Coleção pessoal de mathiasportugues

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Patriotismo é lutar por um País melhor para todos e não torcer para um time de futebol...

Luiz Carlos Mathias
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O ser humano não respeita nada, onde ele chega, invade, destrói e mata....

Luiz Carlos Mathias
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Para os hipócritas de plantão é mais fácil jogar a culpa numa pessoa, do que assumir que esses 30 anos de democracia populistas e corrupta acabaram com o brasil como uma nação de futuro....Quem é jovem e tiver vontade de viver num País próspero e honesto, que vá fazer sua vida na Europa ou Asia, pelo menos terá um futuro próspero para você, seus filhos e netos...Uma pena que eu não tenha mais meus vinte anos....

Luiz Carlos Mathias
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É o socialismo fazendo o seu melhor, ou seja, deixando mais uma nação empobrecida e refém do governo....

Luiz Carlos Mathias
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Só existem dois tipos de pessoas satisfeitas com o atual governo.
As que NÃO SABEM o que está acontecendo e as que estão GANHANDO DINHEIRO com o que está acontecendo...

Desconhecido
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Engraçado, todos que são a favor do aborto já nasceram....Queria saber se eles teriam essa mesma opinião se enquanto fosse apenas um feto pudesse escolher entre nascer e ser abortado....

Luiz Carlos Mathias
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Se eu fosse comandante da PM tiraria todos os policiais dos morros favelas e comunidades e deixaria a segurança nas mãos da população, traficantes e milicianos e ficaria só de longe observando para ver o resultado....Provavelmente ia ser aquele ditado, quem viver verá....

Luiz Carlos Mathias
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"A juventude é a embriaguez sem vinho."

Desconhecido
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"Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo."

Desconhecido
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Pranto para o homem que não sabia chorar

Havia quitandas naquele tempo. Vendiam verduras, legumes, ovos, algumas chegavam a vender galinhas em pé, quer dizer, vivas, mas eram poucas, pois todas as casas tinham quintal e todos os quintais tinham galinhas. Ia esquecendo: as quitandas mais sortidas tinham à porta, bem visíveis aos passantes, um feixe de varas de marmelo.
Para que serviam? Fica difícil explicar, mas serviam para os pais comprarem uma delas e a guardarem em casa, num lugar à mão e bem visível aos filhos. Quem nunca tomou uma surra de vara de marmelo não pode saber o que é a vida, de que ela é feita, de suas ciladas e enigmas. Há aquela frase: "Quem nunca passou pela rua tal às cinco da tarde não sabe o que é a vida". A frase não é bem essa, mas o sentido é esse.

Uma surra de vara de marmelo era o recurso mais eficaz para colocar a prole em bom estado de moralidade e bom comportamento. Acima dela, só havia o recurso capital de ameaçar o filho com um colégio interno da época: Caraça! Ir para o Caraça, a possibilidade de ir para o Caraça era uma pena de morte, uma condenação ao inferno, um atestado de que o guri não tinha jeito nem futuro.
Houve a tarde em que o irmão mais velho fez uma lambança com umas tintas que o pai comprara para pintar a casa de Segredo, o cachorro, que era solto à noite para evitar que os amigos do alheio pulassem para o quintal e roubassem as galinhas -repito, todas as casas tinham galinhas.

E "amigos do alheio" era uma expressão, uma metáfora civilizada que os jornais usavam para se referirem aos ladrões de qualquer coisa, inclusive de galinhas.

Pois o irmão foi surrado com vara de marmelo e chorou. O pai então proferiu a sentença que ele jamais esqueceria:
Homem não chora!

Em surras seguintes e sucessivas, com a mesma vara de marmelo (ela nunca se quebrava, por mais violenta que tivesse sido a surra anterior), o irmão tinha o direito de gritar, de urrar, de grunhir como um leitão na hora em que entra na faca, mas não de chorar.
Por isso, mesmo sem nunca ter tomado uma surra daquelas, ele sabia que um homem não pode chorar, nem mesmo quando açoitado por vara de marmelo. O vizinho do Lins, que tinha um filho considerado perdido, percebendo que a vara de marmelo era ineficaz como um remédio com data de validade vencida, adotou uma tira de borracha que servira de pneu a um velocípede desativado. Tal como a vara de marmelo, era maleável mas inquebrável, deixava lanhos nas pernas do filho -que mais tarde chegaria a ser capitão-do-mar-e-guerra, medalhado não em guerra nem em mar, mas por tempo de serviço.
Homem não chora e, por isso, ele decidiu que seria um homem e jamais choraria. O irmão, sim, era um bezerro desmamado, chorava à toa, nem precisava de vara de marmelo. Chorou no dia em que Segredo morreu envenenado -um amigo do alheio, antes de pular no quintal, jogou-lhe um pedaço de carne com arsênico.

