Conceito
A existência de Deus transcende o conceito de mera presença; Ele é o fundamento último e absoluto de toda a realidade.
''O Cristianismo,não é só Lei e Obras seja ela no social ou outros, mas também no conceito ético pessoal e congregacional.''
"Eu nunca me importei muito com o conceito de inferno, mas se ele existe realmente ou é apenas uma mitologia sociocultural,eu prefiro fugir dele."
O conceito de inconsciente coletivo, proposto pelo psicólogo suíço Carl Gustav Jung, desvenda as camadas mais profundas da mente humana, compartilhadas por toda a humanidade ao longo da história. Jung postulou que além do inconsciente pessoal, existe uma dimensão coletiva que abraça imagens, arquétipos e experiências comuns a todas as culturas.
Jung faz a distinção crucial entre o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo, delineando as profundezas da psique humana. O inconsciente pessoal é o repositório das emoções e ideias reprimidas, uma coleção única desenvolvida ao longo da vida de um indivíduo. Aqui residem os traumas, anseios e experiências exclusivas que moldam a singularidade de cada ser.
No âmago desse inconsciente coletivo repousam arquétipos universais, símbolos fundamentais presentes em mitos, religiões e contos ao redor do mundo. Essas representações, como o herói, a mãe, e a sombra, moldam nossos sonhos, narrativas e comportamentos, transcendendo fronteiras culturais.
Os reflexos para a humanidade são profundos. O entendimento do inconsciente coletivo oferece uma perspectiva unificadora, destacando a interconexão da experiência humana. Proporciona uma base para a compreensão empática, transcendendo diferenças superficiais. Ao reconhecermos os arquétipos compartilhados, podemos entender melhor a riqueza e diversidade das narrativas humanas, promovendo a aceitação e a cooperação. Essa compreensão ampliada, guiada pelo inconsciente coletivo, oferece uma via para a busca de significado e unidade na jornada humana.
O conceito de raça pode ser definido somente dentro de espécies cujos vários grupos foram isolados uns dos outros por um tempo suficientemente longo para que seu patrimônio genético se diferencie. De onde se conclui que, na espécie humana, esta diferenciação é tão pouco pronunciada que o conceito de raças humanas não é operacional.
DEMOCRACIA OU TIRANIA?
O conceito de democracia, grosso modo, consiste em dizer que é um sistema do governo em que o povo exerce a soberania. Neste sistema de governo o poder é exercido pelo povo através de seus representantes por eles eleitos.
Desde o Brasil colônia nosso maior sonho e luta perpassa à busca por uma democracia sólida, consistente e persistente. Até vivenciamos em outro contexto lampejos desse sonho. Ainda que de forma incipiente e intermitente durante os governos republicanos. Ironicamente entre os anos de 1946 a 1964. Em que ensejaram a dita primeira democracia.
Mesmo apresentando vestígios de um liberalismo populista denotou-se grandes avanços à manutenção da democracia, mesmo não estando a contento de sua fiel amplitude.
Todavia, o preço pago por esses avanços e uma possível antagonia ao mercado estrangeiro e seu projeto neoliberal que sentiu-se ameaçado, suscitou a abominação ao pensamento democrático através do conluio entre o capital estrangeiro, as forças repressoras e a dominação política imperialista.
Por conseguinte esse sonho definitivamente seria subtraído pela força das armas ostentadas pelos “homens” em detrimento do próprio homem.
Com o advento da famigerada “ditadura militar” no país esse sonho logo se transforma em pesadelo. “Tão real como real era nosso sonho”. E consigo trazia toda sorte de atrocidade e segregação dos mais elementares direitos à cidadania como: O direito de ir e vir, à livre expressão e o mais sublime, o direito à vida. Que naquele contexto passa a pertença à tirania que se instala.
No tempo em que dava-se início o retorno à barbárie, consolidava-se ainda mais a exploração do “homem” pelo homem. Para citar o filosofo alemão Karl Marx.
Na luta por esse sonho muitos tombaram outros obrigatoriamente deixaram seu país, familiares, razões e paixões. Como os pássaros a perder seus ninhos.
