Coleção pessoal de testeteste123
Se você tratar a mulher como trata um homem, é considerado misógino; se tentar tratá-la com cavalheirismo e provisão, é chamado de machista.
Foi ontem. Foi ontem o dia em que abandonei tudo e segui o meu caminho sem deixar com que tudo o que ficou para trás, me atrapalha-se.
Foi ontem o dia em que eu acabei com o meu sofrimento por dependência. Aquela simples "obrigação" de dizer "Bom dia, como estás?" aos que te rodeiam.
Foi então nesse dia que, tudo acabou. Comecei a transparecer frieza mas, mesmo assim, continuei a ser eu mesmo.
Aquela sensação que já não sentia à anos, a sensação de estar sozinho. Aquele peso que perdes quando tiras tudo, responsabilidades, problemas, amigos... Tudo de cima de ti.
Aquela amizade que tinhas de 4 anos que, só abandonaste porque não vias mais sentido naquilo. Perdes-te nas falsidades e quando vais ver, o teu futuro descamba.
Foi ontem o dia em que refleti e tomei a decisão que provavelmente mudou a minha vida.
1 ano de apoio, 3 anos de mentiras, 4 anos de falta de inocência e 15 anos perdidos. Foi assim que eu pensei mas, contudo, acho que tomei uma decisão, a decisão que fez com que no fim, eu acordasse bem para seguir o meu dia.
Foi hoje o dia em que acordei e consegui sair da cama mal acordo. Não precisei de 30 minutos para cumprimentar todos os que me conhecem, perdi essa obrigação dada por mim mesmo.
O que o Dinheiro Não Preenche
Há vazios que o dinheiro conhece, mas não sabe preencher.
Talvez por isso passemos boa parte da vida acumulando.
Acumulamos coisas, títulos, propriedades, roupas, objetos, números numa conta. E, pouco a pouco, quase sem perceber, começamos a chamar de necessidade aquilo que muitas vezes é apenas uma tentativa de preencher alguma ausência dentro de nós.
O problema não está em possuir.
Está em acreditar que possuir é suficiente.
Há uma estranha fome que cresce quanto mais alimentamos a ganância. Quem deseja ter para finalmente se sentir completo descobre, cedo ou tarde, que o “mais” não possui fim. Depois de uma conquista surge outra. Depois de uma compra, outra vontade. Depois de alcançar aquilo que parecia indispensável, o coração inventa uma nova falta.
A ganância tem essa natureza: promete saciedade enquanto fabrica fome.
A generosidade faz o contrário.
Faça um ato de amor.
Não precisa ser grandioso. Divida o pão. Ofereça seu tempo. Escute alguém sem olhar o relógio. Ajude sem anunciar que ajudou. Dê alguma coisa que lhe custe não apenas dinheiro, mas presença.
E observe o que acontece dentro de você.
Por alguns instantes, o desejo de possuir perde força.
Porque quando damos verdadeiramente alguma coisa a alguém, experimentamos uma riqueza que nenhuma propriedade consegue registrar.
Talvez seja essa uma das grandes contradições da existência: há coisas que somente possuímos quando somos capazes de oferecê-las.
O amor é uma delas.
A bondade também.
A compaixão, igualmente.
Ninguém se torna generoso acumulando generosidade para si. É preciso colocá-la em circulação.
Vivemos numa sociedade que frequentemente pergunta: “Quanto você tem?”
Mas raramente pergunta: “Quanto de você existe naquilo que você oferece aos outros?”
E talvez a segunda pergunta diga muito mais sobre nossa riqueza.
Não há pecado em desejar conforto, construir patrimônio ou desfrutar aquilo que o trabalho proporcionou. O perigo começa quando esperamos que as coisas façam o trabalho que pertence à alma.
Uma casa pode proteger nosso corpo, mas não consegue abraçar nossa solidão.
O dinheiro pode comprar uma cama confortável, mas não necessariamente uma consciência tranquila.
Podemos encher os armários e continuar com o coração vazio.
Porque existem espaços dentro do ser humano onde os bens materiais simplesmente não entram.
São lugares reservados à amizade, ao afeto, à compaixão, ao perdão, à presença e à generosidade.
Talvez por isso um verdadeiro ato de amor seja também um ato de libertação.
Quando damos alguma coisa sem esperar retorno, alguma corrente invisível se rompe. Por alguns instantes deixamos de perguntar “o que ainda me falta?” e começamos a perceber “o que eu já tenho para oferecer?”.
E essa mudança de pergunta transforma uma vida.
Porque talvez riqueza não seja possuir muito.
Talvez riqueza seja precisar cada vez menos para ser feliz e ter cada vez mais de si para oferecer.
No fim, quase tudo aquilo que acumulamos ficará.
As casas terão outros moradores. Os objetos passarão para outras mãos. Os números perderão nossos nomes.
Mas aquilo que oferecemos por amor continuará caminhando pelo mundo dentro das pessoas que tocamos.
E talvez seja essa a única fortuna que a morte não consegue confiscar.
1 João 2:3
E nisto sabemos que o conhecemos: Se guardarmos os seus mandamentos.
“A obediência é a evidência de um relacionamento verdadeiro com Cristo”.
A VIDA BOA DO MORTO É QUE ELE NÃO VIVERÁ MAIS SUFOCADO PELA HIPOCRISIA DA SOCIEDADE DO VENENO TÓXICO DO CAPITALISMO.
A MORTE É PLENAMENTE FIEL. ELA É JUSTA. ELA DESTRÓI TODA IGNORÂNCIA, ORGULHO, SOBERBA, ALTIVEZ DA MENTE HUMANA.
NÃO COLOQUE EXPECTATIVA EM PESSOAS DE ALTA GANÂNCIA, ELAS SÃO CAPAZES DE VENDER A PRÓPRIA ALMA, PARA DESTRUIR A SUA REPUTAÇÃO.
O HOMEM SE ACHAR NO DIREITO DE PUNIR OUTRO HOMEM JUSTAMENTE PELA SUA INCAPACIDADE DE NÃO RECONHECER A SUA PRÓPRIA ESTUPIDEZ.
O senhor faz a obra acontecer! Precisamos apenas nos por como instrumentos, ele opera as curas e as libertações!
SINFONIA DO ACORDE
Do meu coração
Restou aquela música. Música linda e
Misteriosa que me
Faz lembrar
Solidamente aquela cifra maravilhosa que foi usada naquela
Larga e linda música.
Sinceramente pensei
Dolorosamente em tocá-la mais uma vez e até podia
Simplesmente sentir sua doce letra, com tanta emoção. Pensei em cantá-la
Laboriosamente para ti.
Soltei-me no espaço musical, tentei Fazer de toda maneira
Minha canção fluir somente para você ouvir o
Restante do verso que fiz
Do simples refrão, veio posteriormente grande inspiração para esta canção.
