Coleção pessoal de testeteste123

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Aprendendo que não se deve guardar fotos e lembranças com feridas, a não ser que as fotos te façam sorrir, as recordações não tenham um peso e as feridas estejam cicatrizadas.

Sinto saudades de quando o tempo passava despercebido e o contemplar do amor era uma companhia agradável.
❤️

“A fé bíblica não é uma fuga da realidade nem uma negação do sofrimento; é a certeza de que, mesmo quando não conseguimos controlar o amanhã, podemos confiar naquele que continua sendo Senhor sobre o amanhã.”
(Sl 46.1)

'Ideias próprias evita polarização de donos da verdade. Recolha o melhor de ambos. Reflita! Crie uma ideia própria. Não seja alienado ou alienada.'

A vida nos mudou, o tempo passou e eu vou envelhecer, mas o amor e a liberdade que vivi com você no centro de Recife ficaram eternizados em mim. Sempre que eu lembrar de nós, seremos aqueles dois jovens correndo, livres e apaixonados.

O Que Falta aos Nossos Olhos e Sobra à Nossa Vida
Há coisas na vida de que não gostamos, mas que precisamos fazer: realizar certos exames, limpar a sujeira do nosso animal, cuidar de um adulto doente ou dar banho em um idoso. Nesses momentos, reclamar muda alguma coisa? Não. Apenas gasta energia que poderia ser usada para agir.
O problema começa quando a reclamação deixa de ser uma reação e passa a ser um hábito. Aos poucos, acostumamo-nos a enxergar primeiro o que falta, o que incomoda e o que está errado. E, quando olhamos a vida por essa lente, até pequenos problemas parecem enormes.
Como bem disse minha filhinha Beatriz: “Talvez valha a pena ressaltar o quanto as pessoas reclamam de tudo, e quase ninguém vê o quão ricas já são. Ter saúde, poder escolher o que comer, ter uma cama, ter pais que nos amam e ao menos um amigo com quem contar já é algo tão grande que não faz sentido reclamarmos tanto.”
E ela continua: “Às vezes, lamentamos o emprego que não temos, o corpo que gostaríamos de ter ou aquilo que ainda não conseguimos comprar, enquanto esquecemos de agradecer pelos olhos que contemplam a natureza, pelas pernas que nos levam a tantos lugares, pela boca que experimenta novos sabores e, principalmente, pela vida que ainda temos. Podemos ter muito, mesmo tendo pouco. Basta aprender a perceber.”
Talvez esteja aí uma das grandes escolhas da vida: olhar para o que falta ou perceber o que já temos.
A reclamação fixa os olhos no problema; a gratidão amplia o olhar para a vida. Se algo precisa ser mudado, que busquemos soluções. Se a insatisfação for inevitável, que saibamos expressá-la sem transformá-la em um modo de viver.
No caminho, aprendi que reclamar não encurta a distância, não diminui a subida e não torna a caminhada mais leve. Mas a gratidão muda a maneira como caminhamos.
Por isso, antes de reclamar daquilo que falta, talvez devêssemos agradecer por aquilo que permanece.
Afinal, pode haver alguém, em algum lugar, desejando exatamente a vida que hoje temos.
Peregrino Nino Carneiro

Doce vivência
(Mauro 1Evaristo)

Sua vida é uma doce vivência
Ou gráfico de baixa frequência
Como resultado ao que dá audiência?

Sua vida segue para o bem
Ou é tropeços e mais além
Ao seguir o que não é bom pra ninguém?

Será que consegue perceber

Que o que curte afeta e muito você?

