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Coleção pessoal de I004145959

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⁠A caridade que busca aplausos é vaidade vestida de bondade.

⁠Uns ajudam por compaixão; outros, por competição, pra mostrar que, sem eles, não há solução.

⁠Sempre ausente, quando aparece, cobra o que nunca oferece.

Ter ou não ter útero muda a forma de encarar a vida; ignorar essa realidade é desconsiderar questões biológicas essenciais na convivência em sociedade.

⁠Ausente nos fatos, presente nos julgamentos.

⁠Apontar o esquecimento e destacar o mal tratamento nem sempre é questão de ressentimento, mas sim de posicionamento.

Há coisas frequentemente associadas a meninos, a meninas e a todos os gêneros.

No entanto, esses elementos não deveriam ser usados como padrões rígidos para definir ou limitar o que cada pessoa pode ou deve fazer.

A crítica está em transformar essas referências sociais em regras inflexíveis, que acabam por restringir a liberdade individual e alimentar estereótipos.

⁠Há coisas frequentemente associadas a meninos, a meninas e a todos os gêneros.

O erro está em transformá-las em “réguas fixas” que aprisionam a liberdade e reforçam estereótipos.

Não deixe que a tristeza da partida ofusque a gratidão pelas alegrias vividas.

⁠A sutileza de ajudar sem despertar mal-estar.

⁠Quem disputa conhecimento fora da área de atuação revela mais presunção do que opinião.

Só escuta o que agrada, só convive com iguais, engana a si próprio e aos demais.

Algoritmos neoliberais desenvolvidos, laços sociais dissolvidos, valores humanos enfraquecidos; interesses bem estabelecidos, poderes fortalecidos.

⁠Sem o outro, a solidão cresce, a identidade desaparece e o sujeito não floresce.

⁠Algoritmos criam bolhas afetivas que aumentam a solidão.

Trocar alteridade real por simulacros é celebrar a convivência sem presença.

⁠No ciclo narcisista, o eu se fecha e se perde; na amizade, se abre e se encontra.

⁠O outro é ponte e ruptura, não mera confirmação; no encontro e na diferença nasce o desejo e a renovação.

⁠Quem sempre concorda com nossos gostos, crenças e palavras — sem tensão, confronto ou presença — não escuta: induz, seduz e reproduz.

⁠O neoliberalismo domina a subjetividade com algoritmos, transformando o sujeito em mercadoria — sem presença, sem alteridade, sem empatia.

⁠Buscamos um outro que nos sirva sem demora, nos entenda sem censura e esteja à disposição toda hora.