Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Um mar de estrelas me faz pensar, a nudez que nutri a flor, que encanta os alhos, como quem espera as pétalas caírem. MARBREDA
A natureza tão pouco pode proteger se da miserável tropa de seres humanos, que depredam o mundo como se fossem donos da verdade e do saber. MARBREDA
Tocar um objeto e apanha lo é fácil, toque um pensamento e tente agarra lo, não vejo como fazê-lo com as mãos. MARBREDA
Diria eu que sou mais quente que brasa, pois não sei como pode botar a mão no fogo cósmico da naturalidade insana, das emoções humanas. MARBREDA
Como eu preciso...
Como eu preciso te encontrar todos os dias. Como eu anseio ver o teu rosto, e poder te beijar meu amado.
Como anseio por nossa dança... Como preciso estar em teus braços.
Como preciso encher meus pulmões e respirar... Como preciso agradecer pelo folego que me deu.
Como eu preciso de Ti... Como jamais precisei de alguém.
Eu preciso de você meu Rei
Não há nada que balance mais esse meu coração do que ouvir a tua voz, do que sentir o teu toque, do que estar perto de Ti!
A luz que se acende dentro de mim é mais forte do que a luz do sol. Sim, ela é.
Essa luz é o Teu lindo sorriso... Cativante sorriso.
Ah, como eu amo amar-te! Como eu te amo sem palavras, ou com todas elas.
Te amo com os meus versos, te amo com as minhas canções!
Te amo com as minhas composições, te amo com todo o meu coração!
Você me ensinou a te amar com a minha vida, quando me amou com a Sua própria vida!
Meu eterno Amado, como eu preciso... preciso sempre de Você!
A poesia percorre na cadência da melodia do cantor, como o sentimento se guia dentro do coração de um grande amor em harmonia.
Milton Maia Filho
Sejamos como as luzes da árvore de Natal; iluminando caminhos, aquecendo corações e confortando almas.
Que o espírito natalino esteja presente não só hoje, mas todos os dias da vossa existência.
Um Natal especial merece o amor como o presente
Principal e oferece a paz, essencial, que te faz capaz
Para o renascimento dos teus melhores sentimentos!
Guria da Poesia Gaúcha
Como surge a inveja? Por que sentimos inveja? Ou melhor o que fazer quando sentirmos inveja?
Acredito que a inveja faz parte da natureza humana e continuará existindo dentro e fora de nós, portanto, faz parte de absolutamente todos nós. Surge de um sentimento fruto da comparação que fazemos entre nós e os outros.
São vários os aspectos, nas posses materiais, nas qualidades psicológicas, morais, físicas, sociais e espirituais.
A grande maioria das pessoas tendem a supervalorizar o outro naquilo que possui e a desvalorizar o que temos, valorizamos os atributos dos outros e nos sentimos como incapaz e inferior, geralmente temos o seguinte pensamento, não sou capaz de ter ou conseguir como esse ou aquele.
Nunca haverá inveja sem que antes tenha havido uma comparação, aí vem a seguinte pergunta. Como me encontro no momento da comparação? como está a minha autoestima?
O que sinto na agora que expresso a inveja na outra pessoa? Vergonha, fico assustado, com medo, com raiva, nos reprimimos, nós condenamos porque julgamos este sentimento como algo errado. Isso é normal.
Acredito que seja normal sentir inveja, por mais que vejamos como algo negativo e desagradável de sentir, ele tem o seu lado positivo quando bem utilizado. A primeira coisa a fazer é tirar esse peso negativo enorme de energia que atribuímos a ela e aceita-la como natural.
Quanto mais sentimos através da comparação o sentimento da inveja, maior é o nosso vazio interno, acredito que empregamos mal ou ignoramos o poder dessa energia como força motriz para buscar compreender o que sentimos e de como utiliza-la como ferramenta para nossa transformação evolutiva.
Esse sentimento quando bem empregado contribui e mostra o quanto estamos precisando trabalhar o nosso amor próprio e a autoestima, esse sentimento da inveja sinaliza insegurança e falta de autoestima desarmonizando as energias do nosso ser e nos colocando numa faixa vibracional deletéria que se não tomarmos cuidados poderá causar doenças como reflexo.