feradapoesia.blogspot.com

Às vezes Deus permite uma pequena atitude para revelar aquilo que os olhos ainda estavam romantizando.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO:
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No capítulo XVIII — “Muitos os chamados, poucos os escolhidos”. Ele desenvolve duas grandes ideias de Jesus:
“A quem tem, mais será dado” — não significa privilégio ou favoritismo divino.
“Pelas suas obras é que se reconhece o cristão” - a verdadeira fé se revela pela transformação moral.
Na visão espírita apresentada por Kardec, o ensinamento de Jesus trata principalmente da capacidade espiritual de receber, compreender e multiplicar o bem.
O Espírito amigo, em Bordeaux (1862), explica que aquele que “já tem” é aquele que conquistou uma disposição íntima para a verdade. Não basta possuir conhecimento religioso; é necessário que o indivíduo cultive esse conhecimento no campo do coração. A luz recebida aumenta quando é utilizada.
É semelhante a uma semente: quando lançada em solo preparado, ela germina, cresce e produz frutos. Porém, quando a criatura recebe ensinamentos elevados e não os pratica, a própria negligência faz com que perca a percepção espiritual que poderia desenvolver.
Por isso o texto afirma:
“Não é Deus quem retira daquele que pouco recebera: é o próprio Espírito que, por pródigo e descuidado, não sabe conservar o que tem e aumentar, fecundando-o, o óbolo que lhe caiu no coração.”
A justiça divina, portanto, não é uma punição arbitrária. É uma lei de desenvolvimento espiritual: aquilo que não é cultivado se enfraquece; aquilo que é exercitado se fortalece.
A comparação com o campo herdado do pai é muito significativa. Deus oferece a todos os Espíritos recursos para evoluir: inteligência, consciência, liberdade, oportunidades de aprendizado e crescimento. Mas cabe ao Espírito trabalhar esse patrimônio. O campo abandonado não produz frutos não porque o proprietário lhe retirou a fertilidade, mas porque o agricultor deixou de trabalhar.
No segundo texto, atribuído ao Espírito Simeão (Bordeaux, 1863), encontramos a continuação desse princípio: a autenticidade espiritual não está nas palavras exteriores, mas nas obras.
Jesus já havia ensinado:
“Nem todo o que me diz: Senhor! Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai.”
Kardec ressalta que o Cristianismo é uma árvore divina, plantada pelo Cristo. Entretanto, os homens muitas vezes alteraram seus ensinamentos conforme interesses humanos, “mutilando” seus frutos. A árvore continua boa; o problema está nos jardineiros que não souberam cultivá-la.
Dentro da compreensão espírita, isso significa que a religião verdadeira deve produzir:
renovação moral;
caridade;
humildade;
perdão;
fraternidade;
esforço constante de aperfeiçoamento.
O conhecimento espiritual sem transformação interior torna-se apenas informação. A fé sem obras permanece incompleta.
Por isso a frase “muitos são chamados e poucos escolhidos” não representa uma seleção arbitrária feita por Deus, como se alguns fossem destinados à salvação e outros à condenação. Segundo o Espiritismo, todos são chamados ao progresso; os “escolhidos” são aqueles que escolhem responder ao chamado, trabalhando sobre si mesmos.
O ensinamento central é:
Deus oferece a todos a oportunidade de crescimento, mas cada Espírito decide se cultivará ou abandonará os talentos que recebeu. A luz divina aumenta naquele que a compartilha; a luz se apaga naquele que prefere permanecer na inércia.
Assim, o verdadeiro cristão não é reconhecido pelo nome que carrega, pela posição religiosa que ocupa ou pelas palavras que pronuncia, mas pelos frutos que produz no campo da vida.
Como ensina o próprio Evangelho:
“Pelos frutos os conhecereis.” (Mateus, 7:16)
E, sob a ótica espírita, esses frutos são as conquistas morais que acompanham o Espírito para além da existência física.

O refúgio é, por vezes, a mais sublime morada da alma: nele, o silêncio depura os excessos, a distância reorganiza os pensamentos e a solitude restitui aquilo que o tumulto cotidiano nos subtrai. O grande paradoxo, contudo, reside no fato de que até o abrigo pode perder sua nobreza quando deixa de ser escolha consciente e se converte em permanência fútil. Afinal, refugiar-se é sabedoria quando nos reconstrói; torna-se vazio quando apenas nos distancia daquilo que, inevitavelmente, precisamos enfrentar.

Trabalhar com confiança, respeito e empatia faz diferença em qualquer profissão.


Você não precisa gostar de todo mundo ou concordar com todas as pessoas. Mas pode escolher ser educado, ajudar quando puder e tratar o próximo com respeito.


