Comodismo
Cuidado com o comodismo e com a falta da prática de pesquisar, pois muitas mentiras gigantescas com fragmentos de verdades se tornarão fatos históricos.
E essas facilidades com informações prontas, que a vida te oferece poderá te deixar nulo quando necessitar da verdade por inteiro.
Nem sempre permanecer em uma situação que não nos faz feliz é comodismo. Mudanças são lentas, mudanças doem, causam desconforto, insegurança e muito medo. A gente até sabe que precisa mudar, mas as condições em que vivemos, às vezes, não permite, principalmente quando a mudança envolve outras pessoas.Tudo acontece a seu tempo: o importante não é o ritmo, mas o foco.
"A preguiça conduz ao comodismo. Para superar desafios é decisivo que se transforme em ação toda energia do querer" (O Mentor Virtual).
Medo de ir à luta é para fracos, mesquinhos, pra gente que vive entrelaçada ao comodismo. Medo é só uma desculpa pra ficar mais tempo no sofá. Quando não há luta, não há recompensa, tampouco vitória. Eu vou a luta todos os dias e agradeço a Deus por ter milhões de batalhas à vencer. Medo tenho de não te-las, de não obter a chance de vencer cada uma delas, mas enquanto eu tiver desafios, irei enfrenta-los. Continuarei a levantar as 6:30 da manhã e irei feliz, ressacada, cansada, chateada, estressada, não importa como, mas eu irei! Disso estou certa!
Um beijo pra quem assim como eu, ama viver e busca alcançar o impossível
Esse comodismo parasitário em que os cidadãos brasileiros se encontram, faz relevar todo o fato de um governo corrupto. Lavagem de dinheiro, propina,CPI e toda a armação que acontece não mais somente debaixo dos panos, parece não mais valer da importância da população, pois se valesse, a voz de cada um se levantaria.Pode-se indignar com tais atos, mas o comodismo tornou a face contraditória, pois os verdadeiros ladões estão em carros de luxo, em bons cargos e andando livres pelo país. Enquanto, os que nada devem, estão trancafiados em suas casas, alienados em suas atuais mentes pequenas e de voz calada... E assim, se da continuidade ao "jeitinho Brasileiro".
Em tempos de manifestação é mais bonito dizer que faz parte do modismo ditado pelo comodismo, ou vestir a tendência das ruas?
É preferível uma existência de mil tentativas que malogram, a uma condição de comodismo perpétuo em que se toma por realidade o humano cenário de aparências.
Às vezes eu me envergonho do sono omisso que adere ao comodismo e à indiferença perante o grito dos excluídos!
Enquanto as pessoas não se derem conta que a maioria de seus sofrimentos podem ser por comodismo ou por opção delas mesmas, e que por algum motivo qualquer não querem/não conseguem se desligarem daquilo que lhe causa sofrimento, teremos uma sociedade insegura, doentia e infeliz, manifestando assim as mazelas da vida cotidiana... em última instância, as manifestações de patologias coletivas
Comodismo é votar sempre nos mesmos candidatos e nunca exigir mudanças,não aceito mais isso voto nulo.... e protesto!!!
A Jornada de Retorno à Essência
Vivemos em um mundo onde a distração e o comodismo nos anestesiam. Muitos seguem rotinas espirituais sem questionar, acreditando que basta comprar indulgências ou repetir fórmulas religiosas para garantir um lugar em um paraíso idealizado. Um paraíso que, talvez, nunca tenha existido da forma como nos contaram.
Durante séculos, a Igreja Católica institucionalizou a culpa como ferramenta de controle. A venda de indulgências, especialmente na Idade Média, transformou o arrependimento em moeda de troca. Em vez de promover o entendimento e a transformação interior, oferecia salvo-condutos para o céu, como se a salvação pudesse ser adquirida em balcões sagrados.
Mas a verdade não se compra. Ela se descobre. E esse despertar exige coragem para investigar além das histórias que nos foram ensinadas. A Bíblia, por exemplo, não é apenas um livro de regras, mas um mapa simbólico cheio de pistas. Jesus nos convida: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Jeremias reforça: “Invoca-me, e te responderei; e te revelarei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jeremias 33:3).
Pensadores como Santo Agostinho viam a culpa como herança do pecado original e a redenção como retorno à pureza espiritual. Nietzsche, por outro lado, denunciava a culpa como invenção social, uma prisão que nos afasta da vida autêntica. Ricoeur, Jaspers e Espinosa apontavam caminhos de reconciliação, razão e unidade com a natureza divina.
Todos, em suas linguagens distintas, falavam da mesma essência: o retorno à nossa origem racional e pura. A parábola do filho pródigo é uma metáfora sobre arrependimento e rendição, não diante de uma instituição, mas diante da própria consciência.
A libertação está no entendimento. Está em abrir os olhos, em se questionar, em investigar com sinceridade. Enquanto não compreendermos de onde viemos, por que estamos aqui e para onde realmente vamos, continuaremos renascendo como sementes que buscam florescer em plena consciência.
Na minha vida vivo um nomadismo
Não gosto do comodismo, portanto sou andante
Meu prazer é observar, sentir, sorrir e deixar fluir por isso me deixo ir
No caminho tenho saudades do que vivi e não vivi
Entre amores, amigos e até mesmo inimigos.
Entre o mundano e o espiritual
Na certeza que existe um final
Cultivo meu conhecimento pessoal
Meu despertar de consciência provindo da experiência de viver a vida em carne viva
Tenho sonhos apesar da minha adversidade e aprendi em mocidade
Que viver é um balanceio entre sorrir e chorar.