Neste momento me debruço sobre esta narrativa objetivando entender a razão pela qual fechamos os olhos a um passado tão próximo em que feridas ainda permanecem abertas e sangrando.
Quiçá por uma lógica pífia e esquálida quão o ódio que impera em nossos corações contradizendo o imperativo categórico Kantiano.
Ou talvez sobre o pretexto de combate à corrupção. Uma máxima incoerente por assim dizer. Uma vez que os fins não justificam os meios.
Enfim o contexto político atual nos remete ao iminente perigo desses atores que outrora promoveram a barbárie desconstruírem as ideias e as conquistas democráticas e inclusivas dos últimos 16 anos. Conquistadas à duras penas. Mergulhando-nos à tirania. Aonde não há lugar para as “minorias”.
A tirania se alimenta da barbárie e a barbárie consubstancia-se da execração humana.
O tirano abomina até mesmo a beleza das artes advinda dos “homens” de bom senso...
Bem disse o filosofo e sociólogo Theodor Adorno (...). “Escrever um poema após Auschwitz é um ato bárbaro, e isso corrói até mesmo o conhecimento de por que hoje se tornou impossível escrever poemas” (Adorno, 1998, p. 26.).
Ora, vejam só, aqueles que ameaçam as mais altas cortes constitucionais, o que fariam eles ante à nossa liberdade de expressão?
Vinte e oito de outubro próximo, é o dia do veredito, você será o Juiz. Absolve ou assassina a jovem democracia Brasileira.
Todo conceito, ideia e percepção está preso na palavra e ainda que compreendido, integralmente absorvido estará nessa prisão, até que a chave da ação possa livra-lo.
Aquele que avalia as coisas pelo que elas são e não pelo juízo e conceito dos outros, este é o verdadeiro sábio, ensinado mais por Deus do que pelos homens.
Respeitem a crença de seu semelhante e não as critique e nem as julgue. Cada um com seu conceito e visão sobre a vida, o que seríamos de nós se não tivéssemos o livre arbítrio de escolher e opinar com respeito e maturidade em todas as crenças e seguimentos religiosos divergentes da nossa? Estaríamos até agora no Jardim do Éden padecendo no paraíso comendo maçã indigesta e arrotando o pecado. Quem nunca pecou que atire a primeira maçã!
CONCEITO EQUIVOCADO DE HUMANIDADE:
Ajudar a quem já nos ajudou no passado ou àqueles que têm os meios de nos ajudar no futuro...
Este é um pensamento farisaico, igual aos hipócritas que foram condenados por Cristo. Aqueles quando davam uma festa esqueciam de convidar os menos favorecidos!
Contudo, ainda se ouve destes senhores, a expressão máxima e vulgar: "Eu sou cristão."
"Conceito de família é um por todos e todos por um. Na política é nepotismo cruzado. Eu ajudo os seus parentes e você ajuda os meus."
Estar certo ou ter razão?
Toda ideia ou conceito, podem ser melhorados.
Ficar preso em conceitos que já não se amoldam mais à sua vida, é um desgaste desnecessário.
Entenda que o mundo, a sociedade e até você, muda.
Quando não buscamos entender as mudanças existentes, quando ficamos parados no tempo, sofremos quando somos solapados por elas.
As mudanças, podem até não parecer, mas, elas vêm a passos lentos. Um comentário aqui, uma ação isolada ali, uma passiva aceitação social, e pronto, a ideia ou comportamento se instala.
Ora, sabendo que este processo é lento, mas, gera conceitos, devemos aprender a analisar estes com a frieza e razão necessárias ao bom entendimento do assunto.
As pessoas que conseguem passar por essas mudanças, mantendo uma visão centrada e trazendo ela para seus conceitos, com certeza se impactarão menos.
Quanto menor o impacto, menor será o susto e o sofrimento.
Assim, "estar certo", conflita com o "ter razão." Estar certo muitas vezes representa que você está em consonância com um todo, e que esse todo, aceita sua posição.
