afaste de Deus! Nossa preocupação deve ser e estar em nossa salvação e não nas opiniões de pessoas sem rumo e sem objetivos, pois se na nossa vida estabelecemos prioridades que nos levem ao céu, propósitos que devem cumpridos, devemos fazer de tudo para que tudo isso se realize conforme a vontade e o tempo de Deus e se em dados momentos nos sentirmos cansados, que possamos nos permitir descansar o corpo, vigiando para que desfrutemos desses momento de maneira adequada, pois a alma precisa de um corpo e de uma mente sã, mas nossa guarda deve permanecer sempre erguida contra tudo que nos enfraqueça e afaste de Deus
Certos momento em nossa vida cristã enfraquecemos e pensamos seriamente em desistir, muitas vezes deixamos o medo e a incerteza crescer dentro de nós e nos sentimos momentaneamente incapazes de realizar as missões e as coisas que Deus prepara em nossa vida e isso pode nós afastar do projeto de Deus em nossas vidas enfraquecendo a nossa fé e nos levando em alguns momentos a agir como Pedro em tempos de falta de fé e fraqueza espiritual, que mesmo sendo quem foi teve esses momentos de fraqueza. Pedro fraco na fé quando Jesus chamou a ele para que andasse sobre o mar, não vigiou quando deveria estar atento e caiu no sono, perdeu o controle quando ao defender Jesus, cortou a orelha de um soldado, agredindo um semelhante e por fim, teve muito medo, quis se esconder e negou Jesus quando Cristo passava pelo calvário. Mas Pedro orava e permanecia na fé e Jesus já o tinha escolhido, já tinha um propósito de vida cristã para ele, já estava com a missão de transformar Pedro no primeiro Papa da igreja católica e de se tornar Santo. Por isso, ainda que nós estejamos fracos, que não tenhamos animo e forças para seguir e acreditar, não nos deixamos nos abater e prostamos em oração, pois será preciso que permaneçamos firmes em comunhão com Deus alinhando os nossos propósitos aos propósitos de Deus, pois assim como Pedro, Jesus Cristo tem um grande proposito para todos nós. Sejamos firmes e crentes no que Deus preparou para nós
Uma boa liderança segundo o mundo é baseada no poder e na força. A liderança Cristã é ao contrário, baseia-se no amor e no serviço. Olhe,observe um líder Cristão, se ele não for um servo fiel e humilde para com os seus irmãos, é um anticristo.
O monoteísmo, em sua compreensão judaico-cristã de Deus, produz uma espiritualidade integralizadora do ser: um só Deus no qual se crer, um mesmo princípio ético para se obedecer, coisas que se refletem num mesmo estilo de vida para se viver, seja de forma pessoal, familiar e social.
Nosso desafio, como igreja, é resgatar a espiritualidade cristã fruto de uma fé fundamentada nas Escrituras Sagradas, a qual torna a vida consagrada ao Senhor Jesus, em cada ato, em cada atitude diária, fazendo da vida um culto diário, um sacrifício vivo e constante, o qual exala o aroma agradável ao Senhor e produz frutos de justiça.
GUERRA E PAZ NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ
As guerras evidenciam a bestialidade humana e, igualmente, a compreensão de que os que a promovem, desvalorizam em muito a vida do outro e das nações.
Deus criou a humanidade para a paz e não para a guerra.
A guerra é feia; a paz é linda!!!
Guerra é sinônimo de morte; paz é sinônimo de vida!!!
Guerra é sinônimo de desarmonia, ao passo que a paz é análoga à harmonia!
A guerra, ao provocar intranquilidade, insegurança, medo, carestia, escassez e muitos outros males, enferma o ser humano psíquica, física e espiritualmente. Já a paz é o inverso de tudo isto, resultando em vida de qualidade.
Deus combateu a inimizade entre Ele e a humanidade, não nos atacando e destruindo, mas encarnando e entre nós vivendo na pessoa do Seu Amado Filho Jesus, que se deixou ser por nós condenado e morto na cruz. Em vez de nos matar, Ele morreu em nosso lugar. A paz foi conquista pela morte vicária de Cristo na cruz, seguida de Sua ressurreição, três dias depois! Cumpriu-se o que o próprio Jesus havia profetizado antes de ser morto: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”. (Jo 12.32). O amor venceu a inimizade, a paz venceu a guerra! O amor nos trouxe de volta ao Criador!
Deus odeia tanto as guerras que quando a humanidade se tornou violenta nos dias de Noé, Deus enviou o dilúvio como forma de juízo e contenção da violência.
O mundo está se autodestruindo com as guerras.