Chorou mais tarde, quase homem feito. Esquecido de que homem não chora, ele chorou quando o Brasil perdeu para o Uruguai no final da Copa do Mundo de 1950. Não era homem. Atrás do gol, viu quando Gighia chutou e o estádio emudeceu e logo depois chorava, seguramente o maior pranto coletivo da história da humanidade, 200 mil pessoas que não eram homens, chorando sem vergonha de não serem homens.

Ele não podia ou não sabia chorar? Essa era a questão. Volta e meia forçava a barra, lembrava as coisas tristes que lhe aconteceram, o dia em que o pai o colocou de castigo, atribuindo-lhe a quebra de uma moringa. A perda da medalhinha de Nossa Senhora de Lourdes que a madrinha lhe dera, uma medalhinha de ouro que, segundo a madrinha, o livraria de todo o mal, amém. Não chorou nem mesmo quando, naquela primeira noite após a morte de sua mãe, ele se sentiu sozinho na vida e perdido no mundo.
Daí lhe veio a certeza. Poder chorar até que podia. O diabo é que ele não sabia mesmo chorar. Chorar é como o samba que não se aprende na escola: ou se nasce sabendo, ou nunca se sabe. Bem verdade que ele desconfiou de que os outros chorassem errado, misturando motivos. Por exemplo: o irmão, que era um Phd na matéria, quando chorava, fazia um embrulho de coisas e desditas, um mix de quebrações de cara e obtinha um pranto copioso, sincero, lágrima puxando lágrima, soluço puxando soluço.
Quando perdeu uma bolada num cassino de Montevidéu, foi para o quarto do hotel, bebeu meia garrafa de uísque e, tarde da noite, telefonou dizendo que, passados 40 e tantos anos, ainda estava chorando pela morte de Segredo.

Tivera ele essa virtude, aquilo que os ascetas chamam de "dom das lágrimas"! José, vendido por seus irmãos ao faraó do Egito, tornou-se poderoso e um dia recebeu os irmãos que o procuraram para matar a fome. Os irmãos não o reconheceram. José perguntou-lhes sobre o pai e retirou-se a um canto para chorar. Depois, sim, deu-se a conhecer e matou a fome dos irmãos que o venderam.

Jesus chorou quando soube da morte de Lázaro e o ressuscitou. A lágrima é um dom, e ele não mereceu esse dom nem mesmo quando Débora foi embora de seus sonhos e, como nos tangos, nunca mais voltou.

Carlos Heitor Cony
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Às vezes você nunca vai saber o valor de momento até que se torne uma memória.

Georges Duhamel
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Que democracia maravilhosa, o povo honesto e trabalhador proibido de falar, pagando impostos extorsivos apenas para sustentar a corrupção, os bandidos, vagabundos e corruptos dominando o brasil, e depois o governo Militar que era ruim....

Luiz Carlos Mathias
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Ele pen$ou muito e tomou uma atitude $en$ata...

Luiz Carlos Mathias
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Coitado o cara era trabalhador, profissão bandido...Mas ele ia se regularizar, nas próximas eleições ia sair candidato a algum cargo público...Mas essa policial com seu despreparo acabou com o futuro de mais um brilhante político brasileiro...

Luiz Carlos Mathias
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O ser humano com toda a sua sabedoria e superioridade em cima dos outros seres vivos sempre destruindo a natureza...

Luiz Carlos Mathias
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Eu te amo não pelo que você é, mas pelo que sou quando estou com você!

Elizabeth Barrett Browning
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Direita ou esquerda tanto faz, pois o objetivo é o mesmo, roubar o erário público...

Luiz Carlos Mathias
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Na época dos Militares pagávamos a metade de impostos do que pagamos hoje e tínhamos o dobro de liberdade, nossas casas não tinham grades e as ruas eram seguras...E ainda querem me convencer que eu vivo numa democracia...

Luiz Carlos Mathias
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Socialistas no Brasil e no mundo, pensam como Marx, governam como Stalin e vivem como Rockefeller...

Luiz Carlos Mathias
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1 de abril no brasil tem que se tornar o dia do político brasileiro...

Luiz Carlos Mathias
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