Coleção pessoal de RicardoBarradas

41 - 60 do total de 984 pensamentos na coleção de RicardoBarradas

O Brasil tem uma das maiores e mais ricas reservas gemológicas do mundo e é inadmissível que até hoje não tenha instituído via governo federal uma escola de joalheria e lapidação.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Não tem mais mas já teve. Caberia aos ministérios da Educação, da Cultura e do Trabalho, registrar o modos operandi de centenas de oficios profissionais que o Brasil já teve mas que por conta do modelo econômico voraz capitalista fez com que estes tradicionais profissionais fossem extinguidos. Mas o registro da cultura destes saberes não pode se perder, afinal existem ondulações de mercado e muito em breve poderemos precisar destes serviços que já tivemos e em algumas áreas com grande excelência, expertise e na vanguarda mundial.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Em uma cultura negligenciada todas as boas e más experiencias, os pensamentos e os conhecimentos se perdem e o ser humano tem que iniciar do zero, toda vez que tenta de novo, em fazer.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: cultura pensamento

A arte é o espelho das crenças, dos pensamentos, dos saberes e costumes tradicionais de uma cultura e a cultura é a forma de registro para facultar doravante a possibilidade na continuidade de fazer.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Acredito mesmo que a arte e a cultura sejam o único caminho e plataformas educacionais corretas de transformação em uma sociedade contemporânea feia, egoísta, doente, injusta e violenta. Acredito mesmo que seja ela a única corrente institucional brasileira que tenha se preservado das contaminações politiqueiras usurpadoras do poder e que por isto possa de forma cultural se esparramar em todos os locais escuros, vazios e esquecidos, bem perto mas escondidos e longínquos por alguns torpes interesses onde as políticas públicas ineficazes governamentais da entravada maquina publica, até hoje não chegaram.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: politicas publicas

Infelizmente a arte e a diversidade cultural brasileira sobreviveu até aqui muito por Deus e por ela mesma. Desde o começo da historia ministerial por parte do governo federal a cultura nunca teve a grande atenção que merece. A maior parte do patrimônio material e imaterial só colecionam prêmios e chancelas internacionais como patrimônios da humanidade mas por aqui muitas vezes morrem ou sobrevivem pelo trabalho obstinado de alguns amantes da cultura e profissionais que tiveram um contato um pouco mais dedicado sobre eles. Faltam governança, plano, projeto, politicas publicas para estudo, catalogação, manutenção,preservação, de todo rico patrimônio artístico e cultural brasileiro. Diante disto faltam oportunidades para os profissionais que existem, implementações de cursos profissionalizantes suprindo a grande carência de mão de obra que existe no setor, também politicas de subvencionar os materiais que são quase em sua totalidade internacionais, publicações governamentais, programas de turismo artístico-cultural cientifico via o que tem amontoado em nossos museus. A cultura tem pago um preço alto no Brasil por sempre estar ligada ao escambo indevido de promessas de pastas nas campanhas politicas. Resultando na falência do setor e o não entendimento da verdadeira atmosfera de urgência pela maior parte de seus funcionários federais, estaduais e municipais e secretariados. Ainda o que existe de melhor vem inicialmente da iniciativa privada e na maioria das vezes pelo pensamento erudito patrimonialista de grandes multinacionais que tem vastos negócios por aqui. Difícil entender como existem milhares de imoveis abandonados por todo território brasileiro e ao mesmo tempo centenas academias, institutos, grupos, coleções, museus, associações, escolas, sindicatos ligados ao setor sem um lugar para funcionarem. Será que existem vantagens politicas escondidas para não visibilizar a falência crescente no setor ou será que seja só analfabetismo operante. Mil perguntas sem as respostas devidas.Quem sabe um dia o Brasil conheça o Brasil artístico e cultural e promova de verdade a institucionalização como patrimônio nacional para as nossas novas gerações.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: arte cultura

Triste da humanidade que vive desprovida de ternura e tudo tem que ter um sentido e um secreto objetivo.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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No Brasil, por falta de politicas publicas de cultura e educação a maioria da população sente se miserável. Afinal tudo que é publico, tem dono sim. Pertence a todos nós, louco e ignorante é quem pensa que é Deles.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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O ser humano chega a idiotice de pensar que cientificamente e artificialmente pode recriar e aperfeiçoar a vida.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Meu mundo e minha vida nunca estão concluídos. Passam por mutações, redefinições e redirecionamentos por novos disformes movimentos varias vezes e repetidamente a todos os dias. Parece mesmo que o perfeito é nunca achar ou qualificar como feito e perfeito. Como se viver a vida em todas as vidas de tudo que existe e inexiste fossemos nós em pedacinho oculto de todos semelhantes que rodeiam em nossa breve existência.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Em uma família tradicional, um nome e sobrenome muito conhecido nunca foi um conjunto de pessoas co-sanguíneas oriundas de uma mesma raiz genealógica, onde todos são iguais. Pelo contrario, diante de uma antiga dinastia familiar sempre temos um grupo de pessoas que pensam e são totalmente diferentes. Pois como vivem a muito tempo, tiveram mais oportunidades de errar e acertar mais na vida da mesma forma que muitos aqui vieram como bons, caridosos e honrados e em outras vezes como maus, egoístas e divergentes.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: família barradas

Na contra mão do verdadeiro prazer a sexualidade moderna de consumo sem os devidos critérios pessoais, afetivos e emocionais torna se um impulso animal de loucura social, imorais facilidades, moeda de poder e pano de fundo selvagem principal para uma atmosfera cativa e prospera de infinitos desiquilíbrios, crimes e marginalidades.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: prostituição sexo

