Coleção pessoal de testeteste123
No fundo da cova que eu mesma cavei,
onde a fé já não tinha voz
e o silêncio gritava mais alto que tudo,
eu me perdi de mim.
Por muito tempo carreguei culpas como correntes,
dias sem cor,
noites sem sono.
E um vazio que eu não sabia explicar.
Eu me olhava
e não me reconhecia.
Era como existir sem estar viva,
respirar sem sentir.
E foi la, no pior de mim
que o nome de Jesus ainda vivia.
Fraco… quase apagado,
mas o suficiente pra me alcançar.
Eu não sabia pedir ajuda direito,
não soube orar bonito,
minhas palavras saíam quebradas,
assim como eu.
E mesmo assim
Ele veio.
Não esperou eu me reconstruir,
não exigiu que eu fosse forte.
Me tirou do lugar
Onde eu já tinha aceitado morrer por dentro.
Me levou do escuro
que eu já chamava de casa.
Mas não houve julgamento.
Não houve rejeição.
Somente braços abertos
pra alguém que já não se achava digna.
Me acolheu.
Não como quem sente pena,
mas como quem ama de verdade,
como quem vê além das minhas falhas.
E quando eu desabei de vez,
quando não sobrou nada em mim,
foi nos braços dEle
que eu caí.
Pela primeira vez,
não doeu.
No meio daquilo que parecia fim,
eu encontrei descanso.
Jesus não me encontrou forte.
Me encontrou quebrada…
e mesmo assim,
me quis.
@Por_tras_de_uma_mente
Bem vindo a nossa realidade.
Sentimos todas as noites.
Uma guerra no céus.
Uma tempestade quando você chora.
Sinto uma pequena emoção.
Venha conhecer o nosso paraíso.
Paraíso???
Mente acelerada.
Isso acontece com as pessoas quando são fracas?
Viva intensamente, viva mais tempo!
A luxúria é uma fardo que todos nós carregamos.
Somos pecadores.
Não será salvo com apenas uma oração.
Há uma grande escuridão no horizonte, onde precisamos encontrar a luz.
Tudo que queríamos era a paz, sem dificuldades.
Um lugar para nos sentirmos em casa.
Para curar nossa alma e nossas feridas.
Fazemos o que podemos.
As vezes somos pessoas difíceis de entender, mais admiramos ser felizes.
O tempo cura feridas.
Talvez chegaremos aos 70.
Talvez morreremos aos 20.
Talvez morreremos aos 90.
Mas talvez já morremos aos 18.
Não é adorável?
Ver que agora estamos vivos ?
Viva feliz e intensamente com quem você ama.
@Por_tras_de_uma_mente
O mundo um dia vai acabar.
Sabemos que vai acabar.
Por isso…
Insista em viver.
Insista em conhecer novos lugares.
Insista em amar.
Insista em ser amado(a).
Insista em querer ver o que há de melhor no mundo.
Insista em persistir.
Insista em ser livre.
Insista em casar e ter filhos.
Não se prenda a uma cela.
O mundo uma dia vai acabar.
Morra feliz.
Ame enquanto puder a vida que tem.
Ame enquanto puder quem está do seu lado.
Ame enquanto puder tudo a sua volta.
Ame enquanto puder, você.
Ame enquanto puder seu/sua companheiro(a).
Viva sem medo do amanhã.
Viva sem medo da morte.
A morte vem para todos.
Então …
Viva….
@Por_tras_de_uma_mente
O Concílio Vaticano I é o primeiro documento que fala que o católico tem o dever defender a infalibilidade do Papa.
O Concílio Vaticano II ratifica (confirma) o dever de defender a infalibilidade do Papa.
Não confunda infalibilidade com pecado. Pecado todos nós temos.
A defesa da infalibilidade gira ao redor da preservação das bases morais e espirituais que norteiam o Cristianismo, por mais pecador ou antipático que seja o Papa, ele jamais falhará na direção.
O católico quando faz a Crisma ele se confirma como soldado de Cristo para defender a Igreja que é a esposa de Cristo que é representada pelo Papa.
Defender o Papa não é só rezar nas missas e eventuais orações por ele, é defender a figura dele para a sobrevivência da Igreja.
Se você discorda do que eu escrevi, reavalie a sua opção religiosa ou busque um bom argumento para me contestar.
Você tem um jeito único que ninguém consegue copiar.
A forma como você pensa a respeito da vida me deixa admirado.
Quando você ri encolhendo o queixo e apertando os lábios é de encantar.
Se existe combo perfeito eu não sei, mas você, seus olhos, seu jeito, não tem como não se apaixonar.
Sorte de quem a conquistar.
D.S
Estrada
Ela vem sem graça
Pode ser grossa
Cheia de graça
Não fica na fossa
Ela vem com graça,
Solta o sorriso
Levanta o inferno
Virou paraíso
(Júlio Raizer)
O Fardo
Sinto em meus ombros
O peso de quem sou
Com os olhos fechados eu posso ver
Juntos numa só palavra
Numa só verdade. Todos vamos celebrar
Olhos brilham com vontade
Choro vai embora
Cante para festejar… (Júlio Raizer)
“Ainda Existe um Filho Aqui”
Ele disse que mudou…
E eu quis acreditar.
