Conhecer o Mundo
“Não é preciso percorrer o mundo para conhecê-lo. As maiores teorias foram concebidas por pessoas que passaram grande parte da vida reclusas.”
Poema- Meu lar , meu mundo
Fui convidado para conhecer a terra do reggae, e então chorei ao ver a dura realidade, onde Gonçalves Dias sonhou com a liberdade, mas a tristeza se esconde em cada esquina o que dirá da minha princesa do sertão, onde nasci, hoje perdida em solidão. Sem autoridades que tragam amor, só sofrimento, um grito sem valor. crianças indo para as escolas em pau de arara, outras indo a pé, pegando poeira na estrada. Por que tanto sofrimento? A vida tão cara, flores que brotam em solo de dor e jornada. As casas de palha, as paredes de barro, reflexo de uma vida em meio ao desamparo. Na terra do bumba meu boi, onde o ritmo ecoa, mas a dor da miséria é que verdadeiramente ressoa. Caminhando com olhares que falam de dor, escolas em ruínas, sem amor nem valor. Futuro incerto, sonhos esmagados, Um grito silencioso em corações cansados. Olhei para aquela criança com olhos de mar, “Estou com muita fome”, me disse em súplica. O coração apertado não soube como agir, um clamor que ecoa e nunca se explica. se o comunismo ou socialismo é bom, o Maranhão vai te dizer! Um voto por um Bolsa Família que abrace, que traga dignidade e esperança ao lar. Que cada criança tenha um futuro que enlace, e que a fome se torne apenas um lugar. Na terra do reggae e dos versos de amor, é preciso um canto por justiça e verdade. Que as vozes se unam na luta que entoa, por um Maranhão livre da dor e da saudade. Assim sigo em frente com o olhar mais atento, carrego essas histórias no peito aflito. Com amor como escudo e esperança como vento, que leve as sementes de um futuro bonito.
ADAILSON PEREIRA SALES
Bem mais importante que te dispores a conhecer o mundo à tua volta, essencial é explorares o universo que existe dentro de ti mesmo!
Será que o mundo continua uma escola de alunos onde eles não conhecem o professor, ou tudo parou para continuar como está.
Quem abraça o lado selvagem da vida vivida conhece a felicidade, afinal, a vida é um mundo par ser explorado.
A representar ti, o mundo vai conhecer até onde você pode chegar o teu ego, seja um bom exemplo eficaz a ponto de restar elogios.
É necessário entender conhecer ao mesmo tempo praticar, você é um mundo um universo um templo a dor e a verdade, quebra o monopólio voa nas asas do conhecimento deixa outros mundos vê a tua liberdade você vive a tua felicidade.
O mundo continua o mesmo, as atitudes das pessoas que os destrói por não conhecer o valor do princípio moral.
Um pouco é muito também há muito sem nada, o mundo vive a empatia mesmo sem conhecer o viver, a dor e o caos vivido, sem o conhecimento necessário não há dignidade pra assumir outros valores por orgulho ou vaidade.
Por tantas razões o mundo é distorcido por mentes que atrapalham a lógica de tudo, por não conhecer a razão flutuam num vazio onde o silêncio observa a incredulidade.
As ações são tudo que o mundo conhece cravado no certo e errado, porém o perdão é a fórmula que o mundo não espera nem conhece, perdoa o errado é capaz de unir a todos num só templo.
A derrota de alguém não é para alegria nem motivos de zombar do caído, lembra que o mundo conhece a tua fraqueza amanhã pode ser a tua cara na lama.
Anoitece outra vez
Acaba mês, começa dia
Se eu conhecesse a verdade
Contava pra todo mundo
O valor de cada segundo corrente
Existente roda do tempo
Onde cada momento
Representa a uma ínfima engrenagem
Um fragmento de fração
Eu penso em nem pensar, mas penso
No silêncio do relógio, que tiquetaqueia
Permeando o bojo da vida
Fortalecendo o fraquejar da vontade
Que eu sei, haverão de ecoar
Por toda uma eternidade
Perdidas, irremediavelmente perdidas
Por detrás do vidro convexo
Que expõe pra todos nós
E ao mesmo tempo nos afasta
Dessa relógio gigante, chamado Universo.
Impedindo-nos de tocar nos ponteiros
E parar, nem que fosse por um único instante
O tempo que se vai ...e nos arrasta
Pra algum lugar muito além
de qualquer coisa que talvez
Alguém pense em chamar de fim
E enquanto isso
Amanhece outra vez.
Edson Ricardo Paiva.
