Corre
REinvente
E tudo me vem quando, olho para traz, mergulho na mais profunda lagoa cujas águas correm em minhas magras veias, é que percebo que a vida, corre com pressa, que a vida passa rápido, igual nuvens de verão, mais que tem tempo suficiente para ser vivida da melhor forma, por isso: VIVA e quando lhe der vontade de recordar, faça como eu, olhe para traz veja a poeira das estradas, pois elas sabem muito de você, e mate a cede com as visceras da cabaça em que um dia foi para você a mais pura água, perceba que as coisa mais simples, os mais pequenos detalhes, pois são eles e elas que fazem toda a diferença, e unem teus mundos, por isso aproveite-os, e faça valer apena, porque as lembranças são passagens secretas, que hora a outra você terá que atravessar, e em um piscar de olhos verá toda tua história ali, na estrada da vida pois tua mente é o mais belo museu de artes, Cuja obras e conteúdos expostos, não se pode comparar a nenhum outro. pois assim como os peixes nadam em um novo rio que passa. As lembranças podem sim ser vividas em cada dia que se vai. por isso REinvente para viver e viva para lembrar.
Sinta que a vida corre e quando essas coisas acontecem veja como você estava parada(o) esperando estaticamente.
Quem me vê passar
Passam carros, passam ruas...
sempre passam no lugar!
Corre a água na calçada,
e um cachorro a passear.
Vejo a imagem na vitrine,
refletir meu caminhar...
olho o homem na janela,
com sorriso amarelo,
me seguindo com o olhar.
Sigo em frente o meu caminho,
que o fim tá pra chegar.
(Ana Kika)
De ti não encontrei mais nada!
Uma brisa corre rasteira, sussurrante
Medi o alcance do horizonte, para além do amor
Há sempre o vazio numa esperança imensa
Estou cansada dos passos nesta estrada...,
E sempre esboçar o perdão...e nunca encontrar nada!
O que seria do azul do Oceano sem o ósculo do céu
e ainda vereis todos os dias o por do sol...
Ele não morre se põe...
Chamejam devaneios neste caminhar
em mim os anseios, guias, quereres ocultados
Na vida, surgiram ao meu embate, mágoas e louvores...
Sufoquei um grito dentro de mim
E em estrondos abrandei a minha dolente alma
eu fui sincera...despi meus anseios e falei pra ti...
Inquiri ao vento quem sou, por que estou sempre aqui?
Respondeu-me que a calmaria e a doce noite
Eram apenas mais um sonho ...um sonho longo talvez...
Tem sonhos que são feitos para torturar...
procurei por ti dentro de mim...
Já era uma ave sem voo... De ti não encontrei mais nada!
Até agora não entendi porque você anda e corre tanto!
O que faz com esse par de asas??
O problema seu é a geografia...
ou você!
..
Dona da minha vida,
dona do meu coração,
cabe a mim, escolher ou não
Ficar, vencer
Fugir, correr,
viver, esquecer...
Quando pequeno eu ouvia: "Ele corre risco de vida!". Hoje escuto: "Ele corre risco de morte!". Então, antes, ele corria risco de perder a vida. Já hoje, corre o risco de morrer. Mudou muito néh!
Como o pincel que corre na tela contornando os sentimentos do pintor,
assim correu através do vento as palavras que contornam o sentimento do criador.
Palavras doces que trouche cor as flores, deu forma ao vento, canto aos pássaros, arte de Deus.
Linda canção que transforma o nada em tudo e reduz o universo a nada, arte de Deus.
Arte de Deus, expressão da pureza do seu ser, arte, criação, Deus, artista que pintou a vida em mim
com a canção do amor.
E até que a gente segura...se protege...corre da possibilidade de se entristecer...mas as vezes não tem como...ser humano,né? sente...se dói...titubeia...e em alguns momentos, até cai mesmo...chora...se entristece profundamente...uma tristeza daquela de doer demais...de até querer dar uma desanimada imensa...mas...ainda bem que sempre tem um mas que vem socorrer...e nesta hora, este mas aí nos lembra que a vida está aí...e que ela sempre traz novas oportunidades...novas possibilidades...novos dias...e isso é tão maravilhoso...tão animador...tão estimulante...revigorante...
O perigo que a humanidade corre é a inconsciência dos que se declaram “revolucionários”, apenas para boiarem na mídia.
O meu coração tornou-se medroso, sempre que alguém chega ele corre, pois tem medo de ser roubado novamente.
A paixão...
Tão inusitada e apressada; corre, se esconde, traz fortes ondas no (a)mar de dentro, se inunda em maré baixa, alimenta uma fome incontrolável, espalha pedaços e se faz colar mesmo despedaçada por mera exacerbação.
A paixão é adrenalina vigorante nas veias e faz parte de um propósito...
O amor...
Tão manso, que faz ninho no coração e não têm explicação...
Amor até o fim, único, já é a própria compreensão!