Disse que agora era diferente,
que o tempo o ensinou,
que a vida o moldou,
que hoje se orgulhava
do homem que eu me tornei.
E por um momento…
meu coração descansou.
Mas então,
como um eco antigo voltando pelas paredes da memória,
vieram os mesmos gestos,
as mesmas palavras,
os mesmos erros
que um dia me quebraram por dentro.
E eu fiquei me perguntando…
Foi ele que mudou?
Ou fui eu?
Talvez ele ainda seja
o mesmo homem de antes,
com as mesmas falhas,
as mesmas feridas,
os mesmos monstros silenciosos
que ele nunca conseguiu vencer.
Mas eu…
eu não sou mais o mesmo.
O que antes me destruía,
agora apenas me fere.
O que antes me derrubava,
agora só me balança.
E então percebi…
Talvez eu não tenha visto
um monstro virar anjo.
Talvez eu só tenha aprendido
a não ter mais tanto medo.
Talvez eu tenha crescido
o suficiente
para enxergar que até os monstros
às vezes só são homens
que nunca aprenderam
a amar direito.
E mesmo assim…
ainda dói.
Porque não importa
o quão forte eu me tornei,
existe uma parte de mim
que ainda é filho…
Esperando,
em silêncio,
que um dia
ele realmente mude.
Há um pouco de tudo em tudo que vemos.
Há o barulho do silêncio, na tépida madrugada.
A chuva que rola solta pela areia seca de uma duna em movimento.
O brilho do sol por trás da noite enluarada,
A cantiga nova repelida do firmamento,
As vozes de uma multidão numa cabeça já cansada.
A fantasia na realidade digerida
Transforma em cantos o redondo dessa vida.
Sem fome num banquete já servido,
Gritaria aos milhares se pelo menos um tivesse ouvido.
Indaga-se a renúncia da pena quando faltam letras,
Procura-se a poesia no campo já florido.
Em sílabas mortas o guardião fez moradia.
Trancou a porta e se afogou na água fria.
Sentiu-se imponente sob o sol da manhã
Gotejou lampejos de suplício na tarde vã.
Lutando contra o mundo, soldado único se fazia.
Num alarido majestoso colheu a flor solitária de um buquê róseo,
e presenteou suas lembranças no esquecimento da sua história... (Júlio Raizer)
Adjacências
Perfume, volume. Algum momento insano.
Fique parado, não se mova.
Reprove a cortina que cobriu a porta,
É na janela que ela devia estar.
Cáucaso, o destino evidente.
Caos que causou a fúria itinerante
Vassalos do príncipe dormente
Confiados ao berço retirante
Alegoria de uma caverna vazia
Pássaros mortos em seus ninhos
Na pluma que o coração trazia
Fecharam-se livros sem vizinhos
Rio aborrecido e minguante
Curva em suas pedras a majestade
Desse ribeiro fosco sem idade
Saiu galopando o rocinante.
Odor fresco num vazio. Todo instante pensado.
Não ande, corra.
Aprove a navalha que deslizou na pele.
Diga que é o pescoço que ela deve cortar. (Júlio Raizer )
A Noite Além
A noite deseja ser a senhora da madrugada, sem saber que ela é o vácuo entre os dias.
Aflita, acolhe sua alma.
Adormece, numa estepe crua e semovente.
Voando, persegue seu trauma.
Inquieta, busca cobrir com seu manto, as lamúrias da fenda passageira.
Não celebra a paz, não celebra a guerra, não celebra.
Céu ébrio, vulto perdido.
Sombras acalentadas numa imensidão soturna.
Sabores em desmérito, cores do além. (Júlio Raizer)
Todo Poesia
A poesia se esconde nos impronunciáveis momentos provados pela alma.
A tentativa objetiva de expressar a subjetividade dos mistérios.
Poesia é fantasia, é mágica é maestria.
O contorno do corpo sob a luz da lua, envolto num cobertor para fugir do frio.
O sono gostoso enquanto espera pelo jantar.
Poesia é o segredo das noites em fuga, o esconderijo nas manhãs de sol. (Júlio Raizer)
Livre, ELA
O cheiro da liberdade.
O gosto de encontrar a si mesma dentro do próprio corpo.
As linhas e curvas que jorram numa envergonhada sensação,
o que realmente ela queria dizer, e explodir sentindo.
Mostre sua messiva,
Assim, sorrindo, deixe sua história..
Seja.. quem nunca deixou… Seja!
(Júlio Raizer)
LINHAS TORTAS
(O equilíbrio no intervalo do caminho)
Somos os pontos em reticências de nossa vida, caminhando em zigue-zague para manter o equilíbrio, até seguirmos em linha reta...
Lu Lena /2026
No Monte
Se há uma verdade a considerar, é esta do "Monte Hermom". Este Monte foi o lugar onde os anjos caídos "200 anjos " fizeram um pacto de morte, de pecado. O pacto foi que tomariam as filhas dos homens para pecarem, dando morte aos homens.
