Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Hoje é um novo dia, um novo amanhã, novos caminhos surgem, novas oportunidades. Abrace o hoje como se fosse seu ultimo dia, viva intensamente, não se importe com criticas ou ofensas. Mais um dia foi permetido para viveres, então não desperdice essa oportunidade de fazer o que mais você quer.
Paparazzi de anônimo
Querem me oferecer uma alegria como se ela fosse uma bala
Como posso se a felicidade não fosse uma conquista e sim um cala a boca.
Pareço uma folha de solicitação coletiva, um documento..
Me assinam por extenso. Rubricar minhas escolhas.
Me chupam sentem prazer em me mastigar.
Como um raio devastador ,lá se foi o meu amor sem rumo sem direção apenas com uma proporção a solidão..
Nem sempre as nuvens trazem tempestade, assim como nem sempre os problemas trazem a derrota.
Acima das nuvens, o sol brilha com toda a sua intensidade.
E os problemas???
Hááá, esses são apenas mais um degrau até minha vitória, pois eu vou conseguir!!!!
Acreditar sempre...
A generosidade é tida como nobre pois dá quem tem de sobra. Isso acerca do imaterial, da essência, do doar-se. Ser generoso é um ato para fora, de pura rebeldia ao cotidiano egoísta e industrial. Doar-se com afeto, ternura e sinceridade é colo e é conforto. Completa os dias e pode passar quase despercebido, pois é natural à generosidade ser silenciosa e, nem sempre esse ato escandaloso de altruísmo será denunciado explicitamente. Já não faltará ao generoso um sustento eterno de belíssimas e ricas recompensas invisíveis aos homens.
Pessoas pequenas são como serpentes - por mais que
destilem o potente veneno jamais conseguirão sair da
condição de seres rasteiros.
Como voar o mais alto vôo
Se não está livre para voar
Vive presa a sentimentos
Que os impedem de decolar
Minha Primeira Sinfonia - Parecia que era assim
Como assim?
Parecia que o tal sentimento despertado iria dançar.
Parecia que os anos passados iriam complementar. Já que não eram mais metades.
Parecia que o instintivo era os inteiros mesclar.
Parecia que um novo sentido nunca descrito iria jorrar no encontro do olhar.
Parecia que os olhares iriam inovar a forma de saborear.
Parecia que tudo aquilo tantas vezes escrito iria encurtar. Como dividir o mesmo “ventre”.
Parecia que senti intensamente um tremer delicado ao abraçar. Como o primeiro toque.
Parecia que embaralhou os desejos e só fazia travar. Ou não parar de falar.
Parecia que percebia o suor multiplicando em cada olhar que despertava.
Como uma delicada mensagem subliminar.
Parecia que estava pronta para enfrentar e desfrutar. Ousar e voltar a brincar.
Parecia que toda força guerreira acumulada por tantos anos já vividos iria aflorar.
Parecia que a leoa iria rugir confrontar com movimentos ágeis e músculos fortes até encantar.
Parecia que o cheiro ali encontrado era a essência de algo que nunca havia conseguido achar.
Parecia que o único desejo era só vontade de encostar. Nada mais. Sem cobrar.
Parecia que a vedete não sabia mais dançar. Parecia que o espectador não queria gostar.
Parecia que passos largos chegaram para dispersar.
Parecia que queria o infinito e não consegui demonstrar.
Parecia ouvir uma bela melodia que por ausência de letra não consegui cantar.
Parecia pura emoção ou somente bem-estar. Como um vento que acaba como um suspiro.
Inexperiência era mais divertida. Com o tempo viciamos em testar, analisar, cuidar, pensar e escapar.
Multiplicar a conquista individual e não achar metades.
E o como assim ficou assim. Sem para cá nem para lá... Outra hora voltará.
Crítica - Como trabalhar e conviver hoje com essa proposta de forma imparcial.
A globalização e todos seus artefatos acoplados acarretam uma gama incontrolável de informações. Essa nova realidade em tempo real apresenta uma nova fase de exposição de idéias. Para tal velocidade as reações iminentes são um fato. Uma vasta oferta de todo tipo de produto digital disponibilizado de forma pública. Plágio torna-se um hábito. Uma forma de recriar?
Segundo Aristóteles "O ser humano é fundamentalmente Político, agrupa-se em comunidades e, dessa forma, além da discutível crítica artística ou cultural que é relativa e quase pessoal, de menor ênfase, mais próprio de esferas de vivência do cidadão do lançar uma moda e/ou costume”.
Não há um limiar ao que é expelido bem como ao retorno crítico devolvido. Em intensidade e proporções ilimitadas. Ação e reação geradas sem percepção dos sentidos. Efêmeras como as atividades virtuais.
