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Coleção pessoal de I004145959

21 - 40 do total de 2493 pensamentos na coleção de I004145959

Onde o amor se organiza,
afetos encontram medida.

Amores imaturos: afetos caóticos
Amores maduros: afetos harmônicos

Na celebridade, a melhor versão; na intimidade, a imperfeição primordial.

Para não traumatizar quem não teve progresso, transforma-se em problema quem obteve sucesso.

Onde há muito subjetivismo, a ordem vira aparência: cumpre-se o ritual da norma, mas o resultado depende do humor, da interpretação e de quem decide, abrindo espaço para o favorecimento em detrimento da regra.

Em certos contextos, importa quem você é; em outros, o que fez; e, em alguns, quem você conhece.

No Brasil, a mobilidade intrageracional é tão restrita que uma vida inteira não basta para mudar de lugar.

Em nosso rol de amizades convivem opostos — bolsonaristas e lulistas; no entanto, exigimos das celebridades coerência absoluta.


Assim somos nós!

Lutemos com senso crítico para encontrar o verdadeiro inimigo que nos mantém divididos.


Não há sentido em formar ressentidos dentro do nosso círculo.


Sem filtro, transformamos amigos em inimigos — e inimigos em amigos.

A Revolução Industrial acabou com a escravização para criar consumidores assalariados; a Revolução Neoliberal incorporou grupos identitários para criar novos nichos de mercado — muda o cenário, mas o calvário permanece inalterado; são mudanças superficiais, jamais estruturais.

O brega não está na pobreza, mas na obsessão que damos à etiqueta.

Escrever para conter a deprê.

⁠A mulher, a sedução
O homem, a persuasão

⁠Ressentido por injustiça sofrida
Ressentido por inveja contida

⁠Quando público e privado se confundem no traço, o eu vira produto, a alma perde o espaço — e o que era raro vira descaso.

⁠A confusão entre público e privado dissolve limites, mercantiliza o eu e transforma autenticidade e privacidade em raridades esquecidas.

⁠O público invade o privado, e o privado transborda no público — a fronteira se apaga, a vaidade se propaga.

Perde-se o abrigo, dilui-se o limite: a autonomia cede à patrulha social, a família se dobra ao discurso oficial.

A mercantilização do eu faz da autenticidade uma raridade, transforma a intimidade em produto e reduz a privacidade a luxo esquecido.

⁠Quando o outro não está pronto para escutar, explicar vira barulho, e defender, desgaste. Melhor ceder e deixar o tempo esclarecer.

⁠Nem sempre vale responder, defender ou esclarecer — às vezes, basta fazer.

O tempo acalma, o gesto fala, e o outro talvez só precise de tempo para compreender.

⁠Nem tudo precisa ser dito.
Nem todo gesto precisa defesa.
Nem toda ação pede explicação.

Às vezes, basta fazer — e deixar que o tempo cuide do entendimento.