Contexto da Poesia Tecendo a Manha
Como sou
´
Sou como um soneto de amor
Canto os versos da poesia...
D´um amor próprio, d`lma feliz.
De um alguém de amor, além...
Sorrio do que é bonito contente.
Falo de amor por você, sonhando.
Canto uma canção suave, divina.
Pra ti ter, mil vezes nos braços firmes.
Sou como prosa narrada,
Mais com vida própria e fascínio.
Tenho domínio do poeta, que por amor soletra,retrata.
Tenho amor por ti... Querida
Num ato santo, louco... De venturas ilustres e infinitas.
D´amor que te quer tanto...
darocha.
Hoje
Hoje não houve encanto,
não houve ternura,
não houve poesia,
não houve contemplação,
não houve razão de existir
e nem houve por que sorrir.
Hoje foi apenas mais um dia
como muitos dias meus
que se perdem no tempo
longínquo do esquecimento.
Hoje não pude te ver.
Hoje não pude viver.
É assim
Todo homem apaixonado é poeta
Toda mulher que se sente amada adora poesia
Toda poesia de amor é perfeita e completa
Toda perfeição vem do amor. se não perfeita não seria
Todo o amor inspira um verdadeiro poeta
O poeta por uma linda mulher faz poesias
Assim é o amor, quando alguém ama é uma festa
Enquanto uns choram, outros vivem de alegria.
No meio de palavras és poesia.
No meio de garotas já és uma mulher feita.
No meio do ar és maresia.
No meio de bonitas és perfeita.
Entre as outras és especial.
Entre as demais és sempre algo a mais.
Entre tudo és essencial.
Entre todos és tu quem me traz paz.
És minha Deusa Afrodite.
És a pessoa mais bela.
És a única entre tantas.
És, no tempo, primavera.
Poetizando
Há tanta poesia,
No ar, perdida,
Ainda não recolhida,
Então, jamais encontrada!
Há tanta poesia nos homens,
Que nos é fácil encontrar.
Moças também as possuem,
Que me canso de declamar.
Manhãs de poesia,
Versos em poetizados.
Amor de poesia,
Canções poéticas,
Poesias patéticas,
Não vamos complicá-la,
Pois ele tem de ser simples,
Para que ela seja então poesia,
Afinal,
Há muito de poesia na própria poesia.
Dia da poesia
Que pena
Um dia dedicado à poesia.
Que se perdeu entre a vaidade
De ser poeta.
Poesia não há que ter poetas
Existe pela forma bela e simples
De tudo que é.
Poeta morre poesia não.
Dia permitido para se ver e escutar
Versos que inventamos ser nossos
Que se fez antes mesmo de existir
Por simples razão de ter sido a primeira Criação.
Que pena.
Um dia que se esquece a poesia
Para o poeta se exaltar em si mesmo
Pelos versos que apenas colheu.
Ai de mim!
Jaak Bosmans 14-03-09
Como será que faz amor
quem não gosta de poesia?
Quão frios serão seus gestos
ao tocar o corpo amado?
Que palavras secas dirá talvez
ao declarar suas paixões?
Como falará da lua?
Como será que beija flores?
Com quanta suavidade riscará o fósforo
para acender a vela?
Com que candura entornará o vinho
para encher a taça?
Como será que faz amor
quem não gosta de poesia?
Para mim? És ...
És para mim...
A poesia de um sol ao entardecer
O revoar de pássaros ao alvorecer
És para mim...
O tocar leve de uma brisa
O cair de uma lágrima
És para mim...
O encanto da palavras
Ditas em poesia
És para mim...
Luz em uma noite de escuridão
Sabedoria em momentos de solidão
És para mim...
O despertar de sonhos
Sonhados e realizados
És para mim
Essência de amor
Puro e verdadeiro
Porque somente o amor
É capaz de explicar tudo que sinto
És para mim...
Simplesmente amor...
