Corpo

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Somos santuário do amor e não podemos deixar contaminar nosso corpo e alma, para que alcancemos o verdadeiro estado de iluminação em Deus!

TORRE DE BABEL

Quantos sofrem vários males
Doenças que assolam o corpo
Males que enlouquecem a mente
Fome que corrói tanta gente.
Drogas que tiram o sabor da vida
Homens que por dinheiro e poder
Levam o mundo ao cativeiro...
A natureza chora sua destruição
Mares revoltados avançam a terra
Florestas secam levando água doce.
Tremores, terremotos, maremotos
Sangue jorrando nas trincheiras
Balas ecoando por todos os lados
Atingindo até mesmo
Quem espera para nascer...
Homens querendo mudar de planeta
Nao conseguem mudar a si mesmo
E levam miséria e morte
Para alcançar seus objetivos torpes.
Ambição , dinheiro, luxúria , poder
Faraos de corações endurecidos
Gerando uma grande confusão
Construindo grande torre de babel.
O mundo acelerado pelo tempo
Não tem mais tempo para amar...
Somos robotizados pelas mídias
Que nos controla a todo instante
Dominando quase toda humanidade.
Enquanto muitos clamam justiça
Invocam pelo sonho de viver em paz
Esperando por algum milagre...
Enquanto sucumbimos no marasmo
Acreditando em falsos profetas
Que escondem suas artimanhas
Para uma catástrofe universal.
O mal se alastra assustadoramente
Numa fatídica e funesta procissão
Onde escondem a grande traição
No preço pago pela corrupção...
E no peso cruel dessa cruz
Poucos acreditam na vida eterna
Contagiados pela vida moderna.
Mas uma pequena multidão
Acredita na verdade da salvação
No céu abrir-se-a em grande Luz
Aí então todos de joelhos cairão
Com o retorno de Cristo Jesus!

QUERO UM ABRAÇO

Quero um abraço
Assim tão gostoso
Envolvendo meu corpo.
Quero um abraço
Que me aqueça
Assim como laço
Pra que eu não esqueça.
Quero um abraço
Sentimento quente
De quem é presente
Em todos momentos.
Quero um abraço
De forma envolvente
Sentir calor de gente
Eterno nos braços
De um carinho
Tão importante
Que se chama abraço...
Quero um abraço!

João Batista Barbosa.

DECEPÇÕES

Não sei porque acontece desse jeito
Sempre que gosto de corpo e alma
Quando declaro meu amor com respeito
Logo surgem decepcoes e trauma
E me jogam sem vida no meu leito.
Não tenho mais vontade nem coragem
Para enfrentar uma nova estrada
Vou abandonar este meu coração
Numa esquina onde não exista nada
Não sentir o abandono nem traição .
Tô cansado desta sina do destino
Toda vez que me entrego de verdade
Sinto como um abandonado menino
Que sangra com tamanha maldade
E no fim como o badalar de um sino
Caio no balaio onde me rasgo de saudade !

JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA

Às vezes a alma chora e o corpo sente.

O meu corpo,gira, e roda;
quando estou fazendo,
alguma coisa.
Em pé.
Não sentado. Não deitado.

O homem com o corpo forte é uma fortaleza, o homem com a mente forte é inabalável, e o homem com ambas forças é indestrutível.

“O ego é o parasita que ocupa o vazio da alma quando corpo e espírito não estão unidos através do Amor”

Dormir pouco
é um estrago pro corpo
dormir demais
bem também não faz
Tudo tem seu limite
o tempo existe
para tudo na Terra
Quem não respeita o relógio
também erra,
pode crer que também peca!

Vivemos entorno de vibrações, nosso corpo físico, espiritual e energético, percebe de forma clara inquestionável qual é a sintonia fina melhor e mais prospera para nossa existência.
Alguns chamam de intuição e outros de premonição mas é mais do que isto, é na verdade a medida sonora do nosso diapasão interior que vibra na mesma freqüência, e repete a nota ou não se altera, emudecida imóvel. Isto vale para a vida em todos ambientes e em todos contatos com pessoas.

A verdadeira mudança quântica acontece quando o seu corpo começa a confiar na sua linha temporal: na sua nova frequência de vida onde você quer estar.

... Quando as células começam a acreditar

Que a abundância é segura

Que o amor é seguro

Que o descanso é seguro

Que o sucesso não custará a sua paz.

Assim, tudo se manifesta na sua vida.

Gratidão

Paz no 💓

Devemos ensinar ao nosso corpo

Ao nosso sistema nervoso que é seguro essa nova mudança para um melhor estado de vida:

Que é seguro receber

É seguro manter

É seguro se expandir

Com isso a frequência do corpo muda

Entra em harmonia com os desejos sinceros

E a linha temporal entra em ressonância

Com as leis universais: com criação

Pratique a ciência da interocepção

A Oercepção do estado interno do seu organismo.