Ter razão, já é algo um pouco mais complexo, pois toda razão pessoal, pode ser questionada pelo todo.
Seus conceitos, dentro de sua razão, se não estiverem em consonância com o todo, dificilmente estarão certos.
Fazendo pequena analogia, posso citar que: A razão é como uma âncora que segura o navio do conceito e não o deixa zarpar. O estar certo é o navio que quer desbravar os mares e anseia levantar âncora. Ambos, a razão e a certeza, podem navegar juntos, mas, para isso acontecer com segurança, de tempos em tempos, esse navio terá que aportar, para depois navegar.
Dose sua razão, aprenda com a viagem, alimente seu conhecimento, e esteja certo de que sua razão e seus conceitos, mudarão em cada porto.
Ilumine seu dia.
Tenha dias de paz.
Pense. Reflita.
O tempo, esse conceito intangível que permeia todas as dimensões de nossas vidas, é muitas vezes subestimado e mal compreendido. De maneira sutil, porém incessante, ele tece sua teia ao nosso redor, moldando nossas experiências e definindo nossas jornadas. No entanto, é frequente observarmos o mau uso do tempo por parte da humanidade, desperdiçando preciosos instantes em atividades fúteis e sem propósito.
As consequências desse descuido para com o tempo são inúmeras e profundas. As oportunidades perdidas, as relações negligenciadas, os sonhos adiados - tudo é fruto de uma gestão inadequada desse recurso precioso. O tempo, uma vez perdido, não pode ser recuperado, e suas marcas se inscrevem indelevelmente em nossas trajetórias.
Por outro lado, quando utilizamos o tempo com sabedoria e discernimento, somos capazes de colher frutos inestimáveis. O tempo bem empregado nos permite alcançar nossos objetivos, cultivar relacionamentos significativos e nutrir nossa alma com experiências enriquecedoras. Cada instante bem vivido se torna uma semente de crescimento e aprendizado, ampliando nossos horizontes e enriquecendo nossa existência.
Assim, é imperativo que aprendamos a valorizar o tempo e a investi-lo com cuidado e propósito. Cada momento é uma dádiva única, uma oportunidade preciosa que não deve ser desperdiçada. Que possamos, portanto, cultivar a consciência da fugacidade do tempo e aprender a usá-lo com diligência, apreciando a efemeridade da vida e valorizando cada instante como uma oportunidade de crescimento e realização.
Qual é o conceito de inteligência?
“capacidade de extrair informações, aprender com a experiência, adaptar-se ao ambiente, compreender e utilizar corretamente o pensamento e a razão”.
UMA VEZ QUE JÁ CONHECEMOS O CONCEITO, VAMOS COLOCAR EM PRÁTICA. SE NÃO PODEMOS SOFRER.
"ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE, conceito pouco em uso em nossos dias, o que mais ocorre é que quando há uma deficiência do cônjuge ou doença o outro trata de se afastar alegando incompatibilidade"
A vida é um conceito singular que todos nós compartilhamos e experimentamos de maneiras únicas. É o ponto comum que nos une e nos torna iguais, independentemente de nossas diferenças pessoais. A vida é uma jornada que começa com o nascimento e termina com a morte, e durante todo o caminho, somos confrontados com desafios, oportunidades e experiências que moldam quem somos e quem nos tornamos.
Embora cada pessoa tenha sua própria jornada, estamos todos conectados por nossa humanidade compartilhada e nossa busca pela felicidade, realização e significado. A vida é uma oportunidade para aprender, crescer, amar e fazer a diferença, e cabe a cada um de nós decidir como aproveitar ao máximo essa oportunidade. Para mim, a vida é o que fazemos dela. Podemos escolher viver com propósito e paixão, ou podemos simplesmente passar por ela sem sentido ou direção. Independentemente das escolhas que fazemos, a vida continua a ser o ponto de encontro comum que todos nós compartilhamos.
"No pensamento bíblico, a liberdade de escolher está ligada ao conceito de perda; o 'bachar' (escolher) é sempre um ato de pesar o que será deixado no altar da decisão."