Não posso fazer pra você, uma poesia,
por que de cada palavra iria brotar
um poema que fala da pele macia,
do sorriso bonito e do brilho no olhar,
do perfume que lembro a noite a sonhar
e da saudade que enche minha cama vazia,
os versos que faço, sem você não faria
pois tudo que me inspira é poder te amar.
não faço uma poesia por que isso é pouco
e de cada atributo iria jorrar,
um verso que fala do teu jeito louco,
esse jeito louco que tem de me amar.
Teu sorriso, teus olhos, tua boca teu jeito,
cada um, uma fonte pra me inspirar,
assim cada noite quando eu me deito
tenho um poema novo, que posso te dar.
Além do tempo
A poesia para mim
É algo além de um tempo comum,
Esta fora de um lugar comum,
Ela é uma realidade paralela,
Nem tão perto para poder senti-la
Nem tão longe a ponto de não querer
Deseja-la.
É palavra escrita com puro sentimento,
É verso posto a prova de corações,
São olhos famigerados pela beleza da escrita,
Julgando achar belo aquilo que se lê.
São pequenas cicatrizes sendo curadas,
São grandes amores que se vão.
São como estações do ano, que passam,
Mas o sentimento sempre esta guardado,
Em algum lugar em algum baú no passado,
No teu passado, no meu passado, mas guardado.
São sonhos possíveis, amores impossíveis,
São palavras querendo sentir a vida,
São versos querendo voar além da imaginação.
São estrofes, pequenos ou grandes,
Desbravadores, procurando um pobre coração.
Pablo Gabriel
Poesia para o novo amor
Será que tenho
O direito de negar
Aos meus dias,
Tua alegria?
Poderia negar
Para meus olhos,
O colorido de tua
Beleza?
Mesmo que
Isso signifique,
Respirar o ar puro
De uma falsa liberdade?
Não sou digno
De tocar a pétala que desfolhas,
De uma rosa, recém iluminada,
Pelos raios de tua vida.
Mas como gostaria
De receber teu espinho,
Experimentando á morte
como presente puro.
E despertando para nova vida
Com teu sorriso,
Como sentimento de um anjo
Recém amanhecido.
Doces Palavras
Queria te fazer um poesia,
E que nela, pudesse dizer o que realmente sinto,
Com palavras simples, sinceras, honestas,
Queria nela, ser direto, sem rodeios,
E que fosse linda, da mesma forma que tu és,
Que mostrasse a alegria que me transmite teu olhar,
E dizer como teu sorriso me deixa bobo,
Queria fazer uma poesia, pra dizer o quanto me alegra te amar,
Te mostrar, a beleza do olhar, que você me da,
Mostrar que sua voz em meus ouvidos são melodias,
Queria poder encontrar palavras para fazer essa poesia,
Pois nenhuma consegue ao menos chegar perto do que sinto,
Pois o que sinto, não tenho palavras pra descrever,
Queria poder dizer, que tua beleza me brinda de um cálice de amor sem fim,
E queria nesta poesia dizer-te de uma forma clara e limpa,
Que te amo de um amor sem fim.
Poesia
Eu vejo na poesia uma terapia
Uma forma de fugir do dia a dia,
Da rotina chata e pacata das horas trabalhadas,
Muito mais que palavras, uma vida de fantasias.
Muito mais que sorrisos é pura magia,
Chance de salvar a princesa, momento de ser coroado rei,
Nas letras escolhidas faço minha própria lei,
Sonhos realizo em pedaços de papel, assim como o vento
Que leva meu pensamento para longe, além do horizonte.
Faço nela, o tempo parar e se quiser voltar faço também,
Planto flores e rego jardins, dou-lhe uma rosa e um buque de jasmins.
Mas a poesia me facina, porque nela cumpro minha sina,
De viver alegrias imaginadas e criadas em rascunhos da nossa vida.
