Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Por um tempo eu deixei de escrever, acho que velhos hábitos mudam com o tempo. Com o passar dos anos ganharmos e perdemos, pessoas vêm e vão mais quero voltar a escrever porque oque mais um solitário como eu tem é inspiração!
Amar é saber que mesmo que nunca se veremos novamente, chorarei de saldades sempre que lembrar do seu sorriso que me encantavam, dos seus olhos que brilhavam mais que as estrelas. jamais esquecerei das horas que passávamos juntos conversando sobre tudo e sobre qualquer coisa, amava ouvir sua voz. vou chorar sempre que pensar.no quão felizes poderíamos ter sido juntos...
Faz pouco tempo que deixei de viver sob o mesmo teto dos meus pais, mas o suficiente para saber o que é caminhar com as próprias pernas. E o suficiente para me fazer refletir sobre todo o privilégio de alguém que tem - ou teve um dia - mainha e painho no quarto ao lado.
No meu caso, esse privilégio é ainda maior. É infinito. Pois, um dia, estive muito perto de não ter essas figuras ao meu lado para me ajudar a crescer. Mas fui escolhido. Fui adotado. Ganhei uma rainha, um super pai e uma família maravilhosa, que são os maiores responsáveis por tudo aquilo que sou.
E o que seria de mim sem vocês? Tentar dar uma resposta a essa pergunta é falhar miseravelmente. Eu nada seria. Obrigado, família, por essa oportunidade de viver.
(relato de um filho negro adotado).
Dia de chuva nublado e frio, por diversos momentos hoje, deixei meu lado racional de lado e te imaginei chegando pela porta do meu quarto e me entregando sua vida,seus planos e sonhos para vivermos juntos. Você chegava com cara de quem jamais iria embora e que aqui permaneceria para o resto de nossas vidas.
Triste é o momento que o lado racional reaparece, aí a dor vem e a vida me bate.
#MPC
A morte bateu a minha porta e eu deixei ela entrar Ela me contou algumas histórias Me fez recordar de muitas más Encheu minha cabeça de pensamentos negativos Me convenceu que não compensa ficar vivo Chegou a hora de dizer tchau amigos!
Tenho apostado em caminhos diferentes, deixei para trás um pouco do que fui e entendo que já não me acrescenta em nada; por vezes, uma nova perspectiva talvez seja a chance de um melhor futuro e é por isso que apesar de tudo, não desisti de seguir o que minha alma sente, mas percebo até inconscientemente que, nem todos que estavam no meu coração e pensamentos deverão permanecer - agora sou muito mais do que antes, mais intenso, mais firme e convicto da trilha sonora que deve fazer morada em meus dias.
Nunca é demais apostar na gente, no que acreditamos ser a exatidão para o momento, uma nova canção é a certeza de se livrar da sofreguidão, do que atormenta o que de mais bonito existe dentro peito.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Há muito deixei de me importar com a visão dos outros sobre mim. Ninguém vive a minha vida ou segura minha mochila pesada enquanto caminho, só quem tem o direito de me julgar está lá em cima! É, ninguém vai viver por mim, minhas pernas doem quando o trajeto tem pedras, mas quando supero, tenho uma perspectiva nova, um mundo meu, onde meu passo é do tamanho da minha coragem.
E só.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Deixei de me ser,
Serei outro eu,
Pois deixei de me ser.
O outro esqueceu
Que deixei de me ser,
Jamais serei eu,
Pois deixei de me ser,
Serei outro eu.
Sexta feira 13.
Soltei meu cabelo.
Deixei meu lado mademoiselle em casa.
Não aceitei as condições da sociedade;
Quero passar dos limites.
Do azar e da sorte não me resta nada.
Não serei politicamente correta hoje;
Minhas loucuras fiz com estilo;
Tudo que amei, amei sozinha. Edgar poe sabia.
Fiz minhas tatuagens, pintei meu cabelo;
Entrei em ação, senti atração.
Carreguei paixões mal curadas;
O amor é um cão dos diabos, Bukowski me falou.
Carreguei uma taça de vinho Dionísico.
Li Simone de Beauvoir e Jane Austen;
Inspirei-me!
Estudei nessa infinita madrugada;
Folheio as teorias de Freud a Lacan.
Danço em busca de plateia, de emoções.
Escutei minha playlist, Nietzsche falou que sem música, a vida seria um erro;
Estava certo.
Dostoiévski mandou eu vencer meus demônios;
Ao invés disso, adotei-os.
Me entreguei e não me entreguei;
Louca, mágica;
Livre e selvagem!
Doce e altiva.
Não há Mentira na sua intensidade;
Quantas mulheres há em mim?
Quantas ainda hei de conhecer?
Todas elas buscam seu lugar no mundo.
Carrego ainda o peso da rotina, da luta, dos fracassos.
Deixo a vocês as minhas palavras;
Os sonhos não.
Estes eu mesma carrego.
Deixei de ouvir-te. E sei que sou
mais triste com o teu silêncio.
Preferia pensar que só adormeceste; mas
se encostar ao teu pulso o meu ouvido
não escutarei senão a minha dor.
Deus precisou de ti, bem sei. E
não vejo como censurá-lo
ou perdoar-lhe.
ESTA MANHÃ ENCONTREI O TEU NOME
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida
foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.
DORME, MEU AMOR
Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.
Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão desvia os passos do medo. Dorme, meu amor — a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste e pode levantar-se como um pássaro assim que adormeceres. Mas nada temas: as suas asas de sombra não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes e é ainda da vida que tenho mais medo. Fecha os olhos agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos nas brumas que lancei ao caminho. Por isso, dorme, meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui, de guarda aos pesadelos — a noite é um poema que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.
Depois de um tempo, deixei de correr atrás dos amores intensos. E hoje eu só espero por alguém que permaneça.
Hoje sou um Motorista, também sou um Passageiro e nem por isso deixei de ser um Pedestre, na Verdade todos nós somos Humanos
A casa onde às vezes regresso
A casa onde às vezes regresso é tão distante
da que deixei pela manhã
no mundo
a água tomou o lugar de tudo
reúno baldes, estes vasos guardados
mas chove sem parar há muitos anos
Durmo no mar, durmo ao lado de meu pai
uma viagem se deu
entre as mãos e o furor
uma viagem se deu: a noite abate-se fechada
sobre o corpo
Tivesse ainda tempo e entregava-te
o coração
Eu o deixei, me dei conta da mulher imensa que sou e não poderia ficar presa naquela mente minúscula e machista.
De todas as incertezas que tive na vida, a maior certeza é que deixei de cuidar de mim para cuidar de você, me anulei para o mundo, me escondi das pessoas para ser somente teu. Mas hoje chega de pensar em você, chega de ouvir tuas canções, chega de ler tuas poesias, chega de eu ser você... A vida passa enquanto eu deixo de viver e a vivo por você.
Te deixei me bagunçar
Me pegar, sem me tocar
Mudar coisas de lugar
Controlar-me o coração
Agora tento organizar
A bagunça melhorar
Tirar o pó da ilusão...
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