Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Na minha caminhada deixei muitos espinhos para trás sem as espinhesas das mágoas,mas as flores carrego comigo até hoje pois o que vale na vida é o bem querer.
Mais uma vez nao fui o suficiente...
Mais uma vez me deixei levar a nao ser o suficiente...
Nao ser o suficiente é tão comum para mim...
Nao ser suficiente dói,
Dói mais que voce imagina,
Mas hoje ja estou tao acostumada a mesmisse,
Que nao sinto mais dor,
A vontade e de sumir...
Porque as pessoas vao lembrar de coisas boas e momentos bons e assim vou me tornar suficiente na memória de todos.
O Menino Folha
de folhas secas eu deixei o vento me levar, em vez de chorar eu decidi luta nas correnteza da vida eu deixei flutuar
De buracos fundos já saí, de armadilhas já saltei, da morte já escapei, da vida eu quero viver, hoje estou sentado esperando você
De toda a exploração a dedicação em procurar as pistas pra te levar até mim, até que bum bum tudo perecia sair
Meu mundo virou, tudo mudou, as flores que não brotava, brotou e tudo que que já conhecia não conhecia mais
A árvore que eu chorava, é o lugar mais bonito e encantador, um lugar tão morto, agora tão vivo
Pedras
Pedras, muitas encontrei e a todas pelos
caminhos deixei.
Segui na busca do que queria, e que tão
distante estava, mas continuei, passei por
terras que eu julgo já haver estado.
Atalhos, encostas, cascalhos pisei.
Depois de dias, não sei quantos, luzes
começaram a aparecer, a cor do céu ia
mudando.
Arrastando-me, cheguei.
O que meus olhos viam eu não queria crer.
homens, muitos já mutilados, diziam pedras
terem quebrado para cascalhos fazer, e ficar
mais fácil a passagem .
Outros as encostas apararam, picadas fizeram.
A tudo vi e ouvi calei-me, julguei eu ter
sofrido pelo caminho que fiz.
Outros antes passaram, tornando-o mais fácil
para mim.
Assim é a vida, antes de nós alguém veio para
tornar nossa caminhada mais suave, aplainou
caminhos, endireitou estradas , evitou curvas
perigosas, aliviou o peso de nossa carga.
Enfim quis ele que fossemos novos viajantes com
com menos peso do que ele, mas com a responsabilidade
de, tornarmos os caminhos mais perfeitos para os
que depois de nós, virão.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B. - de S.J.do Rio Preto - SP
Membro Honorário da A.L.B. - Votuporanga - SP
Membro da U.B.E
As vezes dói. Principalmente quando eu lembro que fui eu que te perdi, que fui eu que te deixei escapar.
Desde que te deixei
Tirei o açúcar do café
Bebi e me embebi
Das cervejas mais amargas
Me encantei pelo amargor
Daquele mais persistente
Que demora a se despedir
E deixa saudade quando se vai
Sempre me convidando para mais um gole
Para mais um encontro
Não quero outro alguém para amar
Não tão cedo
Não enquanto ainda houver
Seu doce em minha boca
Só quero alguém pra dividir
Esse amargor comigo
Compartilhar um café, ou dois
Uma cerveja, ou mais
Acompanhados de risos e histórias
De quem só quer viver de verdade
(Amargor Encantador)
Eu tento lutar,A fibra não vibra,Deixei cair minha espada,Meu escudo se perdeu,Meu coração amoleceu,O passado reapareceu,o futuro desapareceu e o presente apenas aconteceu,Preciso pegar minha espada do chão e voltar a lutar,Não tenho outra escolha,Lutar contra a vida,Manter o senso e vencer isento.
Faz pouco tempo que deixei de viver sob o mesmo teto dos meus pais, mas o suficiente para saber o que é caminhar com as próprias pernas. E o suficiente para me fazer refletir sobre todo o privilégio de alguém que tem - ou teve um dia - mainha e painho no quarto ao lado.
No meu caso, esse privilégio é ainda maior. É infinito. Pois, um dia, estive muito perto de não ter essas figuras ao meu lado para me ajudar a crescer. Mas fui escolhido. Fui adotado. Ganhei uma rainha, um super pai e uma família maravilhosa, que são os maiores responsáveis por tudo aquilo que sou.
E o que seria de mim sem vocês? Tentar dar uma resposta a essa pergunta é falhar miseravelmente. Eu nada seria. Obrigado, família, por essa oportunidade de viver.