Afinal de contas
nem gosto tanto assim de poesia.
Gosto mais de música. Só música,
sem palavras nem aplausos.
De pintura. Só pintura
Sem teoria ou mensagem.
De cinema. Só cinema
Sem mesa redonda
nem voto popular.
E da vida. Só a vida
Sem título
sem vínculo
sem legendas.
NOVA POESIA
Linda poesia que entra em minh´alma
enfeita minha estrada, meus sonhos
No silêncio do meu coração
posso sentir sua doce presença
Alma de minh’alma
Descobriram, como toda estação é esperada
nossas almas se encontraram
se reconheceram
Sensível, cheia de esperança
desconhece o impossível
Nada poderá nos separar
Nem as tempestades
nem a forte neblina
E quando o momento certo chegar
terei a te oferecer...
Dar-te carinhos,
abraços,
abrigo....
Sentimentos que formam um elo
e fazem florescer a paixão,
que contida dentro do meu ser está oculta
E só se revelar-te a você
mostrarei também o caminho da felicidade plena
Caminho que tantos buscam, mas poucos encontram!
Céu... Infinito... Paraíso!
Inquietação
Chove em silêncio,
Pingos incessantes de poesia,
Formando molhadas reticências...
Há uma chuva em mim e
Seu reflexo cinza, triste,
Oculta a alegria colorida dos
Dias sem medo que eu tinha no coração.
Há uma melancolia sem cor,
Há uma chuva feito versos,
Que corre dentro do coração....
Não quero entender o que não tem explicação...
Quero silêncio depois do vento,
Quero um novo arco-íris num céu primaveril
Quero uma alma quieta, uma luz que silencie,
Quero outra vez ser chuva de verão,
Serenidade, solo que absorve,
Mar, montanha, flor, lua cheia,
Amor e vida, em meu coração....
Seja Poeta:
Para escrever poesia, não precisa ser poeta...Basta apenas abrir o coração...Deixa ele: falar, brigar, reclamar ou simplesmente sorrir...Se as rimas chegarem? Que sejam bem vindas...Mas o importante é dar vazão a sensibilidade...Para compor versos, não precisa estar apaixonado, ser mestre, filosofo o ser doutorado...Mas sem amor, eles não conseguem tocar a alma...Seja no pedaço de papel velho, em um guardanapo ou até mesmo na mão...Escreva...Escreva... Sempre... A qualquer momento: de dia, á noite ou de madrugada...Não seja escravo do tempo...Se faltarem verbos, adjetivos não preocupe...Sentimento verdadeiro é mais ação do que palavras...Não deixe a timidez roubar o seu talento...Seja poeta, por um instante ou pela eternidade...A vida não é poesia, mas um verso de amor muda o sentido dela...Não despreze o poema...A palavra escrita ou falada tem PODER...Pena que nem todos, fazem o bom uso dela... Renata Saturnino
Oscar Portela: una poesía que debe mirarse no leerse por Issa Martínez LLongueras
He aquí una muestra apenas de su decir poético, de su lirismo exquisito, contemporáneo y fuerte, que se derrama en la piel del lector. No, no es fácil converger en sus propuestas, para los conservadores o clásicos quizá sean atípicos sus poemas, para los que preferimos la profundidad, las imágenes, el verso libre sin corsé, encontraremos en las propuestas de Óscar Portela esa parte que nos completa en nuestra esencia humana y hasta en nuestros propios caminos poéticos.
Hay una filosofía simple en sus poemas, un simple discurrir de los tiempos y momentos, de los espacios, una franqueza arrolladora que no alcanzan a esconderse por debajo del dominio del lenguaje que caracteriza a su poesía.
