Cristã
Uma vida cristã autêntica é uma vida sem meias palavras e meia vida. Cristo nos deixou o evangelho da integridade!
Nos registros da tradição cristã, consta a história de uma mulher chamada Tecla, que foi fruto ministerial do Apóstolo Paulo. Dizem, de acordo com o apócrifo que circulava entre os cristãos primitivos, que a sua fé a protegia de muitos ataques de animais selvagens e injustiças. Ao ser torturada e quase queimada na estaca devido a sua fé em Cristo, uma nuvem de chuva apareceu para extinguir as chamas, deixando os torturadores estupefatos.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Enquanto à frente da comunidade Cristã estiverem esses manipuladores, religiosos dogmáticos que dizem seguir ao Deus vivo, mas seguem as suas próprias paixões infames, seus propósitos exclusivistas, e deixam vulneráveis os propósitos da verdade do evangelho, Deus não despertará a nossa nação.
Livro: Servir, o maior dos desafios
A espiritualidade cristã é a vivência e a prática da fé cristã em todos os aspectos da vida. Ela se fundamenta na relação pessoal e profunda com Deus através de Jesus Cristo, guiada pelos ensinamentos bíblicos e pela ação do Espírito Santo. Essa espiritualidade se manifesta no amor a Deus e ao próximo, na oração, na meditação da Palavra, no serviço, na adoração e na busca contínua por santidade.
Na espiritualidade cristã, há um reconhecimento da dependência de Deus e um desejo constante de se conformar à imagem de Cristo. É um processo de transformação interior que leva a uma vida de propósito, paz, e alinhamento com a vontade divina, destacando-se pelos valores de humildade, compaixão, perdão e graça. Além disso, envolve uma comunidade de fé onde os cristãos se encorajam mutuamente, compartilhando experiências e crescendo juntos na caminhada espiritual.
Na perspectiva cristã, "espíritos" se referem a seres não físicos, invisíveis e imateriais. Na Bíblia, encontramos várias referências a diferentes tipos de espíritos:
Espírito de Deus (Espírito Santo): O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade cristã, juntamente com Deus Pai e Jesus Cristo. Ele é considerado o Consolador e o Guia, habitando nos crentes e capacitando-os para viver de acordo com a vontade de Deus.
Espírito Humano: Refere-se à parte imaterial do ser humano, a essência da vida que foi dada por Deus. No Gênesis, Deus soprou o "fôlego de vida" no homem, e ele se tornou um ser vivente (Gênesis 2:7). O espírito humano é a conexão que temos com Deus e é imortal, sobrevivendo após a morte física.
Espíritos malignos ou demônios: São seres espirituais que se rebelaram contra Deus, seguindo Satanás. Na Bíblia, eles são descritos como espíritos impuros e forças malignas que procuram influenciar e enganar as pessoas. Jesus frequentemente expulsava demônios durante seu ministério, mostrando seu poder sobre esses espíritos.
Anjos: Os anjos são espíritos ministradores enviados por Deus para realizar Sua vontade. Eles são vistos como mensageiros de Deus, protetores e seres que realizam obras de auxílio à humanidade.
O conceito de espíritos é vasto na teologia cristã e engloba a complexa interação entre o mundo espiritual e o mundo físico. Eles são reconhecidos como forças reais que influenciam o cotidiano das pessoas, conforme os ensinamentos bíblicos.
A fé cristã é a crença central no cristianismo, fundamentada na confiança em Deus e nos ensinamentos de Jesus Cristo. Ela envolve acreditar em Deus como Criador e Salvador da humanidade, aceitar Jesus como o Filho de Deus que morreu e ressuscitou para redimir os pecados do mundo, e seguir seus ensinamentos conforme descritos na Bíblia. A fé cristã também inclui a esperança na vida eterna e a prática de amor, perdão e serviço ao próximo, sendo vivida tanto de forma pessoal quanto em comunidade.