A inveja sinaliza os pontos fracos de nossa autoestima, mas quando a pessoa está segura ou plena em si mesma, a inveja alheia não incomoda, o tabu, a condenação e o julgamento apenas tornam a energia da inveja mais forte, seja dentro ou fora de nós.
Percebo que a inveja é um pedido de socorro de nós para nós mesmos, clamando em nosso intimo a necessidade de cultivar e praticar bons pensamentos e atitudes a fim de desenvolvermos e valorizarmos o nosso amor próprio, focando sempre o amor como parâmetros e baliza em nossa realização.
Reconhecer a inveja e os motivos dela dentro de cada um de nós, já é um primeiro passo de aprender a utilizar a nosso favor essa energia, neutralizando a forma negativa e direciona-la de forma positiva para a harmonia do nosso ser.
Nestes dias próximos ao Natal, vamos aproveitar essa energia benéfica do nosso aniversariante e fazer um gesto de amor por nós mesmo, trabalhar focado dentro do nosso íntimo, cuidando de nós, oferecendo algo bonito para nós mesmo e transformando a inveja como força propulsora para a nossa autoestima e amor próprio, não esquecendo que a fonte de algo bom e duradouro encontra-se nas palavras e ensinamentos do nosso mestre Jesus Cristo.
A amizade verdadeira é como uma construção com uma estrutura sólida e construída em terreno bom, pode vir todos os abalos possíveis que ela permanece inabalável, pois a sua sustentação é maior que as tribulações do dia a dia.
As palavras proferidas é como folhas soltas ao vento, uma vez soltas ao vento não tem como juntá-las novamente.
60 anos!
É incrível como a vida passa rápido, como a existência é uma quimera.
Lá se foram 60 anos desde que o pequeno filho do velho cabideiro Francisco Martins Jr., e da Dona Sebastiana, nasceu, em uma pequena casa, no quintal da Casa da Marquesa de Santos, em Brigadeiro Tobias.
O pai foi a “parteira”, alguns dos irmãos mais velhos, testemunhas.
A irmã Alcione, um ano e tal mais velha, bateu palmas, jogou uma chupeta para o menino e falou: “Pelé veio!”, antes mesmo de surgir nosso querido jogador santista.
60 anos!
Lá se vai uma existência, e lá se vão centenas de estórias e histórias que encantam a alma, se constituindo de mola propulsora para o futuro.
Vieram as mudanças. Primeiro de Escola, quando o “pequetucho” com apenas 9 (nove!) anos de idade “peitou” o pai e disse que não estudava mais em Brigadeiro, queria estudar em Sorocaba, no Visconde de Porto Seguro.
De onde tirou esta ideia, não se sabe ao certo, mas o fato é que, ao receber, sozinho, em uma tarde de sábado, seu “diploma escolar”, descobriu que existia o Ginásio, nome do curso para quem continuava os estudos, da quinta à oitava séries.
A mudança para Itu.
Nos dias de semana, sorveteiro no Quartel; Nos finais de semana, baleiro no Cine Marrocos. À noite o Ginásio, feito no querido Colégio Regente Feijó, uma das mais incríveis Escolas então existentes no Brasil, com um nível cultural e intelectual elevadíssimo, e a nobreza do Professor João dos Santos Bispo impregnando os corredores, os pátios, e iluminando a Cidade de Itu.
Os concursos públicos e a mudança para a Capital.
O trabalho na CEF por treze anos. Um tempo de incrível felicidade, conquistas e realizações, até a entrada do Brasil na década perdida de 1980, quando o país descobriu a corrupção pesada, o jogo duro dos incompetentes. A CEF, então uma ilha de dignidade e atenção ao público, deixou para trás os princípios que a norteavam, por mais de cem anos, para compactuar com o jogo em vigor, até permitir que o dinheiro do FGTS fosse usado para os devaneios de poder de uma certa primeira dama.
A escolha pela educação dos filhos, e a própria, nos Estados Unidos, depois na Europa. Um tempo de descoberta da base de nossa civilização, do mundo tecnológico, e da disciplina. Sim, da disciplina. A percepção de que só com disciplina se consegue um desenvolvimento sustentável, interior e exteriormente.
