Contas
^^♡já perdi as contas de quantas vezes dei partes boa de mim para as pessoas erradas!
Mas hoje sou vencedora!sei devolver na mesma moeda😚♡
“Você já perdeu as contas de quantas vezes caiu e levantou? Algumas vezes, muito mais forte, outras vezes, com menos motivação, mas valorizando sempre essa subida. Perdeu as contas de quantas ações de terceiros, demandas essas que não eram suas, te abalaram tanto, sem ao menos você saber que tinha o poder de evitá-los? Foi necessário viver momentos delicados e difíceis para hoje poder enxergar, aprender e evoluir. Foi necessário receber ofensas gratuitas, viver injustiças, constrangimentos, falta de respeito, de empatia, de consideração, e outras mais ações que não nos agrada, ao longo dessa vida. Sempre haverá alguém que te cobrará mais do que você pode oferecer e essa cobrança é uma falta exclusiva desse alguém, não sua. Chega um momento que você entende que esse caminho percorrido teve um valor imenso na sua construção. Te permitiu se enxergar, se conhecer, se escutar. Entender que todos nós temos limites. Que não precisamos, nem devemos agradar a todos. Que mesmo que você dê o seu melhor, na melhor das intenções, ainda assim você poderá ser visto de forma negativa no olhar de alguém e tudo bem! Ao buscar compreender o que leva o outro a te enxergar de tal forma ou agir de tal forma com você, chega um momento que você se dá conta de que não cabe a mudança do outro para você, mas sim a sua, por você e para você.”
amanheceu
então faça um desenho
do seu coração
escreva um poema
sobre sua alma
ou faça as contas
de quanto tempo lhe resta
ou uma lista do seu dia
coloque aí tudo o que for bom:
paz, alegria, esperança
fé, amor, Jesus
e tudo de melhor
que couber em 24 horas
e seja imensamente feliz
com o que lhe for
proporcionado!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Qual a melhor definição para as mulheres sofridas cuja maior alegria é pagar as contas em dia e poder fazer o mercado para os filhos?
eu sempre tentei, perdi as contas de quantas vezes falhei, mas, apesar de tudo isso! eu aprendi e concertei.
O pedido que fiz a Meu Querido DEUS, está a caminho das contas do meu rosário. Amém!!! 05/09/2020 - Sábado - 14:06 hrs.
Lúcia Farias
A sua vida se resume em pagar contas e aproveitar como sendo o céu dos seus sonhos usufruir todo o bem material no presente para nunca mais precisar usar no futuro...
O problema é que, ao ficarmos sozinhos, sem contas a prestar a ninguém, ficamos também à mercê das nossas emoções e dos seus caprichos e privados de uma das nossas maiores forças – o altruísmo. Já repararam no que o ser humano mais comum pode fazer pelos filhos, pela família ou por uma ideologia? Coisas que decerto nunca terá a força de fazer por si mesmo!
Perdi as contas das vezes que eu acolhi a dor dos outros mas não a minha.
De todas as vezes que alegrei as pessoas mas não a mim.
De todas as vezes que eu acalmei o coração dos outros mas não o meu.
De todas as vezes que eu vi alguém chorando e fui até ela dizer que á amava mas não fiz isso comigo mesma.
De todas as vezes que eu admirei a beleza dos outros e a minha não.
De todas as vezes que eu amei o mundo mas odiei minha alma, minha mente e o meu coração.
Ajude as outras pessoas mas em primeiro lugar ajude a você, se você não brilhar não conseguirá fazer os outros brilharem. Seja luz e faça luz.
No fim das contas, aprendemos a confiar nos que julgam como nos que pleiteiam privilégios políticos.
"E por mais que tenha vivido acompanhado, no fim das contas você descobre que a grande viagem de sua vida foi apenas com você mesmo."
O Preço do Pão
Eu sei quanto vale o preço do pão!
Faço as contas por isso...
Por cada suor, por tanta dor,
pelos os calos na palma da mão!
Eu sei quanto vale o preço do pão!
Acordo, levanto, luto, pergunto o valor...
A importância de tudo: da farinha, do presto barba,
do leite das crianças, do quilo do feijão,
do aluguel, da taxa de água, do botijão,
da conta de luz, do equilíbrio, da exclusão!
Eu sei quanto vale o preço do pão!
Faço as contas por isso...
Pelo sonho frustrado, pelo rosto marcado, pelo corpo quebrado, pelo riso forçado,
pelo choro rogado, pelo amor separado, pelo credito negado,
pelo imposto salgado...
Das consequências... do preço de tudo!
Eu sei quanto vale o preço do pão!
Faço as contas por isso...
Pelo povo enganado ao político safado! Da Inflação lá no alto ao juro ao assalto!
E o governo cobrando até a “ morada no chão”.
Acorda, gentileza! Piedade a patrão?
Eu sei quanto vale o preço do pão!
Pago caro por isso!
Pago minhas contas
Mas não sou insano
De não saber
Que outros me pagam
Para poder pagá-las...
E Deus paga tudo o que preciso!
Carão não paga minhas contas, irmão
Das minhas escolhas, eu sou o patrão
Vai ter que aturar ou no mínimo respeitar
Aceita ou surta
Respira ou pira
Quem é de verdade
Sabe quem é de mentira
Só te desejo resiliência
Gostou bate palma
Não gostou paciência
No final das contas só Deus realmente existe,
nós somos pó, nós somos cinza, nós somos criaturas,
não criadores, nós somos passageiros, nem éramos para
estar por aqui caminhando e comendo, respirando e
amando, pecando ou se santificando.
"Feitas as contas, noves fora, nunca deixamos de ser crianças brigando por espaço e atenção, cometendo infantilidades sortidas: risíveis, caricatas, insensatas, disparatadas. Evidentemente, é mais fácil ver isso no outro do que em si mesmo."
(As Pessoas lá de Fora. Editora Longarina. 2018)
Muitos acreditam que no núcleo da mentoria está a orientação, afinal de contas o processo que se resumir a escutar e fazer perguntas deixa de ser um processo de mentoria. Todavia, examinando melhor perceberá que no núcleo da orientação está a escuta. A escuta é fundamental para que haja boas orientações. É o que difere um mentor de um palpiteiro.