“Não matarás” (Êx 20.13), ordena Deus nos Dez Mandamentos. Tomar a iniciativa de tirar a vida do outro, por motivos vis, entre eles as guerras, atenta contra o Decálogo Divino e, portanto, contra o Autor da vida!
As guerras revelam o espírito ambicioso, egoísta e dominador que caracterizam os conquistadores e as nações sob seus comandos.
Quem faz da guerra seu instrumento de autopromoção, conquista e sustentação no poder, já é um derrotado pelo mau.
Guerra não é sinônimo de força, mas de fraqueza.
A guerra só deve ser vista como legítima para a parte atacada que reage com guerra como sua legítima defesa e, ainda neste caso, se houver tempo de tentar a paz por meio do diálogo, deve fazer.
Quando a guerra é para tomar o que é do outro é clara ambição. Quando é para defender o que é seu é legítima autodefesa ou proteção.
As guerras e rumores de guerras são um sinal da volta de Jesus Cristo para buscar a sua igreja.
A guerra é um pacote do mau. Com ela vem a violência, as mortes, a destruição, a fome, os bolsões de refugiados, a perda de membros da família ou até de famílias inteiras, o apropriar-se das propriedades e bens alheios e até de uma nação inteira, a violação de direitos humanos fundamentais, os traumas psicológicos profundos, etc.
A guerra é dispendiosa, enquanto a paz é generosa.
A guerra é um contrassenso: para vencer é preciso destruir, e isto só é possível mediante altíssimo custo, mas uma vez vencendo, é preciso reconstruir, e isto de igual modo demanda altíssimo custo.
Promover a guerra custa muito caro; promover a paz requer a fé em Deus, a prática da bondade, do amor, da verdade, da tolerância, do altruísmo... e da justiça.
Existem diferentes tipos de guerras: bélicas, econômicas, religiosas, raciais, ideológicas, filosóficas, do tráfico de drogas... e todas resultam na alienação dos bens e direitos do(s) outro(s), incluindo o bem maior: a vida!
Neste mundo pós-moderno e globalizado, o mau da guerra foi potencializado, pois uma guerra entre dois países ou grupos de países, não prejudica somente a eles, mas as nações do mundo inteiro.
Muitas guerras são promovidas em nome de nobres justificativas, quando na verdade não passam de motivos abomináveis, encobertos por mentiras disfarçadas de verdades, amplamente divulgadas por mídias oficiais e até privadas, por governantes compradas, subornadas.
Quem, pela fé, disse sim a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, tem o dever de ser um promotor da paz, em claro combate aos que promovem a guerra.
Uma das razões por que o mundo atual odeia tanto a Jesus Cristo e aos cristãos é por causa da compreensão pacifista da vida, seja nas relações pessoais, seja nas relações internacionais. O pacifismo cristão atenta contra o espírito belicoso do mundo atual.
É incompatível com uma nação que se fundamente em princípios cristãos ser beligerante e ambiciosa em relação as demais nações!
A história testemunha que todas as nações que alimentaram um espírito belicoso e expansionista, mais cedo ou mais tarde vivenciaram a queda e a humilhação. Então, de que vale a guerra?
Os dominados, explorados, subjugados, humilhados... um dia reagem. Mais do que isto: quem clama ao Criador, tem a certeza de ter ouvido o seu clamor, vista a sua dor, e o socorro Divino estendido em seu favor!
“Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz”. (Jr 29.7 ARA)
Diga não a guerra, e sim a paz!
É nos momentos mais difíceis e críticos da vida Cristã que descobriremos que Deus está no controle de todas as coisas.
Livro 📖 Eternidade
Temos de perseverar na linguagem da fé. Muitas pessoas começam a vida cristã com uma linguagem de fé e diante das tribulações se entregam a uma linguagem de fracasso.
"A verdadeira fé cristã nos impele a agir com justiça para com os que sofrem e a socorrer os que necessitam."
Ataques espirituais e acusação do inimigo
Na perspectiva cristã, o inimigo de nossas almas é chamado de "acusador" (Apocalipse 12:10). Ele tenta aprisionar o coração com culpa e confusão. Uma alma confusa e acusada se torna instável e fraca.
Resposta para esse momento:
“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1)
A generosidade deve ser uma parte fundamental da nossa vida cristã, pois Deus, nosso Pai Celestial, é poderoso para suprir todas as nossas necessidades, segundo Seus recursos ilimitados em Cristo Jesus.
O motivo que pode ser válido para deixar uma instituição religiosa cristã e nem olhar para trás, pode ser o mesmo que pode condená-la no último dia. Na dúvida leia:
(Mt 25.35-45);
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