Coleção pessoal de testeteste123
Meu coração é vermelho! Fica à esquerda do peito! Meu sangue é rubro! Admiro a foice e o martelo! Mas minha estrela é escarlate!
Me chamem de burro, ignorante, idiota, até mesmo fdp, mas nunca cruzem a fronteira do racional! Chamar de bolsonarista é apelação!
2984 📜 'Café Escuro' é como Minha Nutricionista (como, nada) refere-se a café puro, sem leite. Tanto o pó do café como a aveia flocos finos (como, sim), que cá consumimos, são oriundos da fazenda da Família (uma delas).
E quando chegar o dia em que eu entender tudo aquilo que hoje não compreendo, talvez eu chore. Não pelas dores que passei, mas porque finalmente verei quantas vezes Deus me protegeu sem que eu percebesse, quantas portas fechou por amor e quantas vezes Sua mão me segurou enquanto eu pensava que estava simplesmente sobrevivendo.
2983 📜 A seguir, foram-nos servidos Café Escuro, acompanhado de biscoito (também de aveia). Não sei porque paulistas se referem a biscoito como bolacha. Nem sei porque paulistas são paulistas!
Ao ameaçar o Brasil, os EUA estão embarcando numa montanha-russa, sem perceber uma grande muralha no meio do caminho!
Aqui, no RS, não existe mais inverno, verão ou primavera; só existe outono! Ou tô no aguaceiro, ou tô no fogo... ou tô no inferno!
LER É PODER!
Quando o livro é a arma, da arma me livro! Quem faz arminha, não faz amor, só causa dor e espalha rancor!
No Brasil, a lei parece ter sido escrita em hieróglifos ou numa língua exótica, dado o número de intérpretes perdidos na tradução!
A partir de hoje, espero que todos se dirijam a mim como doutor! Meu título é 'Causa Honoris', concedido pela IA Fake University!
2982 📜 Minha Copeira (dos Dias de Semana) serviu-nos Papa de Aveia com Leite de Cabra e Tiras de Damasco. Ordens da Minha Nutricionista (uma delas), como Eu disse e vivo dizendo!
Senhor, se algum dia a minha vida receber aplausos, permita que o meu coração se lembre das noites em que só Tu me viste chorando. Assim, eu nunca confundirei a Tua graça com o meu mérito.
A mim, nada. A Ti, tudo. A Deus, toda a glória.
Soli Deo Gloria. Somente a Deus a glória.
Porque dEle, e por Ele, e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém. Romanos 11:36
2981 📜 Voltei e cá já estamos (cá já é belo Cacófato, acho e prezo). Mas já estamos à Pérgula, para o Café da Manhã, Eu e Minha Convidada de Hoje!
Temos a ilusão de ser “os donos da casa” e ver os outros apenas como visitantes; mas todos somos visitantes na história de Deus.
2980 📜 Preciso de cuidados sempre quando vou dormir e também quando acordo. Tudo para estar relaxado e apresentável para Meus Convidados, para Minha Equipe e para a Imprensa, claro. Volto logo, logo. Não chorem, ohquei? Hum!
Nas profundezas da consciência, criamos.
Criar objetivos claros dentro de uma realidade ambígua só acontece quando nos focalizamos: mesmo por uma fração de instante, avançamos pelo universo de maneiras distintas — pois somos o próprio universo se observando. Abrimo-nos como flores do conhecimento, uma reminiscência evolutiva no estado primordial da criação.
Nesse relacionamento expandido com a matéria, a conexão se alastra como se não houvesse o amanhã — afinal, o amanhã ainda não foi criado em sua plenitude. No foco de um milésimo de segundo, ouve-se o amanhecer: as ideias florescem no ardor da escuridão e, diante da batalha dos sonhos vividos, abraçamos a eternidade.
Nem mesmo o tempo, dilacerado por cada sopro de vida rara no universo, soa tão familiar quanto a guerra que travamos dentro de nossas próprias mentes. Chegar a mais um anoitecer seria mero ego da simplicidade. O egocentrismo, em seu centrismo absoluto, estabelece uma ordem mesmo na falha caótica da corrupção — um negacionismo que acende a fogueira alucinada dos nossos algozes.
Dentro da faísca da vida, tão pequena e ainda assim impregnada de resiliência, o querer se manifesta de formas inexplicáveis e inevitáveis. O desejar dissolve a estagnação de tal modo que o tempo se torna um brinquedo diante da nossa magnitude. A ideia se espalha em pequenas partes até se tornar massiva e dominante. Como o véu de uma noiva sobre a cidade, suas réstias tornam-se mortalhas na escuridão eterna: a interrogação que fica e a solução que abraçamos diante da percepção. Dependendo do arco de luz, o tempo e o espaço se curvam à gravidade.
O mar, sob essa mesma gravidade, se transforma pelas facetas dos astros que iluminam a noite e o dia. Calamo-nos no silêncio da noite; abraçamo-nos ao dia. Nada se revela fácil diante do microcosmo. Somos poeira que se arrastou nos rastros de um cometa — o astro errante que trouxe a vida e a sua destruição.
Um renascentista diria que a luz capturada pelo raio vindo dos céus são os deuses, finalmente, iluminando as nossas vidas.
Tudo parte de um destino quando não há gravidade; e o destino dita o fim diante do preceito do ego rumo ao precipício. Será mesmo o fim ou um novo começo? Pois o medo nos faz reféns de nossas próprias realizações. Nas hordas de onde emanam ares fortes, o início foi um sonho e alcançamos o ponto da glória. Percorro, então, os pensamentos e fragmentos esquecidos pelo tempo — ciente de que a mesma faísca de vida será creditada pela vitória, enquanto os ossos rangem diante do tempo implacável.
— Por Celso Roberto Nadilo
Talvez o futuro pertença menos aos que sabem prever mudanças e mais aos que sabem mudar sem perder seus princípios.
Uma civilização mede sua maturidade não pelo que consegue conquistar, mas pelo que consegue escolher não destruir.