Ela é considerada um dom de Deus e um relacionamento de confiança e obediência com Ele. Como diz em Hebreus 11:1: "Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem." Ou seja, a fé envolve crer no que não é visível, mas que é certo pela confiança em Deus
A mensagem cristã é como carne congelada. Ela está aí, mas não é possível comê-la. É preciso descongelá-la, isto é, situá-la na realidade atual.
A santidade da vida humana é uma noção judaico-cristã que pode muito facilmente não sobreviver ao desaparecimento da civilização judaico-cristã
Religião: Pessoas em busca de Deus.
Ateísmo: Pessoas que abandonaram a busca por Deus.
Cristão: A pessoa que foi descoberta por Deus e a Ele se apega até a morte.
NOITE FELIZ
Aquela noite, debaixo da estrela guia
Uma noite cristã, o natal do Nazareno
Me faz recordar dos dias de pequeno
Cheios de encantos, cantigas e poesia
Cá nestes versos um versar ingênuo
De sensações entrançadas de magia
Da velha emoção em verde fantasia
E a inspiração em um sonho sereno
Flama no soneto, pisca-pisca multicor
Anunciando a vinda do autentico amor
Alegremo-nos, o menino Deus nasceu!
Ah! os corações se enchem de prosa
Fé, e este ensejo de forma generosa
Traga paz e bem no Natal meu e seu!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 dezembro, 2024, 16’20” - Araguari, MG
A segunda chance é humana, A terceira chance é cristã, dá a quarta éfalta de amor próprio. Perdoar não tem limite, conviver tem!
“A comunhão com Deus e com os irmãos é o alicerce de uma vida cristã plena. É na comunhão que encontramos força, apoio e encorajamento para seguir em frente.”
“Na comunidade cristã, encontramos apoio e encorajamento para vencer o pecado. Juntos, podemos nos fortalecer e caminhar na luz de Deus.”
Uma boa liderança segundo o mundo é baseada no poder e na força. A liderança Cristã é ao contrário, baseia-se no amor e no serviço. Olhe,observe um líder Cristão, se ele não for um servo fiel e humilde para com os seus irmãos, é um anticristo.
O monoteísmo, em sua compreensão judaico-cristã de Deus, produz uma espiritualidade integralizadora do ser: um só Deus no qual se crer, um mesmo princípio ético para se obedecer, coisas que se refletem num mesmo estilo de vida para se viver, seja de forma pessoal, familiar e social.
Nosso desafio, como igreja, é resgatar a espiritualidade cristã fruto de uma fé fundamentada nas Escrituras Sagradas, a qual torna a vida consagrada ao Senhor Jesus, em cada ato, em cada atitude diária, fazendo da vida um culto diário, um sacrifício vivo e constante, o qual exala o aroma agradável ao Senhor e produz frutos de justiça.
GUERRA E PAZ NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ
As guerras evidenciam a bestialidade humana e, igualmente, a compreensão de que os que a promovem, desvalorizam em muito a vida do outro e das nações.
Deus criou a humanidade para a paz e não para a guerra.
A guerra é feia; a paz é linda!!!
Guerra é sinônimo de morte; paz é sinônimo de vida!!!
Guerra é sinônimo de desarmonia, ao passo que a paz é análoga à harmonia!
A guerra, ao provocar intranquilidade, insegurança, medo, carestia, escassez e muitos outros males, enferma o ser humano psíquica, física e espiritualmente. Já a paz é o inverso de tudo isto, resultando em vida de qualidade.
Deus combateu a inimizade entre Ele e a humanidade, não nos atacando e destruindo, mas encarnando e entre nós vivendo na pessoa do Seu Amado Filho Jesus, que se deixou ser por nós condenado e morto na cruz. Em vez de nos matar, Ele morreu em nosso lugar. A paz foi conquista pela morte vicária de Cristo na cruz, seguida de Sua ressurreição, três dias depois! Cumpriu-se o que o próprio Jesus havia profetizado antes de ser morto: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”. (Jo 12.32). O amor venceu a inimizade, a paz venceu a guerra! O amor nos trouxe de volta ao Criador!
Deus odeia tanto as guerras que quando a humanidade se tornou violenta nos dias de Noé, Deus enviou o dilúvio como forma de juízo e contenção da violência.