Nossa sociedade, em muitos aspectos, caminha em passos reprimidos e isolados. Aonde uma minoria é engajada em solucionar, lutar, criar ou envolver-se por uma causa. A individualidade vivida apaga a união transformadora do todo.
Essa realidade social/virtual é belíssima e pode ser imensamente útil e aplicada em prol de todos. Porém, está vinculada como um descarte da opressão vivida. Na exposição de idéias e desejos ou críticas e revelias. Cria uma necessidade de ruptura emergente. Onde desloca o cuidado e similaridade ao próximo.
Criticar vem perdendo o sentido de acrescentar opinião evolutiva sobre algo conhecido e sugere uma forma de expulsar as opressões incrustadas no hábito ou fatos. Interna ou externa. Com sentido ou não. Independente de imparcialidade ou conhecimento de causa apenas pelo prazer de liberar. E para essa explosão cabe a tão usada “virtualidade”. O meio mais rápido e seguro. Aonde não cria laços reais. Onde o poder de concretizar esse contato pessoal invariavelmente depende do usuário.
Entre tantas violências expostas a virtualidade, aparentemente, apresenta certo conforto e distanciamento. Fictícia e bem melhor tolerada. "Segurança e Liberdade". Valores básicos para estruturar os passos. Construir valores e aprendizado de vida resultando no “Pensamento Crítico”.
A crítica construtiva é maravilhosa caso seja aplicada com intuito de melhoria. No âmbito familiar, empresarial e pessoal. Ofertada verdadeiramente para construção de algo melhor. Um impulso ao próximo... Mesmo distante.
Um texto escrito há tantos anos apresenta um formato claro de interpretar a essência da “Crítica” hoje trabalhada como Construtiva ou Positiva.
O IDEAL DO CRÍTICO
“Exercer a crítica afigura-se a alguns que é uma fácil tarefa, como a outros parece igualmente fácil a tarefa do legislador; mas, para a representação literária, como para a representação política, é preciso ter alguma coisa mais que um simples desejo de falar à multidão. Infelizmente é a opinião contrária que domina, e a crítica, desamparada pelos esclarecidos, é exercida pelos incompetentes. São óbvias as conseqüências de tal situação. Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, — será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, — essas três chagas da crítica de hoje, — ponde em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, — é só assim que teremos uma grande literatura. O julgamento de uma obra, cumpre-lhe meditar profundamente sobre ela, procurar-lhe o sentido íntimo, aplicar-lhe as leis poéticas, ver enfim até que ponto a imaginação e a verdade conferenciaram para aquela produção. Deste modo as conclusões do crítico servem tanto à obra concluída, como à obra em embrião”. (Machado de Assis, Publicado originalmente no Diário do Rio de Janeiro, 8/10/1865).
Qual sua opinião a respeito do texto apresentado? A empatia é aplicada nessa nova realidade havendo cuidado de compreensão ao outro lado?
Nós fomos feitos um pro outro de encomenda
Como a chave e a fenda
Como a luva e a mão
O nosso amor é Kama-Sutra é juventude
É demais parece um grude
Corpo, alma e coração
Sinceramente amor...
Eu tenho que me beliscar de vez em quando
P/ ver se é verdade ou estou sonhando
Se a gente assim sempre se quis
E pode então ser mais feliz
Eu me confesso... literalmente
Em suas mãos apaixonado
N'outro planeta eu já fui seu namorado
E essa paixão entre nós dois
É coisa lá de Deus
Cuida de mim...
Porque você é o mais real dos sonhos meus
No temporal você é meu farol de milhas
Meu sol não brilha
Sem a luz dos olhos teus
A palavra
Uma mirada não diz nada
E ao mesmo tempo o diz tudo
Como a chuva sobre tua cara
Ou o velho mapa de algum tesouro.
Uma verdade não diz nada
E ao mesmo tempo esconde tudo
Como uma fogueira que não se apaga
Como uma pedra que nasce pó.
Se um dia me faltas não serei nada
Ao mesmo tempo serei tudo
Porque em teus olhos estão minhas asas
E está a orla donde me afogo.
O tempo passa diante dos meus olhos como se fosse um incessante meteoro que viaja na velocidade da luz; diante de minha percepção, o tempo passa lenta e vagarosamente, como se fosse uma tranquila e serena ampulheta que completa 1 hora em 1 mês, 1 ano; e nessa confusão entre espaço-tempo em que vivo, já não sei mais a que lugar pertenço, a que lugar vivo, quem conheço realmente; preciso me achar, voltar meus pensamentos ao rastro do meteoro e meus sonhos ao sabor da velocidade da lenta ampulheta...
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