Mas milhares de anos após a morte no Dilúvio, de uma grande parte da humanidade, por causa do pecado. No ministério de Jesus Cristo, há agora um tempo de vida no Monte de Hermom. Jesus subiu a este Monte, tomando, consigo a Pedro, João e Tiago. Ora isto não é religião dos homens, nem mais uma religião do mundo. Isto é antes um momento de vida, um momento de luz, um momento de verdade para a nação de Israel. Israel esperava Um Messias que viesse para lutar e jamais para morrer. Moisés veio e libertou o povo de Israel, mas não lhe deu a verdadeira vida espiritual. Moisés morreu, ele próprio. Mas Jesus morreu e ressuscitou, ele próprio. Elias não morreu, mas entrou em depressão, pedindo a morte, para si a Deus. Mas aqui aparece Jesus, como aquele que vai morrer, mas vai ressuscitar.
É precisamente desse momento, desse acto de Jesus Cristo que é muito falado com Moisés, Elias e Jesus Cristo. O mundo hoje também como o próprio Israel querem e esperam um Messias que não morra! Mas eis o que é falado no Monte. É sobre a morte e a ressurreição, de Jesus Cristo e de todo o povo do Senhor! É falado que a lei não pode salvar ninguém; que maior é Jesus Cristo do que Moisés; e do que o próprio Elias! A lei que foi dada por Moisés, ela era incompleta. Faltava a verdade que era o princípio e o fim. No Monte ouve- se a voz do pai, que dá testemunho do filho. O povo do Senhor tem que ter consciência que para termos vida eterna, é necessário morrer e ressuscitar.
E aqui está o autor e consumador da nossa salvação a falar desta grande verdade, que ninguém no mundo, estava com capacidade de entender. Amém!
Coragem de menina…
daquelas que sonham
mesmo quando o mundo diz não.
Olhos que ainda brilham,
mesmo depois de tantas quedas,
mesmo depois de aprender
que crescer também dói.
E então vem a mulher—
forte, inteira,
feita de cicatrizes que ninguém vê,
mas que sustentam cada passo.
Helaine machado
Solidão
A solidão é como uma velha senhora cansada.
Olhos fundos com sonhos desfeitos.
Guarda seus dias de glória na lembrança, Sorri inquieta diante crua realidade.
A solidão é a presença constante daquilo que não deveria ter partido, mas se foi.
A cor rasgada de um arco-íris, a íris presa numa retina que arde pela dor.
Uma bebida amarga que rasga o peito enquanto desce pela garganta, machucada por gritos da sua alma inquieta.
Solidão, passeio inveterado pelo paraíso das trevas.
Parceira de um abismo sedento pela próxima alma desavisada.
Deserto de palmas numa canção, que silenciosa brada aos ventos a sua mórbida sentença.
Solidão, sempre ela a perturbar os dias cinzas, sob um céu que já foi azul.
A fumaça sobe em direção ao imenso
vazio, um corpo trafega de mãos dadas com a ansiedade e, chamando por socorro encontra no medo um perfeito aliado.
Feitiço jogado num espelho, refletido no devaneio da esperança de encontrar abrigo para sua canção.
A voz abraçada por paredes, o corpo vigiado por concreto, a cabeça repousada no travesseiro...
Assim a velha adormece, buscando em seus sonhos a companhia que lhe falta. (Júlio Raizer)
Com o Mestre não existe aprovação automática, também não tem prazer em nos reprovar;
mas nos coloca em recuperação quantas vezes preciso for.
30 dias, 720 horas, 43200 minutos do maior silêncio que já encarei. O barulho de Rubens preenchia a casa, a rua, os dias e meu coração.
Hoje o silêncio da sua ausência me faz viver na pausa. A pressa por viver, amar, fazer e acontecer era a principal face de Rubens e por 4 anos tive pressa também.
Dono do "deixa que eu faço", o marrento não perdia um instante.
Me pego pensando como é difícil encarar a solidão da vida sem Rubens e dó demais.
Me entorpeço da minhas memórias e a dor passa.
Ainda é cedo pra falar de saudade boa, mas a gente ri lembrando dos "shows da Xuxa" deles.
No espetáculo da vida ele foi o protagonista do amor.
Mala, cara amarrada mas sem limites para amar.
Não teve adeus, nem choro porque não era o fim.
A vida continua e as cores aos poucos vão tornando o recomeço mais fácil.
As noites fico na sala por horas imaginando como estará seu Rubens no céu? Imagino ele chegando ansioso e querendo fazer obras, mudando nuvem de lugar, juntando estrelas pra esquerda, querendo mudar o sol de lugar, e até botando os anjos para trabalhar e organizar tudo kkk
Hoje dia 30 do meu segundo recomeço, me ouso apertar o play as vezes e ouvir novas canções.
É seu Rubens, você partiu e partiu meu coração.
Seguirei sentinela desse amor que mora dentro de mim. Te amo meu pai! 15/04/2026