A banalização de Deus na modernidade é bem ruim mas o adepto que diz seguir uma religião tradicional ao seu jeito me parece desastroso.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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As politicas de cultura podem ser por assim dizer, publicas e privadas. Enquanto publicas parecem se dividir em duas vertentes. Uma por meio das ideologias e vocações estatais e a outra a partir das especificidades de inexistências e carências de um serviços para um determinado grupo ou setor que não tenha sido contemplado pelos objetivos da administração pública.
O universo e atmosfera das políticas culturais modernas têm como primeiro marco inicial as conferências da Unesco na década de 1970, onde foram se conceituando doutrinariamente, a distinção entre dois tipos de políticas da cultura, que são:
As políticas de democratização da cultura. Uma forma de democratizar, socializar, ampliar o acesso popular a hermética tradicional e clássica cultura das elites que geralmente transita por iniciados. E a segunda, as políticas de democracia cultural, que seria repaginar mesmo que teoricamente de forma social e antropológica toda uma estrutura cultural formal tradicional a partir do universo identitário de cada região através das festas, datas, comemorações, signos, símbolos tao presentes nas tradições ancestrais familiares dinamizados e resistentes pelos nichos de culturas populares.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: politicas publicas

A segurança publica nas principais periferias das cidades brasileiras não precisam só de um maior e mais beligerante movimento para enfrentamento violento frente a criminalidade crescente. Existe sim a necessidade urgente de politicas publicas culturais de segurança, para as favelas e todas as áreas de baixa renda para erradicar por vez a nefasta marginalidade em meio de uma população vitima, refém, digna, honesta e operaria., A maquina publica por si deve efetivar setoriais conselhos de moradores locais, dar voz a população local e retomar a qualquer custo a soberania e a tranquilidade constitucional local as famílias que vivem tradicionalmente a muito tempo nestas comunidades. Em segurança publica contemporânea, não existe mais na menor possibilidade de usar o fogo para combater o fogo. Hoje, combate se o fogo com a água, e é assim que a cultura pode se esparramar de forma sutil, por meio de plataformas culturais locais não artificiais e nem alienígenas do próprio lugar. Em muito pouco tempo a cultura que é a nova meta linguagem do poder publico, começará a ganhar força onde o poder publico só vem perdendo ao longo dos anos, entre o espaço ambíguo e artificial provocado por suas equivocadas frentes sancionais de beligerâncias ardentes.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: politicas publicas

A esquerda pequena só fica satisfeita quando todo mundo equivocado anda na contra-mão.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: esquerda pequena

Desde o segundo quartel do seculo XX no Brasil existe a arte brasileira como uma forma de investimento mas desde então, até hoje o consumo da obra de arte propriamente dita é muito pouco. A não indexação dos valores em moeda americana praticados pelo mercado é quase inexistente no entanto dos valores sociais, educativos, históricos, culturais e educacionais estes sim amplamente negligenciados pelo mercado por conta de ínfimas e quase inoperantes politicas publicas das que existem para o patrimônio, identidade e cultura. A indexação dos preços das obras de arte no Brasil, se agravam por duas formas. Ora por que o mercado, comercio e procura internacional de obras de arte de artistas latino-americanos que despertaram muito interesses dos investidores internacionais nos últimos anos do seculo XX e o mais grave que é a falta de subsídios fiscais e programas de parcerias internacionais para a importação de todos os materiais artísticos, usados pelos estudantes, moldureiros, profissionais, artistas. restauradores, conservadores, que utilizam todo material importado por que no Brasil não existe fabricação.O que é bom deixar claro, seria que não é a simples substituição do material de uma qualidade menor por outro de melhor qualidade. Não é. Não existe a fabricação e comercialização de tais produtos nacionais e quando aqui aparecem são praticados no mercado paralelo por altos valores. Caberia ao Ministério da Cultura, debruçar sobre esta questão com mais carinho e soluções. Quando falo a respeito de materiais, falo em uma lista quase infinita do que não existe para comprar no Brasil e muitas das vezes, nem a qualquer preço. A exemplo muito diminuto temos - papeis, tintas, vernizes, resinas, temperas, guache, pinceis, espatulas, serras, material de lapidação, folhas a ouro, medidores, lentes, escalas, ferramentas, aparelhos especiais, compassos, diluentes, ceras, gomas, etc...
Melhor parar por aqui pois a listagem é quase infinita. Sendo assim, creio que se o Ministério da Cultura procurasse por meio de convênios e parcerias colocar estes materiais inexistentes a um valor justo, em território nacional poderia ir alem com edificantes politicas publicas de cultura, educação e trabalho promovendo cursos profissionalizantes de mão de obra especializada para uso destes materiais em todos os degraus da industria criativa nacional brasileira que possui um gigantesco campo de trabalhos ocioso e um vasto oceano de oportunidades para isto.

RICARDO V. BARRADAS
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Tags: arte belas

Ser infeliz, triste e viver isolado muitas vezes é um defensivo e acomodado projeto de vida.

RICARDO V. BARRADAS
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Tags: solidão depressão

Todo presidente eleito pelo voto não precisa particularmente me representar segundo minhas divagações pois por lei natural representa o Brasil inteiro. Em maioria democrática pelo querer soberano do povo.

RICARDO V. BARRADAS
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Em arte sempre acreditei em captações de frequências multidimensionais da realidade e acredito em muitas surpresas neste sentido em muito pouco tempo, para toda a humanidade.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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Tags: frequências multidimensionais