Cores
A melhor paisagem não esconde as pinceladas de cores vivas de Deus, pois elas narram as Suas maravilhas.
O valor da vida pode ser vista nas cores vermelha e branca:
uma pelo coração e a outra pela santidade.
A cada instante a vida nos chama para apreciar os seus detalhes,as suas cores,as suas formas,as suas sensibilidades e ternuras que a envolve Encanta-nos o coração quando nos deparamos com cada pedacinho dela.Coisas de Deus.!
_______________FranXimenes
04/07/2013
Deus nos deu a noite para podermos imaginar cores
Cores com as quais poderemos pintar nossos sonhos e a vida na manhâ seguinte.
Manhã que Ele nos presenteia para enchermos de tons
De tons que dão significado e vivificam toda a nossa essência e razão de viver.
Viver porque esta é a mais rica benção de se ter e ser FELIZ.!
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Letras desequietam palavras atraindo o olhar para algo...
Encontrada como em borboletas
cores, pouso, delicadeza e muito mais
Palavras são pétalas de uma frase
na natureza da linguagem
Letras me inquietam; palavras me atrai
tirando uma pétala da palavra poema
põem inquieta
como é as borboletas — o olhar vai
de frase em frase...
Somando beleza a leitura
palavras dão calor à paisagem
Letras são raios de quem sente
encontrada em três letras
sol inquieta
Em três pétalas tem poesia
a arte de contemplar
Leonardo Mesquita
Das cores primárias vermelho, azul e amarelo, fazemos uma infinidade de tons e matizes; assim como, a partir de cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante, criamos combinações inesgotáveis de paladares. Agora, de um único limão, azedo ou ácido, se expande e se multiplica: adoçado, vira limonada, um refresco muito apreciado. Amassado, com casca e tudo, adicionando cachaça e açúcar, uma delícia, quase divina, a caipirinha. Sem o seu efeito, será que podemos comparar o limão ao amor?
As cores que o tempo levou
Quando eu era criança, o mundo parecia pintado à mão.
O céu tinha cheiro de tarde quente,
e o vento parecia brincar comigo.
As cores eram vivas — não só nas coisas,
mas dentro de mim.
Agora, aos vinte e dois, olho o mesmo céu
e ele já não me devolve o mesmo brilho.
As cores continuam lá,
mas meu olhar parece cansado de reconhecê-las.
Talvez não sejam as tardes que mudaram,
mas a forma como eu as sinto.
Na infância, o tempo era eterno.
Hoje, ele corre — e leva embora o encanto das coisas simples.
Mas às vezes, quando o sol se despede devagar,
eu fecho os olhos e finjo ser criança de novo.
Só pra ver o mundo com aquele mesmo coração colorido.
Em uma fração de segundos, minhas cores desaparecem; é só uma agulha, e mesmo assim sinto o medo me dominar.
Saindo da mesmice acinzentada da cidade, iniciem o dia com flores e cores, elas tornaram o seu dia mais feliz.
As formas, as cores e as vibrações tonantes por meio visual, são em si instrumentalidades de efeitos psíquico, mental e espiritual, que silenciosamente ativam mudanças dimensionais na vida de quem faz e de quem vê.
Você tem suas preferências de cores, músicas, lugares, comidas, etc. Só não pode querer que outras pessoas tenham as mesmas que a sua para não se tornar um super chato!
Vivemos dentro de uma pintura de nossas próprias mentes.
As cores que escolhemos dependem de nós.
Não deixe seu pincel ser sujo com a retórica baseada no medo do coletivo.
Não deixe sua tela ser corrompida pelas divagações de homens loucos. Somos livres além da dualidade, além da comparação, além da história Somos um produto de um universo infinito Portanto, não há fim para o que somos O medo nunca deve prevalecer sobre a verdade do amor.
O Brilho da Presunção
No breu sem cores, onde a vista se cala, O cego estende a mão, sem receio, pronto a confiar.
Sabe que a escuridão é lição que não fala, E no toque do guia, encontra o seu lugar.
Mas que força estranha aprisiona quem tudo enxerga, Na luz ofuscante, onde o ego se faz rei!
A soberba é areia onde a verdade se esvai, E o caminho é negado por uma falsa lei.
O cego, com o tato, reconhece o perigo, A alma, na sombra, aprende a se curvar.
Já quem vê no claro, abraça o seu próprio inimigo: A vaidade que cega e que impede de avançar. Não é a ausência da luz que o passo impede,
É o brilho da presunção que ao abismo conduz.
O coração altivo em sua ilusão se excede, Prefere a própria sombra à luz que a cruz lhe traz.
No fim, a verdade ecoa, simples e sombria: É mais fácil guiar um cego no escuro da noite, Do que uma pessoa que vê, mas na clara luz do dia, Escolheu ser dono da treva, e rejeitou o rumo e a sorte.