Às vezes, uma simples atitude de gentileza pode aliviar a pressão de alguém, evitar um erro ou devolver a confiança que estava faltando.


No trabalho em equipe, não precisamos ser melhores que os outros. Precisamos ser melhores juntos.


Confiança fortalece. Respeito aproxima. Empatia transforma.


@Gmajordeus

E se algum dia perguntares
o que vejo quando olho para ti,
não direi apenas beleza.
Direi:
vejo a mulher que desejo,
a mulher que admiro,
a mulher que quero beijar,
a mulher que quero abraçar,
a mulher que quero proteger sem aprisionar,
e, acima de tudo,
a mulher que meu coração escolheu
mesmo sabendo
que amar é sempre
uma maneira lenta
de aprender a sofrer.

Nenhum homem é capaz de derrotar aquele, que em sua infinita dor e solidão, desejou a morte, mas continuou lutando

O voto não tem volta. A responsabilidade é sua.


Benê Morais

E no instante em que tudo for bom, algo não se fará mais presente dentro do ser!

QUANDO A RIQUEZA ENCONTRA A HUMANIDADE


O homem pode possuir muitas coisas e, ainda assim, ser pobre de espírito.


Pode encher sua casa de riquezas e deixar vazia a morada do coração.


Por isso, quando Jesus disse ao homem rico que vendesse seus bens e os repartisse com os pobres, talvez não estivesse apenas falando sobre aquilo que ele possuía.


Estava revelando aquilo que o possuía.


Pois não é a riqueza que prende o homem, mas o apego àquilo que ele chama de seu.


Aquele que possui e não reparte torna-se servo daquilo que acumulou.


Aquele que possui e sabe repartir transforma a posse em serviço.


Que valor tem o ouro diante da fome de uma criança?


Que valor tem uma grande casa quando alguém dorme sem abrigo?


Que valor tem a abundância daquele que passa diante da necessidade e fecha os olhos?


O verdadeiro tesouro não é aquilo que permanece em nossas mãos.


É aquilo que, passando por nossas mãos, devolve dignidade à vida de outro.


O homem busca a grandeza acumulando.


O sábio encontra a grandeza servindo.


Não basta conhecer a verdade.


É preciso tornar-se verdadeiro diante dela.


Não basta falar de compaixão.


É preciso agir quando a compaixão exige alguma coisa de nós.


Porque toda riqueza traz consigo uma responsabilidade.


Toda força traz um dever.


Toda vida que recebe muito é chamada a perguntar:
“Para quem será aquilo que me foi confiado?”


Talvez o ensinamento de Jesus não fosse simplesmente:
“Abandone suas riquezas.”


Talvez fosse:


Liberte-se daquilo que impede você de enxergar o outro.”


Pois quando o coração aprende a repartir, a riqueza deixa de ser senhor e torna-se instrumento.


E quando o homem deixa de viver somente para si, começa a compreender algo que os sábios de todas as eras conheceram:


A vida que não serve à vida perde o sentido de ter sido vivida.


O homem rico possuía muito.


Mas naquele encontro, Jesus mostrou que ainda lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza poderia comprar:


um coração livre para amar.

Que possamos sempre ter a coragem de levantar as âncoras. Afinal, a verdadeira tragédia humana não é se perder na imensidão de tentar viver intensamente, mas sim secar lentamente na segurança de nunca ter tentado.
_Enzo Ruchell_

Quando a mente se perturba diante de eventos externos que assumem proporções agigantadas, ela inevitavelmente consome a vitalidade do ser e adoece o corpo.Se o sofrimento brota de percepções puramente individuais e as conclusões pertencem apenas a uma perspectiva humana, o verdadeiro embate deixa de ser com o mundo e passa a ser da alma consigo mesma. O desafio supremo reside na capacidade de processar as adversidades sem cultivar mágoas, dissipando a dubiedade dos pensamentos para alcançar a autêntica paz interior.— Roseli Ribeiro 2026

“Seu maior legado será o fruto daquilo que cultiva.”

“Dedique-se ao que cultiva de tal forma que seu fruto se torne seu maior legado.” — Leonardo Azevedo.