E sinta a transformação real da sua vida.

Paz no 💓

A energia que está contida em teu ser
bilhões de átomos vibram no teu corpo
para te mostrar a dimensão da potência
que habita na sua intimidade
e quer que você entre em sintonia fina
com o potencial existente em todo o universo
você se reencontrando com a sua verdadeira natureza.
viva em paz
você é poderoso
poderosa
paz no seu lindo 💓

Eu sou um Espirito no corpo, não sou o corpo, mas estou no corpo, e por estar no corpo, o corpo se torna parte do que sou, momentaneamente o corpo faz parte do que eu sou, mas eu não sou apenas o corpo, mas um todo, ligado a uma consciência superior, pelo Espirito que sou, ainda que no corpo me manifesto em vida, em um processo transitório, não sou o corpo, mais parte de uma consciência eterna.

No tempo ou fora do tempo, no corpo ou fora do corpo, a consciência eterna que sou, se manifesta de forma transitória,
pelo o Espirito, em espirito, tenho consciência da minha limitação no espaço tempo, cujo corpo que estou se limita, mas em consciência ligado ao todo, minha capacidade infinita de criação se manifesta, não apenas no corpo, para o corpo, mas através do corpo em que habito.

Não habito só, há em mim diversas partes do que não sou, de um corpo que estou, conscientemente co-existimos em uma mesma matéria, Eu o Espirito em espirito, confronto incessantemente os desejos do que não sou, um desejo transitório de um corpo, uma alma que anceia os desejos do corpo,e que em suas vontades anceia todas suas necessidades corpóreas, Mas minha consciência de Espirito em espirito, transcende tais vontades, ainda que meu corpo trabalhe em função de suas próprias necessidades, eu em espirito ligado ao Espirito do todo, transcrevo minha existência eterna através de um corpo temporal, por que Eu sou o Espirito que habita no corpo, mas não o corpo, ainda que o corpo seja parte, de minha transição não o sou.

Tenho plena consciência, de estar ligado ao todo, pelo Espirito em espirito.

⁠FOLHA MORTA

Se a minha boca não te surpreende
se o meu corpo não te satisfaz,
o que te falta para ir em frente,
pra seguir teu rumo, me deixar em paz?

A vida a dois não é cláusula pétrea
se for por força de obrigação
o amor definha, vira folha morta
logo um se despede, outro fecha a porta
é o fim da rota de contradição.

Mas o medo de ficar sozinho
fecha o caminho da libertação
se não há coragem pra pular no abismo
prefere-se o cinismo, vida de ilusão.

Logo tudo cala, quando ninguém fala
a porta se fecha e a luz se apaga
e os dois se encaixam na mesma prisão.