Su poesía no tiene tanto que ver con la belleza (como tal), sin embargo, su poesía se hace bella por esa sencillez con la que mira el mundo, con esa resignación, con esa aceptación de sí mismo que no le exime del dolor. Su lenguaje, definitivamente, es un lenguaje de imágenes, por eso, el tipo de poesía que maneja Óscar Portela debe mirarse, no leerse, quien lo lee se queda fuera, quien mira y lleva las imágenes de su lenguaje a su mente, se estremece.
*/ La autora dirige entre otros medios la revista “Palabras Diversas”y de la Red Mundial de Escritores en Español (Remes)
Una breve visita al mundo del gran creador argentino realizado por la ensayista, poeta y directora de revistas literarias digitales Issa Martínez Llongueras.
Canto de Orfeo
poema de Oscar Portela
Y el canto, el canto, oh Dioses, que religaba
al hombre con la tierra: la dulce y beatífica
que penetrará en tus huesos y abrirá tu esqueleto
a la luz de los cielos, al viento de las sierras,
al mar, al mar, sus infinitas olas y todas las estrellas
que marca el destino de dioses y mortales,
el canto humano y celestial, demoníaco o santo,
El que ha huido del mundo
dejando tras de sí el desierto que crece,
la gran voz de los muertos,
las cenizas de la memoria que nada nombra
sino el precipicio que se adelanta de la nada:
Pronto Caronte, pon a tus remos alas
y que mi sombra y yo fulminados
seamos por el rayo que animó el canto
y es hoy sólo negra mortaja,
sólo hiedra ya seca sobre el muro que cierra
el desierto que crece, aquí en mi corazón
y en la voz de las zarzas hablaron a Moisés.
Como Constantino
poema de Oscar Portela
Cuando los Dioses nos retiran el habla,
soplo por el cual el alma canta y da
calor y neuma —todo soplo de vida—,
el ánima, empalidece y calla.
¿Cómo podría ser en su mudez
la roca, y preparar encuentros
con la luz de nuevos Dioses? ¿O
la luz tocar a diana, para " repatriándonos",
entrambos, despejar horizontes
y abrirnos al pétalo cerrado
que florece, como afirmaba Ekardth,
sin por qué?... La misma habla,
su naturaleza muta y la cizaña
sembrada en nuestros huertos,
pone cerrojos a la espera.
Empero, como Constantino
frente a la adversidad, debo mirar
caer los muros sin desertar las armas.
(los poemas pertenecen al libro Claroscuro)
PLEONASMO DO POEMA-POESIA
O Poema é uma centelha
Concomitantemente
Conclamada e errática.
O Poema é a equação
Que habita o cérebro
Da nossa dualidade:
Pavimenta a alameda da emoção e da racionalidade.
O Poema é uma enigmática areia movediça:
Rebenta prenhe ou órfão de um intento
E trilha vias do alcácer das viroses dos abstratos, concretos tormentos
(sejam os frívolos dissabores, seja a dantesca
luminescência da bruma do quase aniquilamento),
Antes de se transmudar em monumento
Á Lógica, ao tornado dos vulcânicos sentimentos
Ou ao maremoto dos libertários devaneios.
O Poema é a aquarela
De um premeditado
Ou inesperado Estalo:
Nasce no córtex,
Navegando pelo
Oceano de teias e correntes da mente
Para, em seguida, desaguar sobre
O espaço vazio como palavra:
Quer Verso insalubre, amarelo, hospitalar, alegria flagelada;
Quer jucunda ventania, Poesia em estado de Graça!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
Poesia no ar,
Bem estar.
Poesia no astral,
Leveza sem igual.
Poesia no coração,
Avalanche de intuição.
Poesia no pensar,
Sentimentos revelar.
Poesia na alma,
Serena, calma.
Poesia no sonhar,
Amor desabrochar.
Bem estar,
Poesia no ar.
Leveza sem igual,
Poesia no astral.
Avalanche de intuição,
Poesia no coração.
Sentimentos revelar,
Poesia no pensar.
Serena, calma,
Poesia na alma.
Amor desabrochar,
Poesia no sonhar.
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