(relato de um filho negro adotado).
Dia de chuva nublado e frio, por diversos momentos hoje, deixei meu lado racional de lado e te imaginei chegando pela porta do meu quarto e me entregando sua vida,seus planos e sonhos para vivermos juntos. Você chegava com cara de quem jamais iria embora e que aqui permaneceria para o resto de nossas vidas.
Triste é o momento que o lado racional reaparece, aí a dor vem e a vida me bate.
#MPC
A morte bateu a minha porta e eu deixei ela entrar Ela me contou algumas histórias Me fez recordar de muitas más Encheu minha cabeça de pensamentos negativos Me convenceu que não compensa ficar vivo Chegou a hora de dizer tchau amigos!
Tenho apostado em caminhos diferentes, deixei para trás um pouco do que fui e entendo que já não me acrescenta em nada; por vezes, uma nova perspectiva talvez seja a chance de um melhor futuro e é por isso que apesar de tudo, não desisti de seguir o que minha alma sente, mas percebo até inconscientemente que, nem todos que estavam no meu coração e pensamentos deverão permanecer - agora sou muito mais do que antes, mais intenso, mais firme e convicto da trilha sonora que deve fazer morada em meus dias.
Nunca é demais apostar na gente, no que acreditamos ser a exatidão para o momento, uma nova canção é a certeza de se livrar da sofreguidão, do que atormenta o que de mais bonito existe dentro peito.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Há muito deixei de me importar com a visão dos outros sobre mim. Ninguém vive a minha vida ou segura minha mochila pesada enquanto caminho, só quem tem o direito de me julgar está lá em cima! É, ninguém vai viver por mim, minhas pernas doem quando o trajeto tem pedras, mas quando supero, tenho uma perspectiva nova, um mundo meu, onde meu passo é do tamanho da minha coragem.
E só.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Deixei de me ser,
Serei outro eu,
Pois deixei de me ser.
O outro esqueceu
Que deixei de me ser,
Jamais serei eu,
Pois deixei de me ser,
Serei outro eu.
Sexta feira 13.
Soltei meu cabelo.
Deixei meu lado mademoiselle em casa.
Não aceitei as condições da sociedade;
Quero passar dos limites.
Do azar e da sorte não me resta nada.
Não serei politicamente correta hoje;
Minhas loucuras fiz com estilo;
Tudo que amei, amei sozinha. Edgar poe sabia.
Fiz minhas tatuagens, pintei meu cabelo;
Entrei em ação, senti atração.
Carreguei paixões mal curadas;
O amor é um cão dos diabos, Bukowski me falou.
Carreguei uma taça de vinho Dionísico.
Li Simone de Beauvoir e Jane Austen;
Inspirei-me!
Estudei nessa infinita madrugada;
Folheio as teorias de Freud a Lacan.
Danço em busca de plateia, de emoções.
Escutei minha playlist, Nietzsche falou que sem música, a vida seria um erro;
Estava certo.
Dostoiévski mandou eu vencer meus demônios;
Ao invés disso, adotei-os.
Me entreguei e não me entreguei;
Louca, mágica;
Livre e selvagem!
Doce e altiva.
Não há Mentira na sua intensidade;
Quantas mulheres há em mim?
Quantas ainda hei de conhecer?
Todas elas buscam seu lugar no mundo.
Carrego ainda o peso da rotina, da luta, dos fracassos.
Deixo a vocês as minhas palavras;
Os sonhos não.
Estes eu mesma carrego.
Deixei de ouvir-te. E sei que sou
mais triste com o teu silêncio.
Preferia pensar que só adormeceste; mas
se encostar ao teu pulso o meu ouvido
não escutarei senão a minha dor.
Deus precisou de ti, bem sei. E
não vejo como censurá-lo
ou perdoar-lhe.
ESTA MANHÃ ENCONTREI O TEU NOME
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida
foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.
DORME, MEU AMOR
Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.
Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão desvia os passos do medo. Dorme, meu amor — a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste e pode levantar-se como um pássaro assim que adormeceres. Mas nada temas: as suas asas de sombra não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes e é ainda da vida que tenho mais medo. Fecha os olhos agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos nas brumas que lancei ao caminho. Por isso, dorme, meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui, de guarda aos pesadelos — a noite é um poema que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.
Depois de um tempo, deixei de correr atrás dos amores intensos. E hoje eu só espero por alguém que permaneça.
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