Chamava-se Laura.
Não foi um amor como os outros. Não começou com febre no corpo nem com a vertigem dos impulsos súbitos. Começou com silêncio. Um silêncio atento, desses que antecedem as revelações. Ele a conheceu num curso de literatura, numa sala de paredes altas e ventiladores lentos, enquanto discutiam um conto de Machado de Assis. Ela, ainda insegura, confessou que sentia algo no texto que não sabia explicar. Não era tristeza, não era ironia, não era encanto. Era outra coisa.
Ele sorriu com a delicadeza de quem reconhece um território fértil. Disse que literatura não se explica, se atravessa. Que às vezes a compreensão vem depois da vertigem.
Foi ali que começou.
Não houve anúncio, nem consciência imediata de que algo raro se instalava. Apenas uma sequência de encontros que passaram a acontecer com naturalidade. Ele lhe emprestou A Paixão Segundo G.H., sublinhado nas margens com sua letra inclinada, como se oferecesse não apenas o livro, mas suas próprias interrogações. Deu-lhe um exemplar gasto de O Livro do Desassossego, dizendo que aquele livro não se lê, se suporta. Advertiu que ali não havia respostas, apenas espelhos.
Ela recebia cada obra como quem recebe um rito de passagem. Lia devagar, fazia anotações, voltava com perguntas. Ele a ensinava a ouvir o silêncio entre os versos. Mostrava que um poema não termina no ponto final, mas na respiração de quem o lê. Falava sobre a diferença entre emoção e sentimentalismo, entre lirismo e exagero. Ela o escutava com olhos vivos, mas não submissos. Havia nela uma inteligência em formação que não queria imitar, queria compreender.
Tomavam café no fim da tarde, sempre na mesma mesa junto à janela. A luz entrava oblíqua, pousava nos livros abertos, desenhava sombras sobre as xícaras. Falavam de Carlos Drummond de Andrade como quem fala de um parente distante, às vezes incômodo, às vezes necessário. Riam de versos que pareciam simples e eram abismos.
Ela anotava frases dele num caderno azul. Ele fingia não perceber, mas percebia tudo. Percebia o modo como ela inclinava a cabeça ao discordar. O jeito como ficava em silêncio antes de formular uma ideia. A maturidade que surgia pouco a pouco, como uma construção interna.
Andavam de mãos dadas pelas ruas do centro, não como amantes clandestinos, mas como dois pensadores que haviam encontrado abrigo um no outro. Não havia pressa. Não havia corpo colado. Havia calor, mas era um calor que vinha da palavra, do reconhecimento, da partilha de mundo.
Nunca houve beijo.
Nunca houve quarto fechado.
E, ainda assim, havia algo que doía como se tivesse havido tudo.
Porque havia possibilidade.
E possibilidade é uma das formas mais agudas de sofrimento.
Havia momentos em que ele sentia o impulso de atravessar a linha invisível que os separava do gesto definitivo. Bastaria inclinar o rosto. Bastaria permitir que a mão que já segurava se tornasse abraço. Mas algo o detinha. Talvez a consciência da diferença de tempo entre eles. Talvez o medo de macular aquela pureza intelectual com a concretude do desejo. Talvez a intuição de que certas experiências sobrevivem justamente por não se consumarem.
Ela, por sua vez, nunca pediu mais. Mas havia instantes em que seus olhos demoravam um segundo além do necessário. Instantes em que o silêncio se tornava denso demais. Nenhum dos dois era ingênuo. Sabiam que algo pulsava ali. Escolheram não nomear.
Ela partiu primeiro.
Um convite para estudar fora. Uma bolsa. Um futuro promissor que se abria como estrada. Ele a encorajou com a generosidade dos que sabem que amar também é não prender. Disse que o mundo era maior do que aquela cidade, maior do que os cafés, maior do que a cumplicidade que haviam construído.
No dia da despedida, caminharam longamente sem falar. A cidade parecia suspensa. O tempo, dilatado. No final, ela apertou a mão dele com força, como quem segura a borda de um precipício. Não disseram eu te amo. Talvez porque amor dito exige consequência. E consequência exigiria coragem.
Depois disso, apenas distância.
Os anos passaram com a indiferença própria do tempo. Ele publicou poemas. Dedicou alguns que nunca tiveram destinatário explícito. Quem lia não sabia, mas havia sempre uma interlocutora invisível entre as linhas. Cada metáfora lapidada tinha algo do rigor que aprendera ao dialogar com ela. Cada silêncio poético carregava ecos daqueles cafés.
Às vezes via notícias dela nas redes sociais. Um livro publicado. Uma palestra. Um reconhecimento. Sorria com uma mistura de orgulho e perda. Pensava que fora ele quem abrira aquela porta. E logo depois se envergonhava do pensamento, como se o amor verdadeiro não devesse reivindicar autoria.
À noite, às vezes, relia as mensagens antigas. Não havia promessas ardentes nem declarações dramáticas. Havia debates sobre metáforas. Havia áudios discutindo a diferença entre lirismo e sentimentalismo. Havia risadas espontâneas, comentários sobre o mar, sobre o medo de não ser suficiente para a própria vocação.
E havia aquilo que não aconteceu.
O que dói não é o que foi.
É o que poderia ter sido.
Ele sabe que, se tivessem atravessado aquela linha invisível, talvez tudo tivesse se queimado rápido demais. Talvez o encanto tivesse se tornado cotidiano. Talvez tivessem se ferido na banalidade das expectativas. Talvez o amor concreto não suportasse a altura da idealização.
Mas há noites em que ele deseja ter arriscado.
Deseja ter trocado a lucidez pela vertigem. A elegância pela entrega. A ordem pelo caos.
Porque viver é administrar o caos, e ele, naquela história, escolheu a ordem.
Ela segue outro caminho. Ele também. Não se falam. Não se procuram. Mas às vezes, ao abrir um livro antigo, ele encontra uma dobra numa página que marcou para ela. Passa os dedos sobre o papel como quem toca uma cicatriz. E sente uma melancolia fina, quase elegante.
Não é arrependimento.
É a consciência de que existiu um amor que não precisou de corpo para ser inteiro e, ainda assim, ficou incompleto.

"A saudade faz que a
gente sinta que alma
sai do corpo e viaja para
o passado revivendo
momentos que pareciam
adormecidos"

"As dores do corpo se
cura com remédio, mas
para as dores da alma o
remédio são as lembranças
de bons momentos vividos"

Antes do seu corpo passar pelo hospital, passe primeiro com sua mente na presença de Deus para Ele marcar um consulta com o Médico dos médicos, Jesus.

Meu corpo vibra com saúde e energia.