Coleção pessoal de celso_nadilo

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Voz do relativismo.
Tão ocupados e pequenos lampejos.
Grupo torna se evidência.
A existência tornasse únicas no máximo da politica meros atrozes artificiais.
Contos do vigario,
Sereias que a narração tornasse troféus no fundo do mar.
Trabalho escravo
Análogos de submissão.
Para tudo ter o poder acumular riqueza ainda fazer piada com suas leis.
O povo comemora com detergente contaminado.
Para poucos insanos façam amor Esqueça que epidemia seja maravilhosa no negacionismo.
Nada é simplicidade abandonado sim eucentralismo e realizações notáveis do alienação intelectual..

Linha do acreditar em algo nunca viu mais acreditar pela manipulação aleia.
Ser que sou diante do sou, porquê ainda sou eu diante voce duvido que penso pois o que sou diante do meu eu, o centralismo político e religiosa.
Muta a virtude coloca outro espelho com ajuda de deepfake espelhos digitais, falacias de contos usando vies da fisolofia a favor da ideologia implantada de sombras idealista,
Dando ausência politica pessoal do ser eu se uso que sou diante que sou a narrativa torna se a narrativa.
A história verdadeira irrelevante pois uma pragmática do jogo da alienação, o que presta ou que não exste dentro de universo de fadas, como conhecer um fundamento pois so conhece o que esta escrito, realidade ambígua diferente que julga qutro paredes ou insinua saber. O achismo primeira lei da coisificação dentro geopolítica e pragmática eucentrismo. Sendo a parti da ai duelimo da alienação e negacionismo trazendo a tona verdadeira história irrelevante pois sensalismo barato marca registrada da polarização o fogo que precisa.

Fogo que consome ate o amanhã anotamos tudo bem guardado num sonho.
Fogo sera aguas tão intensa e volumosa fogo seria defazagem na profunda herança da terra num estado primitivo seria o começo da vida. Nos labirinto da alma homem nasceu diante a evolução existencial atravessa tempos, sendo cada instante avançamos sem olhar para lados ou para cima so viajando num estado que cada segundo é importante pois extensão da existência uma só dentro contexto universal a gota no oceano se secou a vida nunca brotou diante dos meus olhos o sentimento foi levado pelo vento dentro da resistência da resiliência fez gota voltar no meio do mar a vida suspiro. Tudo é vida ate que a morte consuma tudo recomeçar num pingo de água.

Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.

Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.

Somos escravos das nossas almas pregadas nos nossos....
...espíritos... São parte da carne apodrece sobre a face do destino.

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Todo ato tem consequências mesmo quando mostrado a realidade ambígua.

Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.

Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.

O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.

Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.

Diante teu corpo sinto calor que nunca senti neste mundo sois minha alma,
Mas, meu espírito ainda busca a ti meu amor.

Numa canoa de fantasmas sou apenas o vento que revela o frio da sua alma.

Somos vigiado por nos mesmos somos vigiado pelo governo...
Somos vigiados pela polícia,
Somos vigiados pelos vizinhos.
No dilúvio de narrativas somos o silêncio que nos cerca ate que morremos a cada momento que estamos vivos.
As câmeras observam as câmeras gravam mais não capitam sentimentos.
Apenas olhares de monstros tecnológico. Que a atormenta nossas mentes em sua própria existência.
Mesmo assim roubam nossas almas.

Nas fronteiras do pensamento somos cegos por ter o direto de questionas as verdades que nos faz viver,
Dentro de cada camada somos alienados pelas palavras jogadas numa caixa vazia o que compramos com um voto, 4 anos de desastre sera que não lembramos será que a pandemia foi insignificante. Sera que fome a febre de negacionismo foi seu lema, e a verdade te enterrou como as suas vítimas, tudo que dira não sou coveiro, impressa lixo...! Vai pedir para tua mãe vacina! Esta vacina vai transforma em jacare!

Minhas ilusões ganha sentido.
Entre dilúvio de tuas palavras.
Sois sorriso e silêncio,
ironia é clareza que morreu em teus lábios.

"Nossas almas se consomem em ideias falsas e vazias.
Suas próprias convicções são expostas
Como a ruína da própria existência.
​Queres vingança contra a nação que te criou e alimentou?
Ainda assim, sois o paradigma da corrupção,
A personificação da alienação intelectual.
​Como erva daninha que invade a vida,
Que brota até na terra seca e desprovida de luz,
Tu resistes em tuas mentiras, agarrado a uma alma que definha.
Resquício de um mundo que já não te pertence,
Onde apenas te aproveitas daqueles que ainda te ouvem."

Se alma condena é rebelde por um sistema caótico de corrupção somos a tempestade que varre o pais com sopro de ideias.

Aurora de outros tempos sou apenas a poeira que soprou dentro das tuas narrativas nunca prestei, nas sombras caminhei ate encontra a luz de outro olhar.