O mundo está se autodestruindo com as guerras.
“Não matarás” (Êx 20.13), ordena Deus nos Dez Mandamentos. Tomar a iniciativa de tirar a vida do outro, por motivos vis, entre eles as guerras, atenta contra o Decálogo Divino e, portanto, contra o Autor da vida!
As guerras revelam o espírito ambicioso, egoísta e dominador que caracterizam os conquistadores e as nações sob seus comandos.
Quem faz da guerra seu instrumento de autopromoção, conquista e sustentação no poder, já é um derrotado pelo mau.
Guerra não é sinônimo de força, mas de fraqueza.
A guerra só deve ser vista como legítima para a parte atacada que reage com guerra como sua legítima defesa e, ainda neste caso, se houver tempo de tentar a paz por meio do diálogo, deve fazer.
Quando a guerra é para tomar o que é do outro é clara ambição. Quando é para defender o que é seu é legítima autodefesa ou proteção.
As guerras e rumores de guerras são um sinal da volta de Jesus Cristo para buscar a sua igreja.
A guerra é um pacote do mau. Com ela vem a violência, as mortes, a destruição, a fome, os bolsões de refugiados, a perda de membros da família ou até de famílias inteiras, o apropriar-se das propriedades e bens alheios e até de uma nação inteira, a violação de direitos humanos fundamentais, os traumas psicológicos profundos, etc.
A guerra é dispendiosa, enquanto a paz é generosa.
A guerra é um contrassenso: para vencer é preciso destruir, e isto só é possível mediante altíssimo custo, mas uma vez vencendo, é preciso reconstruir, e isto de igual modo demanda altíssimo custo.
Promover a guerra custa muito caro; promover a paz requer a fé em Deus, a prática da bondade, do amor, da verdade, da tolerância, do altruísmo... e da justiça.
Existem diferentes tipos de guerras: bélicas, econômicas, religiosas, raciais, ideológicas, filosóficas, do tráfico de drogas... e todas resultam na alienação dos bens e direitos do(s) outro(s), incluindo o bem maior: a vida!
Neste mundo pós-moderno e globalizado, o mau da guerra foi potencializado, pois uma guerra entre dois países ou grupos de países, não prejudica somente a eles, mas as nações do mundo inteiro.
Muitas guerras são promovidas em nome de nobres justificativas, quando na verdade não passam de motivos abomináveis, encobertos por mentiras disfarçadas de verdades, amplamente divulgadas por mídias oficiais e até privadas, por governantes compradas, subornadas.
Quem, pela fé, disse sim a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, tem o dever de ser um promotor da paz, em claro combate aos que promovem a guerra.
Uma das razões por que o mundo atual odeia tanto a Jesus Cristo e aos cristãos é por causa da compreensão pacifista da vida, seja nas relações pessoais, seja nas relações internacionais. O pacifismo cristão atenta contra o espírito belicoso do mundo atual.
É incompatível com uma nação que se fundamente em princípios cristãos ser beligerante e ambiciosa em relação as demais nações!
A história testemunha que todas as nações que alimentaram um espírito belicoso e expansionista, mais cedo ou mais tarde vivenciaram a queda e a humilhação. Então, de que vale a guerra?
Os dominados, explorados, subjugados, humilhados... um dia reagem. Mais do que isto: quem clama ao Criador, tem a certeza de ter ouvido o seu clamor, vista a sua dor, e o socorro Divino estendido em seu favor!
“Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz”. (Jr 29.7 ARA)
Diga não a guerra, e sim a paz!
É nos momentos mais difíceis e críticos da vida Cristã que descobriremos que Deus está no controle de todas as coisas.
Livro 📖 Eternidade
"A verdadeira fé cristã nos impele a agir com justiça para com os que sofrem e a socorrer os que necessitam."
Ataques espirituais e acusação do inimigo
Na perspectiva cristã, o inimigo de nossas almas é chamado de "acusador" (Apocalipse 12:10). Ele tenta aprisionar o coração com culpa e confusão. Uma alma confusa e acusada se torna instável e fraca.
Resposta para esse momento:
“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1)
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