Incrível como o Ser Humano pode “ser humano” quando deseja sê-lo!
Incrível como se pode mudar a história, como se pode alterar o curso dos acontecimentos, se o desejamos de fato.
E o curso dos acontecimentos foi alterado, com certeza.
O “pequetucho” descobriu que, sendo uma célula social, poderia, e deveria influenciar as células ao redor, e não só ser influenciado por elas.
A chegada de Itamar Franco à presidência. Um dos mais humildes, dignos e competentes presidentes que este país conheceu.
O “Plano Brasil” e a formação da “Equipe do Real”, comandada pelo Professor Fernando Henrique Cardoso, com o início do retorno do país à realidade, e o retorno da família ao Brasil.
Vieram as pesquisas, a Metodologia dos Sons, os congressos e mais descobertas, sendo que a principal delas foi a percepção do “ser universal” responsável por ensinar a “condição humana” do E. Morin, e por perceber-se como humano, portador das cegueiras do conhecimento, que nos levam, a todos, e principalmente àqueles que se auto proclamam “intelectuais”, ao erro e à ilusão. Conduzem-nos e nos induzem aos erros mentais, intelectuais e da própria razão.
“Nossos sistemas de ideias (teorias, doutrinas, ideologias) estão,
não apenas sujeitos ao erro, mas também protegem os erros e
ilusões neles inscritos. Está na lógica organizadora de qualquer
sistema de ideias resistir à informação que não lhe convém ou
que não pode assimilar. As teorias resistem à agressão das teorias
inimigas ou dos argumentos contrários.”
Esta percepção é belíssima no sentido de que nos mostra o quanto há, ainda, a ser descoberto, e o quanto pode, ainda, ser visto e revisto.
“A verdadeira racionalidade, aberta por natureza, dialoga com
o real que lhe resiste. É o fruto do debate argumentado
das ideias, e não a propriedade de um sistema de ideias. O
racionalismo que ignora os seres, a subjetividade, a afetividade e
a vida é irracional. A racionalidade deve reconhecer a parte de
afeto, de amor e de arrependimento. A verdadeira racionalidade
conhece os limites da lógica, do determinismo e do mecanicismo;
sabe que a mente humana não poderia ser onisciente, que a
realidade comporta mistério.”
60 anos!
O término de uma fase e o início de outra, mais tranquila, mais serena, porque assentada na compreensão de que nada há a reclamar ou blasfemar, mas tudo há a se encantar e agradecer.
Acredito que esta seja a chave, o segredo, o ponto principal: A gratidão!
Quando mais gratos, mais saudáveis, mais perceptivos ao mundo incrível que nos cerca, mais abertos estarão nossos olhos para a infinita avenida florida à nossa frente.
Disse uma vez, e repito aqui, se tivesse que fazer tudo de novo, reescrever a história, seria exatamente como foi, pois só desta forma pude encontrar pela vida pessoas tão maravilhosas, tão incríveis, tão humanas, que encantaram e encantam minha alma, e encantarão pela eternidade.
Só tenho que ser grato por tudo e por todos que me trouxeram até aqui, porque sozinho não teria chegado.
Há sessenta anos nascia o “pequetucho”.
A mãe, ligada visceralmente à espiritualidade, pede a Nossa Senhora Aparecida que seja madrinha da criança. Parece que Ela ouviu.
Madrinha, não permita que o frio tome conta de meu coração, de minha alma.
Por favor, não permita que o lume se apague e continue aquecendo, com seu manto sagrado, a esta criança que aceitastes como afilhado.
Quem dera tudo fosse tão simples e doce como apaixonar-se, e durassem todas as dores o tempo de uma paixão, mas, muitas delas são difíceis como amor, e também duram quanto dura o coração.
Eu me sinto como um livro as vezes...
Inacabado, cheio de páginas e com mil histórias....
Tenho muito o que contar e escrever ainda.
Por isto eu escrevo...
Cláudia Leite S.
As vezes pensar e divagar sobre certos assuntos te faz bem, e isto tudo te mostra em como a vida pode ser vazia e medíocre as vezes.
Eu não tenho inimigas, apenas concorrentes que gostariam de ser como eu sou, e fazer o que eu faço.
Quase todas me invejam, sinto isto.
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